FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

5. CAPÍTULO 5


Fic: Tudo por um Beijo - CONCLUÍDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Gina, de cabeça baixa, estava se sentindo muito arrependida pela confissão que acabara de fazer. Ela deveria ter se contido, não podia se expor tanto. Harry não precisava saber que ela o amava desde o início da adolescência.
Harry, por sua vez, a fitava preocupado. Como? Como um homem de trinta e quatro anos podia perder o controle daquela maneira? Afinal, Gina era muito nova e casamento, para ele, estava totalmente fora de cogitação. E também não queria ter um simples caso com Gina pois, por mais que às vezes se esquecesse, ela continuava sendo filha do seu sócio e amigo.
– Você ficou muito pensativo de repente, Harry. Eu não estou gostando nada disso.
– Acha que poderia ser diferente? Vou sumir da sua vida, talvez até mudar de cidade. Quem sabe assim você consegue me esquecer.
– Eu não quero esquecer você, muito pelo contrário. Sei que sou inexperiente, mas posso aprender. É só ter um pouco de paciência comigo.
Harry fitou-a intrigado. Gina continuou:
– Sou uma ótima anfitriã. Conheço os seus amigos e não tenho mais quatorze anos.
– Gina, você pode saber como receber as pessoas, mas garanto que não tem a menor idéia de como a vida é de verdade, nem do significado exato da palavra esposa.
– Mas isso também eu posso aprender.
– Não comigo. E acho que deixei bem claro que não quero saber de casamento. E, antes que me pergunte, sim: eu desejo muito você. Mas desejo não é suficiente para manter uma relação. Deve estar confusa porque eu sou o primeiro homem que deseja mas, seguramente, você não é a primeira mulher que eu desejo.
Ao ouvir aquilo, Gina ficou vermelha de raiva.
– Não precisava ser tão duro e claro comigo, Harry.
– Precisava, precisava, sim. Você quer brincar de casinha e eu não.
– Você continua sendo duro comigo. Será que isso lhe dá prazer?
– Não, não me dá prazer. Mas eu não quero e não vou enganá-la.
Gina pensou um pouco e, depois de um longo suspiro, disse:
– Você não precisa mudar de cidade. Semana que vem vou embora para Nova York.
Ao dizer aquilo, Gina estremeceu. Acabara de inventar a viagem, mas sabia que agora teria realmente de ir para Nova York.
– E você está pretendendo ir para lá sozinha?
– Não, vou com Lettie.
– E Lettie já sabe desta viagem? – ele perguntou, desconfiado.
– Mas é claro que sim...
– Bem, tenha uma excelente estadia em Nova York, Gina. Vejo você qualquer hora.
– Mas... – ela não teve tempo de terminar a frase.
Apressado, como se fugisse de algo, Harry foi embora.

