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Visualizando o capítulo:

8. Tentando se explicar


Fic: UMA HISTÓRIA PARA TODO O SEMPRE :: hiatus ::


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A:Gente do céu! O cap grande, olha ainda faltam 7 pags pra eu digitar, assim que eu acabar eu posto ok? E dai eu agradeço os coments quando postar o resto que agora naum da, ok? Bom, intaum bjs e boa leitura!


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Capitulo 8
Tentando se explicar




Eram 7 da manhã quando tocou sinal geral de aviso para os alunos levantarem. No dormitório masculino os garotos se encontravam numa batalha para conseguir acordar Sirius.
- SIRIUS BLACK ACORDA! – berraram, ou melhor, esgoelaram os garotos juntos.
- Ah gente, quer saber? Eu vou é tomar banho que eu ganho mais! – falou Tiago pegando seu uniforme e se trancando no banheiro.
- Ai meu Merlin! Não é hoje que esse garoto acorda! – disse Remo olhando pra cima.
- Se preocupa não Remo o máximo que pode acontecer é ele acordar na hora de ir dormir. – Pedro falou risonho.
- Hum, daí é que a gente não dorme mesmo.
Depois de alguns minutos de silencio, Tiago abre a porta do banheiro e sai de lá com um balde cheio de água.
- Ei! Onde você arrumou esse balde? – questionou Remo.
- Ah, ele tava na parte de baixo do armário das toalhas. Bom, eu achei que era o único jeito de acordar esse ai. – Tiago falou apontando pra Sirius.
- Sabe que eu acho que não é uma má idéia. – concordou Remo, com um sorriso maroto.
Tiago jogou o balde em cima dele, (N/A: PERA AI! Que fique bem claro, o Tiago jogou a água do balde, e não o balde ok? Rsrs) que se virou resmungando e continuou a dormir, um Remo chocado jogou o segundo balde, onde a cena do primeiro se repetiu, um Pedro pedinte por morte jogou um terceiro, um Remo completamente descrente jogou um quarto e um Tiago ficando roxo de tanto se beliscar para ver se não estava dormindo e sonhando, quer dizer tendo pesadelos, jogou o quinto bem em cima da cabeça, num lugar estratégico que se ele não acordasse, com certeza, se afogaria.
- MAS QUE SACO! NÃO SE PODE NEM DORMIR MAIS NÃO? – perguntou bravo, se encaminhando para o banheiro, para “molhar as partes que ainda estão secas” como ele mesmo disse. Depois de todos prontos, os garotos desceram para tomar café.



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No dormitório feminino as garotas enfrentavam uma batalha parecida para acordar...
- MARY MCDONALD! – gritaram: Lilian, Anne e Amy, uma menina linda, loira de olhos azuis, uma verdadeira bonequinha, que dividia o dormitório com as meninas e Alice (que agora no momento estava tomando banho), pela enésima vez.
- Anne, eu desisto! Assim não dá viu?! Se continuar desse jeito nós vamos perder o café! – falou Lily vencida, enquanto Alice saia do banheiro.
Só que as palavras “vamos perder o café!” entraram na mente de Mary, fazendo com que ela se levantasse num pulo.
- Perder o café? De jeito nenhum! Pera ai que eu já venho. – disse entrando no banheiro e quase trombando em Alice que saía de lá.
Depois de uns cinco minutos de choque Lily foi a primeira a pronunciar. – É sério! Nossa! Se eu tivesse descoberto isso antes eu juro que tinha sido a primeira coisa que eu tinha falado! – confessou ainda chocada.
Quinze minutos depois Mary saiu do banheiro para ir tomar o milagroso café da manhã, como as outras já estavam prontas, elas saíram do salão comunal e foram rumo ao salão principal, com a ajuda de Anne obviamente, já que nenhuma delas se lembrava exatamente onde ficava o salão, só que quem mais guiou-as foi Lily, já que Anne parecia estar muito avoada. Logo que chegaram, foram em direção da mesa da grifinória e se sentaram no meio, só que um pouco mais pra ponta. (N/A: Ai meu Deus! :s) Tomaram seu café da manhã na tranqüilidade já que os garotos estavam quase do outro lado da mesa. Elas já iam se levantando, após pegar os horários, pra buscar seu material, quando:
- Lily, eu preciso falar com você. – disse Snape se aproximando, não era um pedido, tava mais pra uma ordem.
- Ah, claro, depois a gente se encontra meninas.
- Ok Lily. – confirmaram, lançando olhares desconfiados a Snape.
Eles saíram do salão, seguidos pelo olhar de Tiago, Sirius, Remo e alguns sonserinos, e foram para o hall, onde pararam.
- O que foi Severo? – perguntou um pouco grossa.
- Que queria te pedir desculpas por ontem, sabe, eu não sei se você sabe o que significa sangue-ruim, mas, me perdoe de qualquer forma por não ter te defendido. – explicou-se encarando tudo, menos Lilian.
- Tudo bem, eu sei o que significa isso, mas eu só não esperava que você andasse com esse tipo de gente Sev. Isso é pré-conceito, e não sei se você se lembra, mas, me disse uma vez que não importava ser nascida trouxa, e isso é mentira.


