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MELHORES DESCRIÇÕES
_ Algum problema? – perguntou, sombriamente, com um riso debochado e mal contido nos lábios – achei que, a essa altura da vida, você já tivesse aprendido a tirar a roupa de uma mulher... – provocou, sem conseguir deixar passar a oportunidade de provocá-lo ainda mais – será que eu vou ter que lhe ensinar isto?
Ele teve a certeza de que ficaria louco antes do final da noite. Aquela mulher com certeza o deixaria doido, se continuasse a provocá-lo assim por muito mais tempo. Com um movimento firme, ela empurrou Sirius para trás, fazendo-o caminhar de costas em direção à cama. Ele deu alguns passos para trás, ainda olhando abismado para o corpo da prima, até que suas panturrilhas encontraram os pés da cama e ele foi levemente forçado a sentar-se sobre os lençóis de seda carmim.
_ Primeiro, você acha o zíper... – começou, provocativa, num tom bastante didático, posicionando-se diante dele e mostrando a abertura lateral de seu vestido – depois, você o puxa lentamente para baixo, assim... – continuou, executando ela própria as instruções que dava ao moreno – Viu como é simples? – perguntou, sorrindo triunfante, quando finalmente o vestido se tornou apenas um pedaço de tecido negro amontoado no chão.
Não era a primeira vez que Sirius via Bellatrix com pouca ou quase nenhuma roupa. De fato, certa vez, ela desfilara pela casa de verão dos Black trajando apenas um minúsculo biquíni, deixando ver muito mais do que a lingerie de renda negra mostrava naquele exato momento. Mas o contexto era outro, ela nunca se exibira para ele tão abertamente como agora, nunca esteve tão próxima e disponível, não tão sedutoramente...
Sirius só precisaria esticar o braço e então puxá-la para si, deitá-la na cama e fazer uma das coisas que fazia melhor, mas, curiosamente, preferiu permanecer alguns segundos apenas contemplando aquele corpo tão desejado, como se quisesse guardar aquela imagem na memória para sempre.
Os longos cabelos negros emolduravam aquele rosto forte, porém, delicado que poderia povoar, ao mesmo tempo, os melhores sonhos e os piores pesadelos de um homem... O pescoço alvo e lânguido apresentava pequenas manchas levemente avermelhadas, marcas da passagem dos lábios de Sirius por ali... As omoplatas definidas e perfeitamente harmoniosas com ombros finos... O colo rosado e robusto sempre tão sexy... Os seios firmes e fartos preenchendo totalmente o sutiã meia-taça...
Foi necessária muita força de vontade da parte de Sirius para que seus olhos finalmente saíssem dos seios de Bellatrix. Como se estivesse hipnotizado, ele observara a forma, a cor, tentando antecipar qual seria a textura e a consistência deles, se seriam capazes de preencher suas mãos ávidas por tocá-los da mesma maneira com que pareciam transbordar do sutiã... Não sem dificuldade, Sirius continuou descendo seu olhar. Observou a barriga lisa e a cintura fina e delgada... As curvas do quadril circundadas pela leve e fina camada de renda quase transparente, que deixava entrever a virilha... As pernas, delicadas e sensuais...
_ Sabe, Six... é exatamente como você disse... – as palavras dela chegaram lentamente aos ouvidos dele, o apelido que ela nunca usara sendo sussurrado de maneira lenta e sensual finalmente tirou-o do estado de contemplação em que o moreno se encontrava – felizmente, olhar não tira mesmo pedaço... – ela repetiu a frase dele com o mesmo tom de voz lento e arrastado que ele usara anteriormente – mas, ainda assim, será que você poderia, por favor, parar de me olhar desse jeito? Caso contrário, alguém pode acabar percebendo que você está louquinho por mim... – completou, com um sorriso de lado, mordendo levemente um dos cantos do lábio inferior.
Escutar Bellatrix provocá-lo com suas próprias palavras foi a gota d’água para os nervos de Sirius. Embora ela estivesse esperando por aquilo, a agilidade com que Sirius a agarrou e a trouxe para a cama chegou a surpreendê-la, fazendo-a soltar uma sonora gargalhada quando a pele de suas costas nuas entrou em contato com o delicioso tecido do lençol.
Sirius interrompeu a risada dela com beijo avassalador, fazendo seu corpo pesar sobre o dela e, assim, imobilizando-a parcialmente. Ele a beijava com urgência e fervor. Tomava os lábios avermelhados dela entre os seus e vasculhava a boca dela com sua língua exigente. Uma de suas mãos localizava-se na nuca dela, puxando-a para si, enquanto a outra produzia toques quentes e deliciosos pela extensão do corpo dela.
