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8. Capitulo 8


Fic: Noiva em Perigo


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO OITO


—Ah, querida, você fica muito mais sexy ruiva! — exclamou Joan. — E se me deixasse fazer uma permanente então!
—Nem pensar! Assim está ótimo.
Mione balançou os cabelos de um lado para o outro. Eram bem mais compridos do que estava acostumada a usar e definitivamente extravagantes. Mas uma coisa era preciso reconhecer: ela estava realmente irreconhecível, o que não deixava de ser interessante. Ela nunca se imaginara saindo de casa com aquela aparência.
—É desconfortável, não? — comentou, referindo-se à peruca.
Joan concordou com um gesto.
—Claro! Você espetou tantos grampos na cabeça que por pouco não se transformou em uma boneca de vodu! Bom, agora vamos retocar a maquiagem.
—Mas eu acabo de me maquiar!
Joan revirou os olhos com impaciência.
—É exatamente o que estou querendo dizer. Precisa realçar essa pintura.
Era difícil imaginar que algo mais precisasse ser realçado, a não ser que Joan a estivesse preparando para se apresentar em um picadeiro. Mas, passados quinze minutos, com a ajuda de um batom carmim e uma espessa camada de sombra azul, ela já se sentia outra mulher. Ou quase.
—Agora o toque final! — sorriu Joan, tirando um vestido do guarda-roupa, cujo tom de verde Mione não conhecia. — Uma grande aquisição, não acha? Ultima moda.
Mione engoliu em seco.
—Que horror!
—Pois eu achei que você ia adorar — surpreendeu-se a irmã. — Bem, escolha outro então. Tenho um roxo estampado, lindo por sinal.
Sem conseguir decidir qual dos dois era pior, Mione arrebatou o verde das mãos da irmã e o vestiu rapidamente. Olhou-se no espelho. E, surpreendentemente, não gritou horrorizada nem teve o acesso de riso histérico que era de se esperar. Na verdade, estava começando a achar a história divertida.
—E os sapatos? — perguntou.
—Eu tenho o par ideal para esta ocasião!
Mione voltou a sacudir a cabeça, agitando os falsos cabelos ruivos.
—Será que não vão perceber que é peruca?
—Acredite, em Atlantic City ninguém vai olhar duas vezes para você... A não ser os homens, é claro. Nunca imaginei que um dia lhe diria uma coisa dessas, mas você está lindíssima!
Mione riu com gosto.
—Mas não quero chamar a atenção de homem algum! Muito menos a de Bernie Morton. Se ele me reconhecer, estarei perdida.
—Não se preocupe — riu-se Joan. — Ninguém em sã consciência vai confundi-la com Hermione Granger. Quer um conselho? Relaxe e trate de aproveitar a oportunidade para explorar a riqueza de sua personalidade.
Mione estremeceu. Detestava ouvir Joan falar daquele jeito. Como se as pessoas padecessem de um crónico distúrbio de múltipla personalidade e andassem pela rua prontas para se fragmentar a qualquer momento. Mas, tendo desfilado no apartamento da irmã com a peruca ruiva e o vestido extremamente justo, acabou se perguntando se não havia um fundo de verdade naquela teoria. Afinal, nos dois últimos dias, ela fizera coisas de que jamais se imaginara capaz. Sentia-se outra, bem mais ousada. E, o que era surpreendente, sem tanta necessidade de reprimir o espírito rebelde e libertino que se agitava em seu íntimo e que lhe causava tantos sobressaltos.
—Até que pode ser divertido me fazer passar por outra pessoa por um dia — admitiu, vestindo a camisola que havia trazido para dormir à noite.
Joan, que conhecera Harry minutos antes, não resistiu à provocação.
—Puxa, parece que o bonitão anda fazendo milagres...
Mione hesitou. Talvez não valesse a pena confiar seu mais novo segredo à irmã. Por fim não resistiu.
—Sabe... Eu não lhe contei uma coisa... É sobre Harry e eu...
—Quê? Ora, pare com o suspense, conte logo!
—Ele me beijou... — vacilou Mione. E se sentiu ridícula.
Onde já se viu uma mulher adulta corar daquele jeito e por tão pouco!
—E daí?
—Bem, hoje ele confessou que se sente atraído...
Joan pegou uma almofada no sofá e a jogou para o alto.
—Aleluia!
Diante da reação entusiasmada, Mione ficou ainda mais sem jeito.
—É sério, Joan, quer dizer, é horrível!