Flashback

"Eles estavam num matagal, havia um rio iluminado pelo sol brilhando entre os troncos das árvores, a sombra delas fazia uma orla fresca se sombras esverdeadas. Duas crianças sentavam-se uma de frente pra outra, de pernas cruzadas no chão.
- E o ministério pode te punir se você usar magia fora da escola, você recebe cartas.
- Mas eu usei magia fora da escola!
- Nós não temos problemas. Não temos nossas varinhas ainda. Eles não pegam no seu pé quando você é criança e não tem como controlar. Mas uma vez que você faz 11 anos, aí tem que ser mais cuidadoso.
Houve um curto silencio. Lilian havia pegado um graveto caído e o balançou no ar, parecia estar imaginando fagulhas brilhantes saindo de sua ponta. Então ela derrubou o graveto, se inclinou na direção do menino e disse:
- Isso é verdade, né? Não é uma brincadeira? Petúnia fica dizendo que você esta mentindo pra mim, que não existe uma Hogwarts. Isso é real, não é?
- É real pra gente! – Snape disse – não pra ela. Mas nós, vamos receber a carta, você e eu.
- Verdade? – sussurrou Lilian.
- Definitivamente. – disse Snape, e mesmo com seu cabelo mal cortado (N/A: E seboso!) e suas roupas estranhas, ele parecia estranhamente uma figura impressionante espalhado na frente dela, com a certeza e confiança de seu destino.
- E irá realmente chegar por coruja? – Lilian sussurrou.
- Normalmente, - disse o Ranh...ah, Snape – Mas você é nascida trouxa, então alguém da escola terá de vir explicar para os seus pais.
- Faz alguma diferença ser nascida trouxa?
Snape hesitou, seus olhos negros, ávidos numa melancolia esverdeada, se movimentaram sobre a tez pálida, os cabelos ruivos escuros.
- Não, - ele disse – não faz diferença alguma.
- Ótimo! – falou Lilian, estava claro que ela estava preocupada com isso.
- Você tem muita magia. – disse Snape. – Eu vi isso, todo o tempo que eu estava assistindo você...
Mas a voz dele foi sumindo, ela não estava escutando, mas havia se deitado no chão coberto de folhas e estava olhando a multidão delas que estavam sobre sua cabeça."


Fim do Flashback



(N/A: Gente, não tinha necessidade de por a cena inteira, então vai só a parte que a gente precisa.)


- Me desculpa! Eu pensei que você iria ficar receosa quanto ao mundo mágico se eu te dissesse isso...
- Eu iria descobrir de uma maneira ou de outra, não? – agora ela falava com uma voz embargada de magoa. – Mas tudo bem, eu te desculpo, agora me dá licença que eu preciso ir pegar meus materiais.
- Ok então, até depois.
Ela se virou e saiu rápido dali, acabara de ver os meninos saindo do salão, e sem sombra de duvida, ainda não era uma expert no quesito “caminho para o salão comunal”.
- Ei, meninos! –chamou enquanto corria até eles.
- Fala ruivinha.
- Vocês tão indo pro salão comunal certo?
- Aham, estamos sim Lily, por quê?
- Nada não, posso ir com vocês?
- Claro.
- A gente só não garante que não vai se perder ta bom? – falou Sirius marotamente.
- Eu ein! Nem brinca com isso! – disse Lilian risonha, fazendo todos rirem.
Assim que chegaram ao salão comunal (N/A: É, eles chegaram. Rsrs), os garotos fora para o seu dormitório enquanto Lilian se encaminhou para o seu, onde esperava encontrar as meninas, porém, elas não estavam lá.
Nossa, grandes amigas essas que eu tenho, nem pra me esperar!
- Hum, agora, me deixa ver meu horário. – falou ela baixinho olhando o horário.


