I don't wanna go another day
So I'm telling you, exactly what is on my mind
Seems as like everybody is breaking up
and throwing their love away
Eu não quero partir de novo
Por isso estou te dizendo exatamente o que está na minha cabeça
Parece que todos estão terminando e
Jogando fora o amor
Após desistir da loucura que teria cometido, Hermione foi procurar seus pais.
- Eu não vou mais! – ela disse sorrindo abertamente.
- Ah, querida! Não sabe como ficamos felizes em ouvir isso. – disse o Sr. Granger abraçando a filha.
But I know I got a good thing right here
That's why I say (Hey)
Mas eu sei que tenho algo de bom aqui
E é por isso que eu digo (Hey)
- Mas não é só isso. – ela disse e os pais a olharam com ar de indagação. – Eu e o Harry vamos nos casar.
Chorosa, a mãe de Hermione abraçou-a.
- Minha filha, isso é tão bom! Parabéns! – disse.
- Obrigada. – Hermione olhou para a porta e por ela Harry entrou, se aproximando e abraçando-a por trás.
- Parabéns aos dois! – disse a Sra. Granger.
- Sr. Granger, eu vim pedir a mão de sua filha. – disse Harry formalmente.
- Leva ela inteira que a mão só não satisfaz ninguém, meu caro! – disse o Sr. Granger divertido.
- Acho que terão que adiantar o casamento. Não será muito inteligente esperar que um certo alguém se manifeste. – disse a Sra. Granger passando a mão sobre a barriga da filha.
- Por mim seria na semana que vem! – disse Harry.
- Pois então, o que estamos esperando? – perguntou a Sra. Granger.
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Nobody gonna love me better
I must stick with u forever
Nobody gonna take me higher
I must stick with u
You know how to appreciate me
I must stick with u, my baby
Nobody ever made me feel this way
I must stick with u
Ninguém vai me amar melhor
Eu devo ficar com você, para sempre
Ninguém vai me levar às alturas
Eu devo ficar com você
Você sabe me dar valor
Eu devo ficar com você, meu amor
Ninguém faz eu me sentir desse jeito
Eu devo ficar com você
Em pensar que aquilo tudo acontecera na última semana, a correria que foi para aprontar tudo, fazer dois vestidos, aprontar a lua-de-mel, os convites, cancelar a viagem, escolher a igreja e local da festa, Hermione se pegava sorrindo.
Estava nervosa. Saía de uma limusine junto a seu pai. Os dois estavam prestes a entrar na igreja e andar sobre o tapete vermelho. Flashes e mais flashes vinham em sua direção, fotógrafos e repórteres, mas ela não ligava. Era o dia mais feliz de sua vida e aquilo bastava. Se a capa do jornal do dia seguinte ia ser daquele casamento, se a vida dela estava prestes a mudar, se ela seria mãe dali a alguns meses... Nada daquilo importava.
Com um leve sorriso nos lábios e de braços dados ao pai, entrou na igreja. Muitos amigos, colegas de trabalho e pessoas de influência no mundo mágico estavam ali. Hermione acenava para todos, mas sua atenção estava voltada para o altar, onde estava o homem que amava. “Onde eu estava com a cabeça quando disse que iria embora?”, ela se perguntava. “Como pude cogitar a idéia de deixar isso para trás?”
Casados, muito bem casados, por sinal, os dois viajaram para a França, onde passaram uma lua-de-mel tranqüila. Tudo estava absolutamente perfeito. Eles curtiam um ao outro e entregavam-se àquele amor que os uniu, amor que já gerara frutos. Estavam felizes como nunca, se Hermione nunca vivera para si, tinha cada vez mais certeza de que o estava fazendo da melhor forma possível. Entre beijos, abraços e carícias, os dois passaram quase quinze dias em Paris.
I don't wanna go another day
So I'm telling you, exactly what is on my mind
See the way we ride, in our private lives
Ain't nobody gettin' in between
I want you to know that, your the only one for me
Eu não quero partir de novo
Por isso vou te dizer exatamente o que está na minha cabeça
Vê o jeito que nós levamos as nossas vidas privadas
Ninguém vai se meter
Eu quero que você saiba que é o único para mim
Como Hermione previra, o casamento dos dois fora uma notícia de vários dias. Artigos e mais artigos sobre o maior casamento dos últimos anos no mundo bruxo, notícias sem qualquer ligação com o casal, mas que sempre levava ao assunto... Enfim! Tudo, absolutamente tudo, na vida de Hermione, agora, seria primeira página dos jornais. Mas ela simplesmente sorria e balançava a cabeça negativamente quando lia os jornais de todas as manhãs.
