-Não! - exclamou Luanne.
Cho e Luna que estavam ao seu lado na mesa de café-da-manhã, chegaram perto da menina que tremia dos pés a cabeça.
-O que foi?
-Me-meus papaisss, eles vão vir me visitar na escola! - disse a menina apavorada.
-E o que isso tem demais? - perguntou Luna abobada.
-Você é louca? - perguntou Luanne histérica. - é o fim! Se meus pais vierem eu serei expulsa de todos os clubes, é o maior mico!
-Concordo com a Luanne, você não entende Luna, é muito nova no lance... Luanne tem que fazer alguma coisa, pais na escola é o fim! Eles não dizem porque vêm?
-Eles dizem assim: "Querida Luanne, eu e sua mãe iremos hoje, a Hogwarts, tratar de um assunto muito sério. Bejos. Papai" Só! Acabou!
Luanne saiu correndo do salão, escondeno o rosto nas vestes, Cho foi atrás dela, Luna se sentou olhando abobada as amigas correrem.
"Nossa a cada dia, eu me decepciono com essa Sociedade Patrícia"! pensou.
-Er... posso me sentar?
Luna se virou e levou um choque, Draco Malfoy saira da mesa da Sonserina, e viera se sentar perto dela.
-O quê... Ah claro... Sim! Pode... - disse ela chocada.
Draco se sentou com um sorriso constrangido, e ficou olhando pro prato sem saber como comerçar...
-Bem... O que quer? - perguntou Luna.
-Bom é que... hum, bem... Droga! É bem eu queria falar com você sobre um assunto da aula de Herbologia que eu não entendi direito... Eu...
-Draco?! O que está fazendo aí?
Draco deu um pulo, Pansy Parkinson, com a sua cara de buldogue, vinha ao seu encontro.
-Eu... o que eu estou fazendo? - repetiu o menino abobado.
-É, não se faça de Imbecil. O que está fazendo aí perto da luvigud!
-Lovegood - corrigiu Draco - eu parei apenas para... para... caçoar. isso CAÇOAR!
Luna se levantou irritada.
-Caçoar do que? Seu monte de esterco! - disse cuspindo em Malfoy, e saindo atrás de Luanne.
...
Luane corria á toda pelas escadas do colégio e só parou quando barruou com uma pessoa, A professora Ágata.
-Olhe por onde anda! - rugiu Ágata, mas ao ver em quem barruou logo mudou o tom de voz - digo... Você está bem?
Luanne se levantou irritada.
-Você está perdendo o senso do perigo, que você pensa que é? Sabe com quem está falando? Como colocaram uma bruxa burra como VOCÊ para nos ensinar uma matéria tão importante! Sua Imbecil! Saia da minha frente!
Cho vinha logo atrás.
-Lu, pare de correr que nem uma gazela, me espere!
Luanne cuspiu aos pés de Ágata e voltou a correr para o salão comunal, Cho se esforçando para alcança-la.
Ágata caiu de joelhos, e levou a mão ao peito.
-Um dia, um dia você vai me respeitar... Um dia...
...
-Você é um retardado! - gritava Gina com Rony e Simas no banheiro do 2o andar.
-Mas eu levei flores! - justificou Rony.
-"Mais eu levei flores!" - repetiu Gina caçoando. - Seja mais criativos leve uma cebola, ela adora pindurar cebolas nos calcanhares...
-Não - informou Simas, que comia uma maçã, calmamente - ela mudou realmente...
Gina lançou um olhar furioso a ele.
-E você? Não fez nada!
-Olha aqui, Gina, estou cansado de ouvir suas ordens! - ralhou Simas.
-É, eu também... - disse Rony.
-Então a aposta já era? - perguntou Gina.
-É já era! - disse Simas - mas você ainda passará a noite comigo!
-Eu? Jamais!
-Então, eu vou ter que contar ao Harry tudo sobre a aposta... - ameaçou Simas maliciosamente.
-Você não... você não seria capaz... - gagueijou Gina.
