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10. Capitulo X


Fic: Febril Perseguição


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Na manhã seguinte, Hermione acordou antes que o sol batesse na janela do seu quarto. Tinha passado uma noite agitada, com sonhos confusos. Procurava e não via saída para o inferno que era sua vida. Não podia suportar a idéia de viver com Draco sabendo que era odiada. Mas também não conseguia abandoná-lo. Estava como que acorrentada ao amor, uma prisioneira dele. A única maneira de fugir para sempre já havia tentado, mas... falhara.
E, depois, Draco tinha fechado aquela saída também. Ela nunca mais pensaria em morrer. De tudo que ele falou na praia, uma coisa não conseguia esquecer: a ameaça de segui-la até depois da morte. Draco tinha tanta sede de vingança que seria capaz até de se matar para puni-la... Jamais se perdoaria se fosse a culpada pela morte do marido. Então, precisava ficar ali, aguentando todo o ódio dele.
Foi até a cozinha, fez café, pegou uma fruta e sentou-se no terraço para comer, esperando amanhecer.
De repente, ouviu passos. Era Draco, que se aproximou e sentou a seu lado...
- Bom dia!
- Bom dia! - ela respondeu.
- Como se sente esta manhã?
Ela sabia que a pergunta não era só formal. Não tinham conversado depois do incidente. Quando chegaram em casa, ele a tinha levado para o quarto, tirado seu biquini, enxugado seu corpo e seus cabelos e vestido nela a camisola, ordenando que Melissa trouxesse aspirina e leite quente. Ela apenas obedecera em silêncio. E quando ele a deixou sozinha no quarto, ficou pensando que teria sido melhor morrer naquelas águas mornas do que enfrentar tanta tristeza.
- Estou muito bem, obrigada.
- Bem, vou tentar compreender. Ontem à noite você simplesmente tentou se matar, e hoje já está ótima! Tem idéia de como me senti, chegando em casa sem encontrá-la?
- Eu disse à Melissa que ia nadar...
- Ela me disse que há horas você tinha ido nadar, enquanto ela trabalhava em casa. Isso tudo apesar de minhas recomendações para que não se afastasse de você... Mas sei que não foi falta de cuidado de Melissa. Ela não podia imaginar que uma garotinha bonita como você fosse cometer um ato tão estúpido, tão covarde, na própria lua-de-mel...
- Perdoe-me.
- Perdoar você? Ainda tenta se desculpar? Você quer ser a mulher mais perdoada do mundo?
- Pois é, talvez esse seja mais um item para você acrescentar na lista das inúmeras coisas que odeia em mim, Draco.
- Eu queria quebrar seu pescoço.
- E por que não quebra? Nós dois íamos ficar livres de uma porção de problemas.
- Ah, mas eu sei de melhores maneiras para puni-la...
- Por que não me deixou lá? Por que me forçou a voltar para esse tipo de vida?
- Porque você não vai escapar de tudo tão facilmente, minha querida. Eu quero assistir de camarote.
- Você quer me ver sofrer, Draco?
- Exatamente. Quero vê-la no mesmo inferno que vivi durante três longos anos.
- E após esses três anos vou conseguir a liberdade?
Ele apertou seu braço com tanta força, que Hermione sabia que ia ter manchas roxas no dia seguinte.
- Sem liberdade - ele disse. - A sentença é para toda vida. – Ela estava muito pálida. Levantou-se e ele a acompanhou.
- O que Ravern estava fazendo aqui ontem?
- Daniel?
- Mas como as coisas progridem! Já o trata com essa intimidade?
- Ele veio me dizer uma coisa.
- O quê?
- Que seu eu precisar dele, posso chamar.
- Falou isso antes ou depois de beijá-la?
Ela o olhou surpresa. Sabia que o estava enfurecendo, jogando o dr. Daniel contra ele, mas nem ligava mais.
- Como...
- John me falou. Quando cheguei e comecei a procurá-la, John contou que tinha visto você na praia com um homem e descreveu seu acompanhante de uma forma que só podia ser Ravern. Foi muito agradável ser informado por John que minha esposa tinha estado na praia, fazendo amor com um estranho.
- John exagerou. O dr. Daniel me beijou delicadamente apenas uma vez... e foi um beijo de irmão. Você não se importaria se tivesse visto.
Ele a segurou pelos ombros.
- Você me pertence. Nenhum outro poderá tocá-la outra vez. E nem adianta pensar na sugestão de Ravern... Se fugir com ele, vou encontrá-la nem que tenha que virar Londres de pernas para o ar. Não existe um único lugar no mundo onde possa se esconder de mim, Hermione.
- E tudo isso por vingança?
