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16. Descobri que não te amo!


Fic: A MAIOR AMIZADE DO MUNDO


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Máira Vívian: Vamos fundar a sociedade 'Gina é uma biscate'.
HUAHSUAHSUAHSUA coitadaaaa *-*
que bom que gostou :)

Amanda: Nem foi três meses, foi? Acabei conseguindo escrever.
e Rony e Luna? Aaaah, sei lá.
HUSHAUSHAUHSAUHSU

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Antes de descer para o Salão Principal, Rony estava sentindo um formigamento estranho dentro do corpo. Nada que o fizesse se sentir extraordinário, mas ele estava apenas inquieto. Tinha marcado de se encontrar com Luna logo cedo, mas ao encontrar Harry e receber as notícias sobre a horcrux, se esqueceu disso. Agora, junto com Hermione, ele acabou se lembrando com um sobressalto e uma batidinha na testa. Mas não dava mais tempo.


Enquanto isso, Harry não sabia o que estava fazendo, ou o que estava sentindo. Ele só tinha certeza de estar sendo comprimido pelo corpo de Gina. Ele abriu os olhos, que, foram de imediato invadidos pelos longos cabelos ruivos e cheirosos da garota. Mas o que diabos ele estava fazendo? Ah, ele sabia perfeitamente o que era. Só não entendia o porque.

Gina continuava a pressioná-lo contra a parede, impedindo-o de se libertar sem fazer força para empurrá-la. Como se fosse um lembrete de que Gina não era a garota que ele amava, a cicatriz de Harry deu uma pontada violenta, e ele passou a pensar em Hermione.

Harry empurrou a ruiva, a deixando totalmente surpresa.

- Gina, eu não posso.

A verdade é que Harry não sentira nada. Quer dizer, ele sentira o calor de Gina, mas parecia que somente isso. Ele não a amava mais; estava livre.

- Por que?

- Porque eu descobri que não te amo mais... eu amo... outra pessoa.

- O... o que? É a Hermione, não é? – começou Gina, com um tom desesperado na voz. Harry pensou ter visto seus olhos marejarem.

- Gina... – ele disse, passando a mão em seus cabelos. – Eu... nós acabamos.

Gina sentiu uma pontada de aflição, pensando seriamente em deixar Harry ir, afinal ela não podia fazer nada. Mas um certo garoto loiro invadiu sua mente de súbito, e ela lembrou que não podia perder a aposta. Não, especialmente quando estava apostando com um Malfoy.

- NÃO! Você acabou! Eu ainda te amo, Harry!

- Não faça ficar mais difícil do que já é. Vamos optar pela maneira mais fácil...

- NÃO EXISTE MANEIRA FÁCIL! – ela gritou, e agora estava realmente chorando.

- Gina, acabou. – Harry respondeu, e incrivelmente, ele estava sorrindo. – Não há mais nada entre a gente. Foi bom enquanto durou.

Ele fez menção em se afastar, pois não precisava ficar ouvindo as lamentações de Gina quanto ao namoro dos dois.

- Harry, volta aqui! – Gina gritou vendo que Harry is embora.

Mas ele não voltou. Foi até o Salão Comunal, em busca de Hermione. Se tivesse um pouco de sorte ela ainda estaria lá... Harry iria se declarar, pois estava mais claro do que nunca, que ele estava apaixonado por Hermione... Sempre estivera, só que estava cego pelos encantos de Gina. A menina que sempre fora sua amiga não saía mais da sua cabeça. Sua vida se resumia à ela, Harry não era mais capaz de esconder. Uma euforia incontrolável invadiu seus membros, e ele se assustou quando percebeu que estava na porta do Salão Principal. E tudo bem se Hermione não o amasse, ele tinha amor suficiente para os dois dentro de si.

Sim, ela estava no Salão Principal. Com Thomas Funt. Estava completamente incomodada, enquanto Thomas sempre dava um jeitinho de ir chegando mais perto.

- Thomas, solta... eu tenho que estudar.

- Você sempre estuda. Que saco! – respondeu Thomas.

Ele continuou insistindo sem parar, e Hermione continuava afastando-o sem parar. Harry odiava ver a amiga naquelas condições. Ele precisava fazer alguma coisa.