Horario do Primeiro Ano:

Segunda: Trasfiguração - Trasfiguração - História da Magia - ALMOÇO - Herbologia - Feitiços - LIVRE

Terça: Feitiços - Vôo - LIVRE- ALMOÇO - Astronomia - Astronomia - Herbologia

Quarta: DCAT - DCAT - Feitiços - ALMOÇO - História da Magia - História da Magia - LIVRE

Quinta: Poções - Poções - Herbologia - ALMOÇO - Vôo - Transfiguração - Trasfiguração

Sexta: LIVRE - Poções - Poções - ALMOÇO - DCAT - DCAT - Astronomia



Profº McGonagall: Transfiguração com Corvinal

Profº Sprout: Herbologia com Lufa-lufa

Profº McTyson (naum eh jogador naum): DCAT com Sonserina

Profº Slughorn: Poções com Sonserina

Profº Orie LeFantú: Astronomia com Lufa-lufa

Profº Binns: História da Magia com Corvinal

Profº Flitwick: Feitiços com Corvinal

Madame Norris: Vôo com Sonserina



- Uhn, por enquanto só transfiguração e história da magia. Depois do almoço eu venho pegar o resto do material. – ela pegou o que iria usar e saiu do dormitório, passou pelo salão comunal e estava quase no buraco do retrato, quando ouviu alguém a chamando.
- Ei, Evans! – ela se virou e encontrou um Tiago ofegante.
- O que foi Potter? – perguntou um pouco mais grossa do que queria ser.
- Ah, é que, bem, eu queria falar com você, na realidade te perguntar uma coisa. Será que pode ser?
- Tudo bem Potter, só que você poderia me perguntar enquanto nós vamos pra aula? Por que se não, nós vamos nos atrasar.
- Aham, ok.
Os dois saíram do salão comunal e foram andando pelos corredores que se seguiam.
- Ahn, então, o que você queria me perguntar? – perguntou Lilian enquanto caminhavam.
- Ah é, eu queria te perguntar se você não... quer dizer, eu gostaria muitíssimo de saber, se você realmente acha que consegue encontrar aquela sala de novo?Ou aquilo era só papo furado pra gente ir sair daquele lugar?
- Se preocupa não Potter, eu sei sim encontrar aquela sala de novo, mas não agora né? A gente ta em horário de aula! – falou repreendendo ele.
- Ta ok, eu sei que agora temos aula, mas depois você me leva lá, ta bom?
- Pode deixar, ah... olha as meninas ali, já vou, tchau Potter! – e dizendo isso saiu andando rápido na direção das meninas.
- Vamos pra aula garotas? – perguntou chegando.
- Aham, a gente adoraria ir se soubesse onde fica a sala! – disse Mary sarcasticamente.
- Ai gente, francamente viu! Vocês não ouvem não? A professora mesma disse, enquanto entregava os horários, que a aula de transfiguração é na sala 13. – Lily falou.
- É, mas olha o numero dessa sala aqui. – disse Alice apontando pra porta onde uma grande 26 estava fixado.
- Pelo amor de Deus, garotas! Será que eu sou a única que pensa por aqui? É só olhar a próxima sala, se ela for à com o numero 25 a gente vai pra direita, se for com o 26 a gente volta pra esquerda! – Lilian falou como se explicasse a uma criança de quatro anos que se ela misturasse o azul com o amarelo obteria verde. (N/A: Ah, vamo combina que aquela história do 2+2=4 já tava enjoando né?)
- E pra que lado vamos? – perguntou Amy.
- Pro lado onde todos os alunos tão indo né? Pro da esquerda, não é possível que estejam todos perdidos! – disse Mary irritada.
Elas voltaram pelo corredor que Lilian havia vindo e acharam a porta seguinte com o numero 25 gravado, então foram seguindo até chegarem à porta com o numero 13. Elas entraram na sala junto com alguns outros alunos, se sentaram em duplas, (óbvio né? Dãr!) Lily e Mary na primeira carteira da fila do meio com Alice e Amy logo atrás. Só agora que Lily havia se dado conta de que faltava alguém.
- Gente, cadê a Anne?
- Ela disse que ia ao banheiro quando saímos do salão comunal e ainda não voltou. – Mary disse distraída.
- Banheiro é? – Lily murmurou consigo mesma. “Hum, conheço bem essa história de banheiro!
Lily foi tirada de seus pensamentos pela porta da sala que se abriu, entrando por ela Anne acompanhada de um gato. A primeira se sentou ao lado de um Corvinal na terceira fila da direita, enquanto a gata se dirigia para frente da sala, tomando a forma de uma mulher, mais precisamente da professora Mimi... ops, quer dizer, da professora Minerva McGonagall, arrancando varias exclamações surpresas dos alunos.