- Tudo por vingança. Quero ver você vivendo comigo e sabendo que não poderá ter o que quer... E você me quer, Hermione, nós dois sabemos. Quero vê-la fora de si, louca de frustração como já estive. Vai pensar em mim dia e noite até ficar neurótica.
Ele a prendeu num abraço punitivo. Hermione estava tensa, incapaz de controlar o desejo de tocar o corpo dele. Suas bocas se colaram. Ele começou a beijar o pescoço de Hermione, que fechou os olhos, tonta de sensualidade, e passou os braços em volta dele, murmurando:
- Meu querido, oh, meu bem...
Mas quando ficou na ponta dos pés para puxá-lo sobre ela, percebeu que ele estava parado, frio. Abriu os olhos desapontada e encontrou o sorriso cruel e sarcartisco de Draco.
- Entende agora o que quero dizer? - com um gesto brusco, se desvencilhou dos braços dela. - Vá lá dentro colocar o biquini. Vamos nadar.
No quarto, ela começou a chorar. Recuperada, lavou o rosto, vestiu o biquini e foi encontrá-lo. Ele também já estava com a roupa de banho. Procurava não olhá-lo.
Mas com seu sexto sentido, Draco já devia ter percebido como ela estava louca para acariciar seu corpo.
As últimas semanas de lua-de-mel foram tranquilas: eles tomaram banho de sol, comeram muito bem, nadaram e descansaram no jardim. Hermione conseguia se distrair durante o dia, mas achava insuportáveis aquelas noites mornas e iluminadas por uma lua apaixonante. Ela rolava na cama de um lado para o outro, sem conseguir parar de pensar em Draco. Começou a ficar com olheiras. E toda manhã ele parecia inspecionar seu rosto com aquele olhar frio, como se ficasse feliz em ver o desespero estampado no rosto dela.
Embora tentasse evitá-lo, havia momentos em que era impossível não se aproximar, e até mesmo tocá-lo. E ele tinha perfeita consciência de como Hermione ficava perdida nessas horas.
Uma noite, ele a forçou a dançar tango depois do jantar. Para ela, era como se estivesse com um pé no paraíso e outro no inferno. E, para provocá-la ainda mais, ele ainda deslizava a mão por suas costas... Sem olhá-lo, imaginava o sorriso cruel e satisfeito que ele devia ter nos lábios... Largou-o e tentou sair. Mas, sem uma palavra, ele a puxou de volta, obrigando-a a continuar.
Hermione não aguentava mais. Rezava para que as férias terminassem. O lugar era lindo, uma paisagem inesquecível, mas que seria sempre lembrada com dor.
Na última noite que passaram lá, Draco exigiu que dançassem novamente. Melissa já tinha ido embora. Hermione estava com tanta vontade de beijá-lo, sonhava com tanta volúpia, que esqueceu a música e pisou no pé dele.
- O que houve?
- Devo estar cansada. Acho que já vou para a cama.
- Não - ele disse. - Quero dançar com você.
- Pelo amor de Deus, Draco.
Conseguiu se livrar dele e correu até a porta, mas ele a alcançou. Abraçou-a pelas costas e sussurrou no seu ouvido:
- O que você quer, Hermione? Diga!
Virou-a de frente, abraçando-a com força. Segurando-a pelo queixo, perguntou, enquanto deixava sua boca bem próxima à dela, quase tocando-a:
- É isso o que você quer?
- É. - Ela não conseguia sufocar o desejo.
Dessa vez o beijo não foi um toque breve e acariciante. Ele invadiu a boca de Hermione com a língua, numa deliciosa promessa sensual.
Subitamente, se afastou muito vermelho, com o coração e a respiração apressados. Olhou-a sem uma palavra e saiu.
Hermione continuou ali, em pé, sedenta de amor. Pelo menos agora sabia que ele podia odiá-la, mas não conseguia deixar de desejá-la. Achava que ele não tinha pensado em levar as coisas tão longe, mas a emoção e o desejo haviam sido mais fortes.
A despedida entre Melissa e a patroa foi emocionada. Tinham criado um bom relacionamento nos últimos dias, e Melissa ficou sinceramente comovida quando ganhou um lindo lenço de seda amarela como lembrança.
O voo de volta a Londres foi calmo. Draco estava absorvido pelos próprios pensamentos, pouco notando a presença de Hermione. Ela, por sua vez, ficou lendo revistas e se divertindo em apreciar a vista pela janela.
Londres continuava cinzenta e fria. Estava chovendo quando percorreram as ruas cheias de gente. Dava saudades dos dias deliciosos passados na praia.
O apartamento de Draco ficava na cobertura de um edifício em frente a um parque enorme. Hermione estava um pouco acanhada, olhando a decoração da sala de visitas.
- Pensei em jantarmos fora esta noite - Draco disse, logo que chegaram. - Tenho que dar uma chegadinha no escritório agora à tarde, para ver se há alguma coisa urgente, mas volto logo. Tudo bem?
