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4. A batalha final


Fic: NEM O TEMPO SEPARA O AMOR -


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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A batalha final

- Estão todos prontos - perguntou Lupin quando o quarteto desceu ao saguão de entrada.
- Sim – responderam todos.
- Então vamos – completou o bruxo se dirigindo a saída do castelo.
E assim todos saíram até Hogsmeade onde encontraram o resto da ordem e aparataram até o povoado de Litltle Hangleton.
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Harry reconhecera o mesmo local onde três anos antes enfrentara Voldemort, mas supreendera-se de acha-lo tão calmo.
- Tem algo errado Lupin – disse o garoto ao bruxo.
- Também acho Harry.
E eles estavam certos pois logo foram rodeados de comensais da morte e no meio deles Voldemort gargalhava intensamente.
- Então Potter e sua turminha vinheram me visitar? – falava o senhor do mal ironicamente fitando o menino que sobreviveu.
- Não Voldemort – retrucou Harry decidido – vinhemos te derrotar, você e seus comensais tolos.
Há há há – gargalhou uma bruxa ao lado de Voldemort que Harry reconheceu como Belatriz Lestrange – você acha que pode fazer algo contra o mestre seu mestiço nojento.
- Tenho certeza – retrucou o garoto com uma confiança surpreendente, irritando a bruxa do mal que já apontava a varinha pra ele.
- Vejo que está confiante Potter – disse o senhor do mal contendo sua comensal devotada – então vou deixar que meus comensais se divirtam um pouco matando seus amiguinhos e se você sobreviver o que acho improvável lhe darei a honra de morrer pelas minhas mãos.
Voldemort desaparatou e um silencio apavorante tomou conta do local, os comensais encaravam os adversários com um olhar de desdém, esses por outro lado enchiam seus corações de coragem e sustentavam o olhar desdenhoso do adversário. Foi aí que o primeiro feitiço foi disparado.

Belatriz Lestrange, sempre ela. Com o olhar doentio de sempre disparou uma maldição da morte imediatamente rebatida por Tonks. Depois do primeiro vários feitiços se sucederam. Os comensais estavam ensandecidos, atirando pra tudo quando era lado, e os defensores escolhiam seus pares para duelar.

Não se pode dizer que a luta era justa, na verdade eram dois comensais para cada membro da ordem, os comensais eram muitos porém não tão talentosos, tirando uns dez mais fortes, o resto eram escórias do mundo bruxo atrás de algum benefício de Voldemort e foram logo derrotados.

O quarteto se separou, apesar da insistência de Harry em ficar próximo a Gina caso ela não conseguisse se defender. Besteira, a caçula Weasley era uma ótima feiticeira, rebatia as maldições lançadas e rapidamente lançava outros feitiços nos seus combatentes. Harry ficou orgulhoso, aquela era sua garota, a sua mulher.
Ron procurava ficar próximo a Mione, mas a tentativa foi em vão, a situação era tão aterradora que logo ele se viu rodeado por três comensais. De dois ele se livrou facilmente, mas o terceiro, esse sim sabia duelar. Já estava cansado, a varinha escorregava na mão suada, mas ele não se entregaria, tinha que acabar com aquilo, sabia que não derrotaria Voldemort, essa luta só Harry poderia vencer, mas ia fazer de tudo para ajudar o amigo.

Mione não era muito boa em duelos, isso ela admitia, sabia toda a teoria mas na prática os garotos sempre foram melhores. Lutava com dois comensais, um deles bem difícil de se pegar, mas ela iria conseguir. Procurou os amigos em volta, Ron lutava bravamente com um comensal, dois ele já havia estuporado, Lupin lutava com Bela e Tonks já prendera uns cinco. Procurou por Harry e Gina, o amigo lutava com Snape, uma luta bem equilibrada, mas seu coração gelou ao ver onde a caçula Weasley se encontrava.

Harry estuporou de cara uns dois comensais, nesses últimos tempos evoluira muito, já travava duelos com muita facilidade e a oclumência e o uso de feitiços silenciosos ajudava muito. Procurou os comensais mais fortes, mas Bela já lutava com Lupin e os Malfoy estavam apanhado de Moddy e Quim. Procurou os amigos e viu que os outros estavam indo bem, então sentiu uma voz conhecida atrás dele. Severo Snape o seu ex e odiado professor, agora sim ranhoso ia aprender a não se meter com ele.
- Então você resolver brincar de herói einh Potter? – dizia o ex-professor desdenhoso.
- Na verdade ranhoso não brinco de herói, apenas estou vingando todos aqueles que foram assassinadas por seu clubinho homicida – respondeu o moreno.
- Onde estão seus modos Potter? – perguntou o bruxo – está herdando o vocabulário do papai é? Venho vingar a morte de seus imaculados pais, do seu adorado padrinho e do velho gagá do Dumbledore.
- Não suje o nome deles com essa sua boca asquerosa, e seja homem e lute logo seu homicida. – retorquiu o garoto.
- Se assim que você deseja, Expelliarmus – conjurou o bruxo das trevas
- Protego
E assim a dura batalha entre os dois se iniciou. Snape era um excelente duelante, mas Harry melhorara muito desde seu ultimo duelo, e ambos estavam enfrentando sérias dificuldades.