- Bom dia senhores, como já devem saber quem eu sou não há necessidade de apresentações, só devo acrescentar para os que não prestaram atenção que eu sou à professora de transfiguração, essa que por um acaso é um dos ramos mais complexos da magia e vocês terão que se esforçarem muito para conseguir realizar os exercícios que serão passados na minha aula, mas como hoje é o primeiro dia de aula, quero apenas que vocês leiam as paginas de cinco a oito do livro de vocês, depois me escrevam vinte centímetros do que vocês entenderam como transfiguração, e quero também que me dêem exemplos de transfiguração básica, intermediarias e, complexas, podem começar! – falou dando a volta na mesa e se sentando.
- E isso é por que é o primeiro dia de aula?! – exclamou Tiago baixinho pra Sirius.
- Ai Merlin que nos ajude! – respondeu baixinho.
Depois de terminados os dois períodos os alunos seguiram para a bendita sala 26 onde teriam a próxima aula do dia, história da magia. (N/A: Nossa! Mais uma rima, UAU, to me superando *-*!!!)
Todos se sentaram normalmente esperando o professor, quando de repente (N/A: TAM TAM TAM TAM! Que autora mais chata né?) o professor atravessa o quadro como se fosse à coisa mais normal do mundo (N/A: Dãr!!! Pra ele era!). Vários alunos olharam meio estranho para ele, mas o professor pareceu nem perceber isso. (N/A: Na realidade acho que se você dançasse Macarena em cima da mesa dele enquanto ele lê um daqueles interessantíssimos livros sobre as revoltas dos duendes, ele nem perceberia!)
- Bom, como já devem imaginar eu sou o professor Binns e ensinarei história da magia para os senhores. Vamos começar com um assunto que devo dizer que me interessa muito (N/A: Nossa, eu juro que assim que eu ganhar na mega dou um carro pra quem adivinhar qual é a matéria!) a revolução dos duendes! E nós iremos começar pela revolução de 1323! (N/A: Nessa época já existiam bruxos??? *cafusa*)... – com menos de meia hora de aula metade da sala já estava dormindo, com a exceção de Lilian e remo (N/A: Nossa, que novidade!!!) e alguns da Corvinal que pareciam realmente “interessadíssimos” no que o professor falava. Quando o sinal tocou toda a classe pareceu acordar de um transe, enquanto o professor falava:
- Eu continuo na próxima aula, com as reações diversas que essa revolta causou no mundo mágico, mas, também quero para a próxima aula trinta centímetros de pergaminho sobre a revolta dos duendes de 1323.
- Ai! Que aula mais – bocejo –chata! – exclamou Tiago assim que saíram da sala.
- Chata? Tiago você dormiu a aula inteira! – falou Sirius risonho.
- E você pode falar muito né? Hum, pensa que eu não vi que você ficou a aula inteira desenhando e babando?! – disse Tiago desafiadoramente.
- Ah, isso não vem ao caso!
- Não vem é?
- Não... Mas, peraí!
- Que foi?
- Como é que você viu que eu tava desenhando e babando se você tava dormindo? – perguntou Sirius confuso.
- Oras, é bem simples, na hora que eu dormi você tava daquele jeito e na hora que eu acordei você continuava daquele jeito! – Tiago falou como se fosse óbvio.
- Ah, mas... – ia retrucar Sirius.
- Será que as duas donzelas poderiam parar de discutir e andar logo? Não quero perder o almoço ta bom? – disse Remo pela primeira vez depois que eles saíram da aula.
- Ai, Reminho, também não precisa ofender né? – Sirius falou com a voz levemente magoada, ou melhor, falsificadamente magoada. (N/A: Eu ein! Acho que foi ou pior!)
Remo se limitou a revirar os olhos.
Eles seguiram em silêncio (N/A: Tai um momento que deveria ser fotografado) para o salão principal, enquanto Pedro resmungava que estava com fome, quando chegaram lá foram para a mesa da grifinória onde se sentaram para comer enquanto conversavam (N/A: Tava bom demais pra ser verdade! ¬¬), Sirius parecia distraído, ficava olhando pra cima de vez em quando. Quando se levantaram para ir pras estufas, onde teriam aula de herbologia (N/A: Não, de adivinhação de certo!!), Sirius murmurou um “Parece que não vai ser hoje!”
- O que não vai ser hoje, Sirius? – perguntou Tiago enquanto saiam do salão.
- Ahn, nada não Tiago, tava só pensando alto. – respondeu soltando uma risadinha.
- Ta, mas escuta, depois da ultima aula eu vou falar com a ruivinha, tenho que perguntar uma coisa pra ela, você pode ir indo na frente com o Remo.
- Ok. – “Hum, isso ta muito estranho, o que o senhor vai falar com ela ein senhor Potter?” completou em pensamento olhando de soslaio para Tiago que parecia ansioso.
