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1. Racha cucas e acusações


Fic: Quatro faces - H.Hr - D.G


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Cap. 01

A semana transcorreu normalmente para Harry Potter. Melhor, pelo menos, do que qualquer outra do ano. Contara, finalmente, para Rony e Hermione sobre a profecia e agora se sentia melhor do que antes. Não que contar diminuísse a gravidade da coisa, mas, agora, ele sentia que não estava mais sozinho nessa, principalmente depois de Hermione abraçá-lo novamente na sala comunal e de Rony dizer tentando não parecer assustado:

_Nós estamos com você, cara. Não importa pra quê.

Então as brigas pararam. Quer dizer, pararam na medida do possível. Ainda existiam aqueles pequenos conflitos por coisas pequenas, como trabalhos escolares, mas que acabavam rapidamente com Hermione emprestando suas próprias lições.

O sábado chegou com um sol fraco e o céu limpo e todos alunos aproveitaram o dia para dormir mais que o habitual. Todos menos uma certa ruiva zangada da Grifinória e um loiro irônico da Sonserina.

Gina Weasley se espreguiçou, saiu da cama resmungando coisas incoerentes e sem sentido, como coelhos e cenouras, e agradeceu por suas colegas de quarto não terem acordado ainda. Elas estranhariam bastante o fato de Gina estar falando sozinha enquanto tentava vestir uma blusa ao contrário.

Depois de conseguir pôr cada peça de roupa do lado certo, Gina desceu e começou a caminhar em direção a sala da profª McGonagal.

Estava quase na sala quando se lembrou do café da manhã que deveria estar começando a ser servido. Sentiu ainda mais raiva de Draco Malfoy. Por culpa daquele infeliz maldito ela estava indo para uma detenção ao invés de estar indo se entupir de seus queridos, amados e adorados brownies de chocolate.

_Está atrasada, srta Weasley.

Quando entrou, McGonagal já esperava sentada na mesa com Draco, e ele sustentava um sorrisinho irônico, meio de lado, que fez seu estômago saltar e um arrepio percorrer-lhe a espinha.

Ela odiou aquele sorriso.

_Estão com os braços em perfeito estado? _McGonagal perguntou, mas não esperou resposta _Ótimo, porque vocês vão polir troféus.

_Não querendo contestar, profª, mas aqueles troféus já deviam estar mais do que polidos. _Draco comentou displicentemente _Todos que pegam detenção vão polir troféus.

_Se você prefere, posso perfeitamente em arrumar-lhe outra coisa. _respondeu a profª levemente irritada _Como arrancar ervas daninhas na floresta proibida.

Gina viu Malfoy empalidecer e achou isso bem engraçado.

_Não. _respondeu ele lentamente _Polir os troféus está ótimo.

_Que bom. _McGonagal respondeu satisfeita pela reação do loiro. _Filch irá acompanhá-los. _e ao falar isso, a porta se abriu revelando Filch com uma cara de poucos amigos e sua horrorosa gata Madame No-r-r-ra.

Gina ainda se sentia cansada e sonolenta para reclamar do quer que fosse e, mesmo que estivesse absolutamente acordada, não sentia nem um pouquinho de vontade de testar a paciência de McGonagal logo de manhã, por isso, seguiu Filch e Draco, docilmente, até a galeria de troféus.

Filch entregou, a cada um, um paninho e um vidro com produto par polir, que Draco recebeu com uma cara de nojo e resmungando.

Gina, bufando como fazia quando se aborrecia, sentou-se no chão, puxou um grande troféu para si e começou a polir, enquanto Draco esperava em pé olhando para a porta por onde Filch acabara de sair.

_O que é que você está fazendo? _ela perguntou erguendo a cabeça, cansada de trabalhar sozinha enquanto ele ficava naquela posição.

_Não fale comigo, Weasley. Seus grunhidos me irritam. _ele respondeu encarando a porta _Mas só pra você saber, estou me certificando de que ele não vai voltar.

_Você é o trasgo de peruca aqui, Malfoy. Você quem está habituado a grunhir. _ela respondeu começando a deixar seu sangue ruivo e nervoso se manifestar.

“Como se já não fosse o bastante estar em detenção, ainda tem que ser com ele”. _pensou, mesmo sabendo de uma ou duas dúzias de garotas que dariam um braço por essa oportunidade e que algumas delas dariam um pé também.

_É, ele não vai voltar. _Draco comentou depois de alguns minutos. _Ei, Weasley? _ele chamou virando-se para ela _Estou indo tomar café da manhã, ok?