—Precisamos comemorar. Esse Harry é fantástico!
—Mas você mal o conhece. E Will? Você acha que isso é justo com ele?
Joan ergueu as sobrancelhas com ceticismo.
—Ah, desculpe. É verdade. Eu tinha me esquecido.
—Will conta comigo.
—Tem certeza?
Mione hesitou.
—Bem, ele é um homem sério, confiável e...
—E está apaixonadíssimo por você?
—Não exatamente... Mas isso não vem ao caso. Além do mais, Will desapareceu. Não está aqui para se defender. Que você quer que eu faça?
—Quer mesmo saber minha opinião? — perguntou Joan com um suspiro dramático.
Mione fez que sim.
—Pare de se enganar, querida. Você e Harry merecem uma chance!
—Mas e Will? Como posso fazer uma coisa dessas com ele?
—É o destino, Mione. Não há como fugir.
—Mas será possível? Harry e Will são irmãos!
Joan deu de ombro.
—Grande coisa! Perto das histórias que escuto no consultório...
—E isso serve de consolo por acaso?
Joan sentou-se ao lado da irmã.
—Mione, diga uma coisa. Por que tanto nervosismo? Nós só estamos conversando.
—E que... Você não compreende? Não é normal. Não fosse esse sequestro, Will e eu já estaríamos casados e felizes.
—É possível — admitiu Joan. — Mas talvez estivessem apenas dando mais um passo em direção ao arrependimento.
Mione engoliu em seco.
—É verdade. Harry e eu fatalmente acabaríamos nos conhecendo e...
Joan fez que sim.
—Está vendo? Que diferença faz apaixonar-se agora ou daqui a alguns meses?
“Apaixonar-se?”
Mione se levantou de um salto.
—Mas quem falou em paixão? — perguntou, dirigindo-se ao banheiro para tirar a maquiagem. “Paixão? Ora, faça-me o favor! Como se existisse amor capaz de resistir a dois dias de convivência!” Além disso, ela duvidava que Harry houvesse se apaixonado alguma vez na vida. — Ele não consegue lembrar nem o nome das namoradas!
Joan foi atrás dela. Parou à porta do banheiro e a mirou pelo espelho.
—É, mas eu vi muito bem como ele olha para você.
—O quê?
Como se Mione não soubesse! Aqueles olhos penetrantes faziam-na estremecer dos pés à cabeça. Era a primeira vez que um homem a tirava dos eixos daquele jeito. Do mesmo jeito que era a primeira vez que ela experimentava a sensação de ser realmente desejada. Como resistir?
—Ah, você não sabe? Quer que eu explique? — impacientou-se Joan.
Mione estremeceu. Cobriu o rosto de creme hidratante e fez que sim.
—Harry olha para você como se fosse um pobre nômade no deserto diante de um copo de água gelada, é isso!
A descrição por pouco não levou Mione às lágrimas. As palavras pareciam selar um destino inevitável. Além do mais, Will nunca a olhara daquele jeito.
“Oh, Will”, lamentou ela. “Será que vai me perdoar?”


—Harry... — murmurou Mione, atravessando o luxuoso saguão do Hotel Torre da Fortuna. — Todo mundo está olhando.
Ele riu.
—Não exagere! Os homens estão olhando, minha querida — disse, reprimindo o impulso de sair distribuindo sopapos. Mas que homem resistiria? Mioneestava tão sexy com aquele vestido. — Aja naturalmente — recomendou, dirigindo-se ao balcão da recepção.
Ela prendeu os imensos óculos de sol na peruca esvoaçante e riu.
—Agir naturalmente? Com estes sapatos de plataforma? Vai ser difícil: eles devem ter sido projetados para se andar na lua!
Harry lhe deu um tapinha no ombro e sorriu. No íntimo, queria que o dia não acabasse mais. Afinal, as coisas pareciam estar dando certo: em breve conseguiriam desbaratar o esquema dos fraudadores e encontrar Will. Mas, e depois? Se Mione insistisse na ideia de casamento, o pouco que havia acontecido entre os dois seria coisa do passado.
A simples hipótese de não voltar a vê-la o fez estremecer. Um único beijo, e ele já se tornara dependente. Precisava dela, de seu senso de humor, da maneira inusitada como ela interpretava as coisas, até mesmo de suas rabugices. Não lhe sobrava escolha senão enfrentar a situação. E Harry jurou voltar a falar com Mione antes que o dia chegasse ao fim. Diria o que estava sentindo, falaria com clareza.
