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3. Godric's Hollow


Fic: Última Chance Para Amar


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Harry, Ron e Hermione chegaram em frente à antiga casa dos pais de Harry, ou onde calculavam que a casa estava, visto que esta estava escondida por um feitiço semelhante à casa dos Black, para que nenhum muggle desconfiasse da sua existência. Numa carta, Hagrid explicara a Harry a localização da casa e o que fazer quando lá chegasse para ela aparecer. Hagrid ficara um pouco desconfiado por Harry lhe perguntar, mas não lhe fez muitas perguntas. Em parte sabia que Harry um dia ia querer ir lá, ver a sua casa.
- É aqui. - disse Harry, tirando um bocado de pergaminho do bolso e leu-o, passando em seguida a Ron e Hermione.
De imediato apareceu a casa, como tinha aparecido a casa em Grimmauld Place, contorcendo-se e esticando-se entre as duas casas em volta. Era uma casa austera, pensou Harry: era alta, de três andares, de tijolos escurecidos com janelas de madeira branca, telhado negro. Tudo ali parecia tristonho e velho. Harry tirou também uma chave que tinha sido enviada juntamente com a carta de Hagrid e inseriu-a na fechadura.
Rodou a chave e a porta abriu-se um pouco. Com medo do que ia encontrar lá dentro, Harry olhou para os seus amigos, como que à espera do seu apoio.
Ron meneou a cabeça como um sinal de incentivo e Hermione olhou-o fixamente, como que à espera que ele desse o passo seguinte.
Harry empurrou a porta que chiou um pouco. Estava escuro lá dentro. Os três entraram e fecharam a porta atrás de si.
- Lumos. - disseram os três ao mesmo tempo e o hall de entrada ficou todo iluminado.
A casa quase não parecia ter sido habitada. No hall apenas se via uma pequena mesa com uma vela em cima. Harry acendeu-a e voltou a pousá-la no sítio. Logo em frente tinha umas escadas meias destruídas e cheias de pó. Harry virou à sua esquerda para a sala. Não havia quase nada: dois sofás pequenos cobertos por um lençol branco cada um estavam arrumados a um canto da sala. No outro lado estava um sofá maior também coberto por um lençol. No centro uma pequena mesa baixa. Harry não explorou muito, limitando-se a virar para as escadas. Subiu-as com cuidado, com Hermione e Ron sempre no seu encalço. Quando chegou ao fim do primeiro lanço olhou para baixo, para o hall.
- O meu pai deve ter morrido aqui. - balbuciou. - Enquanto a minha mãe estava lá em cima comigo. O Voldemort chegou e... ele não conseguiu.
- Harry... - Hermione não foi capaz de dizer nada de reconfortante.
Sem aviso, Harry virou-se e continuou a subir as escadas. Chegavam agora ao primeiro andar. Sempre com as varinhas acesas, apontaram-nas para um corredor com quatro portas: a primeira era um quarto com uma cama larga e uma mesinha de cabeceira ao lado. Harry continuou para a porta seguinte: era uma casa de banho muito poeirenta. Harry chegou à outra porta e viu outro quarto, com duas camas pequenas e uma cadeira de baloiço carcomida pelo tempo. Ao chegar à última porta, no fundo do corredor, Harry teve um pressentimento, como se soubesse já o que o aguardava. Respirando fundo, Harry entrou e viu tudo o que imaginava poder ver naquele quarto: uma cama larga de casal, uma mesinha de cabeceira, um guarda-fatos e, no canto junto à janela, um berço de bebé.
- Nox. - Harry apagou a varinha e foi abrir a janela, deixando entrar a luz do dia, iluminando melhor o berço.
- Foi aqui. - disse Harry, num tom um pouco trágico. - A minha mãe morreu para me salvar e eu fiquei com esta... - A sua mão dirigiu-se à testa e Harry esfregou a cicatriz.
Debruçou-se sobre o berço. Era de madeira branca, mas a tinta estava já toda lascada e havia muita madeira partida no chão. Aquilo era mais que a destruição do tempo, era uma destruição que Harry adivinhava ter sido feita no momento em que ele sobreviveu à maldição de Voldemort. Os cobertores estavam cobertos de lascas de madeira e ainda estavam ali puxados de lado, como se tivessem apenas retirado Harry dali, deixando o quarto exactamente como estava. Tudo naquele quarto estava diferente do resto da casa: não havia lençóis a cobrir a mobília nem qualquer vestígio da presença de alguém nos últimos 17 anos.
De súbito, ouviram um clique no andar de baixo, um chiar lento e outro clique. Harry virou-se e abriu muito os olhos. Hermione e Ron pegaram instintivamente na varinha e, muito silenciosamente, viraram-se e foram andando para o corredor. Harry seguiu-os e, sem fazer barulho, o trio desceu as escadas quase às escuras, tendo como claridade a luz da vela no andar de baixo.
Harry amaldiçoava-se por ter deixado o manto da invisibilidade no andar de baixo, podiam descobrir o intruso muito mais facilmente e de um modo mais seguro usando o manto. Mas como sempre, Harry esquecera-se dele junto das vassouras, no hall. Acabaram de descer as escadas e ainda não havia sinais da presença de alguém ali. Harry fez-lhes sinal para não se mexerem, foi avançando até junto das vassouras e constatou que o manto havia desaparecido! Harry olhou para Hermione e Ron com a preocupação estampada no rosto.
Hermione dirigiu-se à sala e Ron seguiu-a. Harry ficou do lado de fora, com a varinha apontada na direcção da saída da sala. Ouviu Hermione dizer que não estava ninguém lá dentro e, de repente, começou a ver pó a levantar do chão, como se um pano o arrastasse, na direcção das escadas. Harry foi rápido quando apontou a varinha:
- Petrificus totalus!
Em seguida ouviu uma pancada no soalho de madeira de um corpo a cair redondo no chão. Hermione e Ron precipitaram-se para fora da sala de varinhas em riste e pararam ao ver Harry dirigir-se ao sítio onde o corpo parecia ter caído.
Harry ajoelhou-se e palpou o chão em busca do corpo. Encontrou por fim o que parecia ser um pé e agarrou o manto da invisibilidade. Puxou-o de uma vez para descobrir quem se escondia debaixo dele.
Hermione não conteve um gritinho de surpresa e Ron ficou de olhos esbugalhados. Harry mal podia crer em quem estava ali deitado no chão petrificado...

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