- Rita Skeeter. – ela disse jogando o jornal no sofá. – Ela é uma figura!
- Hum... Se bem me lembro, alguns anos atrás você a odiava. – disse Harry.
Era uma dominical manhã fria de janeiro e os dois estavam sentados à mesa tomando o café da manhã. Hermione vendera o seu apartamento e estava morando na mansão dos Potter desde que se casaram.
- Mas hoje podemos dizer que ela estava certa quando escrevia aqueles artigos absurdos. Afinal, nós realmente estamos juntos, casados e muito, muito felizes. Ela só viu o que nós não enxergamos até alguns meses atrás. – replicou Hermione sorrindo.
- É incrível como depois de tantos anos ainda não consegui me acostumar com toda essa ‘fama’. – disse o moreno.
- Certas coisas não mudam, mesmo que tudo à sua volta seja novo. – Hermione se levantou e postou-se atrás dele, acariciando a sua nuca e depois abaixando-se para beijar-lhe os lábios.
Hermione foi até o quarto para colocar uma roupa mais larga e que não pressionasse a sua barriga, já em seus cinco meses. Era uma criança inquieta, vivia se mexendo e até reagia à voz da mãe. A barriga já era bastante saliente, o que vinha lhe causando constantes dores nas costas. Harry sempre dizia que ela estava ainda mais bonita grávida. Ia sempre ao médico para saber como andava a saúde do bebê, mas, depois de muita discussão, ela e Harry decidiram que não queriam saber nada além disso.
Talvez a surpresa os deixasse mais ansiosos e com isso poderiam tentar adivinhar o sexo do bebê, escolher nomes e mais nomes sem compromisso. Sentou-se na grande poltrona que havia em seu quarto, repousando por alguns minutos e olhando os porta-retratos espalhados pelo quarto. Havia fotos de todas as épocas possíveis; uma com o ‘trio maravilha’, outra com os amigos mais próximos, uma foto de rosto de Harry e Hermione na festa do casamento, fotos da lua-de-mel, Hermione com seus dois meses de gravidez... Mas seus olhos recaíram sobre uma única. Pegou-a e ficou a observá-la. Nela estavam Hermione e Harry na noite de formatura em seu último ano em Hogwarts. Apenas eles dois... Quem diria que hoje estariam juntos?
Ouviu o telefone tocar, mas não se preocupou em atender. Instantes depois, Nancy, sua serviçal trouxe o aparelho.
- Sra. Potter, telefone para a senhora. É o Sr. Weasley. Disse que é urgente!
- Obrigada, Nancy. – disse Hermione pegando o telefone. – Ah, e por favor, peça que Betty faça um chá de camomila para mim, sim?
- Sim, senhora. – e Nancy se retirou.
- Ron?
- Mione, desculpe ligar tão cedo, mas é por uma boa causa... – dizia Ron rapidamente. – Estou ligando para avisar que a Lu está entrando em trabalho de parto neste exato momento.
- Nossa, Ron! Parabéns. – disse Hermione.
- Obrigado, Mione. – agradeceu o ruivo. – O Harry está aí?
- Está, sim. Espera só um minuto. – Hermione foi até a sala. – Amor, Luna está entrando em trabalho de parto. Ron quer falar com você.
Harry pegou o telefone e se levantou, passando a andar pela sala enquanto falava com o amigo. Hermione parou para pensar. Breve, os amigos estariam recebendo aquela mesma notícia. Acariciou a barriga enquanto sorria distraidamente.
- Sra. Potter? – chamou Betty. – O seu chá.
Hermione levantou o olhar para a serviçal sem parar de massagear a barriga suavemente.
- Obrigada, Betty. – com uma mão, segurou a xícara e bebeu o chá em apenas três longos goles.
- ... Ok, Ron. Certo. Até mais tarde! – e Harry desligou o telefone. – Acha que é um bom dia para visitar a Luna?
- Vamos esperar até amanhã. Tenho certeza de que vai estar uma confusão no St. Mungus. Você sabe muito bem como são os Weasley, Sr. Potter...
