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6. Bright Penny Lanson, professor


Fic: Alvo Potter e o Tratado de Dumbledore- Titulo provisório


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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-Eu retiro totalmente o que disse! Herbologia é irado! Vocês viram como o Malfoy ficou ridículo com aquela planta no nariz?!-Larry falava animado enquanto se dirigiam para a próxima aula do dia, Defesa contra as Artes das Trevas.
A torre onde tinham aula era do outro lado do castelo, obrigando-os a andarem o que pareceu quilômetros, para a decepção do grupo, quando finalmente chegaram a ala da torre, se depararam com uma imensa escada que quase ia até onde a vista alcançava.
-Eu nunca quis tanto ter uma vassoura...-Resmungou Alvo enquanto começava a subir os degraus.
A sala de aula era um grande cômodo iluminado por uma única janela que ocupava uma parede inteira, dando uma bela vista para a floresta proibida, que se estendia sem fim pelos prados de Hogwarts. De pé em frente a uma grande mesa repleta de estranhos objetos de todos os tipos e tamanhos, estava uma bela bruxa de cabelos negríssimo, contrastando com a pele muito branca, alta e magra, vestindo longas vestes verde oliva. Era uma figura realmente fascinante.
-Bom dia.-Sua voz era macia e tranqüila, todos os alunos Grifinórios já estavam em seus respectivos lugares, olhando abismados para a bruxa.-Eu sou Bright Lanson, sua nova professora de Defesa contra as Artes das Trevas, como devem ter percebido. Este é o meu primeiro ano em Hogwarts, mas já tenho venho lecionando Defesa há quatro anos na Beauxbatons. Espero que vocês façam de minha primeira experiência em Hogwarts uma experiência agradável.- E levantou significantemente as sobrancelhas bem feitas.
Larry cochichou para Alvo:
-Ela é linda! Será que é meio Veela?-Enquanto olhava hipnotizado para a professora.
-Ela veio da Beauxbatons, deve ser.-Cochichou Alvo de volta.
-Infelizmente, como o primeiro ano de vocês, vamos nos concentrar nos princípios mais básicos.- A classe inteira ecoou em “ahhh”s decepcionados- Ah, mas isso não quer disser que não vai ser divertido! Quando eu digo “princípios básicos” quero disser que vamos dar uma geral em todos os pontos das Artes da Trevas, e não vamos ter tempo para anotações, vamos fazer como o ditado, vamos “por as mãos na varinha”!
A atmosfera da sala mudou drasticamente, a animação dos alunos era tanta que parecia palpável no ar. Bright, visivelmente satisfeita com a efeito de suas palavras, continuou:
-Hoje, vamos prender um pouco sobre...- Parou quando notou que havia uma mão levantada, era Abigail Spencer. Olhou para ela curiosa e fez sinal para que falasse.
-Não teremos nenhuma anotação no ano?
-Não minha querida.
A garota pareceu extremamente incrédula e retrucou com voz esganiçada de indignação:
-Mas como vamos estudar para os exames?! Teremos que guardar tudo na cabeça? Eu não tenho essa memória! Vai ser impossível estudar!
-Os exames serão todos feitos na prática. Não há nenhum sentido em ter provas escritas de algo que envolve tanta ação como Defesa contra Artes das Trevas.-E voltando-se para a classe- Bem, como eu ia dizendo, hoje vamos entender um pouco mais sobre feitiços de duelo.
Vários murmúrios excitados puderam ser ouvidos na sala, era extremamente anormal começar por matérias tão avançadas e importantes logo no primeiro ano. Mais uma vez, Abigail levantou a mão.
-Sim...?- Brigth já estava um pouco menos calma do que na primeira vez.
-Nós não temos nenhuma base para aprender esse tipo de feitiços, professora. Está no regulamento de aprendizado do Ministério, precisamos ter muito mais conhecimento para lidar com feitiços tão perigosos!
-Minha querida, é maravilhoso da sua parte se preocupar tanto com o que você e seus colegas aprendem, mas posso dizer que em quatro anos na Beauxbatons seguindo o mesmo cronograma, nunca tive sequer um problema. Não acredito que o Ministério saiba o que é melhor para vocês, acredito que todos nesta sala tenham responsabilidade o suficiente para aprender coisas de real importância, você não concorda?
-N-não, não concordo.- Desafiou com muito mais coragem do que parecia ter.
Bright levantou uma das sobrancelhas e pareceu pensar por um momento, para logo depois responder com a voz duas vezes mais macia do que o de costume:
-Bem, já que não se considera a altura deste tipo de feitiços... Você pode começar por um curso mais fácil.- E foi até um armário empoeirado no canto da sala, donde tirou um livro igualmente mofado, com os disseres “O Básico da Defesa contra as Artes das Trevas para Bruxinhos Principiantes” e a ilustração de duas horríveis crianças sorridentes com chapéus pontudos acenando contentes. Ela esboçou um sorriso malicioso com a expressão de Abigail quando pegou o livro e devolver o seu “Defesa contra as Artes das Trevas, conhecendo o outro lado da Magia” para Bright.-E já que gosta de anotações, pode me fazer uma análise de quarenta metros de pergaminho do primeiro capitulo, “Sua varinha, muito mais que um pedaço de madeira”, para amanhã.- E dando as costas para a garota que olha meio que transtornada para o novo livro, voltou-se para o resto da classe, de novo.- Mais alguma objeção?
A classe respondeu com um silencio mortal, ninguém queria trocar feitiços de duelos por uma redação de quarenta centímetros de pergaminho.
-Como eu dizia, vamos aprender feitiços extremamente úteis, que sabe os mais úteis quando se fala de DCAT, nesta aula, vamos ver o “estupefaça”, ele estupora o outro, fazendo-o perder a consciência por alguns minutos.
Toda a aula foi realmente divertida, Alvo estuporou Larry mais de dez vezes, e consegui se desviar de todos os seus feitiços, Bright explicava as coisas de um jeito simples e muito prático de se entender. O sucesso da classe foi tamanho que avançaram para o protego em pouco mais de meia hora de aula, como o imaginado, não teve lição de casa, e todos saíram encantados com a nova professora.
-Eu acho que aquela Abigail tem um pouco de razão, sabe?- Comentou Rosa timidamente enquanto juntavam o material para sair da sala.- Nós não temos tanta responsabilidade para usar esses feitiços...
-Mas é claro que temos! Você não viu como foi fácil?-Argumentou Megan, embora Alvo, se lembrando do episódio do Pirraça, pensasse que ela fosse a ultima pessoa no mundo que podia falar obre responsabilidade.
-Não é isso, a questão não é saber fazer os feitiços, e sim quando usá-los! Imaginem alguém como o Escórpio lançando estupefaças para todos os lados!
-É bom saber que alguém te apóia.- Olharam para trás, onde Abigail estava, não havia mais ninguém que não fosse cinco na grande sala.- Essa mulher é louca, ela não pode passar por cima do sistema secular de Hogwarts para impor o que ela acha que é certo!
-Ela já fazia isso na Beauxbatons, vocês estão sendo muito neuróticas!- Megan retrucou, com Larry concordando veemente.
-Tem alguma coisa ai, eu sei que tem.-Insistiu Abigail.
No momento seguinte, foram interrompidos por um grito de frustração abafado que vinha do escritório de Bright. Eles se entreolharam assustados, e o susto foi tamanho que demorou um pouco para que alguém falasse alguma coisa.
-É melhor irmos ver o que está acontecendo. Impôs Alvou, que olhava para a porta apreensivo tentando imaginar o que tinha feito Bright gritar desse jeito.
Foi seguido por Megan, que era a única que parecia ter coragem o suficiente para ir também, bateram na porta, notaram que estava trancada, e perguntaram se estava tudo bem. Mas para surpresa dos dois, não foi a voz macia e sedosa da professora Bright que respondeu.
-Ah, sim, sim, esta tudo bem, queridos. Ah, hum... quer disser, cof,cof, eu estou com uma terrível dor de garganta, falem comigo depois, sim?
A voz que respondia era muito grossa e arranhada para ser a voz da professora, mesmo que ela estivesse com a pior dor de garganta do mundo, não havia duvidas que não era Bright que respondia.
Alvo e Meg se entreolharam assustados, não sabiam o que pensar do que acabaram de ouvir.
-Tem certeza que está tudo bem?-Insistiu Alvo, trocava olhares preocupados com Megan.
-Tenho, tenho, você não está atrasado para sua próxima aula?-Respondeu a voz, visivelmente impaciente.
-Bem... Se precisar de alguma ajuda é só chamar.
-Tá, vão, vão logo!
Eles se afastaram da porta ainda meio perturbados, meio que sem vontade de sair dali sem saber o se passava.
-O que aconteceu?-Perguntou Larry.
-Depois eles explicam, vamos, vamos para a aula de poções.-Chamou Abigail que obviamente não gostava de se atrasar para as aulas.

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