Embora parcialmente presa sob o peso de Sirius, os braços de Bellatrix tinham uma boa mobilidade. Uma de suas mãos estava entranhada nos cabelos do moreno, enquanto a outra percorria suas costas musculosas, arranhando levemente a pele dele. Aquele beijo era algo sem precedentes para ela, pois, embora já tivesse desfrutado da companhia de muitos homens, nenhum deles demonstrara tais sentimentos, nem despertara nela sensações como Sirius estava fazendo naquele momento.
Depois de quase perder o fôlego, Sirius diminuiu ligeiramente a velocidade e a intensidade dos beijos, passando a investir em carícias mais pontuais. Ele beijava-lhe o pescoço, começando pela extensão da curva do maxilar, queixo, nuca... quando sua boca aproximou-se da área pouco abaixo das orelhas, Bellatrix deixou escapar um leve suspiro e ele pôde sentir os cabelos da nuca dela arrepiarem-se fortemente.
Ele havia encontrado um dos pontos fracos da mulher. Poucos homens tinham a paciência de explorar aquela área aparentemente tão insignificante e, por isso, não chegavam a descobrir os efeitos que ela poderia causar quando estimulada da maneira correta. Investindo ainda mais nesta área erógena, Sirius sentiu Bellatrix mover-se levemente sob ele, inquieta, como se algo dentro dela estivesse prestes a explodir.
Quando Sirius começou a descer os beijos de volta ao pescoço, ela o segurou pela nuca, demonstrando que seu “trabalho” ali ainda não havia terminado. Dando continuidade aos beijos envolventes, as mãos de Sirius deram início a um passeio mais ousado. Uma delas saiu da nuca e escorregou lentamente pelo pescoço, contornou os ombros nus e parou ao encontrar a borda do sutiã. Sem pensar nas conseqüências, ele enfiou os dedos pela borda entre os seios dela e, num movimento rápido e preciso, puxou a peça de uma vez só, fazendo o fecho abrir-se, e a peça ser lançada para longe da cama, indo repousar no chão, onde as outras desnecessárias peças de roupa também jaziam.
A atitude de Sirius tornou a surpreender Bellatrix. Ela encontrava-se tão absorta em deliciar-se com os beijos do moreno em seu ponto fraco que quase nem sentia os outros toques dele. Era como se todos os pontos sensíveis do seu corpo estivessem concentrados no ponto que ele beijava, mas a força e a agilidade empregadas pelo primo para tirar-lhe o sutiã trouxeram Bellatrix de volta aos acontecimentos relativos ao restante de seu corpo.
Enquanto as bocas ávidas voltavam a se encontrar, os seios à mostra de Bellatrix começaram a ser lentamente examinados pelas mãos de Sirius. Ele os acariciava, tomando-os completamente na palma das mãos, apalpava-os, intercalando força e delicadeza, passava os dedos pelos mamilos rosados, fazendo-os enrijecer... Mais uma vez, a boca de Sirius abandonou a de Bellatrix e foi encontrar-se com um dos seios dela.
Se Sirius sabia trabalhar com as mãos naquela parte tão delicada do corpo de uma mulher, isso não era nada comparado às sensações que sua boca sabia causar. As mãos dele desceram rapidamente pela lateral do corpo dela, indo repousar em sua cintura fina e, novamente, ele a puxou para si. Com este movimento, ele sentou-se na cama e a fez sentar-se em seu colo, ficando, assim, um de frente para o outro.
Segurando-a firmemente pela cintura com uma das mãos, ele voltou sua atenção novamente para os seios. Sua boca buscava avidamente o contato com um deles, enquanto a mão que não estava na cintura ainda acariciava o outro. Intercalando beijos lentos e famintos, Sirius contornou todas as curvas do colo de Bellatrix, passando de um seio a outro e demorando-se com capricho nos mamilos cada vez mais firmes.
Sentada sobre seu colo, Bellatrix tinha total consciência de que a rigidez dentro da calça de Sirius só aumentara desde o momento em que tudo havia começado. Um sinal que, geralmente, só a deixava ainda mais certa e orgulhosa de si mesma e de seus poderes de sedução, naquela noite representava algo mais, pois ver e sentir a óbvia excitação do moreno só a deixava ainda mais interessada.
Bellatrix não era uma mulher de “preliminares”. Na maioria das vezes, esta etapa limitava-se aos momentos sedução e conquista, seguindo logo para o que realmente interessava. Para ela, beijos e carícias eram uma perda ridícula do seu precioso tempo, além de acrescentarem um perigo desnecessário aos seus encontros extra-conjugais. Mas isto foi antes de estar com Sirius. Ele estava demonstrando ser um mestre nesta etapa e, sem dúvida, já deveria ter levado várias mulheres às nuvens só utilizando as mãos e a boca. Só de tentar imaginar o que ainda estaria por vir, ela sentiu sua excitação aumentar consideravelmente.