- Como quiser, Sra. Potter. – ele disse indo até a esposa e abraçando-a por trás, dando-lhe um selinho. Caminharam juntos até a varanda da casa e ficaram abraçados e silenciosos. – Às vezes sinto falta de estar assim com você...
- Harry! – Hermione não pôde conter o riso. – Nós estamos juntos quase o tempo todo e você não desgruda de mim, como pode sentir falta? – brincou.
- Talvez porque você seja a mulher mais linda e carinhosa do mundo, a minha mulher e porque eu goste de estar sempre com você, te abraçar... Principalmente nesse friozinho de fim de inverno... – ele respondeu.
- Seu bobo! – ela lhe deu um selinho. – Te amo, sabia?
- Sabia... Claro que sabia! – ele respondeu galantemente.
- Convencido!
- Não, é que você já tinha dito algumas vezes antes... – ele brincou.
- Muitas outras vezes e não canso de repetir. Te amo, te amo, te amo e te amo! – ela virou-se para ele e os dois se beijaram apaixonadamente.
Nobody gonna love me better
I must stick with u forever
Nobody gonna take me higher
I must stick with u
You know how to appreciate me
I must stick with u, my baby
Nobody ever made me feel this way
I must stick with u
Ninguém vai me amar melhor
Eu devo ficar com você, para sempre
Ninguém vai me levar às alturas
Eu devo ficar com você
Você sabe me dar valor
Eu devo ficar com você, meu amor
Ninguém faz eu me sentir desse jeito
Eu devo ficar com você
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Treze de maio, quinta-feira. Hermione não ia ao Ministério há dois meses por insistência de Harry. Ela realmente estava com a barriga enorme desde os sete meses e ela parecia não parar de crescer. As dores nas costas eram cada vez mais constantes e Hermione tinha que passar o dia inteiro em repouso.
Harry viera almoçar em casa aquele dia e agora ajudava Hermione, que mal agüentava seu peso, a caminhar.
- Você está se sentindo bem? – perguntou a Hermione quando esta parou de caminhar com uma expressão de imensa dor.
Ela sentiu um líquido escorrer pelas suas pernas e uma forte contração.
- Ha-Harry... – gaguejou.
- Hermione, o que está acontecendo? – ele insistiu, mas a expressão no rosto da mulher era de dor e ela mal conseguia falar. A respiração foi ficando rápida e curta, ofegante. – Betty! Nancy! – Harry chamou as serviçais, desesperado. As duas vieram correndo, quase tropeçando nos próprios pés. – Me ajudem! A Hermione está entrando em trabalho de parto. Arrumem as sacolas e principalmente as coisas do bebê. Rápido!
Harry carregou Hermione no colo e descia rapidamente as escadas que davam para a rua, onde seu carro estava estacionado. Colocou-a no banco traseiro.
- Respira fundo! – pediu e ela acenou nervosamente com a cabeça.
Nancy e Betty entregaram as sacolas a Harry e desejaram boa sorte. Harry arrancou com o carro e seguiu para o St. Mungus.
- Minha mulher está entrando em trabalho de parto, preciso que a levem com urgência para a sala de cirurgia. – disse enquanto entregava a ficha preenchida a um curandeiro.
- Sim, Sr. Potter. O senhor vem? – perguntou o medibruxo.
- Ah, claro! – e Harry seguiu a maca onde Hermione estava deitada. Rezava para que tudo desse certo. Enquanto ela entrava na sala de parto, ele ficou no corredor esperando. Passaram-se meia hora, quarenta e cinco minutos... Nada! Estava ficando nervoso. Já deixara mensagens para todos os amigos avisando.
- Ah, Harry, querido! – era a Sra. Weasley. – Como você está? E a Hermione?
- Estou bem, Molly. Um pouco preocupado, apenas. – respondeu. – A Hermione entrou na sala de parto há quase uma hora e nada!
- Calma, querido. – disse Molly abraçando-o maternalmente. – Arthur vem vindo, talvez possam conversar. Ah, olha ele aí!
- Harry! – cumprimentou o Arthur, dando-lhe um aperto de mão. – Está tudo bem, espero.
- A Hermione entrou na sala de... – Harry ia começar a explicar quando se ouviu um choro de bebê vindo da sala. – Nasceu!
- Parabéns, Harry! – disse Molly chorosa enquanto o abraçava.
