N/A: Aviso antes de começar
o cap. 2: a partir daqui o Rony começará a falar, ou seja, o autor Cláudio.
Nas falas de Rony não existirão indicações de quem está falando;
consequentemente, a forma que ele está falando, como "sorrindo",
"sério", "timidamente", não serão indicadas, para tanto,
precisaremos de um pouco da imaginação de vocês leitores, ou seja, imaginem a
forma que Rony está falando.
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CAPÍTUL0 2 – 0 Beijo –
“Tá bom, né, Harry? Minha vez de continuar...”
“Tudo bem.”
Continuando. Assim que descemos do expresso, eu, Harry e Mione,
encontramo-nos com Hagrid, que estava levando os aluninhos do primeiro ano aos
barcos.
- Esse ano as aulas de Trato vão ser mais animadas né?
- Rony! Seu tapado! Hagrid, o Rony é um imbecil, suas aulas sempre foram
boas - disse Mione, tentando se consertar diante do meio-gigante
- Oh, tudo bem! Minhas aulas do ano passado e retrasado foram péssimas
mesmo. Não se preocupem, animais como o Hipogrifo voltam a aparecer! -
finalizou Hagrid, sorrindo - Agora me dêem licença, tenho que levar esses
alunos, e apressem-se, ou pegarão a carruagem ruim!
- Tchau, Hagrid! - disse Harry, acenando.
Fomos juntos até o amontoado de carruagens, e sentamo-nos correndo na
penúltima delas, sabendo que a outra era a carruagem ruim; os testrálios que a
carregavam estavam velhos e cansados. Ah! Porque todo o trio via testrálios no
sétimo ano? Simples! Houve uma batalha da AD contra Voldemort e seus comensais,
no sexto ano. O nosso grande amigo, a qual até hoje sentimos falta - Harry
balançou a cabeça, cabisbaixo -, foi Simas Finnigan, morto pelo Lúcio Malfoy.
Foi um ano turbulento, pois depois que hermione matou Malfoy, Draco ficou muito
bravo conosco, ameaçando-nos diversas vezes em Hogwarts, afinal, o desgraçado
era um comensal no Sétimo Ano, apenas não mostrava sua marca na frente dos
professores, poderia ser expulso. Mas no meio dos Sonserinos, a marca de Malfoy
sempre foi bem-vista - e bem-quista -, e ele tinha orgulho de mostrar a marca
aos Grifinórios, que geralmente faziam cara de nojo.
“Tá tagarelando muito, os nossos leitores vão se encher, Rony!
Continua com a história!”
“Arr! Tá bom, tá bom! Vamos continuar...”
No caminho até Hogwarts, conversamos animadamente sobre nossas férias,
e definitivamente, a de Harry não foi a de melhor qualidade. - Harry fez uma
cara feia para Rony, que a ignorou - Pois bem, quando chegamos no Salão
Principal, que dessa vez estava com uma decoração diferente dos outros anos,
nos sentamos e continuamos a conversar, com Neville e Dino. Então, como sempre,
depois da seleção dos bruxinhos, Dumbledore se levantou para seu regular
pronunciamento.
“Harry, lembra do Dumbledore?”
“Claro! Como não?! Cara legal, aquele...”
“Morreu também...”
“É. Rony, continua!”
“Cara chato, ow...”
- Mais uma vez, bem vindos Hogwarts!
Bem vindos, selecionados desse ano, e bem vindos, alunos que sairão daqui esse
ano - Hermione suspirou -. Esse pronunciamento sairá da 'rotina', afinal tenho
que dizer-lhes mais avisos, uns bons, outros ruins. Infelizmente, devido ao
re-erguimento de Lord Voldemort - houveram muitos olhares perplexos, inclusive o
meu -, alguns cuidados devem ser tomados. A visita à Hogsmeade em alguns fins
de semana esse ano serão proibidos - houveram gritos surpresos de garotas, e
murmúrios indignados de garotos -, afinal, até Madame Rosmerta fechou por
motivos de segurança, juntamente com a Zonko's, e inclusive a loja de um de
nossos alunos recentes, a Gemialidades Weasley, fechou - Confirmei com a cabeça
quando Harry e Mione viraram-se para mim. - O acesso à floresta proibida
continua proibido! Mais uma vez, infelizmente - Dumbledore suspirou -, aurores vão
estar aqui, em medidas de segurança, pois os Dementadores não estão mais sob
controle do Ministério da Magia. Peço, porém, que não fiquem se distraindo
com os aurores, isso não será permitido. Eu só falei coisas ruins, certo?