As aulas de herbologia e feitiços foram, digamos que, normais, apesar de alguns acidentes por parte de lufa-lufas e explosões por alguns grifinórios e corvinais. Assim que bateu o sinal para a ultima aula deles, que por acaso era livre, Tiago se apressou para alcançar Lily que já estava saindo a passos rápidos com as amigas.
- Ei, Evans! – a garota virou-se e lançou um olhar de tédio para Tiago que se aproximava.
- Ai, o que você quer agora Potter? – falou se virando completamente para encarar o futuro maroto.
- Ah, Lily, a gente se vê depois. – avisou Mary continuando a andar com as meninas. Lilian apenas assentiu.
- Eu quero que você me leve a sala! – falou como se fosse a coisa mais óbvia. (N/A: E era!)
- Ah, isso, mas agora não dá, tem que ser a noite.
- Por que a noite Lilian?
- Ora, simplesmente por que eu preciso da lua pra saber onde fica a sala. – falou como se fosse óbvio. (N/A: Ta, não era! ¬¬)
- E por que da lua? – perguntou curioso e confuso ao mesmo tempo.
- Bem, por que eu tenho que saber onde a lua esta para saber que direção seguir.
- E depois que já souber isso, como vai achar a sala?
- bufa de impaciência – Em primeiro lugar: era um corredor lateral, por que se você olhasse pelas janelas desse corredor veria o pátio, e segundo: naquele corredor só tinha quadros de frutas.
- Nossa como você gravou tudo isso? – perguntou surpreso.
- Ah, bem, digamos que eu sou uma boa observadora. – disse um pouco corada.
- E põe boa nisso! (N/A: Que frase de duplo sentido o.O) – falou impressionado – Mas, agora vamos pro salão comunal? É que eu quero sair pros jardins então tenho que ir lá chamar o Sirius, ta muito calor aqui dentro. – disse começando a caminhar.
- Ok, mas, Potter...
- Tiago!
- Ta, que seja Tiago, você vai pros jardins com o monte de deveres que os professores passaram? – perguntou perplexa.
- Ah, ruivinha...
- Evans, no máximo Lilian.
- Ta bom ruivinha... – viu de relance ela bufar e abriu um sorriso maroto. – Eu não vou perder meu precioso tempo fazendo deveres se eu posso copiar tudo do Remo depois, já que ele se revelou um CDF de plantão.
- É, mas só queria te lembrar de uma coisa POTTER, que na hora dos exames ele não vai poder te dar as respostas! – falou irritada, já estavam em frente ao retrato da mulher gorda, disseram a senha e entraram – Tchau Potter!
Subiu as escadas batendo o pé, enquanto o garoto seguia para junto dos amigos que estavam sentados perto da janela.
- E ai? O que vocês estavam falando pra esquentadinha subir tão irritada pro dormitório? – perguntou Sirius risonho.
- Ah, nada demais, o que eu posso fazer se essa ruivinha se ofende com tudo o que eu faço? – falou dando pouco caso e se jogando em cima de uma poltrona.
- Sei, mas o que foi que você foi falar com ela? – perguntou não se agüentando mais de curiosidade.
- Não é da sua conta, Black! – falou num tom falsamente sério.
- Hum, sei, o que é que você esta escondendo da gente, ein, senhor Potter? – retrucou no mesmo tom.
- Nada que seja da sua conta, por que se fosse você já estaria sabendo. – encerrou um pouco irritado.
- Hum.
- Vamos pros jardins? Aqui dentro ta muito quente! (N/A: Nossa não sabe como eu concordo, o que que eu não faço pelos meus leitores?! To assando aqui nesse forno que virou meu quarto!)- perguntou Tiago animado.
Remo que até ai estava entretido lendo um livro levantou a cabeça e olhou com surpresa para eles.
- Você vai para os jardins com o tanto de dever que a gente recebeu? – perguntou chocado. Tiago lançou um olhar risonho para ele e depois respondeu.
- Sabe Reminho, a Evans me falou a mesma coisa, mas sabe o que eu te digo? Curta mais a vida meu caro!
- Ah ta, se eu curtir mais a vida, de quem você vai copiar os deveres, ein, senhor Eu-Não-me-Importo-Com-Os-Deveres-Depois-Copio-Do-Remo? – perguntou com uma sobrancelha arqueada.
- Ah, sei lá! – confessou confuso, enquanto Sirius ria.
- Exatamente. Então se você quiser ir para os jardins, ou “ir curtir a vida” pode ir, só não me leve para o mau caminho também não viu?!
- Hehe, satisfeito agora Tiaguito?
- É, tenho que estar né? – disse fazendo careta.
- Ótimo, agora vão, que vocês estão me distraindo. – mandou Remo risonho.
- Você viu né Tiago? Ele ta expulsando a gente! – disse Sirius fingindo estar magoado;
- Aham, desprezo total!
Eles saíram do salão comunal ainda resmungando e foram para os jardins onde passaram quase todo o resto da tarde explorando o lugar.