Olhando-a de relance, sentiu um nó na garganta. Vestida daquele jeito, Mione não lhe dava a menor disposição para o diálogo. Seu desejo era tomá-la nos braços e provar que o casamento com Will seria um grande erro.
—Por favor, pode me informar a que horas começa a festa de Max Herbert — perguntou na portaria.
Um rapaz imberbe, aparentemente mais interessado nos seios de Mione que em atendê-lo, consultou o computador a contragosto.
—As oito e trinta no salão oval.
Harry pigarreou ao ver o recepcionista praticamente deitado no balcão para ver as pernas de Mione.
—Um quarto, por favor.
O rapaz ajeitou a gravata.
—Impossível. Estão todos reservados, senhor.
—Não há problema. Tenho certeza de que você vai encontrar uma maneira de contornar a situação — rosnou Harry, deixando claro que havia uma enorme diferença entre "reservado" e "ocupado". — Ficamos com o que você conseguir.
—Contanto que a cama seja king-size — cochichou Mione.
Harry olhou para ela com expressão apalermada. Que significava aquilo? Pelo visto Mione entrara ‘no’ papel de corpo e alma!
—Ora, isso não faz diferença, faz? — resmungou ele.
—Claro que faz, meu amor. Você não vive dizendo que precisamos de espaço? — Sorriu ela, piscando muito com os enormes cílios postiços. Virou-se para o recepcionista. — Oh, querido, tenho certeza de que você pode nos ajudar. Ainda faltam quatro horas para a festa. Precisamos nos distrair um pouco até lá, não acha?
—Ah... — O rapaz estava boquiaberto. — Imagino que sim...
—Você poderia nos arranjar um quarto com cama em forma de coração e cheio de espelhos?
O rosto do recepcionista passou do vermelho ao roxo.
—Uma suíte temática?
—Puxa, é assim que se chama? Suíte temática! — exclamou ela entusiasmada. — Que maravilha! Ah, gatinho, consiga uma para a gente! Depressa!
—Hum... pensando bem, se não me engano o Taiti ficou desocupado há alguns minutos.
Harry sentiu um frio na espinha. Não esperava que Mione desempenhasse o papel com tanta autenticidade.
—Taiti! Mas que sorte! — ronronou ela.
—Ficamos com esse então — disse Harry, sacudindo a cabeça.
Preencheu a ficha de registro em nome de ‘sr. e sra. Tyson’ e a mostrou a Mione, que sorriu satisfeita. A caminho do elevador, ele disse:
—Nunca imaginei que você fosse tão boa atriz.
—Como assim?
—Ora, o jeito como falou com o recepcionista...
Ela pestanejou, simulando ingenuidade.
—Era preciso convencê-lo, não? Do contrário, que iríamos ficar fazendo nas próximas quatro longas horas? — Sorriu.
Harry ficou ainda mais desconcertado ao vê-la entrar no elevador rebolando exageradamente. Estava começando a desconfiar de que Mione não estava em seu juízo perfeito naquele dia.

A suíte temática mostrou-se digna do título. Além de abarrotada de enormes vasos com palmeiras, tinha mobília com um revestimento que lembrava casca de coco. O carpete verde tinha cerdas muito altas, e o papel de parede era dourado.
Ao abrir a porta, Harry e Mione mal disfarçaram o espanto. Ficaram alguns segundos imóveis, os olhos arregalados. Por fim ele tomou coragem e entrou.
—Vamos lá, ‘sra. Tyson’. Os nativos com certeza já foram catequizados.
—Que horror! — exclamou ela, esquadrinhando as toscas reproduções de Gauguin. — Parece cenário de filme de terror...
—Tem razão. Só faltam os mosquitos transmissores da febre amarela.
—Será? A cama tem mosquiteiro!
Mione tirou os sapatos de plataforma e se deitou. Aquele era o último lugar onde Harry esperava vê-la.
—Que acha de irmos para o cassino? — sugeriu ele. — Teremos tempo de perder uma fortuna até a hora do jantar.
—Não, obrigada! Não gosto desse tipo de jogo.
—Podemos dar um passeio na praia se você quiser — disse ele, mal controlando o desespero. Se não saíssem logo dali, em poucos minutos estaria subindo pelas paredes.
—Harry, por que você não relaxa? — sorriu ela com um brilho estranho nos olhos. Virou-se para o criado-mudo e, brincando com o botão da luz, deixou o quarto na penumbra.
