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11. A comitiva


Fic: Para sempre


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Harry saía do Ministério da Magia, onde acompanhara o julgamento de um Comensal da Morte que capturara um mês antes, quando foi alcançado pelo senhor Weasley.

- Ufa, Harry, quase que não te encontro. Escute, será que você poderia passar em casa amanhã à noite? Vamos oferecer um jantar para a comitiva dos Altos Elfos. Eles estão chegando - disse, sem fôlego.

- Ah, eu tinha me esquecido deles. Acho que não vou poder, senhor Weasley. Teria de, hum, combinar antes com a Claire e creio que nós vamos visitar uns amigos nossos.

- Ora, Harry, traga Claire. E, se for o caso, leve também esses amigos. Gostaria muito de contar com você. Os meninos vão estar lá. E se você aparecer, a família vai estar completa depois de muitos anos.

O rapaz se sentiu feliz de ser incluído na família. Isso por pouco não o fez mudar de idéia. Mas, pensando em Gina e em Arlen, desconversou. Despediu-se do senhor Weasley e aparatou em casa. Rony tinha viajado para resolver um problema com dementadores e deveria estar de volta bem mais tarde. Era provável, no entanto, que já fora avisado da visita dos elfos. Preparou sem grande entusiasmo um jantar rápido. Enquanto esperava a refeição ficar pronta, abriu uma garrafa de vinho e decidiu ouvir um pouco de música. Foi até a estante de CDs sondar o que tinha. Fazia tempos que não escutava nada trouxa. De repente, encontrou o disco que recebera de Gina. O pacote ainda estava fechado. Nesse instante, Claire aparatou na sala.

- Oi, mor. Diga que vamos!

- Vamos aonde?

- A senhora Weasley apareceu hoje em St. Mungus. Eu não a conhecia. Bom, ela foi falar com a Mione e eu estava na sala dela na hora em que a mãe do Rony chegou. Harry, você não sabe! Amanhã à noite vai ter um jantar na... como é que você chama mesmo?

- Toca.

- É, lá mesmo. Então, você já sabe que tem uma comitiva de Altos Elfos chegando? - perguntou ligeiramente desapontada.

- O senhor Weasley me procurou quando eu estava saindo do Ministério. Ele fez o convite. Mas eu disse que a gente iria visitar uns amigos. Não foi isso que combinamos? Ver os teus primos?

- Ai, isso a gente pode deixar para depois de amanhã. Quero muito conhecer esses elfos. A Mione me explicou quem são, onde vivem. Nunca imaginei que eles existissem. Harry, quero muito vê-los.

- Se você não se importa, prefiro jantar primeiro e discutir depois. Quer me acompanhar?

- Não, obrigada. Não sou fã dessa sua carne com batatas. Ei, tô brincando. Não precisa fazer careta. E então? Vamos?

- Claire, vai ser uma reunião familiar. Não vou me sentir confortável - disse com sinceridade.

O sorriso da namorada desapareceu. A moça saiu da cozinha e foi até a sala. De lá, avisou Harry que iria colocar uma música. O rapaz não se importou. Pensava preocupado no jantar da Toca. Teria de arrumar outra desculpa para fugir ao encontro, já que Claire estava com vontade de ir. Visualizou sua agenda do dia seguinte, tentando conferir o que poderia atrasá-lo ou impedi-lo de ir à reunião. Tomou um gole do vinho e... sua pele se arrepiou. Claire escolhera o CD português. Reconheceu imediatamente os primeiros acordes daquela canção que um dia Gina interpretara. Era impossível entender a letra, mas ele a tinha de cor na mente. Sabia que aquele trecho pedia que ele voltasse no vento. “Volta depressa, por favor”, dizia. Foi até a sala, disposto a trocar o CD. Assim que o viu, Claire se adiantou.

- Quem te deu este CD? A música é linda, mas não entendo nada.

- Eu também não sei. É português. Que tal colocar algo que a gente consiga entender?

- Pode deixar esse aí. Gostei da melodia. É tão suave, envolvente. Quem te deu mesmo?

- Estou a fim de escutar uma dessas composições eruditas. Ou então escolha uma banda bruxa para tocar. Pode ser aquele das Esquisitonas que você trouxe outro dia.

- Hoje você não está me deixando fazer nada. Primeiro, rejeita o jantar com os elfos. Depois corta meu barato com o CD trouxa. Quer que eu vá embora?