-Experimente.
...
-Estou aqui.- disse Luanne entrando na sala da diretora Minerva.
-Deixarei vocês a sós - disse Minerva saindo pela porta que Luanne deixou aberta - fiquem a vontade.
Luanne se virou para os pais: Ernie e Magnólia Davis, alto e corpulento, o Sr. Davis estava sentado na poltrona vermelho-vivo em frente a cadeira da diretora, e a também alta e magra Magnólia estava de pé ao seu lado.
-Querida. - começou Magnólia se aproximando da filha - temos novidades...
-Vamos para a França.
"Ah então era isso" pensou aliviada Luanne.
-Abandonar Hogwarts? Nossa minhas amigas vão morrer de inveja... pra onde eu vou Beauxbatons?
-Você não entedeu, nós, que dizer Eu e Mag, você não vai pra França... - disse Curto e grosso o corpulento Ernie.
-Mas... Pai! Vocês vão me deixar aqui?
Ernie se levantou e deu o lugar a sua filha, que sentou sem serimonia.
-Luanne, tenho algo que deveria ter te contado há muito tempo... Foi um erro... um grotesco erro... Nós erámos jovens, e a Mag tinha problemas... Eu queria, queria muito... E então...
-E então? - perguntou a anciosa Luanne.
-Você não é nossa filha! - comteplou Magnólia na maior naturalidade possível, foi como se estivesse dizendo a Luanne que seus sapatos estavam desamarrados.
-O que? não é possível, eu tenho fotos eu vi fotos!
-Bom, é que pegamos você recém-nascida...
-Não, por favor, eu sou sua filha, não faça isso comigo! - clamou Luanne se jogando no chão.
-Desculpe, querida, levante-se, não quero que suje as vestes... - gritou Magnólia.
-Vestes? - perguntou Luanne incredúla - Vestes? Acaba de me dizer que sou uma bastarda e o que mais te preocupa são as vestes? Olhe o que faço com elas! - dizendo isso Luanne rasgou as vestes.
-Olhe aqui, pare de palhaçada! - gritou Ernie, e Luanne se aquietou - Não temos tempo para seus caprichos, não somos seus pais e está acabado! Mag chame-a agora!
-Quem? - perguntou Luanne. - minha mãe?
Mag foi até a porta e a abriu, uma mulher estava parada alí.
-Luanne, está é sua mãe! - disse Ernie.
Parada na porta se encontrava Ágata McGonary.
-NNÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOO!
...
-Eu fui um idiota!
Draco mirou um murro na parede, e por azar atingira um prego enferrujado.
-Calma, ela entederá, é uma menina muito sensível, a Luna.
-Você não entedi Murta, eu tive a chance de falar com ela e desperdiçei, eu devia ter falado que amava ela!
-Mas você me ama agora porque mudei, você não me amava antes!
Draco levou um susto, Luna o encarava por trás do espelho.
-Eu.. sempre te amei, mesmo debaixo daqueles colares de rolhas que você usava, mesmo debaixo de seus cabelos longos e desgrenhados, mesmo assim, eu sempre te amei Luna! Mas nunca tive coragem...
Luna se aproximou.
-Você está falando a verdade?
-Estou, a mais pura verdade...
-Porque não me procurou antes...
-Já disse coragem...
-E o que te faz ter coragem agora?
-A possibilidade de te perder, estou no meu último ano, a sociedade me vê como um marginal...
-E estão errados?
-Não... Porque eu tentei matar Alvo Dumbledore!
-Me responda se Snape demorasse mais um pouco mataria o Dumbledore?
-Sem pensar duas vezes.
-Porque?
-Porque prezo as pessoas que amo, se não matasse o Dumbledore, meus pais morreriam, é esse tipo de amor que sinto por você, e é tão profundo, amo-te mais que minha própria vida, mas sempre ficamos em lados opostos, Luna perdoa-me!
-Não sou eu que tenho que te perdoar, é você! Você tem que se perdoar, Draco.
