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9. Verdadeiras intenções


Fic: Alvo Potter e o Tratado de Dumbledore- Titulo provisório


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Encostaram em um grande pilar no corredor vazio mais próximo, tiram a capa arfando da corrida, Alvo deu um jeito de deixá-la meio escondida embaixo das vestes e correram para o salão comunal, já estavam cinco minutos atrasados para História da Magia.
-Pense pelo lado positivo- Disse Meg tentando ser otimista-, todo mundo diz que História da Magia é um saco.
-Mesmo assim, não pega muito bem parecer ter matado aula no primeiro dia de aula- Resmungou Alvo quando voltava do quarto de Tiago, onde tinha guardado a capa.
A aula de História acontecia no corredor do terceiro andar, em uma sala muito escura, iluminada somente por dois pequenas janelas de vitrais que deixavam entrar pouca luz em varias cores sombrias. O fantasma do professor Binns falava com voz monótona alguma coisa sobre as batalhadas dos duendes quando Alvo e Meg empurraram a porta tentando serem o máximo discretos o possível, mas a porta estava precisando urgentemente de óleo, e rangeu chamando a atenção de toda a sala.
-Com licença professor...-Começou Meg timidamente.
-Vocês estão exatamente dez minutos atrasados, isso é um bocado de tempo quando se trata de uma aula de cinqüenta minutos. É melhor que tenham uma boa explicação.-O professor cruzou os braços esperando o que viria deles.
Mais do que rápido Alvo respondeu:
-Foi um fantasma chamado Pirraça. Nos não sabíamos onde era sua sala, então perguntamos para ele, que nos indicou uma sala inexistente no sétimo andar, ficamos um tempão tentando achá-la, só soubemos que ele mentira quando a fantasma da Corvinal nos indicou a sala certa.
O professor balançou a cabeça desaprovando, Alvo gelou, sou história fora tão convincente, tinha certeza que Binns acreditaria!
-Esse Pirraça é mesmo uma praga... Não sei porque que um instituto de ensino tão avançado como Hogwarts ainda expulsou uma vergonha como ele. Certo, vamos, vamos, podem entrar.
Alvo soltou a respiração aliviado e olhou para Meg que retribuía o olhar aprovando agradecida. Ele captou um olhar “Onde você esteve?” de Larry que estava na terceira fileira e Rosa também os fitava curiosa, mas agora não era hora de explicações, e sim de ouvir e tentar não cair no sono com as explicações de Binss sobre os duendes.