Próximo aos dois a caçula Weasley já havia derrotado Alecto e Nott, e já se encaminhava pra ajudar a mãe que enfrentava Borgin quando alguém aparatou na sua frente.
- Então Gininha, quanto tempo einh? – falou uma voz asquerosa e cruel, que pertencia a Tom Ridlle.
A garota paralisou, enfrentar Nott e Alecto era uma coisa, mas Voldemort era muito mais poderoso e ela sabia que não tinha nenhuma chance. A garota então correu a vista em volta a procura de Harry e o avistou um pouco distante travando uma luta com Snape.
- Procurando o namoradinho é? –desdenhou o senhor do mal – que tocante, a ruivinha de Harry Potter indefesa diante do bruxo mais poderoso do universo. Não posso negar que ele tem bom gosto sabe, você é bem bonitinha e olhe ruivinha igual a doce Lílian.
- E você é um loco, nojento. E o maior bruxo do universo é o Harry e ele vai te derrotar e livrar o mundo de um homicida como você. – disse a garota petulante.
- Você vai se arrepender de me insular sua traidora do sangue nojenta. – retorquiu o bruxo das trevas enlouquecido – AVADA ....
- ahhhhhhhhhh!!!!


Harry enfrentou várias dificuldades na luta com Snape, mas seu antigo professor não contava que seu ex-aluno tivesse aprendido a bloquear a mente, muito menos que seus feitiços não fossem tão inofensivos como antigamente, esse foi seu erro.

Snape já estava caído com sua varinha a alguns metros de distância, o rosto ensangüentado e um ódio mortal nos olhos. Como ele odiava Harry Potter, como odiava os Potter, metidos, arrogantes, que chamavam toda a atenção do mundo para si. Aquele garoto o derrotara assim como o pai dele anos atrás quando lhe levou o seu bem mais precioso: Lílian Evans. Já estava preparado para morte, sabia que o garoto não o perdoaria por ter matado Dumbledore, mas não ia fechar os olhos iria encarar a morte de frente, foi aí que ouviu um grito e o Potter instintivamente aparatou da sua frente. Não havia morrido, mas tinha que sair dali.

Harry havia derrotado Snape, ele estava ali caído, indefeso. Por um minuto pensou em mata-lo, mas não, isso o tornaria tão desprezível quando ele. Foi então em direção ao ex-professor para prende-lo quando ouviu um grito. Seus olhos instintivamente correram em direção ao local de onde ouvira o grito e seu coração ficou apertado. Não!! Não poderia perder a mulher que ama e simplesmente aparatou para o único lugar onde poderia defende-la.


Gina gritara, sabia que maldição era aquela, não teria como se defender de uma lançada pelo próprio Voldemort. Fechou os olhos, “ desculpa meu amor, não vou poder compartilhar a vitória com você”. Foi a ultima coisa que pensou antes de cair e perder os sentidos.

- KEDAVRA.
Voldemort lançara o feitiço na ruivinha, ela iria sucumbir e o Potter com certeza não teria forças de lutar com ele depois de perder a namoradinha. Ia ser uma ótima oportunidade para fugir, antes do garoto ir enfrenta-lo. Sorria exultante, mas antes do raio alcançar a ruivinha Harry Potter aparatou na frente da garota e receber o raio no peito sendo lançado aos céus, derrubando Gina inconsciente.

Todas as lutas pararam ao ver Harry lançado aos céus por uma maldição proferida por Voldemort. Ron e Mione se abraçaram em pânico vendo o amigo sendo atingido e se preocuparam ainda mais quando viram Gina caída no chão a poucos metros de onde o Lorde das trevas estava. Suas esperanças de vitória ruíram naquele momento quando uma luz vermelha saiu do peito de Harry e o envolveu.

A luz vermelhava brilhava intensamente e rapidamente envolveu o corpo de Harry fazendo o mesmo soltar alguns gritos como se estivesse sofrendo, então a mesma luz se misturou ao raio verde da maldição proferida por Ridlle ainda ligada ao corpo do garoto. Os raios verde e vermelho misturaram-se até o verde ser completamente tomado pelo vermelho que agora também englobava Voldemort. O Lord das Trevas soltou um grande grito quando a luz vermelha intensificou-se agora ligando Harry Potter e Tom Ridlle que pareciam sofrer muito neste momento. De repente a luz ficou tão forte que os expectadores tiveram que desviar o olhar, então se ouviu uma explosão.

Todos ficaram em silêncio até a fumaça da explosão se dissipar. Mas ninguém se preparou para o que avistaram. O corpo de Tom Ridlle estava totalmente carbonizado e agora se desintegrava em cinzas, enquanto que o local aonde o corpo de Harry deveria está havia somente uma mancha negra e um pedaço da capa do garoto queimada.







N/A : espero que não tenha sido tão ruim assim, mas dar pra passar. Agora começa a segunda fase da fic. A pós-hogwarts.
Beijos, Mayra Black



















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