Como a paciência definitivamente não estava entre as virtudes de Bellatrix, uma vez que a idéia de conferir tudo do que Sirius era capaz instalou-se em sua mente, ela não desistiria de conseguir isso o mais rápido possível. Enquanto Sirius ainda dedicava toda sua atenção os seios dela, Bellatrix voltou suas mãos para o fecho da calça dele. Ainda havia roupas demais cobrindo o corpo de Sirius para o seu gosto e era preciso livrar-se delas imediatamente.
Em poucos segundos, numa manobra complicada devido à posição em que ambos se encontravam, os dois botões e o zíper já estavam abertos. Porém, antes que ela pudesse escorregar suas mãos para dentro da calça, ele a empurrou levemente, fazendo-a deitar-se novamente na cama.
_ Por que a pressa, Bellatrix? – perguntou, deitando-se mais uma vez sobre ela e voltando a beijar-lhe deliciosamente os lábios e o pescoço.
Não havia como dizer que ela não estava gostando. Mas, ainda assim, ela preferia que Sirius apressasse um pouco as coisas, saciando de uma vez o desejo que crescia exponencialmente dentro dela. A cada toque de Sirius, sua pele parecia arder de desejo e paixão, ela não sabia o quanto ainda agüentaria naquela tortura delirantemente prazerosa.
Alheio às inquietações de Bellatrix, Sirius continuava sua cuidadosa exploração. Não havia um único centímetro do pescoço e o colo dela ao qual ele já não tivesse intensamente se dedicado. Depois de mais uma passagem pelos seios que fez Bellatrix arquejar as costas e arrepiar-se de tanto prazer, ele começou a descer ainda mais. Enquanto as mãos seguiam acariciando a cintura fina, os lábios trilhavam um caminho de beijos incandescentes pela barriga dela.
O cérebro de Bellatrix parecia ter sido nocauteado. Ela sentia como se um estranho tipo de feitiço estuporante a tivesse atingido, pois, embora seus pensamentos não fizessem mais sentido nem para ela própria, seu corpo respondia quase que de maneira involuntária às caricias de Sirius. Enquanto ele lhe beijava o abdômen, seus dedos finos embrenhavam-se nos cabelos dele, incentivando-o a continuar.
Finalmente sentir o gosto da pele de Bellatrix em seus lábios, depois de tantos anos de sonhos, fazia Sirius sentir-se dominado por uma estranha mistura de sensações. Ao mesmo tempo em que compartilhava do óbvio desespero de Bellatrix pela demora, por mais que todo o seu corpo estivesse implorando para que ele apressasse as coisas e satisfizesse um de seus desejos mais antigos, ele sentia um prazer redobrado na lenta tortura que vinha impondo a ela. Ver a prima tão envolvida com seus toques e carícias fazia Sirius conseguir se controlar e, assim, partir para etapas mais audaciosas.
Sirius continuou descendo com seus beijos deliciosos pela barriga de Bellatrix, acariciando com seus lábios úmidos e sua língua quente toda a extensão da cintura da prima, sem se deter em parte alguma. Bellatrix aproveitou cada toque daquela descida lenta e casual, sabendo muito bem que o real objetivo do primo encontrava-se um palmo abaixo, ainda encoberto pela fina peça de renda negra.
Quando seus lábios alcançaram a borda de calcinha dela, Sirius escorregou seus dedos lentamente pela lateral dela e puxou a lingerie com leveza e rapidez, fazendo Bellatrix não conseguir reprimir um suspiro sôfrego que denunciou sua impaciência e excitação. Ela tinha total consciência de que estava completamente nua enquanto ele permanecia apenas seminu, embora os botões e o zíper de sua calça estivessem abertos, dando pequenas mostras do valioso conteúdo interno.
Mas Bellatrix não teve tempo para pensar em tirar o restante das roupas de Sirius, pois um longo e prazeroso arrepio percorreu sua espinha quando ela sentiu os lábios do moreno fazerem contato com a parte recém-descoberta de seu corpo. Quando o moreno afastou levemente as pernas dela para dar-se mais ainda mais liberdade para explorar aquela área tão desejada, Bellatrix fechou os dedos sobre a deliciosa superfície do lençol da cama, numa inútil tentativa de controlar o fluxo de sensações que inundava o seu corpo.
Sirius começou fazendo seus lábios tocarem levemente o sexo da prima. Com delicadeza e maestria, ele continuou aplicando ali beijos que fizeram os pensamentos de Bellatrix parecerem totalmente desconexos e seus reflexos motores não obedecerem mais aos comandos de seu cérebro estuporado de prazer. Aos poucos, ela sentiu a intensidade dos beijos aumentar até que a língua dele finalmente entrou em ação, aumentando exponencialmente as sensações prazerosas.
Com movimentos rápidos e precisos, Sirius explorou toda região, sentindo em sua boca o sabor da excitação de Bellatrix. Quanto mais a língua de Sirius se mexia, estimulando os pontos mais sensíveis, mais Bellatrix envergava suas costas e embrenhava suas mãos no lençol, em sinal de seu crescente prazer.