—Mas eu já estou relaxado.
Sem saber o que fazer, Harry foi inspecionar o armário, depois pôs-se a andar de um lado para o outro, fingindo-se indiferente à atmosfera sensual que tomara conta do ambiente.
—Pois não parece — murmurou Mione. — Por que você não... — O tom sedutor de sua voz transformou-se repentina mente em um guincho estridente. — Harry, desligue isso! — gritou, agarrando-se à guarda da cama quando o colchão começou a cabriolar descontroladamente. — Depressa!
Saltando na cama, ele aproximou-se com dificuldade da cabeceira, tentando alcançar o painel de controle. Teve de se debruçar sobre ela para desligar o motor que fazia o colchão vibrar.
—Oh, que horror! — suspirou ela aliviada. — O que é isso afinal?
—Carícias mágicas — riu-se Harry.
— Marteladas mágicas, isto sim!
Ele respirou fundo. Mal podia acreditar. Estavam na cama, e Mione parecia não se incomodar. O perfume delicado que sua pele exalava era um convite irrecusável. Ele soltou o corpo e, ao se deitar ao lado dela, roçou o sexo excitado em sua coxa. Arregalando os olhos, Mione se apoiou nos cotovelos.
—Bem... Então vamos dar uma volta na praia?
Nem um tiroteio o tiraria daquela cama.
—Você disse que não queria.
—Ah, sim, é verdade. Eu estava pensando em tirar uma soneca — disse ela. Ao perceber que Harry se aproximava, ficou ainda mais tensa. — Você falou no cassino, não falou?
—É, mas você não gosta de jogos de azar. Aliás, não gosta de nada que envolva risco, lembra-se? — Sorriu ele, mergulhando os olhos nos dela.
—Não gosto mesmo...
A expressão vulnerável e hesitante de Mione o encheu de coragem. Harry já não podia reprimir a necessidade de revelar o que se passava em seu íntimo, mesmo sabendo que não valia a pena. Queria pedir-lhe que repensasse sua decisão, afinal, era ‘por ele’ que ela estava apaixonada. Mas teve medo de mencionar Will e quebrar a magia do momento.
Precisava encontrar uma maneira de dizer que o que sentia não era mero desejo carnal, mesmo sabendo que ela dificilmente acreditaria.
—Mione, há uma coisa que eu estou querendo fazer desde que nos encontramos hoje cedo, mas...
—Eu também...
—É mesmo? O quê?
—Isto!
E, agarrando-o pelo colarinho, colou os lábios nos dele.
No momento que suas bocas se encontraram, Mione sentiu o corpo relaxar. Tinha passado o dia todo tentando se convencer de que valeria a pena seguir em frente, experimentar e, quando finalmente tomou coragem para beijá-lo, soube que a irmã estava coberta de ‘vazão’.
—Eu queria poder passar a noite aqui, Harry — sussurrou acariciando-lhe o peito. — Queria que fossem quatro meses, não quatro horas.
—Eu também — sorriu ele deliciado.
—E... — Mione hesitou e fitou-o nos olhos. — Acho que gostaria de fazer amor com você...
Harry a tomou nos braços e, sentindo-a estremecer, mergulhou o rosto em seu pescoço.
—Eu nunca fiz amor à tarde — confessou Mione envergonhada.
—Nunca?
Ela sorriu.
—Mas não tenho nada contra.
Harry riu e, afastando-se um pouco, fez menção de lhe despir o vestido; mas ela o deteve puxando-lhe a camiseta para fora da calça, tirou-a e a jogou no chão. Ante o roçar daqueles dedos delicados em seu peito nu, ele conteve a respiração. Como era possível que um homem aparentemente seguro se mostrasse de súbito tão vulnerável?
Sentindo-se dona de um poder até então desconhecido, Mione decidiu usá-lo de maneira deliberada antes que acabasse totalmente entregue às labaredas que nela se acendiam. Estendendo as mãos, abriu o zíper da calça de Harry, puxou-a para baixo e se pôs a acariciá-lo com ternura.
Ele fechou os olhos, os músculos de seu maxilar se retesaram. Estava rígido e febril com aquelas carícias; o seu desejo enlouquecendo-a.
—Mione... — murmurou roucamente.