-Eu me perdoôu... sim, eu sei que tudo o que fiz, fiz por amor, é por isso que eu preciso dizer que te amo, não posso perder mais tempo. Eu te amo.
Luna se aproximou mais de Draco, de modo que conseguia enxergar-se através dos olhos azuis de Draco.
-Eu te amo... - repetiu Draco - preciso de você.... Me aceita... me aceita como teu namorado.
-Desculpe. Eu-Não-Te-Amo!
Draco cai ajoelhado aos pés de Luna incapaz de olhar em seus olhos, derrotados.
-Me deixe só - pediu Draco
-Draco eu...
-SAIA!
Luna deu meia-volta e rumou até a porta do banheiro, mas parou e se voltou para Draco.
-Eu só queria...
-SAIA, ME DEIXE SÓ!
Luna abriu a porta, mas depois fechou-a.
-Me ensina a te amar.
Draco levantou o rosto, Luna o encarava.
-Eu não quero sua piedade!
-Não é piedade, Draco as pessoas não mudam da água para o vinho da noite pro dia.
-Muito engraçado vindo de você! Você mudou.
-As circustâncias são outras.
-Deixe-me você não me ama, como farei você gostar de mim...
-Se mostrando.
-Como assim? Me mostrando? Você não me vê? Está cega?
-Mas você é mesmo um insen...
-Desculpa! Eu digo... como assim?
-Peça desculpas a Harry Potter...
-Mas nem pensar!
-Você diz que me ama...
-Eu te amo sim!
-Mas não é capaz de provar!
-É? Eu vou te provar agora!
Antes que Luna pudesse mover o dedo, Draco a alcançou e a derrubou no pulo, caindo sobre ela, ele prendeu as mãos da loira e tascou um beijo em sua boca... Um beijo de língua... Luna sentiu as pernas bambas, o hálito quente de Draco a arrepiava, seu corpo forte e rígido em cima do seu... olhos nos olhos... Luna queria que o tempo parasse.
...
-Não! Minha mãe é você Magnólia! Eu sou uma Davis! Eu não posso ser filha dessa...
-Desa o que? - perguntou Ágata - chega de aturar suas criancices Luanne! Eu sou sua mãe e você me respeitará, comigo você não terá moleza...
-Olhe como fala comigo...
-OLHE COMO FALA COMIGO VOCÊ! CHEGA! EU AGUENTO DESAFORO DE TODO MUNDO, MENOS DE VOCÊ! - disse ela perdendo a paciência - Eu preciso explicar... eu quero explicar.. Luanne, eu era jovem, seu pai se mandou depois da descoberta, eu não pude criar você..
Luanne cai no chão esperniando, chorando desesperadamente.
-Eu não tive alternativa...
Luanne levantou irada.
-NÃO TEVE ALTERNATIVA... MEU PAI SE MANDOU... QUE CONVERSA É ESSA? VOCÊ PROVAVELMENTE NÃO SABIA QUEM ERA MEU PAI, ENTOU ENGANAR UM ÓTARIO E LEVOU A PIOR! OU FOI GOLPE DA BARRIGA? HEIN?!
TAP.
Veio do nada, quando percebeu Luanne estava caída no chão, no rosto a marca de uma mão feminina, Ágata se afastou com a mão na boca, Minerva McGonagall tinha invadido a sala e 'metera' a mão na cara de Luanne.
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A Reviravolta é, no caso da Luanne a transição de posição (dorme rica, acorda pobre). Já no caso do Draco, a arrogância dá lugar ao Amor. E no caso de Gina, ela deixou de ter o poder, agora vai se tornar uma subordinada.
Meu melhor capitulo!
Trynyty: Você entra na 2o fase que se inicia daqui a dois capitulos, seu personagem é importantíssimo.
Ágata e Luanne: Vocês continuam na fase 2o, em que Luna fugirá com medo da audiência disciplinar e encontrará um Mago, que a ajudará a enteder e a controlar seus poderes extra-sensoriais.
Ufa! |