Vamos falar as coisas boas! Graças à ascenção de... - Dumbledore hesitou,
muitos alunos taparam os ouvidos - Você-Sabe-Quem - os alunos suspiraram
aliviados; Dumbledore revirou os olhos -, o clube de duelos derá OBRIGATÓRIO
de alunos do primeiro ao sétimo ano, e estas aulas serão dadas por Severo
Snape - suspiros pesados e tristes - e um auror muito experiente dos dias de
hoje, Sirius Black! - alguns alunos cochicharam coisas como "Meu Deus, um
assassino em Hogwarts, um psicopata lá fora; estamos mortos!", mas a
maioria não ligou muito.
- O quê?! - indagou Harry, incrivelmente surpreso
- Perguntamos depois, Harr, Dumbledore não acabou! - Hermione respondeu,
aos cochichos.
- O Clube de Duelos será uma aula normal. O fato de Sirius Black dar
aula não é motivo para alarde - houveram "não!" irônicos - pois
tal pessoa foi inocentada de tal crime que ele não cometeu. Sisiu Black não
matou Pedro Pettigrew, que hoje encontra-se executado, devido a uma pena de
morte dada pelo Ministro da Magia. As acusações foram: animagia ilegal, dar-se
por morto, culpar um inocente, matar doze trouxas e usar um feitiço em local público
aos trouxas. - muitos suspiraram aliviados em relação ao foragido, outros
continuaram com "um pé atrás" nessa história. - Bom, chega de
falar! Devem estar mortos de fome! Bom apetite!
Finalmente as travessas cheias de comida e bebida apareceram, e uma
quantidade exagerada de comida e coincidentemente a comida preferida de nós três
apareceu na nossa frente. O primeiro palpite foi dado por...
"Mim. Dobby, dissemos"
"Depois você fala que eu que conto mal a história, Harry!"
"Tááá... desculpa."
Continuando. Depois de uma habitual refeição, fomos até a nossa Sala
Comunal. Hermione estudou um pouco e subiu, e então fomos, eu e Harry, para
nosso dormitório. Ele tomou banho, e logo depois eu, e então fomos nos trocar.
Pela primeira vez, naquele ano, eu senti o que eu sentia todas as vezes por
Harry. Enquanto me vestia, dava aquela vontade de olhar para aquele corpo
modelado porcausa dos sete anos de quadribol. Na época eu pensava: "Bobagem,
isso é pura vontade de comparação... A gente tá em desenvolvimento!".
Terminei de me vestir, Harry ainda estava colocando a cueca, "Como é
lerdo!", pensei, ainda olhando discretamente para seu corpo, e
principalmente a parte íntima. para minha imensa infelicidade, dessa vez meu
olhar não passou desapercebido. harry olhou no fundo dos meus olhos, com uma
cara de desconfiado, enquanto eu tentava, inutilmente, desviar meu olhar do
corpo ainda nu do meu lado.
- Rony, você tá se sentindo bem?
- Anh? Ah, sim Harry, tudo beleza.
Depois de uns minutos ele terminou de se vestir, e eu já estava deitado
em minha cama. Quando ele foi em direção à cama, eu fechei as coritnas, e
fiquei olhando para o teto. "Cortinas inúteis! Porque são
semi-transparentes?", pensava, com raiva. Desviei o olhar para o lado,
Harry se ajeitava, olhando para minha cama.
- Rony, tem certeza que está se sentindo bem? Tá chateado com alguma
coisa?
- Sim, Harry, tudo normal. Boa noite!
- Ué, ok então. Boa noite.
Harry deitou-se sem fechar a cortina. Depois de ouvir seu ronco,...
"Ei! Peraí! Eu não roncava, Rony!"
"Ah é? Então qual era aquele som que você produzia com sua
boca?"
"Ah... Fala sério"
"Viu? Ficou sem resposta!"