Sirius segurou com força a cintura da prima para evitar que ela se afastasse involuntariamente, quando fortes espasmos chacoalharam todo o seu corpo lânguido e trêmulo de prazer. Embora Bellatrix fosse uma mulher experiente e tivesse uma vida sexual ativa e bem resolvida, nada a havia preparado para aquilo.
As sensações causadas por Sirius eram simplesmente sem precedentes. Até então, nenhum homem, nem seu próprio marido, nem os diversos amantes que tinham passado por sua vida, tinham-na levado a um orgasmo ainda nas preliminares. De fato, poucos desses homens tinham conseguido proporcionar com um transa inteira o que Sirius conseguira ainda vestido.
Novamente, a vulnerabilidade de sua nudez em contraste com a consciência de que Sirius ainda permanecia com a calça irritou Bellatrix. Agora, mais do que nunca, ela sentia arder dentro de si um desejo incontrolável pela figura do primo e aquele simples tecido estava, literalmente, impedindo que seu desejo mais eminente se realizasse.
Enquanto Bellatrix pensava na melhor maneira de conseguir que Sirius tirasse a calça e mostrasse a ela a maravilhosa maneira como veio a mundo, ele, parecendo alheio à impaciência dela, subia lentamente com seus beijos, voltando a dedicar-se avidamente ao seu pescoço alvo já marcado de vermelho, enquanto seus dedos percorriam, de maneira atrevida, as pernas dela.
Todas as sensações que Sirius havia proporcionado à prima até o momento, longe de satisfazê-la, haviam deixado Bellatrix ainda mais excitada. A expectativa que surgia a cada toque de Sirius em sua pele só rivalizava com a frustração vinda do fato de ele ainda estar semi-vestido e a demora de chegarem onde realmente interessava.
Bellatrix definitivamente não estava mais para brincadeiras. Não importava mais quão desesperada ela poderia parecer se tentasse dar outro rumo a situação, afinal, ela estava mesmo desesperada! Nunca havia se sentido tão ansiosa por algo em toda a sua vida; não estava acostumada a ter que esperar para conseguir o que queria e Sirius não estava facilitando as coisas.
Quanto mais ela tentava alcançar a calça dele para livrá-lo daquele pedaço de pano idiota e insolente, mais Sirius parecia fazer questão de dificultar as investidas dela, mudando de posição ou impedindo as mãos dela de chegarem ao destino almejado. Ele estava realmente se divertindo com essa luta, pois ver Bellatrix frustrar-se em cada tentativa de lhe tirar a roupa estava sendo o melhor dos afrodisíacos.
Não que ele precisasse, é claro. Nenhum homem que tivesse a honra de estar na presença de Bellatrix precisaria de qualquer tipo de ajuda desse tipo, mas, para Sirius, a demora e o crescente desespero da prima tinham um gosto especial: gosto de vingança. Até quando ele agüentaria só provocá-la, ele não sabia ao certo, mas sabia que seria recompensado quando chegasse a sua vez de se satisfazer.
Antes que Sirius conseguisse pensar em algo mais para torturar Bellatrix, ela inverteu as posições num movimento rápido e forte que poderia parecer impossível para uma mulher como ela. Havia um brilho muito estranho em seus olhos que surpreendeu mais a Sirius do que a atitude dela. As íris negras cintilavam com uma mistura de desejo e cobiça, mas havia também um toque de malícia e, acima de tudo, um fogo de aparência muito perigosa.
Prendendo a cintura de Sirius com os joelhos, Bellatrix sentou-se firmemente sobre as coxas dele. Com um sorriso verdadeiramente maldoso e travesso, ela fechou os olhos lentamente, levando ambas as mãos aos cabelos e afastando os fios rebeldes do rosto e do colo, deixando seus seios bem visíveis, enquanto suas costas arquejavam num movimento felino.
A perspectiva de Sirius, olhando para Bellatrix e vendo-a exibir-se daquela maneira lenta e provocante, fez o moreno desistir de seu próprio jogo. Por mais saborosa que fosse a vingança, dificilmente ela seria mais deliciosa que Bellatrix. Porém, quando Sirius tentou estender as mãos para puxar a prima para si, estranhou não conseguir mover os braços.
Sirius precisou de mais alguns segundos para perceber que não importava o quanto ele tentasse, suas mãos e seus braços permaneciam parados como se imobilizados ou petrificados. Seria Bellatrix tão inebriante que seus músculos haviam deixado de responder aos comandos do seu cérebro? Confuso, Sirius tentou mais uma vez e, com um toque de desespero, percebeu o sorriso travesso de Bellatrix transformar-se numa triunfante gargalhada.
_ Como é que você fez isso? – indagou Sirius, sem esconder a surpresa em sua voz.