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N/A: Olha em gente, a fic tah com 19 comentarios, eu só posto a outra metade do capitulo quando chegar a 30! Mil perdões mas ainda naum chegou em algumas cenas da prévia portanto naum tao aki ainda, mas na outra metade eu posto! Bom bjocas e comentem e votem mtooooooooo, se naum naum tem a outra metade ein! E quanto aos coments, euq ero q vcs comentem poxa, eu escrevo com o maior carinho e me inspiro mto nos coments, intaum por favor, colaboram ta? bjsss e ateh o prox post!

PS: Olha a ignorancia, mas, como eu faço pra fik italico?, pq eu precisava pra colocar nos flashbacks, help pleaseeeeeeee!

PS 2: Para os que perceberam, eh sim, eu descobri como deixar em itálico e sublinhado! rsrs


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N/A: *joga um feitiço que bloqueie os as maldições que serão lançadas* Gente, desculpa pela demora, aqui a culpa é exclusivamente da preguiça que gostou tanto de mim que não quer me largar, por que o cap jah tava pronto, era só digitar, mas como tbm tava enrolada com a outra fic (quem quiser passar por lá eu agradeço) intaum me enrolei mais ainda!

Explicações a parte, aqui esta a segunda parte do cap que vcs tanto pediram e que agora eu resolvi atender (muiahahahahahah) pq tipo, hj eh natal neh?! Intaum temos que passar uma mensagem de paz e amor e mta luz, pra todos e que Deus ilumine o caminho de cada um aqui pela estrada da vida!!!!!!!!!

Amo vcs demaissssssssss!

Amanha, eu agradeço os coments, eh q tipo, naum sou de ferro neh? quero ver malhalão (hehehehe) e tipo, to morta de cansera, mas enfim, bom cap e boa leitura!!!!!





Lilian subiu as escadas batendo os pés, escancarou a porta do dormitório, assustando as garotas que estavam lá dentro.

- O que foi Lilian? – perguntou Amy assustada.
- Ah, desculpa meninas, é só o idiota do Potter que acha que todos vivem pra servir ele.
- Ihhh, já vi que esses dois ainda vão dar muito que falar! – debochou Anne.
As outras riram deixado Lily ainda mais irritada.
- Ai, parem com isso vocês! – reclamou ela que já estava vermelha de raiva.
- Ta, tudo bem, a gente pára! – falou Mary parando de rir.
- Melhor mesmo! Hum!
- elas pegaram os deveres que tinham e desceram para o salão comunal, onde passaram quase todo o resto da tarde fazendo deveres junto com Remo. Quando deu exatamente 18h 30 os garotos apareceram rindo de se acabar, até com lágrimas nos olhos, de tanta que era a risada.
- O que aconteceu pra vocês rirem tanto? – Remo perguntou desconfiado.
- Ah... – eles se entreolharam -... nada.
- Aham, e eu sou Merlin! – falou sarcástico.
- Ta bom, não foi “nada”, foi uma coisa que se eu te disser você vai brigar com a gente, então deixa quieto. – disse Tiago.
- Ai, ai, ai! Isso me cheira sonserinos! – repreendeu Remo.
- Tsc! Remo não acaba com o nosso barato não ta?! E logo vocês vão ver o que tem de tão engraçado. – complementou Sirius risonho.
E os dois caíram na gargalhada de novo.

