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19. Presente bom na hora errada


Fic: Seja feliz


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Draco dormiu aquele dia como há muito não dormia. E teria continuado seu sono, se Hermione não se mexesse tanto na cama. Ele imaginou que ela estivesse tendo pesadelos, então tentou acalmá-la.
_Mione? O que houve? – ele abraçou a cintura dela. – Você está sonhando.
_Não... – ela falou com a voz pastosa. – Você já deveria ter ido embora, sabia?
_Às vezes você parece uma pessoa com dupla personalidade, sabia? Uma hora me quer aqui, depois me expulsa.
_Estou falando sério, Draco. – ela se virou de barriga para cima. – É melhor você ir agora. Os meninos devem acordar logo.
_Daqui a pouco eu vou. – ele se inclinou sobre ela procurando seus lábios.
_Não Draco... – ela o empurrou.
_Que foi agora? – ele perguntou, irritado.
_Eu não estou legal. – ela falou e se sentou na cama, com dificuldade para respirar.
_O que você tem? – Draco ficou preocupado.
_Não sei... – ela falou, então se levantou da cama num pulo e entrou no banheiro.
_Ai... – Draco resmungou. – Tem alguma coisa errada aqui... – ele ensaiou se levantar, mas a porta do quarto se abriu antes disso.
_Mãe? Já chegou? – Mark entrou no quarto com os olhos caídos de sono, mas que se arregalaram quando viram Draco só de cueca na cama de sua mãe. – Você dormiu aqui?
_Oi... – Draco falou, pego de surpresa.
_Mãe! – ele gritou. – Cadê minha mãe? – falou bravo.
_Por que você está gritando? – Andrew apareceu logo, aí a confusão estava formada. – Sr Malfoy?
_Bom dia, Andrew. – Draco falou começando a se vestir.
Hermione saiu do banheiro pálida. – Andrew, Mark, eu posso explicar.
_Por que ele dormiu aqui, mãe? – perguntaram ao mesmo tempo.
_Achei que ele ia embora depois que você chegasse.
_Olha... – Hermione começou. – Acontece que... – ela parou de falar e colocou uma mão sobre a barriga, então entrou correndo no banheiro de novo.
Os gêmeos olharam feio para Draco, que agora estava apenas sem camisa, e saíram correndo do quarto. Draco foi atrás.
_Mark, Andrew. Qual é? – Draco falou enquanto os seguia com a camisa nas mãos.
_Por que essas caras? – Draco ouviu alguém perguntar para as crianças na sala, mas não conseguiu parar a tempo de não ser visto. – Malfoy?
_Bom dia, Potter. – ele respondeu mal-humorado, já esperando o pior. Terminou de descer as escadas e vestir a camisa.
_Ele dormiu aqui, padrinho! – Andrew reclamou.
_Cadê a Hermione? – Harry perguntou furioso.
_Ainda está no quarto, Potter. Ela não está se sentindo bem. – ele parou no meio da sala. – Por que vocês estão tão bravos? – perguntou aos gêmeos. – Achei que estivéssemos nos dando bem! – ele se abaixou para ficar na mesma altura que eles.
_Mas não era para você dormir no quarto da minha mãe! – Mark explodiu.
Draco revirou os olhos impaciente, ainda observado por Harry. Hermione desceu as escadas, vestindo um roupão. Estava meio amarelada.
_Que isso, Hermione?! – Harry perguntou, inconformado.
_Isso não te diz respeito, Potter! – Draco respondeu.
_Cala a boca, Malfoy! – Harry se descontrolou.
_Harry, por favor! – Hermione falou. – Eu não preciso de brigas logo cedo, muito menos na frente dos meninos.
_Você disse que não ia namorar ele! – Mark falou.
_Ele machucou minha perna ontem! – Andrew mentiu.
_Ah, não! Isso não! – Draco se defendeu diante no olhar ameaçador de Harry.
_Onde ele te machucou? – Harry se abaixou para olhar.
