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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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25. Lar


Fic: SAVE ME - CONCLUÍDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: Antes de tudo, gostaria de desejar-lhes um Feliz Natal. Essa fic não foi um presente apenas para vocês, mas, sobretudo, para mim, que tive a oportunidade de conhecer tantas pessoas especiais, e me refiro a vocês, caros leitores. Quando decidi traduzir essa fic, não estava preparada para receber todo o apoio incondicional que recebi de vocês. Esta foi a minha primeira tradução oficial; até aí eu só traduzia para trabalhos escolares. Vocês, leitores, fizeram com que eu me esforçasse cada vez mais para que esta fic ficasse ao agrado de vocês. Confesso que não gostava da minha tradução no começo...achava que ela não captava a essência da história nem da personalidade das personagens, mas acho que com o passar do tempo eu pude entende-las e molda-las e isso, indubitavelmente, me ajudou a buscar meios melhores para traduzir. Aprendi muito ao longo de todo este enredo. E todo este aprendizado eu devo a vocês.

Saibam que adorei ler cada comentário. Muitos me emocionaram, principalmente pelo interesse demonstrado, e também me divertiram muito. Quando pensava em desistir, eu lia os comentários e eles me fortaleciam e eu pensava em vocês, em como ficariam desapontados se eu não prosseguisse. Quero agradecer a cada um de vocês, e farei isso quando postar os agradecimentos finais e individuais, só que será no próximo final de semana. Apesar das atualizações rápidas, eu sempre me dediquei ao máximo, esperando que pudessem se satisfazer e,claro, com o intuito de satisfazer a mim mesma também.

Traduzir durante todos esses meses para vocês foi uma verdadeira honra. Jamais esquecerei.

Quanto a projetos futuros...não gosto de planejar nada; às vezes eu deixo os acontecimentos fluírem...Mas meu tempo será mais escasso, não só por causa do trabalho, mas também por causa da faculdade. E adivinhem que curso será? Tradução, é claro. Eu sempre tive o sonho de fazer Jornalismo (e ainda não desisti), mas traduzir essa fic foi tão bom que eu pensei: “Por que não tentar?” E isso me ajudará a traduzir mais fics para vocês. Não posso prometer que serão fics com vários capítulos...shorts talvez. Mas eu não quero abandona-los. Me senti tão bem aceita por vocês, que simplesmente não consigo...Infelizmente, penso que não escreverei fics próprias. Minha mente é muito atribulada. Simplesmente não consigo ter o talento que todas essas autoras especiais têm (e muitas delas me deram a honra de ler a minha humilde fic e sou eternamente grata por isso).

Houve alguns elogios pela melhora da fic. E tudo o que posso dizer é que a culpa é do Henrique, o único capaz de aturar essa tradutora temperamental aqui! Ele é o responsável por toda a diagramação da fic. O que seria de mim sem ele? E ele também é a pessoa mais minuciosa que conheço; lendo a fic sempre atentamente a fim de captar o mínimo erro...Só posso te agradecer, Henrique e esperar que você aceite meu convite de betar as fics que virão.

Por fim, vocês devem ter reparado que os últimos capítulos diminuíram. Bom, tudo que posso dizer são algumas especulações. Acho que a autora original diminuiu o tamanho dos textos porque os conflitos da fic estavam praticamente resolvidos. O Harry assumiu, mesmo que de forma velada, o seu amor pela Gina e essa dúvida que ele carregava sempre foi o assunto principal da fic.

A tradução de “Wanker” ficará para os agradecimentos. Assim, ninguém será obrigado a ler. E eu não sou tão má ao ponto de deixar alguns LEITORES curiosos.

Sem mais, fica registrada aqui a minha declaração de carinho e puro agradecimento a todos vocês (leitores e leitoras). Beijos.


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Daughtry – Home



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I'm staring out into the night,

Trying to hide the pain.

I'm going to the place where love

And feeling good don't ever cost a thing.

And the pain you feel's a different kind of pain.

I'm going home,

Back to the place where I belong,

And where your love has always been enough for me.

I'm not running from.

No, I think you got me all wrong.

I don't regret this life I chose for me.

But these places and these faces are getting old

So I'm going home.

Well I'm going home.

The miles are getting longer, it seems,

The closer I get to you.

I've not always been the best man or friend for you.

But your love, remains true.

And I don't know why.

You always seem to give me another try.

So I'm going home,

Back to the place where I belong,

And where your love has always been enough for me.

I'm not running from.

No, I think you got me all wrong.

I don't regret this life I chose for me.

But these places and these faces are getting old.