_ Você tem os seus truques, eu tenho os meus... – respondeu, ainda com as íris negras faiscando enquanto fitavam o cinza pasmo do olhar do primo.
Sem dar maiores satisfações, Bellatrix pôs-se a agir, apoiando os joelhos na cama e interrompendo o contato de seu quadril com as coxas dele. Lentamente e sem desviar os olhos de Sirius, ela se afastou um pouco para dar mobilidade às suas mãos ávidas. Com uma rapidez e facilidade que deixou o moreno ainda mais atônito, ela se livrou da calça que tanto a irritara até ali.
Por baixo da calça social, Bellatrix constatou que Sirius usava uma boxer preta que marcava muito bem o contorno de suas coxas torneadas e o do quadril forte e estreito. Ela sorriu ao notar que a cueca era justa o suficiente para não conseguir disfarçar a enorme excitação do moreno. Correu um dedo pelo abdômen definido dele, com uma calma que ela simplesmente não conseguia explicar, uma vez que tudo que ela desejava era lançar longe aquela peça que simbolizava o último obstáculo.
Sirius sentia uma estranha sensação percorrer seu corpo. Embora houvesse um toque de preocupação com o fato de estar praticamente imobilizado enquanto Bellatrix estava completamente livre, o desejo que brilhava nos olhos dela, de certa forma, o tranqüilizava, pois estava claro que ela não sairia dali enquanto não conseguisse o que queria.
Agora era a vez de Bellatrix sentir-se no controle, e a idéia de poder aumentava cada vez mais sua excitação. Ela nunca achou ser possível desejar tanto um homem como naquele momento desejava Sirius. Era como se nada mais importasse, a não ser sentir e aproveitar as sensações que ele era capaz de lhe proporcionar.
Após mais um breve momento de contemplação diante da perfeição do corpo do moreno, Bellatrix adiantou-se, começando a beijar o pescoço dele com tanta vontade e avidez quanto ele havia feito anteriormente. No instante em que sentiu o gosto da pele de Sirius em sua boca, desistiu de devolver a série de tortura e provocação que ele lhe havia imposto. Ela tinha uma idéia ainda melhor.
Abandonando o pescoço de Sirius, agora também marcado de vermelho devido à força dos beijos aplicados ali, Bellatrix encaminhou-se para baixo e, sem cerimônias, tirou a boxer, deixando Sirius completamente nu, deitado e imobilizado na cama. Ainda que não houvesse nada que ela desejasse mais no mundo do que sentir Sirius dentro de si, Bellatrix teve autocontrole suficiente para voltar lentamente à posição inicial, apoiando seu quadril nas coxas do moreno e fitando-o enigmaticamente.
_ E agora? O que eu faço com você? – perguntou, numa voz baixa e sexy que fez os pêlos do rapaz se eriçarem.
_ Que tal me soltar? – arriscou, mesmo sabendo ser pouco provável.
_ Eu acho que não... – respondeu, depois de uma gostosa gargalhada.
Bellatrix fixou suas íris negras firmemente na prata do olhar de Sirius, estabelecendo novamente aquele contato praticamente impossível de se romper. Ela não queria perder um único movimento, não podia deixar escapar uma mínima reação da face dele diante do que ela pretendia fazer.
Com uma lentidão angustiante, Bellatrix inclinou-se para frente, movendo também seu quadril alguns centímetros em direção à virilha de Sirius. Quando o moreno percebeu o que ela estava prestes a fazer, sua respiração pareceu falhar e ele teve a certeza de que pagaria caro pelo que tinha feito a ela.
Sirius sentiu um prazer desesperador quando, centímetro por centímetro, seu membro foi sendo lentamente envolvido por Bellatrix. Ela controlou todos os músculos do seu corpo esguio, num movimento lento, fazendo daquilo uma tortura agonizante e prazerosa. A excitação dela era tanta que quase não houve atrito, apenas um deslizar suave.
Bellatrix acompanhava cada descompasso da respiração de Sirius enquanto seu quadril movia-se lentamente em direção à base da virilha dele. Quando ela finalmente terminou o movimento, os olhos dele pareceram sair de foco e perder-se no negro das íris dela, enquanto ela sorria de maneira triunfante.
Ambos permaneceram estáticos por um segundo, apreciando devidamente o momento e fazendo as sensações se prolongarem. Sirius fechou os olhos por um instante, um sorriso enviesado percorrendo seus lábios. Ele sabia que ela não pararia ali. Um novo prazer absurdo percorreu seu corpo quando, após mais um segundo que pareceu infinito, Bellatrix finalmente voltou a se mexer sobre ele.
Apoiando-se nos joelhos, Bellatrix levantou levemente o quadril, iniciando uma lenta subida para, em seguida, descer novamente, com quase nada de velocidade a mais que na primeira vez. Os olhos de Sirius estavam novamente abertos, praticamente arregalados, na intenção de não perder um único movimento da prima. Quando o quadril de Bellatrix atingiu novamente a base da virilha de Sirius, ela tornou a subir lentamente.