Ela ergueu a cabeça repentinamente.

_Você o quê?! _depois riu com sarcasmo e continuou: _Ah, não vai. Não vai mesmo.

_Tenha dó, Weasley, você pode estar acostumada a passar fome, mas eu não. _e, com isso, começou a caminhar até a porta.

Gina foi mais rápida. Sacou sua varinha, apontou pra ele, resmungou algo e correu, postando-se em frente à porta.

Draco parou bem a sua frente. Bem perto dela. Perto o suficiente para que ela examinasse cada músculo aparecendo através da camisa do uniforme de Hogwarts.

_Não. Vai. Não. _ela sibilou bem lentamente para que aquele cérebro de trasgo entendesse perfeitamente bem o que ela estava dizendo e apontou, novamente, a varinha para ele.

_Ah, você quer um duelo? Que seja. _e passou a mão no bolso traseiro procurando sua própria varinha. Mas não a achou.

_Procurando isto, Malfoy? _ela perguntou erguendo a varinha do loiro e a balançando de um lado para o outro para que ele a visse _Eu peguei com um feitiço convocatório. _e sorriu de um jeitinho irônico, muito parecido com o dele, que o deixou irado.

Ele fechou a cara e fez menção de arrancar-lhe a varinha. _Ah, ah. Nem pensar. _ela falou afastando-se em um pouco e escondendo a varinha dentro da própria blusa. _Devolvo quando você terminar de polir.

Draco continuou encarando-a. Nunca prestara realmente atenção nela. Sempre a vira como a seguidora do Santo Potter e a caçula do clã Weasley, mas já ouvira muito, muito mesmo sobre ela, até mesmo dos colegas da Sonserina, que costumavam odiar as grifinórias.

Mas, prestando atenção, entendia porque os garotos a classificavam como uma das mais lindas de Hogwarts. A garota se desenvolvera muito no ano anterior e não tinha mais a aparência de uma garotinha frágil, prestes a cair no choro. Ela, agora, parecia muito mais com uma mulher segura e auto-suficiente. E isso, somado ao seu cabelo ruivo incomum, a sua pele sedosa e ao seu rosto angelical, a deixara merecedora do título.

Entretanto, isso não era a única coisa que Draco ouvira. O gênio difícil e tempestuoso da ruiva era tão famoso quanto sua beleza e isso era outra coisa que Draco estava começando a constatar.

_Vai trabalhar, Malfoy, _Gina resmungou segurando o bordado da blusa. Em baixo do bordado estava a varinha _ou eu não devolvo a varinha.

Draco riu com ironia.

_Você acha que eu não tenho coragem de pegar daí? Se você quer saber, eu nem me importaria.

Gina apertou os olhos, escandalizada.

_Eu quebraria seu nariz se você tentasse.

_Eu duvido que você teria coragem. _e chegou mais perto dela.

Então, sem aviso prévio, Gina ergueu o braço e armou-o para dar o soco mais forte que já dera na vida e Draco, pego de surpresa, fechou os olho com força e cobriu a cabeça com os braços, enquanto exclamava:

_Ai, Merlim.

Mas Gina não desferiu o golpe. Quando viu isso, não se conteve e começou a gargalhar violentamente. Uma risada alegre e contagiante. Draco odiou essa risada.

Ele abriu os olhos relutantemente e encarou-a novamente. Gina se surpreendeu pela falta de reação do garoto. Ele não ficara vermelho, como ela sem dúvida ficaria, e percebeu algo que diversas garotas já haviam dito. Ele era lindo, mas frio feito um cubo de gelo.

Ela só não concordava com a parte do lindo. Para ela, Draco continuava um trasgo de peruca.

_Você é tão patético. _e voltou para o troféu que estava polindo.

Muito a contra gosto, Draco pegou um troféu e começou a polir também. Ficaram em silêncio alguns minutos, até que Gina terminou o que estava fazendo e ficou de pé para polir um escudo encostado em uma parede. O barulho atraiu Draco, que se virou e começou a rir.

_Você não precisa rebolar desse jeito só pra polir, Weasley. _ela virou-se com uma expressão de raiva e asco _Você não vai me conquistar assim pra casar comigo e roubar minha fortuna.

Ela pensou em um lugar bem conveniente para mandar Draco enfiar sua fortuna, mas pensou melhor e não o disse em voz alta.

_Como você é idiota, Malfoy. Eu tacaria isso na sua cabeça se não soubesse que iria me meter em graves encrencas.

