OLA PESSOAL GOSTARIA DE DEIXA BEM CLARO QUE A FIC NAO E MINHA E SIM DO CARLOS BERT SILVA QUE ME DEU AUTORIZAÇAO DE POSTALA AQUI NO FLOREIOS.
COMO TODO MUNDO SABE, HP NÃO É MEU, OU VOCÊS ACHAM QUE SE FOSSE EU DEIXARIA VIVO O MORCEGÃO DO SNAPE?
CAPÍTULO 8
Harry olhou para a cama de Roni e percebeu a ausência do amigo. Não era exatamente um segredo o fato de Roni passar algumas noites no quarto de Hermione, a monitor-chefe Roni também tinha o seu dormitório, mas, quando não estava com a namorada preferia dormir junto dos amigos. A essa hora ambos estariam fazendo amor, pensou Harry. Imaginou Hermione, a quem há muito tempo achava bonita nua, entrelaçada a Roni. Os dois trocando carícias, um beijo carinhoso e... Oh, merlin! Precisava parar de pensar nos amigos dessa forma. Bem que o casal queria que ele arrumasse uma namorada. Preocupado demais como estava com o combate decisivo contra Voldemort, o garoto preferia dedicar todo o tempo livre para treinamentos mágicos e de defesa pessoal. Seu corpo vibrava com a força da magia e seus músculos nunca estiveram tão fortes. Mas todo o treinamento não era suficiente para sublimar o desejo que se espalhava pelo corpo. Sentia-se carente, tinha vontade de beijar e ser beijado, de tocar e ser tocado, de fazer amor...
Sentia-se constrangido de sentir tesão de ver os amigos se beijando e se acariciando. E o pior, tinha desejos também por Roni. A lembrança de suas mãos nos seus cabelos, a lembrança do abraço na sala comunal. Ele seria um tarado sórdido como Delusco? Ele começaria também a atacar crianças?
Harry tentou esvaziar a mente e se livrar do desejo que teimava em ferver-lhe o sangue. O problema é que o sono lhe trazia também imagens eróticas constrangedoras onde havia braços, beijos e carinhos.
No ano anterior, o “trio maravilha” da Grifinória havia passado o natal em Hogwarts. Os pais de Roni estavam na Romênia visitando Carlinhos e Gina havia ido junto com eles. Roni e Hermione não quiseram deixar Harry, que estava muito deprimido, sozinho. Roni inventou que não gostava do país balcânico (que não conhecia) e Hermione alegou que não estava com vontade de visitar a França novamente com os pais. A maioria dos alunos aproveitou o período de folga entre o natal e o ano novo para visitar a família, já que imaginavam que logo haveria um conflito onde muitos poderiam perder as pessoas que amavam.
Foi muito divertido ter o castelo e a sala comunal de Grifinória, quase que só para eles. Aproveitavam para assar marshmellow na lareira, ficar acordados até tarde jogando xadrez bruxo ou snap explosivo. Harry e Hermione contavam para um maravilhado Roni aspectos do mundo trouxa que o ruivo ignorava, como a eletricidade, os correios e os computadores. Foi quando Harry sentiu a dor na cicatriz que o ligava a Voldemort. Depois os garotos ficaram sabendo que o bruxo das trevas estava radiante por causa de um ataque a uma vila trouxa, realizado como uma demonstração de poder ao ministério da magia. Tonto e nauseado Harry foi amparado pelos amigos até o dormitório vazio. Enquanto Roni ficava com o garoto, Hermione dirigiu-se até a enfermaria para encontrar algum remédio.
Roni deitou Harry na cama e lhe desabotoou as vestes para que ele ficasse confortável, cobrindo-o com uma manta. Quando o ruivo tentou afastar-se até a sua própria cama, o amigo, trêmulo, pediu para que ele ficasse. Inesperadamente segurou-lhe as vestes e se aconchegou em seus braços. Sendo maior e tendo braços mais compridos, Roni procurou a posição mais confortável e deitou-se ao seu lado, tomando-o nos braços e acariciando o rosto febril.
- Muito obrigado, Roni – falou ainda trêmulo, Harry.
- Por que, seu tonto? - perguntou Roni, surpreso, mas muito preocupado.
- Por tudo – apenas disse o moreno antes de dormir, parecendo enfim, bastante relaxado.
Quando finalmente Hermione retornou ao dormitório depois de conseguir uma poção analgésica de uma sonolenta e mal humorada Madame Pomfrey, encontrou os dois amigos dormindo abraçados. Ela despiu então parte das suas vestes e se aconchegou junto aos garotos. Depois de se certificar do estado de Harry, abraçou-o do lado oposto de Roni, cobriu-se e assim os três passaram aquela noite.
- O engraçado é que nenhum de nós falou nada quando acordamos pela manhã – lembrou Roni à namorada.
- Bem, o Harry é que ficou mais constrangido. Eu acho que fui eu quem encarou aquilo mais tranqüilamente. E depois, não aconteceu nada! – afirmou Hermione, bagunçando os cabelos ruivos de Roni.
- Sabe, eu fiquei preocupado com o que você poderia pensar...
- Eu achei tão fofo vocês dois abraçadinhos... – disse a menina de maneira sonhadora - E muito excitante também!
- Minha namorada, a pervertida sexual! – brincou Roni, enquanto a abraçava novamente – Aposto que você ficou imaginando coisas...
- Bom, eu ainda era virgem naquela época, e bem..., umas fantasias com os amigos ajudam a levar a vida.
Ambos riram. No dormitório dos garotos do sétimo ano, contudo, Harry Potter tinha ótimos sonos e dormia com um sorriso nos lábios. Pela manhã, contudo, a culpa pelo desejo reprimido iria perturbá-lo intensamente.
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