Be careful what you wish for,

'Cause you just might get it all.

You just might get it all,

And then some you don't want.

Be careful what you wish for,

'Cause you just might get it all.

You just might get it all, yeah.

Oh, well I'm going home,

Back to the place where I belong,

And where your love has always been enough for me.

I'm not running from.

No, I think you got me all wrong.

I don't regret this life I chose for me.

But these places and these faces are getting old.

I said these places and these faces are getting old.

So I'm going home.

I'm going home.


Daughtry - Home (tradução)


Eu estou me destacando na noite

Tentando esconder a dor

Estou indo para o lugar onde o amor

E o bem-estar não custam nada

E a dor que você sente é um tipo diferente de dor

Eu estou indo para casa

De volta para o meu lugar

E onde seu amor sempre foi o suficiente para mim

Eu não estou fugindo

Não, eu acho que você me entendeu mal

Eu não me arrependo dessa vida que escolhi para mim

Mas esses lugares e esses rostos estão ficando velhos

Então eu estou indo para casa

Bem, estou indo para casa

As milhas estão ficando mais longas, parece,

Quanto mais perto eu fico de você

Eu nunca fui o melhor homem ou amigo para você

Mas seu amor continua verdadeiro

E eu não sei por quê

Você parece que sempre me dá outra chance

Então eu estou indo para casa

De volta para o meu lugar

E onde seu amor sempre foi o suficiente para mim

Eu não estou fugindo

Não, eu acho que você me entendeu mal

Eu não me arrependo dessa vida que escolhi para mim

Mas esses lugares e esses rostos estão ficando velhos

Tome cuidado com o que você deseja

Porque você pode conseguir tudo

Você pode conseguir tudo

E algo que você não quer

Tome cuidado com o que você deseja

Porque você pode conseguir tudo

Você pode conseguir tudo

Oh,bem, eu estou indo para casa

De volta para o meu lugar

E onde seu amor sempre foi o suficiente para mim

Eu não estou fugindo

Não, eu acho que você me entendeu mal

Eu não me arrependo dessa vida que escolhi para mim

Mas esses lugares e esses rostos estão ficando velhos

Eu disse que esses lugares e esses rostos estão ficando velhos

Então eu estou indo para casa

Eu estou indo para casa

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Capítulo 25


Lar


A estação estava lotada quando Harry aparatou. Imediatamente ele deslocou-se para um beco escuro que Sirius mostrara-lhe uma vez. Teria sido arriscado aparatar dentro de King’s Cross e ele com certeza estava correndo contra o tempo.

Ele esperou até estar certo de que ninguém o vira e encaminhou-se para a plataforma atarefada. Ele relanceou o olhar, amaldiçoando quando encontrou a si mesmo na Plataforma 12.

- Plataforma 6. – Ele murmurou para si mesmo, virando à esquerda rapidamente, abaixando a cabeça e voltando para a estação. Ele estava à beira do pânico, mas tentou manter o passo enquanto embrenhava-se na multidão. Todos se moviam assim tão devagar? Eles não tinham trens para pegar?

- Maldição! – Ele disse, apressando o passo. Ele ouviu um trem apitar ao longe, fazendo com que suas mãos começassem a suar e seu coração acelerasse. Finalmente ele amaldiçoou e começou a correr. Ele gritou rápidas desculpas para aqueles que não podia evitar colidir enquanto forçava caminho na multidão.

Ele fez uma nota mental de agradecer a Sirius por força-lo a correr muitas milhas por dia enquanto o suor deslizava por suas costas. Seus pulmões estavam queimando, sua garganta estava seca. Ele sentiu seu ombro esbarrar em alguém e ele parou para ajuda-la, murmurando uma desculpa rápida antes de continuar a descer para a Plataforma 6.

Ele queria chamar o nome de Gina. Grita-lo alto o suficiente para que ela o ouvisse e esperasse. Ele precisava apenas que ela o esperasse. Ele não conseguia encontrar fôlego para isso. Ao invés disso, ele correu mais rápido, impelindo suas pernas o mais rápido que elas podiam.

Ele finalmente se encontrou na Plataforma 6 e afastou as pessoas com as mãos, seus olhos procurando pelo trem.

Harry fez isso do canto da plataforma e soltou dolorosamente o ar que estava prendendo em seus pulmões enquanto ele observava o trem... O maldito trem, carregando o seu futuro, ganhando velocidade e desaparecendo no horizonte.

Curvando-se, Harry colocou as mãos nos joelhos e sorveu o ar, piscando com o suor que escorria de sua testa e corria para seus olhos.