- Eu preciso fazer compras, podia aproveitar e...
- Não. Fique aqui - ele disse, categórico.
- Sou sua prisioneira, Draco? – reclamou cruzando os braços.
- É. Só confio em você quando está debaixo dos meus olhos. Nem tente fugir. Goyle tem ordens para impedi-la.
Ela tinha conhecido Goyle quando chegaram. Era um homem baixinho, entroncado, e parecia de poucas palavras pela maneira que reagiu quando foi apresentado. Nem apertou a mão que ela lhe estendeu, fazendo-a se sentir uma boba. Draco o descreveu como um "pau para toda obra": chofer, guarda-costas, mordomo e criado.
- Então Goyle é meu carcereiro? – brincou zangada.
- Exatamente.
- E você está certo que pode confiar em nós dois assim, sozinhos?
- Goyle não gosta de mulheres. Não ia adiantar jogar o seu charme para cima dele. Ele não ligaria.
- Tal patrão, tal criado...
- Você está tentando me provocar, querida?
- Eu não me atreveria. – completou sorrindo sinica.
Draco estava a ponto de explodir. Ela já tinha tocado em vários pontos sensíveis.
- Você sabe que pode se arrepender. Bem, vou estar fora por umas duas horas - ele sorriu e saiu.
Ela começou a andar pelo apartamento para conhecê-lo. A vista panorâmica de todas as janelas era indescritível. A luminosidade natural, fantástica. Tinha três quartos, todos espaçosos e mobiliados em estilo moderno, bem claros, de madeira polida. As cortinas e o carpete eram verde musgos com alguns tons prateados. Na cozinha, ela encontrou Goyle vestido num avental azul e branco.
- Posso servi-la em alguma coisa, sra. Malfoy?
Ela não pretendia testar a fidelidade do empregado às ordens de Draco. Não queria que um estranho se envolvesse numa questão que devia ser resolvida a dois.
- Não, estou só conhecendo o local. Que cozinha bonita e bem-equipada! O que é isso? Um forno?
- Sim, madame. Um forno microondas.
- Que ótimo! Eles cozinham tudo num minuto, não é?
- São realmente muito rápidos.
Hermione reparou na moderna máquina de lavar louça, no grande congelador, no cortador de frios, no espremedor de frutas, todas máquinas caras e modernas.
- Essas coisas facilitam bastante o serviço da gente - comentou, pensando que podia fazer sozinha o serviço de Goyle.
- Facilitam bastante, madame.
- E você as conserva muito limpas e bem-cuidadas.
- Obrigado, madame.
Enquanto ela abria um dos armários, perguntou a ele:
- Você está muito ocupado, Goyle?
- Estou preparando o jantar, madame.
- Oh - ela olhou com surpresa. - Meu marido falou alguma coisa sobre irmos jantar fora essa noite...
Goyle ficou abalado. E disse, com uma voz que mostrava irritação:
- De fato, madame?! Ele não me falou nada. Preparei um frango ao vinho e já estou no meio da musse de limão para a sobremesa....
- Que pena! Adoro musse! Vouu tentar convencê-lo a mudar de idéia e ficar em casa. O voo foi um pouco cansativo e, sinceramente, preferia comer aqui mesmo.
Goyle olhou para ela com um ar um pouco mais humano.
- Aceita uma xícara de chá, madame?
- Oh, que ótimo! Uma grande idéia, Goyle.
Ele parecia agradecido com a receptividade da nova patroa.
- Tem um bolo de chocolate na geladeira. Gostaria de prová-lo, madame?
- Feito em casa, Goyle?
- Sim, madame. Eu mesmo preparei.
- Oh, gostaria muito. Adoro bolos de chocolate mas nunca consigo deixá-los macios.
- Costumo usar chocolate em barra derretido, madame.
Ele foi até a geladeira, com a segurança de quem sabe que vai agradar.
- Oh! Mas esse é o bolo mais maravilhoso que já vi! - Ela estava sinceramente admirada.
- Vou servi-la na sala, madame.
Já fazia tempo que Hermione tinha comido no avião e a temperatura fria da cidade abria seu apetite. Comeu um bom pedaço de bolo com chá e voltou a elogiar Goyle, quando ele veio tirar a mesa. O rapaz ficou mesmo contente.
- Espero que a senhora aprecie o jantar, madame.
- Com essa maneira toda educada, você está querendo dizer que sou uma comilona, Goyle?
Pela primeira vez, ele deixou escapar um sorriso e respondeu com gentileza:
- Não sou tão presunçoso, madame.
Hermione riu também e neste momento Draco entrou. Goyle retirou-se com as louças.