E virou-se para continuar polindo. Ficou surpresa por ele não ter nenhuma resposta grosseira escondida na manga como habitualmente. Mas a resposta não demorou muito mais a chegar, apesar de não ter vindo em fora de grosseria. Não verbal, pelo menos.

Um pequeno troféu prateado atravessou voando a sala e bateu com estrépito na parede, a cinco cm da orelha direita de Gina. Assustada, ela virou-se e deparou-se com Draco e com aquele sorrisinho irônico maldito que ele tinha.

_Você está louco?! _ela gritou descontando boa parte da raiva que estava sentindo.

_Quem é o covarde agora? _ele perguntou empinando o nariz, como se arremessar troféus fosse algo digno de mérito em algum lugar por aí _Eu tive coragem, e você não. Você é incapaz.

Incapaz não era uma das palavras preferidas dela. Muito pelo contrário. Incapaz era uma das palavras que faziam suas orelhas esquentarem e ela explodir em fúria. Vindo de um Malfoy, então, o efeito foi dobrado.

Agarrou o mesmo troféu que ele arremessara, tomou impulso e jogou-o com toda força para o lado oposto. Draco já esperava por isso e se abaixou, fazendo o troféu bater com estrondo na parede.

Ela não parou para ver o efeito e já agarrara outro troféu para arremessar. Draco começou a correr pela sala, gritando que ela era incapaz de acertá-lo, enquanto ela tomava novamente impulso.

O troféu ganhou os ares novamente e Draco parou em frente a porta mostrando-lhe a língua e rebolando sarcasticamente, mas, nesse mesmo momento, a porta se abriu e Argo Filch entrou, atraído pelo barulho.

Gina não podia parar o troféu que já cruzava a sala velozmente e Draco se abaixou na última hora como fizera da vez anterior. O resultado disso foi que, quando Filch abriu a boca para gritar algo, o troféu bateu com toda força em sua testa.

Gina levou as mãos à boa e Draco levantou-se olhando surpreso para trás, enquanto Filch caía descordado, ainda com a boa aberta, no chão.

Os dois ficaram alguns olhando para o inspetor no chão. Então, sem mais nem menos, Draco enfiou as duas mãos nos bolsos do uniforme e comentou tranqüilamente:

_Bom, agora que você já está bem encrencada, eu vou tomar café. _e saiu caminhando da sala como se nada tivesse acontecido.

Gina escancarou a boca surpresa com a reação. _Malfoy? _ela chamou imaginando se ele tinha mesmo ido embora. _Malfoy? _chamou novamente começando a ficar com medo. _Ei, Malfoy, não me deixe sozinha aqui com o cadáver! _e, pulando por cima de Filch, saiu correndo atrás do loiro.

***

Harry, Rony e Hermione já estavam tomando café quando Draco entrou correndo no salão principal e sentou-se na mesa da sonserina rindo de se acabar. Atrás dele, com poucos minutos de diferença, Gina entrou correndo e com uma expressão assustada. Caminhou até a mesa da grifinória olhando ressabiada para os lados e sentou-se ao lado de Rony e de frente para Harry, Hermione e para a mesa da sonserina.

_Gina, tá tudo ok? _Rony perguntou enquanto os outros dois a olhavam intrigados.

Ela pareceu despertar de um transe. Olhou para os lados novamente, certificando-se de que ninguém estava ouvindo.

_Eu matei o Filch.

Harry e Rony se entreolharam e começaram a rir. Hermione inclinou a cabeça para um lado e falou de um modo gentil:

_Tudo bem, Gina. Foi só um pesadelo. _e passou a mão em seu braço _Vai ficar tudo bem agora.

_Não! _ela exclamou com um toque de urgência na voz. _Vocês não estão entendendo. Eu matei o Filch. Com um troféu. E Malfoy foi meu cúmplice. _então colocou a cabeça entre as mãos e continuou mais para si mesma do que para os outros: _Merlim, vão me trancafiar pelo resto da vida em Azkaban. E com Malfoy. Que horror! Que horror!
_Gina, fique tranqüila. _Harry consolou em tom brincalhão _Se você matou mesmo o Filch, vão lhe dar um troféu e não trancá-la em Azkaban.

Gina engoliu em seco e teve um sobressalto quando as corujas matinais invadiram o salão.

_Gina, calma. _Hermione exclamou começando a ficar preocupada _São só corujas. _e estendeu a mão para pegar o Profeta Diário de uma coruja parda que pousara perto da jarra de sucos e começava a espalhar penas por todos os lados.