Ele chagara tarde. Ele só precisara de alguns segundos... Míseros segundos.

Tentando não se descontrolar, Harry endireitou-se e virou-se rapidamente, procurando por qualquer sinal dos Weasleys. Rony lhe dissera que eles iam ver Gina partir... Onde eles estavam?

Harry levou as mãos para os cabelos e tentou não sucumbir com a frustração.

- Caralho! – Ele berrou, ignorando os muitos olhares surpresos das pessoas que o circundavam.

Não importava... Ele os encontraria, faria com que lhe dissessem para onde Gina estava indo, e, então, ele iria atrás dela. Era simples. Simples...

Ele começou a sacar sua varinha, suspirando quando percebeu onde estava. Empurrando a varinha de volta para seu bolso, ele inalou profundamente e começou a correr pelo caminho que viera.



Muitos minutos depois ele tinha aparatado na Toca. Estava escura e absolutamente vazia. Recusando-se a desistir, Harry subiu os degraus com determinação e tentou abrir a porta, batendo rapidamente quando encontrou-a trancada. Nervoso, ele foi para a janela e observou atentamente, não vendo nada além da escuridão da sala e da cozinha.

Descansando a cabeça na vidraça, ele ignorou o estampido de um trovão na distância. Ele fechou os olhos brevemente, tentando respirar. Ele enlouqueceria se não a tivesse de volta.

Virando-se, Harry apressou-se para o pórtico, tentando pensar no que fazer a seguir. Se ele ao menos pudesse encontrar Rony...

Havia muitos lugares onde ele poderia estar, e Harry imediatamente resolveu checar o mais óbvio. Tentando não gritar em frustração, Harry sacou sua varinha mais uma vez. (1)

Minutos depois, ele estava se dirigindo ao Cabeça de Javali, seus olhos imediatamente atraídos para o punhado de cabelos ruivos que estava com a cabeça inclinada sobre o bar.

- Rony. - Harry disse sem fôlego, colocando uma mão no ombro de Rony.

Rony deu um pulo e derramou a bebida, praguejando enquanto virava-se para Harry:

- Maldição, Harry, quer me matar do coração?

- Desculpe, cara. - Harry observou enquanto Rony usava a varinha, também molhada, para limpar a poça. – Preciso de sua ajuda.

- Com o que?

- Preciso encontrar a Gina.

- Para que?- Rony perguntou, recolocando lentamente o copo no balcão.

Harry suspirou e sentou-se no banquinho ao lado do de Rony, tentando com afinco manter a paciência sob controle:

– Eu preciso dizer a ela algumas coisas que eu deveria ter dito antes de ela partir.

- Que coisas?

Harry esfregou o rosto com as mãos rapidamente, deixando-as cair em frustração:

- Coisas que eu acho que só ela deveria ouvir antes de eu sair contando para todo mundo no Cabeça de Javali.

Rony arqueou uma sobrancelha e hesitou enquanto ele olhava para trás dele:

- Cara, não há ninguém aqui a não ser você e eu... Você andou bebendo?

- Rony. - Harry disse, tomando o copo das mãos do amigo. – Será que pode me ajudar? Por favor?

Rony franziu as sobrancelhas e inclinou-se no bar, seus dedos tamborilando o balcão lentamente. Seus olhos estavam injetados enquanto ele os erguia para fitar os de Harry.

- Eu recebi uma coruja dela hoje. (2)

Confusão estabeleceu-se em Harry enquanto ele sacudia a cabeça:

- De quem?

- Hermione. – Rony disse, levantando a mão para o barman. - Ela me enviou uma coruja hoje.

Harry suspirou e observou enquanto o barman colocava outra bebida diante de Rony:

- Merda, sinto muito, Rony. - Harry tentou não olhar para o relógio atrás do balcão. – O que ela dizia?

- Ela está aprendendo muito, aparentemente. – Rony falou, ríspido. – Ela me escreveu como se nada tivesse acontecido... Como se nada estivesse errado. - Ele olhou carrancudo e Harry viu os nós de seus dedos embranquecidos ao redor do copo. - Disse que me amava... Me disse para escrever para ela assim que fosse possível.

Harry podia ver a raiva de Rony diminuir rapidamente enquanto ele corria uma mão pelo seu cabelo ruivo:

- Sem problemas em eu estar chateado, não é? – Rony lhe perguntou com um olhar de desgosto. – Não importa mais. Eu segui em frente. – Ele olhou para Harry para se reassegurar.