Depois de ouvir o seu ronco, abri meu cortinado, para contemplar o
corpo daquele garoto. Largado de qualquer jeito na cama, com a boca
entre-aberta, os olhos fechados de uma forma graciosa, o corpo encolhido. Era
incrível como que com seus 17 anos Harry ainda parecia uma criança de 11
quando estava em sua cama, dormindo. E como começou a acontecer no fim do sexto
ano, senti aquela vontade incrível de tocá-lo, roçar meus lábios no dele, me
invadir. Dessa vez não consegui me controlar. Levantei-me, fui até sua cama,
tentando não fazer barulho e acordar os outros garotos que já dormiam, e
sentei-me em sua cama. Esta deu um estalo quando me sentei, Harry se mecheu, e
eu senti um calafrio percorrer minha espinha, minhas orelhas se avermelharam.
Mas logo voltei a me concentrar. Encarar os olhos fechados, aquele ar inocente
de quem dorme em seu rosto. Passei uma mão pelo seu rosto, delicadamente. Incrível
era como a vontade de tocá-lo estava maior naquela noite! Eu aproximei meu
rosto do dele, aproximei, aproximei...
"Anda logo, Rony..."
"Você estragou o clima da cena! É a primeira vez, Harry!"
"Vão ter outras primeiras vezes muito melhores, Rony! O Capítulo
três vai ter que ser eu, você tá falando só um dia em um capítulo
inteiro!"
"Mas é um dia especial, Harry"
"Tudo bem, então."
Antes do Harry me interromper, estava me aproximando do rosto dele. Meus
lábios roçaram com os dele, um calafrio correu pela minha espinha, meu corpo
todo ficou vermelho, além de minha orelha. Eu toquei os lábios daquele garoto,
finalmente. Queria mais. "Eu não posso fazer isso. Eu não sou anormal!
Ele é um garoto, eu sou normal, isso não é nada...", mas meus
pensamentos não me convenceram. Comecei, vagarosamente, a colocar minha língua
naquela boca avermelhada, e quando toda ela estava lá, num lugar quente,
comecei a explorar cada canto. Mesmo que Harry não estivesse interagindo, a
aquele era o melhor momento de minha vida, naquela altura eu estava imaginando
coisas como "Foda-se a normalidade... Isso aqui é bom demais!".
Então, aconteceu. Harry abriu os olhos, assustado. Com o movimento, percebi que
ele havia acordado. Parecia que ele sabia quem era, primeiro não teve ação, mas em seguida começou a retribuir. E comçou o melhor beijo da minha vida.
- Porque você fez isso?
- Ainda tem dúvidas? Por quê você acha que eu vivo te olhando quando
você se troca, Harry? Eu sei que isso não é normal, vivo me torturando, mas
eu não resisti. Harry, você não tem idéia em como é viver dos 11 aos 13
anos gostando de alguém sem saber, descobrir aos 14 que gosta de um garoto e não
poder admitir a ninguém até seus 17! Eu simplesmente não queria estragar a
nossa amizade. Eu gosto mais de você do que como um simples amigo, e se você não
for mais me aceitar como amigo, eu ente...
Não terminei de falar, Harry também me beijou. Senti-me aliviado, ao
mesmo tempo em que surpreso e tenso. Mas logo me entreguei ao beijo. Foi melhor
que o beijo escondido em Hermione no quinto ano, melhor que o beijo de Julie da
Lufa-Lufa no sexto ano; aquele, definitivamente, foi o melhor beijo da minha
vida, e ainda é.
“Valeu, Rony.”
“Tem que falar a verdade, certo?”
“Ok...”
N/A Pós cap.: Esse capítulo (grande, por sinal), foi muito fácil de fazer... eu e o Mac resolvemos fazer uma Slash juntos... eu nunca tive experi~encia com Slashs e fics "indecentes", então estar recebendo a ajuda dele é muito bom. Como o método aqui é de revezamento, o próximo cap. vai ser de autoria dele... Comentem! e votem... hehehe...
AH! Caso queiram ler as fics dos autores, Um Grifinório Brasileiro, Anjos da Noite - Underworld, de Cláudio P. Ribeiro (Eu) e Momentos Prazerosos I, Momentos Prazerosos II, Momentos Prazerosos III, Momentos Prazerosos IIII, Simplesmente Amantes, Juntos. As fics que pedimos que dê mais atenção são Um Grifinório Brasileiro e Juntos, são nossos últimos trabalhos, ainda a ser escritos. *>COMENTEM!