Harry suspirou impaciente. Sentou-se ao lado de Claire, pegou a mão da namorada e ficou quieto, matutando uma maneira de convencê-la a não ir ao jantar.

- Você está estranho, mor. Tenho notado. É o trabalho? - perguntou, despenteando os cabelos do rapaz com os dedos. - Deita a cabeça aqui no meu colo, que eu te ajudo a relaxar.

- Melhor não. Daqui a pouco o Rony chega. E preciso conversar com ele.

- Sei. É impossível concorrer com o Rony - tripudiou a moça.

- Não começa, Claire - respondeu, esfregando os olhos com as mãos, cansado.

Rony surgiu no meio da sala. Suas vestes de bruxo estavam molhadas e ele também não parecia bem humorado. Cumprimentou o casal, se serviu de vinho e se atirou sobre uma cadeira.

- Dia difícil?

- Nem me fale, cara. Arre, detesto dementadores. Prefiro enfrentar cem trasgos.

- Rony, você já sabe do jantar com os Altos Elfos, não é?

- A única coisa boa do dia foi receber essa notícia. A Mione ficou super animada. E eu também, para falar a verdade. Quer conhecer os orelhas pontudas, Claire? - brincou.

- Dependo do seu amigo...

- Bom, já que é assim seu lugar à mesa está garantido.

- Acho que não vai dar, Rony. Claire e eu tínhamos combinado de visitar uns primos dela.

- E eu já disse que isso pode ficar para depois de amanhã.

- Pôxa, Claire, é chato desmarcar compromissos.

- Eu ainda não tinha confirmado.

- Então, sem problemas. Vocês vão jantar com a gente amanhã - concluiu Rony, levantando-se rumo ao quarto.


....


Os dois casais tinham acabado de surgir na frente da casa dos Weasley. Como era costume, a primeira vez que uma pessoa visitava uma família ela só podia aparatar na entrada e permanecer lá até ser recebida pelos anfitriões. Claire, por ser estreante na Toca, teve de proceder dessa maneira. Logo, o senhor Weasley se aproximou e a cumprimentou. A moça ficou encantada e entrou na casa, seguida por Harry, Rony e Hermione. Na sala já estavam Fred e Jorge, Gui e Fleur, Carlinhos, Percy e Penelope e a senhora Weasley. Todos acenaram para o grupo, falando alto e rindo.

Harry sentia um frio na espinha. Hermione e Claire estavam excitadas. Rony olhava curioso, procurando os elfos. Sua mãe rapidamente esclareceu o enigma. Eles tinham subido aos quartos para trocar a roupa da viagem. Já desceriam. Harry percebeu que a ministra da Magia, Amélia Bones, e o diretor Alvo Dumbledore estavam num canto, provando tortinhas de queijo. Ele sorriu para o rapaz. Ao lado do professor, Severo Snape curvou ligeiramente a cabeça.

- É claro que o Ranhoso não ia perder essa oportunidade - resmungou Harry para Rony.

Dumbledore se aproximou e foi apresentado à Claire. O grupo conversava animadamente quando a senhora Weasley comentou em voz alta que “eles estavam descendo”. Arlen surgiu primeiro, usando fulgurantes roupas brancas. O cabelo parecia mais louro, os olhos azuis brilhavam com placidez. Estava muito bonito, elegante e impressionava com seu porte. Tinha descido apenas dois degraus e estendeu a mão para ajudar Gina a descer. A moça estava maravilhosamente vestida. Trajava uma túnica élfica clara que realçava a beleza de seus cabelos ruivos. Uma faixa verde adornava sua cintura. E a pedra branca que ganhara do noivo reluzia em seu colo. Harry se sentiu sufocar. A angústia fechando sua garganta. Desviou o olhar o quanto pode. Em seguida, desceram uma jovem e um rapaz, ambos de cabelos negros e olhos azuis. Logo após o casal, surgiu o senhor da Floresta Escura, um homem alto, de cabeleira negra e olhos escuros. Uma capa branca cobria-lhe as vestes. No peito, carregava uma pedra verde. Ao lado dele, caminhava uma mulher belíssima. Cabelos dourados desciam por suas costas até a cintura. Uma pequenina pedra prateada brilhava em sua fronte. Seus límpidos olhos azuis percorreram a sala com interesse e se detiveram em Harry. Ele estremeceu. Era a mulher com quem sonhara muitos dias atrás.