- Você está seguindo em frente, Rony. Você está fazendo a coisa certa. – Harry disse, sentindo uma nesga de culpa. Hermione ainda era uma de suas melhores amigas. Ele amava Hermione tanto quanto amava Rony. Ele poderia insistir nisso mais tarde, agora ele precisava encontrar Gina.

- Rony...

- O que você precisava mesmo? - Ele perguntou, seus olhos esquadrinhando enquanto ele tentava se lembrar. – Gina, certo?

- Sim. Eu preciso da Gina. Pode me ajudar?

- Com o quê?

- Por Deus, Rony! Onde está a sua mãe?

- Visitando o Gui no Egito junto com o papai. Eles partiram mais cedo que o previsto, então eles ficarão fora todo o final de semana. Você sabia que a Fleur está grávida?

Harry meneou a cabeça rapidamente:

- Não. Não sabia.

- Gui e uma meio-veela vão ter um bebê. – Rony cortou, seu rosto se tornando púrpura de tanto rir. – Pode imaginar?

- Não, não posso... - A voz de Harry morreu, repensando nas palavras anteriores de Rony. – Espera aí, por que seu pai e sua mãe viajaram tão cedo?

- Oh... - Rony ficou quieto, seus olhos de repente sinistramente sóbrios enquanto ele olhava para Harry. – Você precisa encontrar a Gina.

- Sim. – Harry disse com os dentes cerrados. – O mais rápido que puder.

- Você a ama. – Rony disse com simplicidade, olhando para as borbulhas do uísque em cima do balcão. Quando Harry não respondeu, Rony sorriu. – Você de repente percebeu isso hoje? Me lembra um filme trouxa que a Hermione me fez assistir uma vez. Aposto que você foi atrás dela, não foi?

Harry sentiu as bochechas corarem e ele gaguejou.

- Sem problemas. – Rony disse, fazendo um gesto com a mão. – Se me prometer que não vai ferrar com tudo dessa vez, eu te conto um segredo.

- Eu juro, Rony.

Rony baixou a voz enquanto se inclinava para frente. Harry espalmou a mão no ombro de Rony para firma-lo:

- Ela não foi.

Harry podia jurar que seu coração parou:

- O que?

- Ela não foi. – Rony repetiu com um leve aceno de cabeça. – Estávamos prontos para dirigir até King’s Cross e ela apareceu na porta dos fundos com as coisas dela. Eu poderia afirmar que ela estava chateada, mas mamãe atirou a mim e ao papai para fora da cozinha e eu não sei a razão exata.

Milhares de pensamentos cruzaram a mente de Harry e ele sacudiu a cabeça, tentando compreender as palavras de Rony:

- Ela está aqui. Ela... Onde ela está agora? Ela foi com os seus pais?

- Não, ela estava na Toca quando eu vim para cá. Enfurnada no quarto dela. – Ele virou-se rapidamente e agarrou o braço de Harry antes que ele pudesse se mover. – Eu te disse antes, Harry, não ferre com tudo dessa vez.

A despeito de si mesmo, Harry abriu um largo sorriso:

- Tenho que ir. Você vai ficar bem?

Rony devolveu o sorriso e acenou para Harry antes de tomar sua bebida:

- Não se preocupe comigo. Apenas vá.

Harry deu um tapinha alegremente nas costas de Rony e correu para fora do bar, ignorando as gotas de chuva que começavam a cair.

Ele encontrou a si mesmo do lado de fora da Toca em poucos minutos. Ele correu para a porta da frente e começou a socar a madeira, chamando o nome dela alto.

Quando não houve resposta, ele voltou e apressou-se para os degraus, olhando para cima, para a janela que ele percebeu estar aberta:

- Gina! – Ele berrou, esperando alguns segundos antes de chamá-la de novo. Seu coração batia apressado e suas mãos tremiam levemente enquanto ele esperava. Quando ela não apareceu, Harry cobriu a boca com as mãos em forma de concha e berrou o nome dela de novo enquanto ele se perguntava se a chuva que caía o estava abafando.

Ele piscou contra a chuva que caía em seus olhos. A impaciência borbulhava dentro dele e ele começou a chamá-la novamente, parando quando ela de repente apareceu na janela. O cabelo dela estava úmido e seus olhos arregalados em surpresa. Ela abriu a janela e apoiou-se para olhar para baixo, para ele.

- Harry? O que está fazendo aqui?

- Eu te amo! – Ele disse, alto, sabendo que sua voz estava sendo abafada pelo alto estrondo do trovão.

- O que? – Gina sacudiu a cabeça como se não o tivesse ouvido.