No final do dia, depois de sobreviverem a uma dura maratona de duas aulas de História da Magia e decorarem o nome de todos os duendes da Aliança Vermelha na Guerra da Eslováquia, subiram para o salão comunal, para um pouco de descanso.
Meg e Alvo explicaram todos os detalhes sobre o ocorrido no intervalo que Rosa e Larry ouviram de boca aberta. Quando finalmente pararam de falar, Rosa soltou um “ual” impressionado e Lerry mal podia se conter.
-Por quê vocês não me chamaram?! Tinham que guardar toda a diversão para vocês é? Sabe o que ficamos fazendo enquanto vocês descobriam os podres de Bright?! Junto com a Madame Pomfrey! E foi muito chato, tá? Apareceu outra coruja com mais pacotes do meu avô, e tive que carregar todos aqueles livros por todas essas escadas, ai os degraus sumiram e eu tropecei, derrubei a Rosa e fomos nós dois parar na enfermaria.
Diante da cena dos dois despencando das escadas com um monte de livros mofados junto, Alvo e Meg não puderam conter o riso, o que atiçou ainda mais a raiva de Lerry.
-Não sei onde está a graça.
-Ah mais eu sei.-Debochou Alvo.-Já nos atrasamos o suficiente para um mês hoje, não quero chegar atrasado para o jantar também, vamos?
Eles concordaram e seguiram Alvo até o salão principal, onde estranhamente, a comida ainda não tinha sido servida.
Se sentaram perto de um garoto castanho com um nariz muito grande e uma garota que usava duas longas transas loiras que deviam estar no quinto ano e perguntaram:
-Vocês sabem o que está acontecendo? Já deveriam ter servido o jantar...
O garoto abriu um sorriso cheio de dentes brancos e respondeu bem-humorado.
-É isso que estamos querendo saber. Já estamos aqui à meia hora, e ninguém sabe nos dizer.
-Eu aposto que alguns alunos da Sonserina aprontaram alguma na cozinha.-Argumentou a garota.-Fizeram isso ano passado, ficamos comendo comida enlatada por dois dias. Mas foi bom, graças a isso a Sonserina perdeu mais de cem pontos, ganhamos de lavada.
-O que eles fizeram?-Perguntou Larry.
-Soltaram diabretes.-Respondeu com simplicidade.–Eles botaram fogo nas panelas e explodiram todos os caldeirões, acabaram com toda a comida da despensa. Foi um pandemônio, todos os Elfos saíram correndo apavorados e não paravam de gritar. Tiveram que dormir todos no salão principal já que não tinham para onde ir.
-Pobres Elfos!-Lamentou Rosa.
Foram interrompidos pela profa.McGonagall, que amplificara sua voz para que todos a ouvissem e chamava a atenção dos alunos para ela, quando todos se sentaram e fizeram silêncio, ela começou:
-Como sabem, nosso antigo diretor substituto, o professor Fliwch, se aposentou ano passado, depois cinqüenta de seus oitenta e cinco anos lecionando em Hogwarts. Hoje, vamos ter a oportunidade de escolher nosso vice-diretor entre os professores selecionados pelo conselho da escola.-Vários murmurinhos puderam ser ouvidos no salão, Minerva esperou eles cessarem para continuar.-Como todos sabem, é muito importante que os alunos estejam de acordo com as decisões da escola, então quem ira votar entre os três candidatos são vocês. Qualquer um destes candidatos é extremamente competente e vai fazer um ótimo trabalho, vamos anunciá-los agora, nenhum deles sabem se estão dentro ou não, isso é uma surpresa tão grande tanto para vocês como para eles.
Todos bateram palmas quando ela terminou de falar.
-Professor Eduard Maynad!-Anunciou, e o professor muito alto e imponente que dava Astronomia Avançada se levantou sorrindo lisongiado.
-Professor Neville Longbottom!-Neville continuou sentado, olhando sonhador para um bolinho assado em uma bandeja-Professor Longbottom!-tornou a chamar Minerva, o professor de poções revirou os olhos, impaciente e cutucou Neville, que finalmente caiu na real e olhou para ele perguntando o que era, deu para perceber que o professor dizia um “é você” muito seco para o novo candidato, sem acreditar, olhou para Minerva, que assentiu acenado para ele se levantar.
Ele se levantou imediatamente batendo na mesa com um baque alto, totalmente abobalhado, acenou para os alunos que aplaudiam e riam ao mesmo tempo.
-E, finalmente, Bright Penny Lanson.

O grupo, que até agora aplaudia Neville com entusiasmo, parou subitamente.
Rosa parou de pensar na cara que sua mãe faria quando descobrisse que Neville poderia ser vice-diretor, para ela ficou mais do que claro o porquê que Bright tinha mudado o cronograma das aulas.
Larry parou de rir da cara do professor Longbotton e pensou porquê diabos uma professora que não completara nem um dia lecionando em Hogwarts fosse escolhida para concorrer a um posto tão importante.
Meg parou de pensar como o professor Eduard era lindo e gelou ao se lembrar das anotações do pergaminho de Brigh, o mapa da salas dos diretores.
Alvo parou de pensar em como seria bom ter um amigo da família como vice-diretor e as palavras do pergaminho vieram claras em sua mente: “O único jeito de saber a senha é sendo um diretor”.