No final do outono, caminhando pelas ruas de Nova York, Gina usava uma criação de um jovem estilista, David Marron, que havia se inspirado na Espanha para a sua última coleção e estava fazendo um tremendo sucesso. Gina o havia conhecido através de um amigo de Lettie. A amiga e madrinha, assim que soubera da conversa que Gina havia tido com Harry, logo se propusera a se mudar também para Nova York.
Ao lado de Lettie, que a tratava como se fosse uma filha, Gina sentia-se muito segura na cidade. As duas moravam num apartamento muito luxuoso na ParkAvenue e naqueles meses em que começara a conviver com um sem número de culturas e pessoas, Gina havia mudado muito. Ela se tornara mais madura e sua beleza chamava muito a atenção dos homens. No entanto, Gina os mantinha a distância.
Queria, sim, riscar Harry de sua vida, esquecê-lo, mas sabia que precisava ter calma e muita paciência consigo mesma.
Não era nada fácil deixar de pensar na pessoa que até meses atrás fora a sua razão de viver.
Apesar de não saber direito ainda o que fazer da vida, ela estava se esforçando muito para aprender tudo o que fosse possível. Só ali naquela cidade fora capaz de ver o quanto o mundo podia lhe oferecer.
Gina entrou num bar e sentou-se à uma mesa para tomar um café bem quente. E foi inevitável pensar nos primeiros dias que havia passado em Nova York. Muito triste, ela se negava a sair do apartamento, se negava a conhecer pessoas novas. Lettie, com extremo carinho e muita dedicação, fizera de tudo para ajudá-la.
Uma noite, ao vê-Ia chorando na cama, a amiga lhe dissera que deveria tentar a carreira de modelo. No início, Gina havia resistido mas, uma semana depois, contratou um bom fotógrafo que lhe fizera um álbum excelente.
Quinze dias depois de ter se inscrito em duas agências para modelo, o primeiro trabalho surgiu. E Gina foi capa de uma das principais revistas americanas. Depois, outros trabalhos haviam surgido e agora a sua carreira estava deslanchando muito.
O garçom lhe serviu o café e Gina continuou pensando em tudo o que já lhe acontecera. Olhando a agitação das pessoas, o trânsito, parecia mentira que havia passado toda a sua vida numa fazenda.
Após ter terminado o café ela seguiu a pé para o apartamento onde, como sempre, foi recebida com um amplo sorriso por Lettie.
– Tudo bem com você, minha querida? – a amiga quis saber.
– Acho que sim...
– Por que tanta tristeza, Gina? O dia lá fora está lindo e eu tenho uma grande surpresa para você.
– Surpresa?
– Lembra daquele diretor de cinema que conhecemos no lançamento da coleção do David e que ficou impressionadíssimo com a sua beleza?
– Claro que me lembro.
– Pois ele lhe telefonou.
– É mesmo? – Gina tirou o casaco que usava e o colocou sobre o sofá. – E o que é que ele queria?
– Contratá-la para fazer um comercial de lingeries na Jamaica.
– Contratar... a mim? – ela perguntou espantada.
– Por que esse espanto todo, minha querida? Você é uma mulher lindíssima e tem um corpo escultural.
– Também não precisa exagerar, Lettie.
– Não, não é exagero. E me parece que você ainda não percebeu o quanto a sua carreira de modelo está dando certo.
– Até hoje não estou entendendo como isso tudo pode estar acontecendo comigo. Na verdade, acho meu tipo de beleza muito comum. .
– Pelo jeito, vou precisar forrar as paredes de espelhos para você ter chance de se enxergar melhor. Beleza comum...Era só essa que me faltava... – Lettie balançava a cabeça em negativa.
– Mas até hoje eu só fiz fotografias. – Gina se sentou no sofá, ao lado da amiga. – Um comercial para televisão é algo totalmente diferente.
– Duas semanas na Jamaica com tudo pago e ganhando um excelente cachê é uma proposta irresistível.
– Mas você sabe que estou pensando em ir fazer uma visitinha para o meu pai. Não suporto mais a saudade.
– Pode deixar para fazer isso depois da viagem.
– Acontece, Lettie, que estou com dois trabalhos fotográficos para fazer. Se eu for para a Jamaica, não vou poder ver o meu pai.
– Pense na sua carreira, querida.
– Mas, e o Natal? Queria muito poder ficar uns quinze dias na fazenda preparando tudo. Se eu for para a Jamaica, só poderei estar em casa na véspera do Natal.
– Pense na sua carreira, Gina – Lettie insistiu. E só comece a pensar em marido e filhos quando estiver bem mais velha e for uma mulher consagrada.
– E quem falou em casamento e filhos?
Lettie sorriu e perguntou:
– E acha que eu não a conheço? Sei exatamente o que está pretendendo fazer lá no Texas. Por mais que tente, não consegue tirar aquele homem da cabeça, não é?
– Deus sabe o quanto estou me esforçando.
– E eu também sei. Mas mantenha-se firme, minha querida, chega de tanta humilhação.
Apesar de achar que Harry jamais a humilhara, Gina se calou e ficou em silêncio por alguns segundos.
– O que foi? – Lettie perguntou.
– Estava pensando em você.
– Em mim?
– Exatamente. – Gina deu um sorriso triste. – Por que nunca se casou, Lettie?
– Simplesmente porque o destino não quis.
– Não entendi...
– Meu noivo morreu na guerra do Vietnã. Depois disso, jamais fui capaz de me interessar por qualquer outro homem.
– Meu Deus, eu não sabia. Mas que coisa mais terrível!
– Pois é... – Os olhos de Lettie se encheram de lágrimas. – Mas não quero falar sobre esse assunto agora. Quem sabe um outro dia?
– Tudo bem. – Gina ficou muito triste por saber do drama que Lettie vivera. Para tentar animar a amiga, perguntou: – E você iria para lá comigo?
– Para onde?
– Para a Jamaica, oras!
– Mas é claro que sim. Eu adoro a Jamaica. O povo de lá é fantástico. Quem bom que você resolveu aceitar o trabalho.
– Resolvi aceitar o seu sábio conselho e pensar apenas na minha carreira. Mas preciso ligar para o meu pai e avisá-lo da viagem. Quando nós partimos?
– Amanhã pela manhã.
– O quê? Amanhã pela manhã? – Gina ficou muito espantada.
– Eu já até arrumei sua mala.
– Bem se é assim. – Gina estendeu o braço e pegou o telefone. – Vou falar com o meu pai.
Ela discou e foi atendida pelo próprio Arthur Weasley.

– Olá, papai!
– Filha! Que prazer ouvir a sua voz! Você prometeu que ia me escrever todos os dias e já faz dez dias que não recebo nem um bilhete seu.
– Tenho estado muito ocupada, meu querido.
Os dois continuaram conversando por um longo tempo. Quando ela contou sobre a viagem para a Jamaica, o pai não ficou muito satisfeito, mas logo se justificou:
– É que estou sentindo muito sua falta.
– Eu também estou sentindo muito a sua falta, mas esse comercial é muito importante para a minha carreira.
– Tudo bem. E quando você viaja para lá?
– Amanhã cedo.
– E quando estará de volta, filha?
– Em duas semanas.
– Aí, então, você vem para cá?
– Não vai dar paizinho. Assim que chegar da Jamaica ; tenho outros compromissos profissionais.
– Minha filha, uma modelo! – Disse Arthur, com orgulho. – Quem diria, não é?
– É mesmo! – Riu-se Gina.
– A Lettie vai para a Jamaica com você?
– Vai, sim, não precisa se preocupar. Fique bem aí, papai.
– Eu ficarei filha. Faça uma boa viagem. Ah, o Harry está dizendo que sente sua falta.
Ao ouvir aquilo o coração de Gina deu um salto dentro do peito.
– Bem meu querido, eu preciso desligar.
– Tudo bem. Me ligue quando voltar da Jamaica.



A Gina é bastante decidida. Bom Bruna, a menina já termino, agora vou copiar pro meu pc e depois adaptá-la pra h/g.
Bjokas a todos

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.