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12. A descoberta


Fic: Última Chance Para Amar


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Hermione passava geleia na sua torrada de cabeça baixa e lábios cerrados, como sempre fazia quando não queria que notassem nela. Ron comia os seus ovos estrelados com salsichas e feijão muito calado, deitando olhares nervosos a Hermione, mas disfarçando o olhar quando notava os olhos de Harry e Ginny em si. Olhava para a mesa ou para a parede. Já Harry e Ginny estavam extremamente divertidos com a situação.
- Esta noite foi bastante quente… – começou Ginny. – Não achaste Harry?
- Hum? – Harry demorou a perceber a ideia de Ginny, mas chegou rapidamente á quando sentiu o cotovelo dela nas suas costelas. – Ai! Ah… sim… Estava muito calor... De facto.
Hermione ficou da cor da geleia da sua torrada. Ron engasgou-se e fitou Harry. Em seguida olhou para Hermione e um ar de compreensão atravessou-lhe o rosto. Voltou a baixar os olhos, corando intensamente. Mas, porque tinha vergonha? Era a sua irmã e o Harry! Não havia mais ninguém no mundo em quem tivesse tanta confiança. E todos ali sabiam há quanto tempo ele gostava da Hermione. Porquê todo aquele embaraço?
O resto do pequeno-almoço passou-se sem muitas mais piadinhas de Ginny e Harry. Bom, talvez algumas. Pronto, muitas. Mas, de qualquer modo, no fim de porem a loiça a lavar com um feitiço, subiram para o primeiro andar e ficaram no corredor, enquanto Harry dava as instruções.
- Ron, tu procuras no teu quarto. Vasculha tudo, paredes, chão, móveis, tecto, cama, tudo. Usa os feitiços que achares necessários. – virou-se então para Hermione. – Hermione, o mesmo para ti. Procura no teu quarto. Eu e a Ginny procuramos no quarto dos meus pais, visto que é o maior da casa… e o mais…
- Importante. – completou Ginny.
Harry acenou com a cabeça, e com um gesto iniciou a busca ao primeiro piso.

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Ron procurou no quarto todo. Tirou a cama do sítio. Abriu o guarda-fatos e a mesinha de cabeceira. Tudo vazio. Levantou o colchão, cobertores, móveis. Nada. Começou então a bater com os nós dos dedos na parede, cirurgicamente, procurando por sítios ocos. Usou feitiços de detecção de outros feitiços, mas a sua varinha nem uma vez detectou fosse o que fosse. Só esperava que os outros tivessem mais sorte que ele.
Hermione foi mais eficiente que Ron. Usando um feitiço de detecção de segredos revistou o quarto. Nem um único feitiço detectado. Então, restou-lhe apenas procurar dentro do guarda-fatos, mesa-de-cabeceira e debaixo dos colchões e cobertores. Tal como no quarto de Ron, estava tudo vazio como num Hotel, talvez até mais vazio.
Ron e Hermione saíram do quarto e encontraram-se no corredor. Surpresos com a presença um do outro encararam-se e começaram os dois ao mesmo tempo:
- Encontraste alguma coisa? – disseram em coro.
- Não. – responderam.
Hermione deu uma risadinha nervosa e pôs o cabelo atrás da orelha.
- O meu quarto está vazio. Para além da mobília não tem mais nada lá. Parece que os pais do Harry não tiveram muito tempo de trazer as suas coisas para cá. Estes quartos deviam ser para hóspedes. Creio que o Harry e a Ginny encontrem alguma coisa no quarto deles.
- Achas que devíamos ir lá ajudá-los? – perguntou Ron.
- Não. – Hermione foi firme na resposta. – Acho que o Harry deve querer ser o próprio a encontrar o que quer que seja dos pais. Dumbledore deu-lhe pistas e uma delas era que havia algo em Godric’s Hollow. Pelo menos foi o que Harry me disse. Ele tem o direito de encontrar a tal coisa que tem aqui. É importante para ele.
- Mas a Ginny está lá dentro… - protestou Ron.
Hermione olhou Ron com um ar exasperado.
- A Ginny é a namorada do Harry. Acho que se ele quer partilhar isso com alguém é com ela. – vendo o ar desiludido de Ron, apressou-se a emendar. – Não é que ele se tenha esquecido de nós. Simplesmente há mais alguém que não havia antes. Se a Ginny não estivesse agora naquele quarto, não estaria mais ninguém, para além do Harry. É bom que ele tenha alguém que o apoie nos momentos mais difíceis.
- Só tenho medo que ela também esteja no momento mais difícil de todos. – Ron engoliu em seco.
Hermione aproximou-se de Ron e passou as suas mãos pelos ombros de Ron, em sinal de conforto. Ron fitou-a e mais uma vez, os seus joelhos fraquejaram, como sempre acontecia quando ela estava perto dele.
- Não penses nisso Ron. O que tiver que acontecer acontecerá. Só nos resta estarmos preparados para o que vier por aí. E rezar para que tudo corra pelo melhor.
Ron abraçou-se a Hermione, pousando a cabeça no ombro dela.
- Espero que tudo corra bem mesmo. Não ia suportar perder alguém como a Ginny, o Harry, ou tu, Hermione.
Ao ouvi-lo sussurrar no seu ouvido, Hermione apertou-o contra si e acariciou-lhe os cabelos ruivos. E ficaram naquele abraço até este se quebrar e, de mãos dadas, se irem os dois sentar na escada, enquanto esperavam que Harry encontrasse alguma coisa no seu quarto.

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- Procura nessas gavetas, Ginny. – disse Harry.
Ginny vasculhava mais uma mesa-de-cabeceira enquanto Harry mexia nos cobertores da cama e levantava os colchões. Deitou-se no chão e foi para debaixo da cama. Saiu do outro lado e começou a apontar a carinha às paredes, tentando detectar segredos ou partes ocas. Apontou também a varinha ao chão e ao tecto. Ginny já vasculhava o guarda-fatos, mas este apenas tinha mais cobertores e almofadas. Irritada com a falta de sucesso, fechou as portas do guarda-fatos com violência e encostou-se ao berço, de braços cruzados.
- Que falta de sorte! – resmungou.
Harry voltou a enfiar a varinha no bolso de trás.
- Acho que o Ron e a Hermione não encontraram nada, senão já tinham vindo aqui dizer alguma coisa. Devem estar a namorar.
Dizendo isto sorriu para Ginny e aproximou-se dela. Esta descruzou os braços e fitou Harry enquanto ele se aproximava dela. Harry passou um braço entre a cintura e o braço dela, pousando a mão no berço. Inclinou-se para beijar Ginny e o braço escorregou-lhe, acabando por se afundar no berço. Mal o braço tocou o berço, os seus olhos arregalaram-se e fez um som de espanto.
Ginny, que estava de olhos fechados, abriu-os e encarou um Harry um tanto surpreso. Depressa se voltou e viu que Harry segurava, atrás dela, um objecto deveras deslocado naquela casa.
- Isso é… - hesitou.
Harry segurou o objecto com ambas as mãos. Com um olhar mais atento, teve a certeza de que se tratava exactamente daquilo que ele estava a pensar.
- É… - respondeu Harry. – Só pode ser aquilo que estávamos à procura.

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