Logo que deu 19h eles seguiram para o salão principal, para jantar, esse que pode-se dizer que foi comédia pura! Onde logo na entrada eles se depararam com um Snape mal cheiroso e com coisas marrons na cabeça, todos riram e fizeram piadinhas, menos Lilian que parecia incomodada com aquela situação, com um olhar indicador que dirigiu a Mary e foi compreendido, elas seguiram para a mesa da grifinória deixando os garotos pra trás. As meninas não entenderam o comportamento da ruiva, mas também ela não quis dar explicações então elas ficaram quietas. No momento em que o jantar foi servido os garotos entraram e se sentaram perto das garotas, para a “alegria” de Lilian. Eles não pararam um segundo de fazer piadas e até Lily se divertiu um pouco, contrariando um rapaz que a observava do outro lado do salão. Com o término do jantar, aconteceu o que Lilian já esperava, Tiago a fez parar no meio do caminho pra torre, a fazendo ficar pra trás.

- O que foi Potter? – perguntou, mesmo já sabendo a resposta.
- Você sabe muito bem o que foi! Você me prometeu Lilian! – ele fez carinha de cervo abandonado (N/A: Ai q fofo!!! *_*).
- Ta, ta, ok. – falou vencida. Aproximou-se da janela e olhou para o céu, a lua crescente estava no norte, então ela se virou e rumou ao sul, sempre acompanhando os corredores laterais que davam para o pátio, depois de virar, virar e virar mais uma vez e revirar, quer dizer, revirar não né? (N/A: :s) eles chegaram ao mesmo corredor da noite passada, cheio de quadros de frutas, mas, também estava cheio de outra coisa, alunos, isso mesmo que você leu! (N/A: Não queria que eu colocasse ouviu né?) Alunos que por sinal eram da lufa-lufa, que entravam por um dos quadros.

- Será que ali é o salão comunal deles? – perguntou Lilian curiosa.
- É, acho que sim. – respondeu devagar – Mas, nós devíamos ir procurar a sala, não acha?
- Uhn? Ah, claro, vamos sim, se eu não me engano era por ali. – disse apontando um lugar mais a frente. Eles agora iam devagar para não chamar a atenção dos lufa-lufas. Quando chegaram perto o suficiente, tiveram uma surpresa, no lugar de onde estava a porta na noite passada, agora nada mais estava além de um quadro, que como os outros naquele corredor, era de frutas.

Tiago olhou chocado para Lilian que ainda estava vidrada no quadro.
- O que aconteceu com a porta? – perguntaram juntos, um olhando pro outro e depois voltando a atenção para o quadro.
- Eu não acredito nisso! Tenho certeza absoluta de que o corredor era esse Potter! – falou Lilian, com medo de que Tiago lhe culpasse pela porta desaparecida.
- Eu sei que era aqui, por que eu posso não ter guardado o caminho inteiro, mas pelo menos eu gravei como era o corredor, e era esse! Era não, é! – disse começando a se irritar.
- Bom, vamos mexer no quadro! Quem sabe ele não foi colocado na frente da porta pra que ninguém veja. – começou Lily, tentando arrumar uma explicação lógica pra aquilo.
- Podemos tentar, embora eu tenha certeza de que não vamos conseguir, o quadro é grande e pesado demais. – conformou-se Tiago – Iríamos precisar de ajuda de mais gente para tirá-lo daí.
- Você vai chamar os garotos? – perguntou temerosa.
- Não, pelo menos não hoje.
- Posso saber o que os senhores estão fazendo aqui? – perguntou um monitor da Lufa-lufa.
Eles se viraram e encontraram o olhar inquisidor e a sobrancelha arqueada em sinal de desconfiança.
- Ah, nos perdemos. – falou Lilian segura.
- É eu acho que erramos um corredor e acabamos vindo parar aqui. – reforçou Tiago.
- Hum, sei, então creio que se eu os levar até o salão principal os senhores, prestando mais atenção ao caminho, cheguem ao seu salão comunal? – desafiou ainda desconfiado.
- Claro que sim! – afirmou Tiago.
- Ótimo, por que vocês não deviam estar aqui.
Ele os guiou de volta ao salão, onde Tiago e Lilian tiveram de seguir para a torre da grifinória, emburrados.