- Eu te amo! – Harry gritou de novo, sabendo então que ela o ouvira. A boca dela apertou-se rapidamente e ela franziu as sobrancelhas antes de encara-lo por longos segundos tensos. Ela afastou-se da janela, desaparecendo no quarto.

Harry a chamou novamente, aproximando-se mais da janela. As cortinas elevavam-se com a chuva e ondulavam. Se ela não ia abrir a porta e deixa-lo entrar, ele teria que quebrar a maldita dobradiça. Enquanto ele sacava a varinha, ele ergueu a cabeça para ver a porta aberta e Gina aparecer.

Ela usava um robe e o observou em silêncio, uma mão pousada na porta, a outra em seu quadril.

Sentindo a emoção aflorar dentro dele, ele caminhou até ela lentamente, tentando ler a expressão em seu rosto. Parando no portal e fora da chuva, Harry guardou a varinha e passou os dedos pelos cabelos para tirar as mechas encharcadas de seu rosto. Ele tentou acalmar sua respiração pesada, mas seu nervosismo era muito grande.

Ao invés disso, ele engoliu em seco e aproximou-se dela, olhando para seu rosto pálido. Ela estava perscrutando seus olhos, seus lábios comprimidos. Não saber o que ela estava pensando o matava.

- Gina...

- O que você disse? - Ela perguntou, sua voz um pouco mais alta que um sussurro.

Ele deu-lhe o menor dos sorrisos e ergueu uma mão para apoiar-se no batente da porta:

- Eu te amo.

Ela piscou e balançou a cabeça lentamente:

- Eu não entendo...

- Pensei que você tivesse ido. – Harry começou, parando para controlar a voz trêmula. - Pensei que tivesse partido. Eu fui a King’s Cross para te impedir...

- Você foi?

- Eu cheguei lá enquanto o trem partia. – Harry olhou para além dela, observando a chuva respingar nos lados da casa por um momento. – Eu estava indo te procurar. Eu tinha que te achar para te dizer o que eu deveria ter dito há muito tempo.

Momentos se passaram sem que Gina dissesse uma palavra. Ao invés disso, ela piscava rapidamente e o estudava, como se tentasse compreender o que estava acontecendo.

- Diga alguma coisa. – Ele sussurrou finalmente, franzindo o cenho quando ela virou-se e caminhou para dentro de casa. Ele a seguiu, fechando a porta enquanto a escuridão a engolfava. Dentro de segundos, um fogo apareceu na lareira e iluminou o recinto consideravelmente.

Gina parou por um momento, tentando formar um pensamento coerente. Ele baixara um pouco de suas defesas. Ele lhe dissera que a amava. Harry a amava.

Por que ela não podia respirar?

Ela ouviu Harry parar atrás dela, obviamente esperando que ela falasse. Ela enfiou as mãos nos bolsos do robe e finalmente virou-se para olha-lo, decidindo dizer a primeira coisa que lhe viesse à mente:

- Não fiquei por sua causa.

Harry piscou uma vez antes de assentir:

- Eu sei.

Gina jogou o cabelo para trás, seus olhos destituídos de emoção:

- E eu não fiquei para me apegar a alguma ilusão de um dia você me amar...

- Eu sei, Gina. Eu...

- Eu fiquei porque não teria sido justo comigo nem com o Olívio se eu tivesse ido com metade do meu coração no relacionamento. – Gina sentiu o fresco golpe de culpa de seu recente confronto com Olívio. Sacudindo a cabeça, ela olhou para além do olhar penetrante de Harry. – Um emprego não vale à pena pela desilusão amorosa que isso pode causar.

Ela engoliu em seco enquanto ele assentia e dava um passo adiante. Gotas de chuva estavam caindo das mechas de seus cabelos para o chão. Ele a observava atentamente, fazendo com que ela quase se esquecesse do que estava tentando dizer.

Ela instintivamente deu um passo para trás. Era mais seguro manter a distância entre eles.

- Eu tenho os meus próprios sonhos, Harry. Eu quero ter a minha própria vida.

- Eu entendo tudo isso, Gina. – Harry respondeu, deslizando uma mão pelo cabelo. – Eu quero todas essas coisas para você também. Quero fazer parte delas.

Ela respirou agudamente, desesperadamente tentando não deixar o seu coração contrariar as decisões que ela já tomara em sua cabeça. Ele se movia lentamente para perto dela, seus olhos verdes escurecendo enquanto eram preenchidos pelo arrependimento:

- Eu não tenho desculpa. – Ele disse baixinho. – se não outra que eu não fui capaz de deixar as coisas fluírem. Eu estive perdendo muito tempo sentindo pena de mim mesmo porque era mais fácil lidar com elas, as coisas que eu disse para você. As coisas que eu te fiz... Elas eram um tormento que eu estava impondo a mim mesmo. Se eu soubesse que te magoava, eu magoaria a mim mesmo.