Um padrão não chegou a se estabelecer. A cada subida lenta e controlada de seu quadril, Bellatrix descia com mais rapidez e força, aumentando aos poucos a intensidade dos movimentos e a profundidade da penetração. Seus olhos negros não abandonavam nem por um segundo o rosto de Sirius, no qual o prazer e a agonia encontravam-se inteiramente estampados.
Seus olhos cinza brilhavam em resposta ao prazer que seu corpo sentia, mas havia um vestígio de impaciência provocado pela falta de mobilidade dos braços. Sirius queria poder tocar Bellatrix, senti-la entre seus dedos, controlá-la, embora ela certamente não precisasse ser guiada no que estava fazendo.
Notando ambos os sentimentos, tão visíveis no rosto do primo, Bellatrix movia-se cada vez mais rápido. Enquanto ela intercalava movimentos circulares entre as subidas e descidas, rebolando sedutoramente sobre ele e fazendo-o contorcer-se de prazer sob si, suas mãos percorriam o próprio corpo. tocando as partes que Sirius teria provavelmente vendido a alma para poder alcançar com suas próprias mãos naquele momento, fazendo a agonia do moreno também crescer.
Bellatrix não saberia dizer o que estava lhe proporcionando mais prazer: a satisfação de finalmente sentir Sirius dentro de si ou o prazer sádico de vê-lo imobilizado e desesperado para tocá-la. Os dedos do moreno dobravam-se impacientemente na extremidade dos braços imobilizados, mas ele não seria capaz de mandá-la parar. Era algo tão contraditório que nenhuma mente humana seria capaz de entender.
Obviamente, a racionalidade havia ficado para fora do quarto quando ele trancara a porta, pois nada mais fazia sentido. Só havia ali instintos inexplicáveis e desejos contidos por anos, finalmente concretizados. Ela voltou a acelerar seus movimentos, as investidas tornaram-se cada vez mais profundas e prazerosas. Uma de suas mãos percorria atrevidamente o próprio corpo enquanto a outra tocava o escultural corpo do primo, causando em ambos sensações incontroláveis. Uma sombra estranha passou pelos olhos cinza de Sirius e sua boca contorceu-se na inútil tentativa de conter um gemido alto.
- Bellatrix!! Eu vou...
- NÃO SE ATREVA! – ordenou.
Tarde demais. Um segundo gemido, ainda mais alto, escapou dos lábios do moreno, seus olhos voltaram a sair de foco e sua respiração perdeu o compasso. Uma forte decepção invadiu Bellatrix quando sentiu Sirius estremecer e, em seguida, relaxar involuntariamente sob si. Sentindo-se frustrada, Bellatrix extravasou sua decepção com um estalado tapa no rosto de Sirius, dirigindo-lhe um olhar de ódio e indignação. Como ele se atrevia? Como ele simplesmente ousava a deixá-la tão insatisfeita?
Bellatrix sentia-se totalmente ultrajada. Primeiro, ele se mostrava um homem maravilhosamente experiente, enchendo-a de excitantes expectativas e, em seguida, isto! Patético! E pensar que por todo o seu corpo ainda fluíam ondas de desejo, repleto de uma excitação não saciada...
_ Ei! – começou a protestar o moreno, levando uma das mãos ao lado do rosto atingido, mas parou ao perceber que recuperara o movimento dos braços.
Provavelmente, a raiva e a decepção que Bellatrix sentia naquele momento fizeram com que ela se esquecesse do feitiço lançado, devolvendo, assim, a total mobilidade do corpo do moreno. Agora que se encontrava novamente livre, ele sabia que deveria agir rapidamente para afastar aquela opaca indignação presente nas íris negras da prima.
_ Aonde você pensa que vai? – perguntou Sirius, esticando seu outro braço livre para segurá-la pelo pulso, quando Bellatrix tentou se afastar, desviando seu o olhar negro e irritado.
_ Voltar para a festa. – respondeu, num tom frio e gelado que contrariava a cor rósea de sua face ainda indignada.
_ “Voltar para festa”? Eu acho que não... – respondeu, com um sorriso ladino preenchendo os lábios sedutores – Se você acha que eu poderia ficar meramente satisfeito com isto, sinto informar que você deve andar muito mal servida de homens, Bellatrix! – completou, puxando com agilidade a prima de volta para a cama e atirando-a contra o lençol de seda carmim.
Pega de surpresa mais uma vez, Bellatrix fitou Sirius por alguns instantes. O sorriso provocante em seus lábios e a confiança em sua voz deram a ela a certeza que, definitivamente, não estava acabado. Uma onda de excitação ainda maior preencheu seu corpo quando ela se deu conta de que, na verdade, a melhor parte ainda estava por vir, e sorriu com a perspectiva.
