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53. Com raiva do diretor


Fic: AVENTURAS EM HOGWARTS- Rony e Mione- Cap 59 e 60 ATUALIZADA!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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53
Com raiva do diretor


Harry entrou na sala comunal e não estranhou estar vazia. Passava da dez e muitos alunos se recolhiam antes disso, para não se atrasar nas aulas do dia seguinte.
Seu olhar foi atraído para uma cena que aqueceu seu coração.
Sobre o tapete em frente a lareira, Gina estavas sentada, seus cabelos brilhando com as chamas, seu sorriso fácil, ainda mais aberto que o comum.
Junto com ela, o agora bebê Rony. O menino brincava com legos, formando um castelinho, ou algo semelhante a isso.
-Isso, Rony! Está lindo! – riu quando um lego ficou torto.
-Nana! – Rony falou naquele estranho dialeto infantil.
-É Mana. Sou sua maninha, Rony. Vamos, dida: M-a-n-a.
o garotinho riu, sacudindo as pernas gordinhas, o rosto aberto num sorriso que mostrava seus dentinhos de leite.
-Você é tão bonitinho, nenê! – Gina o pegou e trouxe para seu colo. – Dá vontade de morder! – fingiu estar mordendo o pescocinho dele e o bebê riu e se debateu.
Harry sorriu. Gina tinha jeito com crianças. Seria uma boa mãe no futuro. Quem sabe mãe de um filho deles dois.
Estava divagando sobre isso quando ouviu sua voz:
-Harry!
Ela deixou a criança no tapete novamente e correu até ele abraçando-o pelo pescoço com força.
-Eu tive tanto medo de perde-lo!
-Eu estou bem, Gina. – foi só o que conseguiu dizer.
Seu coração batia tão rápido que temeu que saltasse do peito. Sentira tanta falta dela. Fora uma aventura de pouco tempo, porem o medo e a apreensão o fizera querer tanto estar com ela que doía.
-Eu sei, Harry – ela disse baixinho em seu ouvido apenas se permitindo sentir o calor dos corpos juntos – Eu temi tanto por todos nós. Essa passou bem perto.
-Mas não nos atingiu. – afastou-a, para olhar em seu rosto,fitando seus profundos olhos azuis. Aproximou-se. Precisava matar toda aquela saudade e necessidade de estar em casa.
-Na...Na...NAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Aparentemente Rony achara muito interessante tentar pegar as chamas dentro da lareira.
-Rony! – Gina gritou assustada, tirando o pequeno de perto do fogo e o colocou sobre o sofá, pegando suas duas mãozinhas e dando um tapinha suave em cada uma delas. O bebê olhou sério para ela, como se fosse chorar a qualquer momento.
-Isso foi muito feio, Rony! Você poderia ter se machucado! Mamãe o deixou comigo para cuidar da menina que está dodói. Ela me mata se acontecer algo com você! – olhou para Harry – Uma vez mamãe disse que os meninos eram impossíveis quando pequenos, mas achei que fosse exagero! Que nada! Rony é uma peste!
-Esta demorando para ele voltar – harry sentou com os dois no sofá.
-Prof.Minerva disse que é normal. Esse feitiço as vezes tem essas conseqüências. Não se preocupe, logo ele volta ao normal. – olhou um pouco triste – Eu nunca cuidei de um bebê antes, não sabia que poderia gostar tanto.
-Se eu soubesse que teria uma babá assim, eu mesmo teria virado bebê! – disse aproximando o rosto para uma nova tentativa de beijo.
Deu certo. Um contato carregado de carinho e amor. Saudade.
Afastaram-se sorrindo. Gina tocou seu rosto e disse meiga:
-O que você achou da filha do prof.Snape?
-Acho que nada. Ela ainda não fala ou anda. Vai ser bem complicado. – disse sincero.
-Ela é bonita – Gina baixou os olhos – E você a salvou.
-Ayana sequer sabe o que é ser salva, Gina. Ela precisa apreender a viver entre humanos. Ela precisa que todos nos a ajudemos, pois só com os professores ela não apreenderá tudo. Ela não teve infância. E já é uma adolescente. Vai precisar muito de amigas. E quanto a ser bonita – sorriu para ela – Sei que você e Mione, quando estiver boa, saberão ajuda-la a se vestir e pentear, e ser ainda mais bonita.
-Não foi isso que eu disse...
-Eu sei. Acha que eu me apaixonaria por ela? – levantou o queixo dela, para fitar seus olhos – Acha realmente que seria genro do Snape? – brincou.
-Não! – Gina riu também. Olhou para o irmão quase adormecido junto deles – Está na hora de fazer o Rony dormir. Coloquei um berço lá no quarto. Mamãe tem ido dormir no hospital para cuidar do papai desde que voltaram. Ele anda assustado, sabe, Harry.
-Com o que?
-A mamãe ficou bem abalada com o Rony assim bebe de novo. Suspeitamos que ela está secretamente querendo outro bebê. Sabe? Oito é demais até para a nossa família. – fez careta.
-Nem brinca!
-Vai ficar bem sozinho, Harry?
-Vou sim, tenho que procurar Dumbledore. Preciso saber porque ele nos abandonou dessa forma.
-Certo. Mas vá com calma, Harry.
-Vou tentar... – disse desconcertado.