Embora todos estivessem com mais de mil coisas para falar, passaram o resto do jantar calados, o que queriam disser não era exatamente o tipo de coisa que podia ser dita em público.
Terminaram de comer mais do que rápido e foram os primeiros a saírem do salão, a maioria dos estudantes conversava animada sobre os defeitos e qualidades dos professores, e não foi preciso ouvir muito para saber, Brigh Lanson era a líder absoluta na preferência.
Era impossível não ser. Além de ser deslumbrante, sua aula não tinha nenhuma lição de casa ou anotações, só pratica do que os alunos mais estavam interessados em aprender. Se não tivessem tido sorte e ficado mais tempo na sala de DCAT, também estariam a adorando cegamente.
Subiram até o salão comunal e aproveitaram que estava deserto para finalmente poderem falar alguma coisa. O primeiro a falar foi Larry, que não conseguia ficar muito tempo calado mesmo, então parecia realmente aliviado por falar alguma coisa.
-Isso é MUITO estranho. Ela não tem nenhuma experiência em Hogwarts! Como podem indicá-la para vice-diretora?!
-Vai ver ela era MUITO boa na Beauxbatons...-Argumentou Alvo sem nenhuma convicção.
-Acho que ela está mais para seduzir os membros do conselho.-Ironizou Larry.
-De qualquer jeito, isso explica tudo.-Concluiu Rosa enquanto acendia o fogo na lareira.-Explica o porquê ela ensina exatamente o que os alunos querem, ela quer ganhar a simpatia deles.
-E mais importante, já sabemos que ela quer alguma coisa na sala da Minerva. Já sabíamos disso, pelo mapa e as anotações no pergaminho, mas esta é a única coisa que precisamos para ter certeza absoluta.-Completou Meg.
-Mas não acaba ai.-Interferiu Alvo- O vice-diretor não tem acesso a senha, se for escolhida, o que provavelmente vai ser, só vai ter um obstáculo em sua frente...
-A profa. McGonagall.-Concluíram em uníssono.
Se entreolharam apreensivos, era impossível negar aquilo, tudo se encaixava perfeitamente. Era certo que a diretora não era nenhuma jovenzinha, mas não estava a ponto de cair morta daqui a uma semana. Eles sabiam que alguém que era apressado até para ensinar alunos seria muito mais impaciente com algo dessas proporções.
-Nós temos que impedir Bright de ganhar.-Disse Alvo em tom decisivo, se levantando abruptamente.
Rosa riu secamente.
-Alvo, é simplesmente impossível que quatro alunos do primeiro ano influenciem Hogwarts inteiram contra uma professora aparentemente perfeita.
-Nós não precisamos influenciá-los. Precisamos fazer com que Bright denuncie a si mesma.
Eles olharam sem entender para o garoto, que agora já tinha uma expressão satisfeita no rosto.
-Lembra do que aquela garota disse sobre os Sonserinos que soltaram diabretes na cozinha?
-Vamos soltar diabretes na professora Bright?-Perguntou Larry, parecendo profundamente confuso.
-Não, não vamos soltar diabretes nela. Se os Sonserinos não fossem tão incompetentes, teriam achado que os Elfos se descuidaram e deixaram as criaturas entrar.-Meg arqueou uma sobrancelha, como se perguntasse: “e aí...?”.-Nós somos da Grifinória, faríamos isso com muito mais classe. Mas não é nesse ponto que eu quero chegar, temos que sujar o nome da Brigh, temos que desmistificar esta imagem de boazinha dela.
-E o que os diabretes tem a ver com isso?-Questionou Larry ainda sem entender.
-Isso foi só um exemplo das coisas que podemos fazer para botar a culpa nela!-Disse Alvo já perdendo a paciência.-Se fizemos tudo com muito cuidado e planejamento, quem sabe as chances dela vão para o espaço!
Meg sorriu maliciosamente antes de disser:
-Acho que já sei exatamente o que devemos fazer primeiro.

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