_Aqui! – Andrew mostrou o tornozelo roxo.
_Eu não o machuquei! Hermione ele caiu da vassoura, você tem que acreditar em mim!
_Malfoy, seu...
_Nem pense nisso, Harry! – Hermione foi tomada de uma fúria repentina. – Eu quero vocês dois fora da minha casa, agora!
_Mas... – Harry e Draco falaram ao mesmo tempo.
_Harry, eu agradeço sua preocupação, mas isso é algo que eu tenho que resolver com meus filhos! E Draco, eu preciso conversar com eles, e tem que ser a sós!
_Não, Hermione! Eu não vou te deixar com eles para que você decida sozinha o que é melhor para você e para mim! Essa questão é tanto minha quanto sua! – Draco se enfezou.
_Vê se não se mete, Malfoy!
_Não se meta você, Potter! Antes que eu deixe seu nariz intrometido tão rachado quanto sua testa!
_Seu! – Harry sacou a varinha, Draco fez o mesmo.
_Parem com isso! – Hermione gritou. Os gêmeos se assustaram e correram para junto da mãe. – Pelo amor de Deus, Harry! - os dois continuavam se ameaçando, mas não desferiram nenhuma azaração. – Isso aqui não é o corredor de Hogwarts e vocês não são mais dois adolescentes imaturos! Controlem-se!
Harry baixou a varinha: - Desculpe, Hermione. – ele falou envergonhado. – Mas esse... Ele me tira do sério!
_Acredite, Potter, eu também não fico contente com a sua presença!
Harry ignorou: - Então é verdade o que a Gina falou? Ele está mesmo convivendo com os meninos?
_Eles passaram dois dias juntos, Harry. E eu não vejo nenhum problema nisso! Você foi o primeiro a me incentivar a ir para aquele curso, agora reage desse jeito? – Hermione já tinha lágrimas nos olhos.
_Não é isso, Mione... – Harry ficou perdido. – Eu só não esperava que... Ele...
Hermione respirou fundo e sentou-se no braço do sofá, cansada. – Por favor, Harry, eu preciso conversar com os meninos, depois eu falo com você...
_Eu não quero ficar aqui! – Mark falou.
_Nem eu! – Andrew emendou.
_Vocês... – mas ela não pode continuar novamente. Mais uma vez teve que correr para o banheiro.
_O que você fez com ela? – Harry perguntou preocupado.
Draco o olhou, inconformado, mas com uma resposta na ponta da língua, que ele não poderia dar graças às crianças: - Eu não fiz nada, Potter! Não é de hoje que ela está assim!
Ela voltou para a sala, abatida.
_Você está bem, Mione? – Harry perguntou.
_Estou. Deve ter sido a comida do hospital. – sentou-se novamente.
_Eu vou para casa, mas volto mais tarde. – ele anunciou.
_Nós também vamos! – os gêmeos aproveitaram.
_Não vão não! – Hermione perdeu a paciência. – Depois eu falo com você, Harry.
_Tchau. – Harry falou, sério e desapareceu pela lareira.
_Olha... – ela tentou, mas não conseguiu de novo.
_O que ela tem? – um dos gêmeos perguntou, assustado.
_Eu não sei... – Draco falou, preocupado. – Mas ela vai ficar bem. – ele se aproximou dos gêmeos, que o encararam com uma expressão horrível.
_O que vocês têm contra mim? – ele perguntou, calmo. – Eu achei que estávamos nos tornando amigos!
_Você pode ser nosso amigo, só não pode ser namorado da nossa mãe! – Andrew explicou.
_Mas eu amo a mãe de vocês! – ele foi sincero. – Amo mesmo! Por que vocês acham que eu venho aqui quase todos os dias? Por que vocês acham que eu estou me esforçando tanto para me dar bem com vocês?
_Nós não queremos dividir nossa mãe com ninguém, muito menos com você! – Mark respondeu.