Harry disse a senha e entrou. O escritório parecia vazio. Mas não estava. A Fênix estava empoleirada sobre a estante observadora.
Havia vozes ali dentro. Vozes bastante conhecidas.
-Acalme-se, amigo. – a voz de Dumbledore era calma. – Você, assim como ninguém poderia imaginar o destino que Sabira escolheu para a filha. Foi apenas uma fatalidade.
-Fatalidade? Eu poderia tê-la criado! Poderia tê-la ensinado a ser como qualquer criança! E agora...eu não sei o que fazer com ela.
Snape estava sentado numa poltrona, a cabeça entre as mãos. Dumbledore olhou na direção em que Harry escondia-se e fez um gesto para que se aproximasse.
Seu sorriso era acolhedor, mas Harry sentiu uma incontrolável vontade de quebrar o nariz dele. Por que o deixara sozinho? Porque?
-Harry, aproxime-se.
Snape descobriu a face e o olhou com aparente indiferença.
-Prof.Snape contou-me seu feito. Foi muita coragem enfrentar nauts e ainda salvar a pequena Ayana!
Harry não deu mais que dois passos.
-O que foi Harry? Percebo que tem algo a dizer. – disse calmo.
-Hermione escreveu para você. Eu escrevi. Prof.Minerva também. Porque nos deixou?
-Eu não os deixei, Harry. Era de suma importância que me ausentasse da escola.
-Importância? Como alguma coisa poderia ser mais importante que as nossas vidas? – disse indignado, sua voz crescendo de volume conforme a raiva subia a sua garganta – Eu tive que apelar para alguém que sempre me detestou! – apontou Snape – Tive que enfrentar seres que queria minha cabeça! Tive que fazer tudo sozinho! SOZINHO!
-Harry... – Dumbledore tentou aproximar-se, mas o garoto se esquivou.
-É fácil aparecer agora! Esta tudo dando certo. Mas e antes? Quando precisei saber coisas que me confundiram! Que precisei de você? ONDE ESTAVA? ONDE???
-Potter! – snape levantou-se e olhou-o com censura. – Estamos na sala do diretor, não se esqueça. Deve-lhe respeito!
-Porque? Devo respeito a quem me ergue a mão, e não há quem me abandona! – disse sentindo lagrimas queimarem em seus olhos. Não queria de verdade dizer aquelas coisas. Mas não podia evitar.
-Deixe-o, Severus. Harry esta decepcionado e com razão. Meus motivos, caro Harry, são mais egoístas que pode prever. – fez um gesto para que sentasse, o que Harry recusou.
Dumbledore moveu-se por sua sala, a longa barba sendo coçada de leve. Havia um certo pesar em sua voz:
-Eu fui avisado de fatos que me levaram a crer que Voldemort poderia estar próximo. Pistas de seu esconderijo. Foi necessário que Heldor encontrasse uma brecha na mente de um comensal, o desavisado Lucios Malfoy, quando aqui esteve por conta da imprudência de seu filho, para que soubéssemos seu paradeiro. Infelizmente, uma pista correta, porém tardia. – disse melancólico – Foram algumas semanas para acompanhar sua movimentação. Voldemort está inquieto. – ergueu as sobrancelhas – Existe uma passagem entre o mundo dos bruxos e das trevas. Nenhum bruxo antes a transpôs, ou pode abri-la. Nem mesmo eu poderia sequer imaginar como faze-lo. Mas Voldemort procura essas resposta. Por isso tive preça. Repassei a Hagrid o paradeiro do Erfim a qual Sabira poderia ter tido negócios na noite de sua prisão a Voldemort, e segui em busca do que pensei ser outros dois poderes. Mas como pode ver fracassei em prever o imprevisível.