A boca dela suavizou-se levemente quando ela o observou:

- Harry...

Ele meneou a cabeça rapidamente e colocou as mãos nos bolsos:

- Por favor, me deixe terminar. Mesmo que eu queira muito, eu não posso voltar e dar ao Remo os seus últimos dois anos. Eu não posso matar Voldemort para evitar que você se machucasse, e, eu não posso trazer o Percy de volta. Não posso mudar o rumo que as coisas tomaram entre a gente. Tudo que posso dizer é que eu te amo. Eu sempre amei, mesmo quando não queria ver isso.

Merlin, ela esperara tanto tempo para ouvir aquelas palavras. Ela queria fechar os olhos e acalenta-las. Ela queria dizê-las de volta. Mas não era certo. Não podia ser tão simples. Ela apenas terminaria magoada novamente.

- Por que não podia me dizer que me amava quando eu vinha até você? – Ela perguntou, a frustração a devorando por dentro. – Eu fui até você tantas vezes, mas você continuou a me rejeitar não importava o quanto eu me esforçasse para te alcançar.

- Me desculpa...

- Desculpas nem sempre fazem as coisas certas. – Ela interrompeu, cruzando os braços no peito. – Não podem apagar tudo que passamos.

- Eu sei que isso não pode mudar as coisas que eu fiz, e eu entenderia se você quisesse me mandar para o Inferno. Mas se você quiser que sejamos apenas amigos... Eu posso aceitar. Eu só preciso de você na minha vida. Por favor.

Ela sentiu a teimosia crescer dentro dela e sua boca firmou-se quando ela o analisou. Ele parecia em expectativa, quase aterrorizado. Ela queria bater nele, e beija-lo e fazê-lo jurar que nunca mais a deixaria.

Ela era sempre tão rápida em esquecer o seu orgulho e a sua dignidade para ficar com ele. E isso a atemorizava.

- Eu acho. – Gina começou, tentando escolher as palavras com cuidado. – Que talvez seja melhor permanecermos amigos, Harry. Eu não acho que você está pronto para um relacionamento. Nem eu estou.

- Gina...

- Você me magoou. – Ela disse, tentando ignorar o pânico em sua voz. – Muitas vezes.

Harry baixou o olhar, seu rosto empalidecendo:

- Eu sei.

Ela respirou profundamente, tentando controlar as mãos trêmulas:

- Talvez, algum dia, se decidirmos ficar juntos, e se for o que nós dois quisermos... Talvez então possamos começar a construir um relacionamento novamente. Mas agora não é a nossa hora. Sinto muito.

Quando Harry a olhou, seus ombros ligeiramente curvados, mas ele assentiu e deu-lhe um sorriso fraco.

- Eu respeito isso, Gina. É justo. – Ele disse baixinho, sua voz morrendo, e ele a encarou sombriamente. Então ele balançou a cabeça e tossiu para afastar a secura em sua garganta. – Eu vou embora. Tenho certeza que você quer dormir um pouco.

Antes que Gina pudesse responder, Harry acabou com a distância entre eles, parecendo hesitar antes de passar os braços ao redor dela e trazê-la para perto. Ela fechou os olhos, lentamente subindo suas mãos pelas costas dele enquanto ele a abraçava firmemente. Gina ouviu a respiração trêmula e instável dele antes de ele afasta-la e pressionar os lábios na testa dela.

Ela não se atreveu a abrir os olhos até que tivesse certeza de que as lágrimas tinham ido embora.

- Boa noite, Gina.

Ela abriu as pálpebras e enfiou as mãos de volta nos bolsos do robe antes de observa-lo caminhar até a porta.

- Boa noite. – Ela sussurrou, sentindo o torpor perpassa-la. Seus instintos lhe diziam para pedir a ele que esperasse, para não ir. Para ficar com ela.

Mas onde isso a levaria? Para mais uma decepção amorosa, com certeza. Mas e se ela estivesse errada? Pânico e dúvida a arrebataram dolorosamente e ela crispou os dedos firmemente. Ela queria para sempre... E por que ele não poderia dar isso a ela? Ela poderia lidar com a perda de Harry?

Gina repeliu seus pensamentos, tentando se convencer que ela tinha tomado a decisão certa.

Enquanto Harry abria porta, Gina sentia sua respiração quente e as palmas das mãos ficarem úmidas de suor. Ela não poderia apenas perdoa-lo por ter partido seu coração. Ela não podia jogar tudo para o alto para ficar com ele novamente.