E, estreitando-a, beijou-a com sofreguidão. O doce contato daqueles seios em seu peito nu o levou à beira da loucura. Abrindo o vestido, viu o delicado sutiã preto que ela havia escolhido intencionalmente aquela manhã. E o brilho em seus olhos revelou que a escolha tinha sido acertadíssima. Com a respiração suspensa, Harry soltou o fecho da peça íntima, que caiu feito uma nuvem soprada pelo vento, desnudando duas esferas macias, claras e perfumadas. Curvando-se, ele as beijou, sugando os rijos mamilos, excitando-os ainda mais com a ponta da língua.
Mione pousou as mãos em seus ombros, e ambos se deixaram tombar nos travesseiros, entrelaçando pernas e braços, explorando-se mutuamente com uma voracidade que ela não havia provado até então. Sabia que Harry era extremamente viril e sensual e suspeitava que devia ser um verdadeiro mestre na arte de dar prazer a uma mulher, mas não antecipara como ‘a’ faria sentir-se. E, de repente, ela soube precisamente o que queria. E não hesitou em dar a conhecer a sua ávida curiosidade.
Nem ele. Mas quando Mione pensou que estava definitivamente entregue ao ímpeto da paixão, Harry se afastou e sorriu.
—Preciso fazer uma coisa — disse, puxando-a para que se sentasse.
Ela não sabia o que esperar e, o que era mais surpreendente, não sentiu desejo de se opor ao que quer que ele pretendesse fazer. Quando Harry começou a tirar os grampos que lhe prendiam a peruca, ela sorriu. Tinha se esquecido completamente.
Desfazendo-se das mechas ruivas, ele passou os dedos em seus cabelos castanhos, macios como seda.
—Seu cabelo é lindo — sussurrou. — Você é linda. Quero ver você inteirinha.
E, terminando de se despir, passou a desnudá-la. Tirou-lhe o vestido, as meias e a calcinha e jogou tudo longe da cama. O brilho satisfeito e quase possessivo de seus olhos provocou em Mione uma nova onda de excitação.
Harry fez uma delicada pressão para que ela afastasse as pernas, expondo sua parte mais íntima. Deixando escapar um doce gemido, ela se entregou às deliciosas carícias, até que o desejo exacerbado começasse a pedir mais. Então, estendendo os braços, puxou-o para junto de si, até que ele estivesse a ponto de penetrá-la.
Harry recuou hesitante.
—Mione, eu...
Mas ela lhe cerrou os lábios com o dedo, impedindo-o de pronunciar outra palavra. Pelo menos uma vez na vida queria ser verdadeiramente impetuosa. Nada de falar nem planejar nem de se dar uma última chance de ser sensata. Tampouco queria despertar no dia seguinte, como lhe acontecera certa vez no México, e concluir que havia cometido um erro: queria cometer o erro de olhos abertos e ficar satisfeita consigo mesma.
Erguendo lentamente os quadris, Mione o atraiu para dentro de si. Não passou de um movimento sutil, mas foi como uma explosão, depois da qual não havia como voltar atrás nem como resgatar uma única partícula de pensamento racional. A doce união foi irresistível, e seus corpos se fundiram instantaneamente e mergulharam em uma cadência arrebatada, frenética, ávida, até que o Taiti desapareceu por completo... Mione apenas conseguia ver as estrelas, os cometas e o belo rosto de Harry entregue ao mais desvairado êxtase.




Obs:Oiiiiiii pessoal!!!!!Mais uma vez peço desculpas à vocês por ter atrasado o capitulo, mas foi por motivos muuuuito sérios!!!Como tinha avisado vocês, acabei pegando exame em Estatística e tive que estudar muuuuito pra poder passar.Porém só vou saber o resultado amanhã de noite e, já aviso vocês que, se eu passar vou postar terça dois capitulos de cada fic em comemoração!!!!Espero que tenham curtido o capitulo de hoje e que tenham gostado da noticia!!!Bjux!!!Adoro vocês!!!!


Agradecimentos especiais à:
Fernanda Destro,
ღDiany PaulaღMúmiaღ ,
Jéssy Nefertari,
Amor,
Tata,
Ana Lívia,
Andréa Pismel da Silva,
Carla Ligia Ferreira,
***Pah Potter***,
*** Sarinhaaa ***,
FABY e
Adriana Paiva!!!
Se eu esqueci alguém, peço que me perdoem!!!Adoro todas vocês!!!!Valeu por acompanharem todas as minhas fics e pelos comentarios maravilhoso que deixam!!!!E principalmente por serem tão pacientes comigo!!!Bjux!!!!!

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