_E ela disse que não ia namorar ninguém. Disse que não podia namorar ninguém, porque prometeu para o nosso pai! – Andrew argumentou.
_Weasley, Weasley! – Draco se levantou, impaciente. – Sempre uma pedra no meu sapato, mesmo depois de morto!
_A culpa não é dele, Draco... – Hermione voltou do banheiro. – Pare de culpar uma pessoa que não pode nem se defender mais. Isso é uma decisão minha e, mesmo que não fosse a promessa, veja os meninos! Quem você acha que tem prioridade na minha vida?
_Seus filhos, não é? – ele falou derrotado.
_Sim.
_Por eles você faria qualquer coisa?
_Claro!
_Ótimo! Saiba que eu concordo com essa sua posição. Se eu tivesse filhos também faria qualquer coisa por eles. Mas como eu não tenho, ainda, eu não tenho motivos para desistir de você e eu não vou!
_Cara chato! – Mark resmungou.
Draco sorriu: - Esse machucado no pé do Andrew foi porque ele caiu da vassoura ontem, mas eu cuidei dele com gelo mágico. Não houve fratura, mas você pode examinar para confirmar, afinal você é a medi-bruxa, não é? – ele pegou o casaco sobre o sofá e o vestiu. – E você também deveria procurar um medi-bruxo. Não é normal alguém passar mal assim por tanto tempo, a não ser que...
_Eu estou ótima, não se preocupe. Eu já fiz um check up!
_Acho que devia repeti-lo!
_Não se preocupe, Draco. Eu sei me cuidar!
_Espero que sim! – contrariando o bom senso, Draco deu um beijo em Hermione, deixando os gêmeos muito bravos. Depois se afastou lentamente, passando a mão pela barriga dela, ou pelo menos foi o que Hermione imaginou, então aparatou.


O Natal estava chegando e Draco estava com dificuldades para encontrar um presente para Hermione. Ainda estava um pouco magoado com ela, mas também não a culpava por inteiro. Depois que conheceu melhor os gêmeos, começou a entender o que poderia significar para eles ver a mãe namorando de novo. Ele mesmo não gostava de dividir as coisas que tinha, e não apenas quando criança, depois de adulto também. Mas ele não desistiria dela, principalmente agora que estava desconfiado.
Draco já havia rodado o Beco Diagonal inteiro, mas não conseguira encontrar algo de seu agrado. Com fome, decidiu ir até um restaurante novo que havia sido inaugurado. Não estava muito cheio, o que facilitou para que ele avistasse, sentada sozinha de cabeça baixa, Emilia Buldstrode. Ele se aproximou da mesa dela para cumprimentá-la.
_Emília? Como vai? – sorriu simpático.
Emília ergueu os olhos sem reconhecer quem falava com ela. Draco percebeu que ela tinha o semblante carregado, mas que se modificou instantaneamente ao vê-lo. – Draco? Eu estou bem, e você?
_Mais ou menos... – ele falou. – Posso? – apontou para uma das cadeiras.
_Por favor! – ela respondeu muito animada.
_Desculpe, mas você não me parece muito bem.
_Hum... Não é nada de mais...
_Aposto como tem a ver com algum namorado... – Draco sorriu e chamou um garçom.
_Imagine... – ela falou sem graça. – Já te falei que não tenho namorado. – ela sorriu inclinando-se para frente deixando muito a vista seu decote. – Mas você disse que vai mais ou menos. O que houve? Mulheres?
O garçom se aproximou, e quase tropeçou ao olhar para os seios fartos de Emília. Draco fez seu pedido, tentando não xingar o homem, e o dispensou.
_Pode ter certeza! – ele sorriu, chateado.
_Não me diga que você levou um fora? Quem seria a louca de dar um fora em Draco Malfoy?
_Acredite... – ele sorriu animado com a estima de seu nome. – Nem todas me acham tão bom partido assim.
_Ah... Duvido. Você é atraente, inteligente e, não essencial, mas importante, é rico.