Um sentimento doente começou a flutuar em seu estômago, fazendo com ela respirasse mais profundamente para tentar acalmar os nervos. Ele lhe dissera que queria ficar com ela. A voz dele continuava a ecoar em seus ouvidos.

- Tudo que posso dizer é que eu te amo. Eu sempre amei. Mesmo quando não queria ver isso.

Maldição, ela também o amava. Desesperadamente.

- Harry! – Ela apressou-se pelo recinto, incapaz de respirar enquanto ele se virava para encara-la. Ela atirou seus braços no pescoço dele e o puxou para baixo até seus lábios deslizarem sobre os dela gentilmente. Perfeitamente.

Ela podia sentir a surpresa perpassando o corpo dele, mesmo que suas mãos tivessem se erguido para cobrir os lados do rosto dela. Ela deu boas vindas à língua dele, o segurando mais perto dela enquanto ela gemia levemente.

Quando ele finalmente se afastou dela, eles estavam sem fôlego. Gina agarrou-se a ele, observando Harry esquadrinhar seus olhos de perto:

- Gina...

- Não posso ficar sem você. – Ela disse, seus lábios se curvando. – Não quero ficar sem você.

Ela sentiu as mãos dele curvarem-se em suas costas enquanto ele engolia em seco:

- Tem certeza?

- Merlin, sim, tenho. – Ela respirou, inclinando-se para roçar os lábios nos dele mais uma vez. – Eu te amo.

Harry soltou um longo suspiro e ela podia sentir a tensão desaparecendo do corpo dele rapidamente:

- Pensei que tivesse te perdido.

- Você não poderia. – Ela sussurrou fervorosamente, fechando os olhos quando ele descansou a testa na dela. - Eu sempre fui sua, Harry.

Ele a beijou novamente, seus lábios se demorando nos dela por um momento antes de abraça-la firmemente, como se ele não estivesse preparado para deixa-la ir jamais.

- Você devolveu a minha vida. – Harry disse baixinho, seus lábios roçando no lóbulo da orelha dela. – Mas não funciona se você não estiver nela.

Ela arqueou uma sobrancelha enquanto ele dava um passo para trás e perscrutava seu rosto:

- Sei que temos muito o que conversar....

- Nos preocuparemos com isso amanhã. – Gina disse com um sorriso, seus dedos se curvando na camisa dele. – Agora eu quero que você cale a boca e me leve para a cama.

Harry resmungou sofregamente e a ergueu, usando o pé para fechar a porta enquanto encaminhava-se para as escadas. As pernas esguias dela o envolveram pela cintura, fazendo com que a excitação dele a pressionasse perfeitamente. Ele resistiu à urgência de arremeter contra ela e a levou pelas escadas.

Os dedos de Gina estavam deslizando pelo cabelo dele. Os lábios dela estavam se movendo ao longo da linha da mandíbula dele antes de seus dentes agarraram o lóbulo de sua orelha:

- Maldição, Gina. – Ele grunhiu, abrindo a porta do quarto. Ela desenganchou as pernas da cintura dele e deslizou para baixo, ficando de pé na frente dele enquanto ele desatava seu robe. Suas bocas se encontraram com urgência enquanto ele puxava o tecido pelos braços dela até o chão.

Os lábios dele caíram para o pescoço dela, sentindo o gosto e chupando. Gina sentiu o corpo tremer enquanto o desejo pulsava entre suas coxas. Seus olhos se fecharam e ela gemeu com prazer enquanto as mãos dele se erguiam para cobrir seus seios. Quando ele se afastou, ela grunhiu e abriu os olhos em questionamento. Harry estava observando-a, mesmo que já tivesse arrancado a camisa e a jogado no chão. Ele a alcançou para passar um braço ao redor da cintura dela antes de chocar-se contra ela, sua boca recapturando a dela em um beijo ardente.

O peito dele estava quente contra a pele dela, sua boca fervente. Ele a estava enlouquecendo:

- Por favor, Harry.

Sem uma palavra, ele a levantou no colo e carregou para a cama, deitando-a gentilmente antes de mover-se para cima dela:

- Quero fazer amor com você apropriadamente.

- Nós temos muito tempo para isso. – Ela lhe assegurou, desabotoando as calças dele. – Agora eu preciso de você dentro de mim.

Ele se afastou com naturalidade e rapidamente livrou-se do restante de suas roupas. Quando ele voltou para cima dela, ela ergueu-se, abrindo as pernas para acomoda-lo. Ela sentiu-o em sua entrada e ergueu os quadris em expectativa.