- Thomas, solta ela.

- Potter, que bom te encontrar – respondeu em tom irônico. – Não vou soltá-
la. Você é o namorado dela por um acaso?

Thomas tinha razão. Ele não era o namorado de Hermione...

- E se eu disser que sou?

...mas podia simplesmente fingir que era. E isso seria delicioso.

- Eu direi que você está mentindo.

Harry sentou-se do outro lado de Hermione, e a envolveu com seu braço, fazendo-a deitar carinhosamente em seu peito. Para completar, ele deu um beijo em seus cabelos.

- Você sabe que não estou mentindo. – Harry disse em tom desafiador.

Thomas concluiu que havia perdido, e saiu bufando do Salão. Certificando-se que ele tinha de fato desaparecido, Harry tirou o braço de Hermione e começou a rir junto com a garota, que estava muito vermelha.

- Obrigada, Harry! – disse ela em tom mais risonho possível, mas logo seu cenho mudou. - Só que tem um problema...

- Qual?

- Vai ter que manter o disfarce. Sabe, de mentira...

- O que?

- É... quer dizer, como se você me namorasse. – continuou Hermione, um pouco embaraçada. – Eu sei que eu não sou tão linda quanto a Gina, mas...

- Você é muito mais bonita que a Gina, Mione. – Harry falou sem pensar.

Hermione sentiu o rosto queimar e soube que estava naquele momento tão escarlate quanto os cabelos de Rony.

- Quer dizer que... tudo bem?

Harry riu mais uma vez. Tudo bem? Estava tudo perfeito! Se mentir significava tempo com Hermione, ele mentiria quantas vezes fossem necessárias. Ele esqueceu a idéia da declaração, mas tinha conseguido uma coisa melhor: era namorado de Hermione. Fingido, mas ainda assim, namorado.

***
Os dois saíram do Salão Principal rindo, ao encontro de Rony, que tinha saído mais cedo, quanto Thomas chegou e literalmente o expulsou. Mas na realidade quem os encontrou foi Rony e não o contrário. O ruivo estava ainda mais feliz que Harry, se é que isso é possível. Ele já ia passando pelos outros dois sem percebê-los, até que Hermione gritou em tom de desaprovação.

- RONY!

Ele pareceu despertar de uma maravilhoso sonho.

- Hã? Mi... Mione?

- Você estava passando pela gente.

- É? Acho que não vi vocês.

- Ah, Ronald, isso é óbvio. – Hermione respondeu fingindo estar série, mas
riu depois.

- Por que está no mundo da lua? – perguntou Harry.

- Não chame ela de Di-Lua! – retrucou Rony, em um tom bastante ríspido.

Harry o olhou assustado.

- O que?

- Hã?

- Rony... você está maluco? Eu não chamei a Luna de Di-Lua! Sei que ela não gosta.

- Ah... eu... eu...

- Quer sentar e explicar a história inteira, por favor? Vem, vamos para o Salão Comunal. – disse Hermione em seu tom habitual de mandona, conduzindo os amigos até o lugar referido.

> flash back on:

Rony e Hermione ficaram conversando no Salão Comunal logo depois que Harry saiu.

- O que você acha que ela quer?

- Provavelmente insistir para que ele volte. – respondeu Rony.

Hermione franziu a testa.

- Ele vai? – ela perguntou, não escondendo uma certa preocupação.

- Vai o que?

- Voltar.

- Depende de você.

- De MIM?

- Claro.

- Err, não entendi.

Rony suspirou e tentou explicar.

- Olha, Mione. Eu posso não ser um expert em entender corações, mas dessa vez até eu consegui ver que o Harry está apaixonado por você. Mas, se a senhorita não fizer nada, ele vai acabar desistindo e vai procurar consolo na Gina, que estará absolutamente disposta em consolá-lo.

Hermione abriu a boca, mas tornou a fechá-la.

- Ronald, isso é absurdo! Percebo porque você realmente não é um expert em entender corações!

- Hermione, você sabe que é verdade. Mas se prefere vê-lo partir... Tudo bem, a escolha é sua.

Hermione o olhou com desgosto.