- Atenção, senhores. Vou apresentar todos e assim vamos poupar nossos convidados de ficarem repetindo seus nomes. Esta é a senhora da Floresta Escura, Ithriel, que vem a ser mãe do nosso Arlen, futuro membro da família. Este é o senhor élfico Lúterin, esposo da senhora Ithriel. E temos aqui também a bela Nirse e o senhor Cet, irmãos de Arlen. Fazem parte da comitiva os senhores Girend e Parfal, que são capitães élficos e se encontram lá fora. Por insistência deles, ressalto. Por favor, fiquem à vontade. Em alguns minutos, vamos ao jardim onde montamos as mesas para o jantar - anunciou o senhor Weasley, corado de satisfação.

A sala se encheu de vozes animadas. Hermione e Rony se dirigiram até onde estavam Gina e Arlen. Claire fez menção de segui-los, mas Harry a deteve. “Deixe que a família fale primeiro com os elfos”, murmurou. A moça arregalou os olhos, mas compreendeu o namorado.

- Mor, os elfos são impressionantes. Nunca vi gente mais bonita do que eles. E que porte. Ainda não ouvi a voz de nenhum deles, mas deve ser agradável também. Arlen é tudo o que a Mione disse. É até mais. A irmã do Rony tem muita sorte de casar com ele.

Uma fisgada no estômago incomodou Harry. Estava difícil parecer despreocupado. De repente, ouviu alguém chamá-lo. Ergueu os olhos. Diante dele, apenas Claire. A jovem continuava a comentar.

- Você não me contou como a irmã do Rony é bonita. Se bem que nem a Mione falou nisso. Nossa, ela está linda com aquela roupa. Parece tão leve que dá a impressão de desmanchar se a gente tocar.

Harry acabara de ouvir de novo o chamado. E então soube. Era a senhora Ithriel que se dirigia mentalmente a ele, convidando-o a se sentar ao seu lado. Pediu-lhe que trouxesse também a linda jovem que o acompanhava. Harry buscou a senhora élfica e a viu sentada num sofá ao lado de Dumbledore. Ela sorriu e o rapaz meneou a cabeça, fazendo que sim.

- Claire, a senhora da Floresta nos chama. Hã, tente não falar muito - disse o rapaz.

A moça ficou radiante. E Harry num segundo estava diante de Ithriel.

- Harry Potter, é um prazer conhecê-lo.

- O prazer é meu. Creio que já vi a senhora antes. Em um... sonho.

- Não era um sonho, mas sim já nos vimos. Nós nos encontramos num campo astral. Normalmente, apenas grandes magos podem se conectar mentalmente com os senhores élficos. Você tem um grande poder, Harry, mesmo sendo tão jovem.

- A senhora me procurou?

- Queria vê-lo e me apresentar. Porém eu o assustei. E quem é esta jovem adorável?

Harry apresentou a namorada. Claire estava tão nervosa que mal falou. Ela também se dirigiu a Dumbledore timidamente. Então, descobriram Arlen ao lado deles. O elfo se movia com tanta discrição que foi impossível vê-lo antes. Harry tentou ser simpático, mas o máximo que conseguiu foi manter a polidez. A senhora Ithriel o observava atentamente. O rapaz recorreu à oclumência, temeroso que ela percebesse seus sentimentos. Começou a suar. Nunca deveria ter concordado com Rony! Queria ir para casa!

A senhora Weasley se aproximou para chamá-los à mesa. Aos poucos, as pessoas se retiraram da sala e ganharam o jardim. Harry preferiu ficar para trás e se sentou numa cadeira. Claire não estava entendendo nada, mas permaneceu ao lado do namorado, afagando-lhe os cabelos. “Mor, você está tremendo. Sente alguma dor?”, perguntou em voz baixa. Ele balançou a cabeça. Receava os olhos da senhora Ithriel. Temia o momento em que teria de apresentar Claire à Gina. E detestava a elegância de Arlen. Teria sido melhor que o elfo o odiasse, como Draco Malfoy. Poderia retribuir a raiva sem problemas. Mas, inferno, o sujeito parecia gostar dele.

- O Arlen é tão... perfeito que dá vontade de empurrá-lo num monte de lama - deixou escapar.

- É isso. Você está com ciúmes! Harry, como você é bobo - riu Claire, deliciada - Agora, vamos. Não podemos atrasar o jantar.

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