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4. Meg Trinnity


Fic: Alvo Potter e o Tratado de Dumbledore- Titulo provisório


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Era tudo tão fantástico! Seus pés pareciam formigar desesperados para andar pelo castelo. Se seu pai tinha descoberto tantas coisas interessantes, porquê não ele?
Sem pensar duas vezes, se levantou da cama num pulo e calçou os chinelos. Não fazia idéia de onde iria, mas certamente não ia conseguir ficar parado. Seu pai havia dado a capa da invisibilidade para Tiago quando completara doze anos, e Alvo sempre a “pegava emprestado” do irmão. Hoje era a ocasião perfeita para emprestar a capa.
Subiu a escada até o quarto onde o irmão dormia. O malão de couro marrom de Tiago estava do lado da cama, e foi com muita dificuldade que ele conseguiu achar a capa no meio de tantos pôster de quadribol e produtos Wesley que o irmão tinha na mala. Descendo as escadas ainda sem a capa, parou quando viu que não era o único que não estava na cama.
Uma garota de cabelos curtos e olhos acinzentados que devia ter a idade de Alvo estavam encima de uma cadeira, incomodando a bruxa de um quadro.
-Saia de perto de mim! Saia já! O que você vai fazer com essa varinha? Não se atreva a fazer isso, mocinha!
Olhando mais atentamente, Alvo viu que a garota cutucava o longo nariz da pintura que se desvilinchava sem sucesso.
-Também não consegue dormir?- Perguntou se aproximando da menina, que quase deixou cair o quadro de susto.
-Nossa! Você me quase me mata de susto! É sim, é impossível dormir neste lugar, parece um crime não aproveitar cada segundo não acha?- Sua voz era arrastada e era muito bonita agora que reparava bem, de um jeito um pouco espevitado, mas ainda sim bonito. –São tão engraçados esses quadros! Lá em casa só temos naturezas mortas, são uma chatice. Esta aqui não tem muito senso de humor, mas sei que ela é legal, logo vamos ser grande amigas.
A pintura não parecia tão aberta a amizades, pois se encolheu toda quando a garota tornou a pegá-la.
-Ah, me desculpe, me esqueci de me apresentar, Megan Trinnity.- E estendeu a mão para Alvo, deixando a pobre bruxa cair novamente.
-Eu sou Alvo, prazer.
-Ei, cumprimente o Alvo você também! Ele também quer fazer amizade com a senhora!- E tornou a cutucar o quadro.
A bruxa deu um sorriso amarelo para Alvo mais por medo de Megan do que vontade se fazer amigos, e Alvo achou melhor tirar a garota de perto dos quadros antes que ela os enlouquecesse.
-O que acha que deixá-la dormir e fazer outra coisa?- Perguntou enquanto observava Megan virar a pintura de ponta cabeça.
-Ah, nós podemos andar por ai... Dês que recebi a carta, não largo “Um milhão de coisas que todo aluno deve saber sobre Hogwarts”, de Hermione Wesley Granger, estou louca para conferir de perto... Mas você ouviu o que o coordenador disse, se fomos pegos...
-Não se preocupe com isso- Alvo jogou a capa nas costas, fazendo Megan dar um gritinho abafado.
-Que coisa fantástica! É sua?
-Bem, na verdade é do meu irmão. Mas nosso pai falou que eu posso usá-la sempre que quiser, ele também a usava para andar por Hogwarts, disse que estaria sendo cínico se nos proibisse de fazer o mesmo. Vamos?
Com as varinhas iluminando o caminho, saíram do salão comunal da Grifinória e subiram as escadas, eles não sabiam muito bem para onde ir, mas qualquer lugar em Hogwarts era interessante, então só continuaram andando.
O silencio somente era quebrado pelo ronco dos quadros e dos passos abafados de Alvo e Megan, que percorriam uma galeria de armaduras. Megan cochichou:
-Veja só o que eu faço!
E enfiou a varinha no elmo de uma armadura polida, que imediatamente se alertou procurando o que fora aquilo.
-O que você está fazendo? Não podemos fazer barulho, Megan!- Cochichou Alvo de volta, se perguntando porque aquela garota gostava tanto de incomodar os outros, e se não tinha nenhum senso do que podia acontecer se fossem pegos.
-Eles não podem nos ver! Vamos, vai ser divertido!
E sem que ele tivesse tempo de impedi-la, começou a correr batendo com o braço invisível em todas as armaduras, fazendo ruídos metálicos altos e desagradáveis. Não deixava de ser engraçado ver as armaduras procurarem confusas o que tinha feito aquilo, mas a confusão foi aumentando quando elas compensaram a tropeçar umas nas outras, piorando os ruídos.
Um espectro muito branco e franzino, que parecia não gostar nenhum pouco daquilo atravessou uma parede, ficando a centímetros deles.
-Quem é o imbecil que está fazendo isso?! Pode sair de onde quer que você esteja, que eu, Pirraça,vou te dar uma lição que nunca vai esquecer na vida!
Alvo se arrependia amargamente de ter convidado Megan para vir junto, o que menos queria era ser expulso ante mesmo de ter uma aula sequer.
-Eu vou chamar a diretoraaaa! Apareça onde quer que você estiveeeer!- Pirraça procurava em todos os cantos, por pouco que não esbarrava em Alvo e Megan, que não sabiam se corriam ou ficavam ali quietos.-Então quer disser que não vão aparecer, pestinhas? Aposto que não vão conseguir escapar da diretora!- Para o terror dos dois, ele começou a gritar chamando todo o corpo docente da escola.
Enquanto Pirraça se ocupava fazendo barulho, Alvo aproveitou para sussurrar para Megan.
-É melhor sairmos daqui, rápido! No três, certo?
-Certo.
-O que está acontecendo aqui?- Era Percy, que vestia um roupão laranja e vinha acompanhado por mais dois professores. -Você de novo Pirraça! Será que não cansa de nos acordar no meio da noite?! O que é essa bagunça?! Olhe só para todas essas armaduras no chão! É bom que tenha uma maravilhosa explicação para isso!
-Um...
-Não, não fui eu! Tinham alunos aqui! Eu sei que tinha, eu sinto a cheiro deles!
-Dois...
-Você tentando incriminar os pobres alunos outra vez! Já chega, eu quero que você arrume tudo até amanhã de manhã, sem discussões.
-Três!
E seus paços foram abafados pelos protestos de Pirraça, não cessava de choramingar que foram alunos, não ele.
Chegando no salão, Despiram a capa arfando da corrida, e mal puderam conter o riso, saíram ilesos e ainda botaram a culpa naquele tal Pirraça insuportável!
-Ah, foi divertido... Eu falei para você, podemos fazer qualquer coisa se tivermos invisíveis!- Comentou Megan.
-Acho que tem razão. Bem, eu acho que vou me deitar agora, boa noite, foi um prazer te conhecer.
-Eu acho que vou conversar mais um pouco com aquele quadro... Durma bem.

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