Ele tirou uma mecha de cabelos do rosto dela e esperou que ela abrisse os olhos para olha-lo:

- Eu te amo. – Ele disse simplesmente, empurrando-se lentamente até penetra-la profundamente.

Ambos gemeram com o contato e as mãos dela instantaneamente deslizaram pelos contornos do corpo dele, sentindo os músculos retesarem ao seu toque. A respiração dele estava quente em seu ombro enquanto ele se movia dentro dela. Gina ofegou e arqueou os quadris, sedenta por mais. Ele estava se movendo vagarosamente, ouvindo-a gemer alto, respondendo com seus próprios gemidos.

Os lençóis roçavam ao redor deles, os sons do sexo se misturando com os da chuva. Gina ouvia as promessas sussurradas em seu ouvido, a respiração pesada dele. Ela jogou a cabeça para trás, o prazer zunindo em seu corpo, a trazendo para perto do ápice.

- Harry. – Ela ofegou, seus olhos se abrindo subitamente enquanto ela começava a galgar para o êxtase.

Harry lhe respondeu penetrando mais para dentro dela, seus lábios marcando o pescoço dela, enquanto suas mãos deslizavam por seu seio, seus dedos beliscando o seu mamilo gentilmente.

- Goza para mim. – Harry disse, sua voz baixa e cheia de paixão. – Eu quero te observar.

Seus olhos se encontraram por um breve segundo antes de ela se estilhaçar, mordendo o lábio dolorosamente para evitar que uma lamúria estrangulada escapasse. Ele continuou a investir dentro ela, mais forte, mais rápido, até ele estar gemendo incontrolavelmente. O corpo dela flutuou e ela engoliu em seco, tentando respirar enquanto Harry a enlaçava, murmurando palavras de amor antes de enrijecer e derramar-se profundamente dentro dela.

Depois que a tempestade passou, Harry rolou para o lado e a agarrou, suas respirações retornando lentamente ao normal.

- Diga novamente. – Ela disse, sua voz perfurando a escuridão.

Harry não pôde deixar de sorrir largamente enquanto ela trilhava as pontas dos dedos por seu dorso:

- Eu te amo, Gina.

Ela suspirou e deitou a cabeça no seu peito:

- Nunca vou me cansar de ouvir isso.

Ele beijou o topo da cabeça dela com gentileza:

- Que bom.

- Você vai ficar comigo?

- Vou.

Ela parou antes de continuar sua trilha pelo estômago dele:

- A noite toda?

- Para sempre, Gina. Eu te juro.

Ele sentiu os lábios dela se curvarem contra seu corpo antes que ele se permitisse fechar os olhos. Seu mundo nem sempre seria justo...os pesadelos continuariam vindo vez ou outra. Mas ele sabia que acordaria e encontraria Gina abraçada a ele. Ela era o seu conforto... A sua salvação. De alguma maneira ele sabia que agora tudo ia ficar bem.

Ele estava em casa.

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1. Creio que a autora original não quis se ater a muitos detalhes nesta passagem, mas, ao contrário do que alguns leitores podem pensar, o "Cabeça de Javali" não fica perto da casa do Rony, mesmo porque ele mora no campo. Portanto, o Harry aparatou até lá.

2. Querem saber o que houve com os personagens? Então leiam Before The Dawn.


N/B: Pois é... o último capítulo da Save me... Pena que eu peguei no final! Eu pensei que a Carol ia demorar mais pra traduzir(são 19:52 do dia 24 de dezembro!) Larguei a os preparativos da ceia de Natal só pra betar a Save Me! Mas enfim... A Save Me é uma fic incrível! Muito legal. Acho que a Carol devia escrever uma fic só dela, q vcs acham?

Mas por enquanto eu quero desejar um Feliz Natal pra todos vocês!

Sally e Renata(se tiver mais, mes desculpem só vi delas) muito obrigado pelo apoio! Acho que é para qualquer um betar uma fic como a Save Me. Valeu pelo Convite, Carol!

FELIZ NATAL!!!

E UM PRÓSPERO ANO NOVO!!!


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Comentários: 2

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Enviado por Priscila Carla em 19/06/2014

Ótima fic. Não sou muito fã de Harry e Gina, gosto mais de Ron e Hermione, por isso fico feliz que tem a continuação.

Nota: 5

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Enviado por Tatiana Souza em 25/08/2011

Oi eu quero dizer que li essa fic umas três vezes e acho legal, nunca comentei e nem dei nota... Gostei mais ainda quando teve a continuação com Before The Dawn...

Nota: 4

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