Harry ponderou seu lamento. Sim, ele tinha razão. A escola estava bem cuidada em sua ausência, e encontrar Voldemort ou uma forma de destruí-lo era bem mais vital no momento.
-Acredite que desejei enviar recados, ou recebe-los, porém temi que algum indesejado soubesse de meu destino e minhas intenções. Não espero que aceite isso, as espero sinceramente que compreenda.
-Não deve desculpas a ele, Dumbledore. Harry Potter é apenas um aluno! Imponha-lhe respeito! – disse um snape contrariado.
Harry o olhou com desprezo e disse a primeira coisa que lhe veio a mente:
-Não pareceu ser capaz de impor respeito a ninguém quando estava com a boca cheia de cabelos, professor!
Snape tremeu. Dumbledore jogou a cabeça para trás e gargalhou.
-Tem razão, Harry. Deve ter sido uma imagem pouco viril.
Harry desejou perguntar o que poderia haver de viril no homem a sua frente. Era a caricatura perfeita de um vampiro. Mas bem mais feio na verdade. Suspirou.
-Acho melhor voltar a enfermaria. – disse Harry – Hermione ainda não está bem. Preciso ajudar os outros.
-Ajudar a quem? – Dumbledore o fitou com curiosidade.
Harry olhou para Snape esperando sua reação.
-A Sra.Wesley está tentando ensinar algumas coisas a Ayana. Vou ajuda-la. Amanha Gina também o fará. Parece que já apreendeu a morder e mastigar. – deu de ombros – Logo vai poder nos ajudar com Hermione.
-Potter.
A voz dura o fez parar e engolir a seco.
-A um feitiço que pode faze-la apreender rapidamente chamado de...
-Não. – disse Harry rápido – A sra.Wesley quer ensina-la. De verdade. Afinal, ela é uma menina, professor. Uma pessoa. Precisa ser como tal, e não só por estar enfeitiçada. Por trás de todo seus alheamento existe uma personalidade que deve ser descoberta. Hermione ira agüentar mais um pouco, ou não poderemos recupera-la de fato.
-Levara muito tempo, talvez anos, Potter, para que ela possa a ser como você....ou qualquer outro. – havia dor na sua voz.
Harry sorriu, tentando anima-lo, talvez inconscientemente.
-Acho que não. A sra.Wesley é boa com crianças, afinal criou sete. E tem muita gente querendo ajuda-la. – deu as costas para ir embora, mas parou dizendo rápido antes de sair – Claro, que ela precisara de toda a ajuda que puder. Mas tem muitos que lhe querem bem, independente de ser um dos poderes ou não!







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Comentários: 1

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Enviado por violetinha martins em 13/03/2013
Kkkk deve ser fofo o ron bebe!!
Nota: 1

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