- Meus parabéns, papai. – brincou Arthur.
- Obrigado! – Harry estava tão feliz que mal cabia em si. Não via a hora de ver seu filho ou filha. – Uma pena que ninguém possa ter vindo.
- Ron, Draco e Ginny estão a caminho, a Luna não poderá vir, está cuidando do Mark e Fred e Jorge pediram para avisar que virão mais tarde. – disse Arthur.
Harry viu uma curandeira deixar a sala de parto e vir em sua direção.
- O pai da criança? – fez ao se aproximar.
- Eu, pois não?
- Parabéns, Sr. Potter. Sua filha é linda! – disse a moça.
- Quando poderei vê-las? – ele se referia à mulher e à filha.
A curandeira sorriu pacientemente.
- Aguardem na recepção. Irei chamá-los assim que elas puderem receber visitas.
- Harry? – chamou Ron. – E aí, cara?
- Já nasceu. – respondeu vendo Ron, Ginny e Draco se aproximarem rapidamente. – É uma menina.
- Ah, Harry! Parabéns. – disse Ginny abraçando-o.
- Parabéns, Harry. – disse Draco apertando-lhe a mão.
- Obrigado! – disse Harry sorrindo nervosamente. – Vamos para a recepção.
Minutos depois, estavam todos dentro do quarto. Hermione tinha a pequena garotinha Potter nos braços e a olhava carinhosamente. Ouviu batidas a porta e olhou em direção a mesma, por onde entraram Harry, Ron, Ginny, Draco e o Sr. e a Sra. Weasley.
- Hermione, como você está querida? – perguntou a Sra. Weasley.
- Estou bem, obrigada, Molly.
- E então? Como ela vai se chamar?
- Stacy, Stacy Jane Potter – respondeu Hermione e Harry acenou positivamente com a cabeça, aproximando-se para olhar a sua filha e dar um beijo em sua mulher.
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And now, ain't nothing else I can need
And now, I'm singing...
'Cause your so, so into me
I got you, we'll be making love endlessly
I'm with you, baby you're with me
E agora, não há nada mais que eu precise
E agora, eu estou cantando...
Porque você está tão, tão na minha
Eu te conquistei,
Nós vamos fazer amor eternamente
Eu estou contigo, Amor, você está comigo
Harry e Hermione estavam dormindo tranqüilamente, pareciam sorrir durante o sono. Enrolados e com o corpo coberto apenas coberto por lençóis brancos, pareciam ser parte um do outro, pareciam não precisar de mais nada naquele momento para que a felicidade estivesse completa. Os ciúmes eram normais, como em qualquer relação, mas isso não abalava aquele amor, exatamente o contrário, o fortalecia. A única coisa que realmente trazia alguma espécie de problema ali naquela casa, era a ausência de alguém, a carência.
Velhos amigos, cúmplices, amantes, marido e mulher... Eles se conheciam a fundo, mais do que a si mesmos. Ali não existiam segredos nem problemas que não fossem compartilhados ou resolvidos juntos. Com tantas pessoas à sua volta, a relação deles era invejada. Como um casal conseguia ser tão feliz? Como uma família poderia ser tão perfeita? E a resposta é óbvia: onde há amor, é um lugar perfeito para se viver.
So don't cha worry about
people hanging around
they ain't bring us down
I know you, and you know me
and that's all that counts
So don't cha worry about
people hanging around
they ain't bring us down
I know you, and you know me
and that's why, that's why I say
Por isso não se preocupe
Com as pessoas à volta
Eles não vão nos derrubar
Eu te conheço e você me conhece
E isso é o que importa
Por isso não se preocupe
Com as pessoas à volta
Eles não vão nos derrubar
Eu te conheço e você me conhece
E é por isso, por isso que eu digo...
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- Talvez algum dia, possamos contar a vocês como tudo aconteceu. – dizia Hermione.
- E quem sabe vocês entendam que aquilo que você mais procura, pode estar ao seu lado, sempre esteve, mas você não é capaz de notar. – completou Harry.
- Ah, pai! Conta aí... – pediam as crianças.
- Agora não. Vão brincar e depois nós conversamos. – disse Harry.
- Mãe? – olharam esperançosos para a mãe. Harry e Hermione se entreolharam sorrindo.
- Ainda há muito tempo para vocês saberem... – finalizou Hermione.