Ainda olhando fixamente nos olhos negros de Bellatrix, Sirius percebeu a mudança de sentimentos ali presentes. Onde houvera, segundos antes, decepção e frustração, naquele momento, voltavam a brilhar intensamente o desejo e a volúpia. Ele observou o delicioso sorriso espalhar-se por seu rosto, enquanto ela fechava os olhos, em sinal de entrega total aos planos do moreno.
Sirius sabia que esta era a sua chance. Nunca uma mulher havia saído de sua cama sentindo-se insatisfeita e não seria com Bellatrix, a mulher que ele mais desejou na vida, que isso iria acontecer. Agora, que toda a ansiedade, a urgência e o desespero tinham sido lavados pelo primeiro orgasmo e que ambos voltaram a estar conscientes de seus corpos e pensamentos, é que o verdadeiro prazer iria começar.
Com mais um olhar de quase tirar pedaços para o corpo nu estirado languidamente no lençol de seda, Sirius deitou-se sobre ela. Considerando que ambos já haviam desfrutado de lentidão e delicadeza em doses suficientes para aquela noite, Sirius não fez cerimônias ao penetrar-lhe de maneira firme e vigorosa.
Se, na primeira vez, controlar cada centímetro de Sirius escorregando lentamente para dentro de si fora uma sensação deliciosa, então, sentir seu corpo másculo e sensual pesando sobre o seu, preenchendo-a com tanta força e paixão que a fez soltar um sôfrego gemido, era uma sensação tão prazerosa que Bellatrix não conseguiria descrever.
Numa só investida, Sirius havia se projetado inteiramente para dentro dela. Mais um lânguido suspiro escapou de seus lábios quando Sirius afastou seu quadril, por apenas milésimos de segundo, antes de voltar a preenchê-la por completo. Sem pressa e com todo o deleite merecido, Sirius começou a mover-se com crescente força e rapidez. Toda a delicadeza e a lentidão tinham, definitivamente, ficado para trás e, naquele momento, ondas de incomparável prazer percorriam os corpos de ambos.
Os pensamentos de Bellatrix voltaram a perder o nexo, deixando que seu corpo correspondesse da maneira que achasse melhor aos movimentos de Sirius. Suas mãos percorriam as costas desnudas do moreno, alternando entre contornar suavemente seus músculos definidos e arranhar-lhe a pele com as unhas afiadas, sentindo-o arrepiar-se com o seu toque. Provavelmente, era a mesma sensação de prazer que ela sentia quando ele percorria sua cintura e pernas com suas mãos fortes.
Apesar do o corpo de Sirius pesar sobre o seu, encurralando-a na cama, Bellatrix sentia estranhamente livre, de uma maneira como nunca havia se sentido antes. Embora ele se mantivesse por cima, não a subjugava, ou sequer tentava dominá-la como muitos tinham tentando fazer - e, logicamente, tinham falhado miseravelmente.
Muito pelo contrário, ele deixava-se guiar pelos gemidos e suspiros que saíam dos lábios dela quando ele os abandonava por breves momentos, mas fazia isto daquela maneira tão decidida e convicta como só um homem muito experiente e confiante poderia fazer sem parecer indeciso ou infantil. Sirius dedicava-se inteiramente a fazê-la desmanchar-se de prazer, aumentando a velocidade e investindo com mais força a cada gemido sôfrego ou diminuindo e suavizando a cada suspiro de prazer. Afinal, nada poderia dar mais prazer a ele do que saber ter satisfeito uma mulher tão exigente quanto ela.
Enquanto ela suspirava, ele a beijava intensamente: boca, rosto, pescoço, ombros... Suas mãos traziam Bellatrix para cada vez mais perto, como num desejo insano de torná-la uma parte de si próprio. Não havia nada mais que importasse a não ser estar ali, em ter Bellatrix em seus braços, sentindo o seu gosto delicioso, fazendo-a gemer e suspirar de prazer.
Ele focalizou seus olhos cinza no rosto contorcido de prazer dela. As íris negras estavam escondidas sob as pálpebras cerradas. A boca entreaberta esforçava-se para absorver o máximo de oxigênio possível, mas respirar parecia cada vez mais difícil. Definitivamente, aquela era a imagem da mulher mais maravilhosa que já estivera em seus braços.
Sirius sempre considerara Bellatrix a mulher mais linda que ele já vira. Desde sempre, ele a admirava e a cobiçava, mas nunca imaginou ser possível chegar o dia em que tal admiração beiraria a verdadeira adoração como acontecia naquele momento. Certamente, tamanha devoção estava estampada em seu rosto, pois, quando Bellatrix abriu os olhos negros e o fitou longamente, um sorriso vitorioso expandiu-se por seus lábios.