- Meu Deus, nem Goyle está seguro perto de você! Nunca o tinha visto sorrir em toda a minha vida.
Hermione se levantou.
- Goyle é humano como todos nós. - E, caminhando em direção ao marido: - Vou me vestir para o jantar. Ah! Ia me esquecendo: não podemos ir jantar fora, Goyle preparou o jantar. Você esqueceu de avisar que não íamos comer e ele fez um jantar delicioso.
- Agora entendo. Com essa sua maneira toda doce, vai transformá-lo em seu escravo. Eu devia saber que você ia encontrar uma maneira.
- Posso ir para o meu quarto?
Ele não respondeu à pergunta dela e saiu da sala. Hermione foi para o quarto pensando em procurar uma roupa nova para vestir. Já tinha usado a maioria de seus vestidos, mas esta noite queria surpreendê-lo com algo especial. Abriu o guarda-roupa e começou a procurar. Inesperadamente, sua mão tocou uma seda... Lá estava o vestido preto. Será que devia? Nunca o vestia fora do palco. Era uma roupa de artista, feita para ser vista à distância. O estilo ousado e o pano colante exigiam um certo cuidado para não ser usado em ocasiões erradas. Quando se lembrou da expressão de Draco no Henrique's Place, no dia do acidente de avião, ficou com medo de colocá-lo.
Tomou um banho, passou o perfume francês que mais gostava, vestiu a roupa de baixo e ficou ali, em pé, pensando se devia ou não ousar. Por fim, tirou-o do cabide e vestiu.
Estava acabando os últimos detalhes da maquilagem quando a porta do quarto se abriu e ela ouviu a voz de Draco:
- Hermione, por que diabos está demorando tanto? – Quando a viu, não conseguiu disfarçar a surpresa.
- Ora, ora... isto é uma declaração de guerra?
- Pensei que você gostasse deste vestido...
- Que mulherzinha mais atrevida você é, minha querida - ele disse, tentando agredi-la. - Mas se é dessa forma que pretende agir, continue. Talvez assim você ganhe o jogo.
Ela apenas sorriu e ele saiu do quarto.
Durante o jantar, Goyle ficou na sala, ao lado da mesa, esperando ansioso algum comentário. Só relaxou quando ela disse:
- O frango está uma delícia, Goyle!
Draco os observava com ironia.
- Goyle sempre sentiu que eu não apreciava sua comida como devia...
Ele apenas perguntou:
- O senhor vai precisar de mas alguma coisa, sr. Malfoy?
- Não, muito obrigado. Nos arranjamos sozinhos.
Hermione ficou um pouco tensa quando Goyle saiu. Tentava se concentrar na comida, mas percebia toda hora o olhar do marido sobre ela. Quando se abaixou sobre a mesa para se servir de musse de limão, sentiu que ele estava com os olhos fixos em seu decote... Ela havia bebido tanto vinho, que não tinha controle sobre si mesma.
Mas ficou tranquila ao notar que Draco bebia muito mais.
Goyle só voltou para dizer que o café ia ser servido na sala de visitas. Os dois foram até lá e sentaram em frente à lareira. Hermione serviu Draco de café com creme, pôs uma xícara para ela e resolveu perguntar:
- Quais os seus planos para mim, Draco? Goyle não precisa de ajuda para o serviço da casa. Você disse que não queria que eu trabalhasse fora. O que vou fazer o dia todo?
- As flores foram criadas para enfeitar os jardins. Eu sei que talvez seja um pouco cansativo, somente viver... e morrer...
- Não estou brincando, Draco. Eu preciso de alguma coisa para fazer.
- Você pode pegar uma costura, sentar-se numa almofada e...
- Falo sério, Draco!
- Ah, é isso que você quer, não é? Olhe, não estou nem ligando para esse seu jogo. Esforce-se mais, meu bem.
- Você está bêbado.
- Mas ainda não perdi o controle. Dessa vez eu ganhei, Hermione.
Ela acabou o café e levantou-se com um movimento muito elegante, que ressaltava o vestido preto. Draco colocou rápido a xícara na mesa, levantou-se também e segurou-a pelo braço.
- Onde pensa que vai?
- Para a cama, estou cansada.
- Sente-se mais um pouco. Você vai deitar quando eu disser para ir, antes não.
Ela se sentou.
- Pare de me tratar como sua escrava, Draco!
- Mas é isso o que você é, querida. Ainda não percebeu? Eu a comprei. Posso fazer o que quiser com você.
- E o que quer fazer comigo?


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Millll perdões...
Não estava mais postando porque
a data da viagem foi adiantada!!
Ai tow sem pc ... = ( Tow na casa de uma amiga de penetra!!
= P
Mas ta aí o cap... Amanha posto de novo, ta???
Beijinhus
Mill perdões mesmo

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