A família estava toda reunida nos jardins da casa dos Potter. Harry e Hermione já estavam casados há quase quinze anos. Stacy, a primeira filha do casal estava cursando o seu quarto ano em Hogwarts, enquanto a filha do meio, Ivi, estava em seu segundo ano; Matt, o filho mais novo, tinha oito anos.
Stacy era uma garota muito inteligente, realmente parecida com a mãe nos tempos de escola. De cabelos louro escuros e lisos com pequenos cachos bem definidos nas pontas e olhos tão verdes quanto uma esmeralda, era muito bonita. Ivi, muito parecida com a irmã, tinha os cabelos negros, era bagunceira e vivia se metendo em confusões, ainda assim, uma das melhores alunas do ano. O caçula era muito parecido com o pai, exceto os olhos, que eram cor de mel com uma leve variação esverdeada. O casal tinha filhos lindos!
Harry e Hermione estavam sentados no gramado, lado a lado, as mãos entrelaçadas. Observavam os filhos brincarem e correrem de um lado para o outro. Sorriam silenciosamente. Nunca se imaginaram daquela maneira. Se tivessem lhes contado aquilo há vinte anos atrás, talvez caçoassem e dissessem que estariam loucos, que aquilo era absolutamente impossível... Mas aconteceu e eles eram felizes, felizes como nunca tinham sido antes e nunca seriam com um outro alguém.
- Vem brincar, mamãe. – insistia Matt.
- Não, querido. Depois, ok?
- Não, mãe, você vem agora! – disse Ivi se aproximando.
- Eu posso com isso? – ela perguntou virando-se para o marido, que deu de ombros e sorriu marotamente.
- Vem, mamãe! – Matt e Ivi a puxavam, tentando fazer com que ela levantasse.
Stacy, no entanto, sentara-se ao lado do pai e ria junto a ele.
- Ok, ok... Eu vou! – disse Hermione se levantando. – Vou correr, hein? Um... Dois... Três!
E saiu correndo pelos gramados.
- Pega o papai! Pega o papai! – dizia Matt.
Harry se levantou em um pulo e saiu correndo, mas Hermione aparatou em frente ao marido e o pegou. Piscou para ele e começou a correr.
- Ei, não vale aparatar! – Ivi ditou as regras.
- Fala isso para o seu pai! – disse Hermione para a filha, enquanto continuava a fugir de Harry.
Hermione estava cansada, tinha certeza de que se diminuísse a velocidade, Harry a pegaria.
“Ele é rápido demais!”, pensava.
Nobody gonna love me better
I must stick with u forever
Nobody gonna take me higher
I must stick with u
You know how to appreciate me
I must stick with u, my baby
Nobody ever made me feel this way
I must stick with u
Ninguém vai me amar melhor
Eu devo ficar com você, para sempre
Ninguém vai me levar às alturas
Eu devo ficar com você
Você sabe me dar valor
Eu devo ficar com você, meu amor
Ninguém faz eu me sentir desse jeito
Eu devo ficar com você
Mas ele acabou pegando-a mais rápido do que ela imaginava. Puxou-a e a beijou intensamente, enquanto a tirava do chão e a abraçava, rodando-a no ar. Afastaram os rostos e entreolhando-se e sorrindo um para o outro. Tinham certeza de que aquele amor seria eterno, um amor inocente e forte, um amor que brotou de uma singela amizade... E que mesmo depois de tanto tempo, permaneceu ali, quieto e guardado, esperando o momento certo de chegar. E tudo era apenas...
Um pequeno detalhe
FIM
N/A:Mais uma Fic minha chega ao fim e eu só tenho mesmo é que lamentar. Tudo bem que esta era para ser uma Short de no máximo quatro capítulos, mas a criatividade falou mais alto e eu tive que colocar tudo aqui. Espero, de coração, que tenham gostado. Muito obrigada a todos que conseguiram lê-la até o fim, mesmo que tudo tenha acontecido um tanto rápido demais. Algumas coisas podem ter parecido confusas, mas eu fiz de propósito, para que vocês quebrassem a cabeça tentando imaginar tudo... Foi a Fic que mais gostei de fazer, que realmente sinto que tenha acabado, mas eu ainda tenho que terminar a outra, não é? Então, é aqui que deixo vocês. Mais uma vez obrigada! Beijos... A autora.
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