_É, mas a mulher em questão não liga para nada disso. Ela se casou com um homem pobre, por amor. E por amor aos filhos não quer ficar comigo.
_Ora, Draco! Não me diga que você está apaixonado por uma mulher casada? – ela se fez de desinformada.
_Não, viúva! – o garçom voltou com os pedidos deles.
_E com filhos?
_Dois!
_Ah, Draco! Esqueça! Você nunca poderá concorrer com eles. Se eles não gostarem de você, esqueça.
_Eu sei. No começo não acreditei nisso. Sabe como eu sou: sempre acho que posso tudo. Mas estou vendo que as coisas são mais difíceis do que eu imaginei. E olha que eu estou me esforçando! – ele deu uma garfada na massa que pediu.
_Não se preocupe tanto, meu querido! – ela colocou a mão sobre a dele. – Essa mulher não te merece! – sorriu, carinhosa. – Você deveria procurar uma outra, pelo menos para se distrair. – ela segurou a mão dele e começou a fazer carinho na palma.
_Emília, não acho que seja certo...
_Ora, o que é isso, Draco? Você nunca foi um santo, e eu não estou te pedindo em casamento. O fato é que eu estou sozinha, você carente. Podemos nos consolar, que mal há nisso? – ela sorriu.
Draco lembrou das palavras que disse para Hermione no começo de tudo aquilo. Mesmo sem querer, pensou no assunto, e não conseguiu não mirar o corpo dela e imaginar o que ia por baixo daquele vestido colado. Emília ainda acariciava a mão dele, enquanto sorvia um cálice de vinho.


_Pode entrar, senhora. – Meg falou sorridente para a próxima paciente de Hermione.
A mulher entrou na sala com o nariz empinado, e um sorriso desagradável nos lábios.
_Bom dia, senhora. – Hermione se levantou. – eu sou a dra Weasley. Sente-se, por favor. A sra é... – ela olhou na ficha que tinha recebido sobre a paciente. – Sra Malfoy? – Hermione olhou para a mulher com os olhos arregalados e uma leve sensação de que ela não estava ali para se consultar.
_Como vai, Hermione? – a mulher sorriu enviesado, como Draco costumava fazer quando estava prestes a dizer ou fazer algo desagradável. – Posse te chamar de Hermione, não posso?
_Cl... Claro! – ela gaguejou, mas tentou ser simpática. – O que a sra está sentindo? Algum problema com feitiços, ou poções.
_Ora vamos, Hermione. Meu filho sempre me falou que você era uma mulher inteligente. Você sabe que não vim aqui por ter sofrido algum acidente mágico.
_Certo... – Hermione se remexeu na cadeira. – O que a sra deseja então?
_Vim exigir que você se afaste do meu filho! – ela falou sem delongas.
_Desculpe?
_Você ouviu muito bem, e creio que entenda o que eu quero. Meu filho é o último herdeiro de uma das poucas famílias respeitáveis de sangue-puro da Grã Bretanha. Não vou permitir que ele suje o sangue da nossa família se unindo a uma sangue-ruim.
_Desculpe-me, sra Malfoy, mas se a senhora veio até aqui para me ofender sou obrigada a pedir que saia! Esse é meu local de trabalho e eu não preciso aturar desaforos de uma mulher mesquinha e preconceituosa! – Hermione se levantou e apontou para a porta.
_Quem você pensa que é para me expulsar, mocinha? – Narcisa se levantou também. – Eu não vou embora até achar que falei tudo que deveria! Afaste-se do meu filho! Eu não vou permitir que você e os mestiços a que você deu a luz manchem o nome da minha família! E nem vou correr o risco de que você engravide de Draco, o que seria muito conveniente para você!
_Eu não tenho o menor interesse na conveniência de entrar para sua família, minha senhora, e nem usaria um filho para prender um homem ou ter direito a uma herança. Saiba que eu já pedi para seu filho se afastar de mim várias vezes, ele é que não vai!