- Preferia quando você era ignorante e ficava calado.

- Ei! Para sua informação, eu nunca fui ignorante...

Nesse momento, Thomas chega e senta-se ao lado de Hermione.

- Na verdade, você nunca deixou de ser ignorante, Weasley. – ele disse com desdém.

Hermione não gostou do seu tom arrogante.

- Eu não preciso ouvir essas coisas de um brutamontes igual a você, Funt.

- Ótimo! Então por que não vai embora?

Hermione lançou um olhar pedindo para que Rony não saísse, mas o ruivo estava muito ocupado sentindo raiva para perceber. Ele levantou e andou na direção oposta à mesa da Grifinória.

- Não gosto que o trate assim. – Hermione disse em tom gélido.

- Eu o trato como eu quiser.

- Não na minha frente. E, com licença, porque eu tenho que estudar.

Thomas olhou Hermione como se ela fosse anormal.

- Por que você me esnoba?

Hermione não estava querendo fazer o joguinho de Thomas hoje.

- Porque você não merece minha atenção.

- E o Weasley merece?!

- O Weasley é meu melhor amigo.

- E o Potter?

- O Potter é meu outro melhor amigo.

- E por que o Funt não pode ser mais um melhor amigo?

- Porque... bom, porque... você não quer ser só meu amigo.

Nessa hora, Hermione levantou o rosto e olhou Thomas nos olhos, o que foi um grande erro.

- É, você tem razão.

E, assim, o garoto tentou se aproximar de Hermione, enquanto ela tentava afastá-lo sucessivamente. Quando ela pensou que teria de ceder aos encantos de Thomas, Harry apareceu, graças à Merlin.

***
Rony observou Hermione e Thomas de longe, pois não queria deixar a amiga muito desconfortável. Ele já estava preparado para voltar e defendê-la, quando Harry o fez primeiro. ‘Ótimo’, Rony exclamou com sinceridade. O menino então se desviou e foi para um dos corredores, apenas caminhar. Escolheu este local porque sempre estava vazio. Então, imagine sua surpresa quando encontrou Luna chorando quietinha encostada na parede.

- Luna? – ele perguntou, querendo confirmar se aquela menina era mesmo sua namorada. Mas não havia dúvida: os cabelos loiros e os olhos grandes deixavam a única certeza.

- Ro...Rony? O que está fazendo aqui? – ela perguntou, enxugando as lágrimas rapidamente, tentando disfarçar.

- Eu vim andar. Mas... o que foi que aconteceu?

- Ah, nada...

- Nada, Lu?

- É que eu... – Luna parou abruptamente. – O que você faria se quisesse
contar uma coisa sem importância para alguém que você ama muito, mas soubesse que essa mesma pessoa não acreditaria?

Rony sorriu.

- Eu tentaria. Pois se a pessoa me amasse de verdade, ela acreditaria. Vá em frente. Não precisa ter vergonha.

Luna parou de chorar por um instante.

- Eu acho que a pessoa que eu gosto não gosta mais de mim.

- Hum... Mas essa pessoa seria muito idiota se não gostasse de você.

- Ah eh... Ele é chato, feio, idiota...

- Mas por que você acha que ele não gosta de você?

- Porque eu estou sentindo ele distante.

Rony aproximou-se mais de Luna.

- Sabe, eu posso mesmo ser chato, feio e idiota. Mas eu te amo.

E, assim, ele a beijou. Ato esse, que ela correspondeu da mesma forma
apaixonada.

flash back off <

- Legal, Rony. Mas por que diabos você estaria chateado com ela?

- Eu não estaria chateado com ela. É que eu não fui a um encontro que a gente tinha marcado hoje de manhã.

- Seu mongol! – disse Hermione.

Depois desse elogio carinhoso, Rony decidiu mudar de assunto.

- E você, Harry? Por que está feliz?

Harry deu um sorrisinho tímido.

- Longa história. – ele falou, mas estava incrivelmente disposto a contá-la.

E assim os três terminaram mais um dia.

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N/A: eu sei que esse capítulo ficou totalmente podre e cansativo ¬¬'
mas o que vale é a intenção, né?

beijos ;*

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