Ela estava certa de que aquela era a melhor noite de sua vida. Estar com Sirius a fazia achar que morreria quando eles finalmente se separassem, quando seus corpos se distanciassem e aquele prazer todo acabasse. Por outro lado, ela sabia que, se houvesse uma possibilidade, ainda que imaginária, de nunca acabar, então, ela certamente morreria, pois não haveria ar suficiente para respirar e seu corpo em breve não responderia mais a nenhum comando.
Os movimentos do moreno intensificavam-se a cada gemido rouco que Bellatrix emitia, instigando-o e incentivando-o a continuar. Um misto de sensações térmicas percorreu o corpo de Sirius quando as mãos quentes dela escorregaram pelas costas suadas do moreno e foram instalar-se em suas nádegas firmes e contraídas, arrastando consigo o frio bracelete de prata pela superfície quente da pele dele. Ao mesmo tempo, as pernas lânguidas de Bellatrix circundavam a cintura de Sirius, aumentando ainda mais o contato dos corpos e proporcionando uma penetração ainda mais profunda e prazerosa.
Diante da atitude de Bellatrix, Sirius sentiu que, dentro de si, as comportas do prazer estavam prestes a romper, mas, com bravura e valentia, ele conseguiu segurar-se. Bellatrix provavelmente o mataria caso ele se adiantasse novamente, e ele não permitiria que ela terminasse aquela noite insatisfeita e decepcionada. Apesar da urgência em conter-se, Sirius não conteve a força e a velocidade de seus movimentos, pois os gemidos de Bellatrix só aumentavam.
Sirius voltou a beijá-la na área entre a orelha e o pescoço, sem descuidar um segundo de tocá-la e preenchê-la completamente. Ela ainda mantinha as pernas firmemente entrelaçadas ao redor de sua cintura e ele aproveitou a posição para puxá-la com força e vontade para mais perto de si, colando cada vez mais seu corpo ao dela.
Com tal aumento de contato entre as peles, Bellatrix sentiu o cheiro de Sirius invadi-la e entorpecê-la completamente. Os toques atrevidos e as investidas exigentes dele fizeram-na sentir uma poderosa sensação começar a se alastrar pelo seu corpo. Um formigamento surgiu na região do baixo ventre e espalhou-se com velocidade e intensidade crescente por todo o corpo dela, estremecendo-o de prazer.
Gemer já não era suficiente, pois Sirius parecia simplesmente ter ignorado o que acabara de acontecer. Seus movimentos não cessaram nem diminuíram, aumentando a vontade dela de gritar. Quando novas ondas de prazer, ainda mais fortes que as anteriores, percorreram seu corpo, Bellatrix cravou suas unhas na costas nuas do moreno. Na tentativa de evitar que um som alto demais saísse de seus lábios e denunciasse o prazer que sentia naquele momento, ela aproximou seu rosto do ombro forte e másculo de Sirius, abocanhando-o.
Sirius sentiu suas costas arderem sob as feridas que as unhas dela causaram, mas isso não o fez diminuir o ritmo. Ele já sentira Bellatrix contorcer-se freneticamente de prazer sob si, mas isso também não o impediria. Quando ele sentiu a dor que boca dela proporcionou em seu ombro, ouvindo os gemidos abafados que escapavam de seus lábios trêmulos, ele investiu ainda mais forte, não se importando se ela gemeria de dor ou de prazer.
Isto fez com que mais uma onda aterradora sacudisse fortemente o corpo estuporado de prazer de Bellatrix e ela não teve mais forças para morder ou arranhar coisa alguma. Mal conseguindo respirar, ela sentiu que poderia realmente ter se desmanchado inteira, como se cada músculo do seu corpo tivesse se transformado em gelatina.
Sirius ofegava ruidosamente devido ao esforço que fazia e, vendo a satisfação estampada no rosto da prima, permitiu que o prazer que ardia dentro de si fosse, enfim, liberado. Com mais uma forte estocada, que fez Bellatrix gritar ainda mais alto, ele também estremeceu fortemente, deixando que seu corpo expelisse todo o prazer contido até então.
Ainda com todas as sensações de prazer percorrendo-lhe o corpo, Sirius sentiu seus músculos relaxarem involuntariamente. Com um toque de ternura, ele se preocupou em segurar o próprio peso, apoiando-se sobre os cotovelos, como se temesse achatar aquele corpo tão belo e delicado. Nesta posição, ele fitou o rosto sublime da prima, que mantinha os olhos fechados e tentava inutilmente recuperar o controle da própria respiração.
_ Deveríamos ter colocado um feitiço abafador de sons, afinal... – comentou Sirius, num tom casual, como de alguém que observa uma nuvem cobrir o sol ou qualquer outra eventualidade climática, fazendo Bellatrix soltar uma sonora gargalhada – não podemos nos esquecer disso na próxima vez... – continuou, posicionando-se ao lado dela na cama.
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