_Por que você dá brechas! Você diz que não o quer, mas abre as portas da sua casa para ele. Diz que não vai ficar com ele porque seus filhos não o aceitam, mas os está jogando para cima de Draco!
_Eu não estou...
_Shiii! – Narcisa colocou o dedo na frente dos lábios. – Apenas me ouça, Granger, ou Weasley, o que seja: eu não quero você perto do meu filho, eu não vou permitir isso. O Draco é um homem mimado que está acostumado a ter tudo que quer e não gosta de ser contrariado. Essa brincadeira com você está muito interessante por enquanto, mas quando você decidir ceder, e você vai, porque não é burra, ele vai ver que perdeu a graça!
Hermione ia argumentar, mas ela não permitiu. Sorrindo, continuou:
_Draco não é um exemplo de pessoa. Ele pode estar magoado com o pai e sentindo-se uma pessoa melhor, mas ele ainda é um Malfoy. Ainda pensa como um Malfoy. Você acha que ele ficaria orgulhoso por ter um filho com você, por exemplo? Um mestiço? Jamais! E eu jamais permitiria tal absurdo! Nenhum de nós jamais aceitaria um mestiço na família! Para nós eles são como os abortos, entende o que eu digo? Sabe o que acontece com os abortos nas famílias tradicionais? Claro que sabe! – ela riu maliciosa. - Se você ama seus filhos, como eu amo o meu, afaste-se dele! Afaste-se para o seu bem e dos seus filhos, porque eu não medirei esforços para impedir que Draco emporcalhe o nome da família.
_A senhora não tem esse direito! – Hermione falou sentindo-se humilhada, mas refletindo sobre as palavras dela.
_Tenho todo o direito do mundo, Granger! – ela continuou. – E não se preocupe em magoá-lo, porque isso passa. Passará nos braços da primeira mulher que cruzar o caminho dele e estiver disposta a fazê-lo te esquecer, e você sabe que há muitas dispostas a isso. Se Pansy não tivesse morrido, coitada...
_Com o consentimento do seu marido, não é? – Hermione provocou.
_Não me provoque, Granger! Você não me conhece! Se Lucius não poupou a vida de Pansy, uma sangue-puro com nossa aprovação, imagine o que eu faria com você caso você insista nessa bobagem? – ela a encarou. – Draco já tem alguém que o console. Alguém a altura dele! Emília Buldstrode, lembra-se?
_Buldstrode? – Hermione puxou pela memória e sorriu. – Draco jamais se interessaria por ela!
_Se fosse você não contaria com isso. Emília está muito mudada! - Narcisa girou sobre os calcanhares e foi até a porta do consultório, parou e falou: - É claro que Draco jamais sonhará com esse nosso encontro, querida! - abriu a porta, olhou para dentro novamente e disse: - Adeus dra Weasley, e obrigada pela atenção.
Hermione jogou-se em sua cadeira sem saber o que pensar. Estava assustada com aquilo tudo. Nunca imaginou que um relacionamento com Draco pudesse significar perigo para seus filhos. Fechou os olhos, inconformada, e com uma vontade incrível de ficar com Draco só para desafiar aquela mulher, mas tinha que pensar em seus filhos também. Principalmente se...
Hermione se sobressaltou com um barulho na janela. Abriu os olhos e viu que era uma coruja. Aproximou-se dela e abriu o vidro. No instante em que a ave pousou no peitoril da janela e estendeu a pata, Hermione reconheceu o logotipo impresso no envelope. Seu coração acelerou. Ela livrou a coruja da encomenda e foi até sua mesa, as mãos suadas. Sentou-se e abriu o envelope, trêmula. Tirou o maço de papéis de lá e foi direto para última página. Uma única palavra poderia mudar toda sua vida: POSITIVO.
_Ah não... – uma lágrima escorreu por seus olhos, e as palavras de Narcisa Malfoy ecoaram em sua cabeça.

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