_E, então, alguma novidade sobre você sabe quem? _Rony perguntou enquanto ela abria o jornal.

_Sobre Voldemort. _Harry fez questão de frisar.

_Claro. Agora que o ministério assumiu que ele voltou, mortes são noticiadas todos os dias e... _mas parou instantaneamente, levando as mãos à boca em um grito silencioso de choque.

_E... ? _Rony perguntou esperando o fim da frase, enquanto enchia um prato de rins e preparava-se para devorá-lo.

_Mione, tudo bem? _Harry perguntou, mais preocupado com a amiga do que com a comida.

_Vi... Vítor. _ela respondeu com dificuldade.

_Vitínho. Vitínho. Sempre Vitínho. O que foi dessa vez? Ele arrumou uma namorada? Porque se foi isso eu vou achar muito bem feito.

_Ele está morto. _ela respondeu desviando o olhar do jornal e olhando meio desfocada para frente. _Por isso ele não responde minhas cartas.

Gina parou de olhar para os lados tamanho o susto que levou. Rony cuspiu o rim que acabara de por na boca e Harry simplesmente olhou para a menina sentada ao seu lado imaginando que nada que ele dissesse a faria se sentir melhor.

_Como isso aconteceu? _Rony perguntou.

_O corpo dele foi encontrado... Ontem... _e soltou um soluço seco _Com a marca negra em cima.

_A marca negra? _ele perguntou novamente como se constatasse algo muito óbvio que ninguém mais via _Então está óbvio, não está? Ele era aluno da Durstrang, o preferido do Karkarof, que era comensal, e agora ele é encontrado com a marca negra. É óbvio, não é?

Harry viu os olhos de Hermione se encherem e água e supôs que ela, assim como ele, entendera muito bem o que Rony estava insinuando.

_Não, Rony. _ela retrucou revoltada, como Harry nunca vira antes _Não está óbvio. O que você quer dizer?

_Que ela era um comensal se acovardou e foi morto. E, sendo assim, eu mantenho meu bem feito.

Hermione ficou vermelha, mais vermelha do que os cabelos dos Weasleys, e ficou em pé.

_Isso não é verdade, Rony! Você sabe muito bem que não é! Ele não era assim! _e as lágrimas começaram a correr livremente por seu rosto.

_Você que não quer enxergar o óbvio, Mione! Você não admite que gostava de um comensal! E eu sempre soube que ele não era boa pessoa. Pergunte pro Harry se ele não concorda, pergunte.

Harry estava pronto para dizer que não concordava e que achava que Rony estava sendo muito insensível, mas Hermione não permitiu. Ela chamou Rony de insensível, cruel, disse que Krum era milhões de vezes melhor que ele e saiu correndo dali.

_Ela está sendo cega. _Rony ainda comentou irritado _Como ela pode se importar tanto com ele? Melhor que eu? Francamente.

Harry não deu atenção. Levantou-se também e saiu correndo atrás da amiga. Odiava ver Hermione machucada. Ela era sempre a mais equilibrada, o porto seguro em qualquer tempestade e vê-la daquela maneira o deixou com a terrível sensação de que aquele porto seguro podia desabar a qualquer momento.

Rony não gostou de não ter recebido apoio contra Krum. Virou-se para Gina, perguntando se ela o apoiava, mas ela não estava prestando atenção. Filch entrava naquele momento pela porta do salão, acompanhado de McGonagal e Snape e com a cabeça enfaixada, e foi até Draco, ainda sentado na mesa tomando café.

Gina viu quando Draco jogou os talheres no prato resmungando algo que ela supôs ser bem feio e se levantou, então ela pulou no mesmo lugar e agarrou a manga do uniforme de Rony.

_Rony, ele voltou pra me buscar. O cadáver voltou e veio me pegar. Não deixe, Rony.

_Do que está falando? _Rony perguntou sem entender _Que cadáver?

Mas ela não teve tempo de explicar. O trio alcançou a mesa, seguido por Draco, e McGonagal exclamou séria.

_Srta Weasley, acompanhe-nos.

_Adeus, Rony. _ela falou levantando-se e começando a seguí-los para fora do salão.



NA: Gente, por favor, recados, críticas construtivas, opiniões, pedradas, fazemos qualquer negócio ;)






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Comentários: 1

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Enviado por Isis Brito em 31/07/2012

Rindo horrores da Gina aqui, kkkkkkkkkkkkkkkk

E louca para ver o Harry consolando a Mione... ^^" 

Nota: 5

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