“Ai, que silencio adorável!” pensou Lilian ainda emburrada.

“Que maravilha, e tudo por causa daquele monitor idiota! Mas ele ainda me paga!” Tiago pensou com raiva.

- Ai que ódio daquele monitor! – reclamou ele passando a mão pelos cabelos.
- A culpa não foi dele! E mesmo que ele não tivesse aparecido, a gente não tinha mais nada pra fazer lá, não íamos conseguir remover o quadro mesmo. – ela disse dando de ombros.
- A culpa foi sua! Se você tivesse e trazido aqui mais cedo tenho certeza que ainda não teriam coberto a porta! – Tiago falou.
- Ah ta, quer dizer que agora a culpa é minha?! Seu %#$@!@#!$ se eu não tivesse te trazido, você nem saberia chegar ao primeiro corredor seu imbecil! – vociferou com raiva.
- Agora vai ficar jogando na cara? Hum, imbecil é você, se não fosse tão medrosa não teria acontecido isso! – retrucou.
- Agora sou eu a covarde? Quem é que azara os outros sem motivo ein?! Por que você fez aquilo com o Severo mais cedo?!
- Simplesmente por que me deu vontade, e aquele idiota é um seboso oras! Hum, Só por isso! – debochou ele.
- Você não tem o direito de falar mal dele! Você não é melhor!
- Ah nem vem ô coisinha, o cabelo dele parece mais um ninho de sebo.
- Olha quem fala, seu cabelo é cheio de pontas e vive bagunçado!
- E o seu parece mais uma fogueira!
A essa altura já estavam na entrada do salão comunal, disseram a senha e entraram.
-Ai, cala a boca pontinhas!
- Pontinhas? – perguntou reprimindo uma careta.
- É, Pontinhas, por que, algum problema?
- Não, nenhum, chaminha!
- Do que você me chamou? – seus olhos faiscando perigosamente.
- Chaminha, por que, algum problema?
- Não, nenhum problema, só acho que você deveria se olhar no espelho antes de falar do cabelo de alguém.
- Digo o mesmo de você!
- Ta falando que o meu cabelo é feio?
- Se a carapuça serviu!
- Ahhhh, Pontinhas!
- Chaminha!
- Pontiagudo!
- Polvorosa!
- Espetado!
- Fogosa!
- Pontudo!
- Pimentinha!
- Cebolinha!
- Cabeça de cenoura! Não, perae, “cebolinha”?! Por que cebolinha?
- Ahhhhh! – se virou e subiu as escadas para o dormitório feminino pisando fundo e resmungando um “Ignorante!” enquanto Remo e Mary riam e os outros se entreolhavam confusos.


(...)


Pode-se dizer que essa primeira semana de aulas estava na média para os garotos, receberam duas detenções por causa da implicância com Snape, e Lilian nem olhava mais para a cara deles, exceto Remo, que era seu parceiro de estudos. Logo o mês de setembro se passou, com as encrencas dos garotos, que haviam “recrutado” mais um membro para seu grupo, Pedro, com as brigas cada vez mais constantes de Tiago e Lilian, que ninguém mais agüentava, uma ida de Remo á sua casa para visitar um tio que estava muito doente e, os sumiços de Anne que agora, por mais estranho que pareça, estavam cada vez MENOS freqüentes, e ela a cada dia parecia mais uma garota normal, um pouco metida e bagunceira, mas isso eram coisas normais de adolescentes, o que gerava mais desconfiança entre os outros.

Num domingo, da primeira semana de outubro, Remo e Tiago estavam no salão comunal discutindo sobre o assunto, quando Lilian se aproximou.
- Remo, você vai comigo a biblioteca? – perguntou gentilmente, ignorando Tiago totalmente. (N/A: Mais uma rima! *chora emocionada*)
- É claro Lilian, só estava falando com o Tiago sobre a Anne. – ele explicou.
- Sobre a Anne? – perguntou curiosa.
- É, sobre os sumiços dela, e também naquela noite, aquela história fiada que ninguém engoliu, pra mim ela tem culpa no cartório, do contrario já teria desembuchado! – disse Tiago bravo.
- É, eu também achei meio estranho, mas ela não quis contar nada depois , será que se a gente perguntar agora ela fala? – sugeriu Lily animada.
- Eu não sei, mas não custa nada perguntar não é. – ponderou Remo.
- Então vamos fazer isso agora mesmo! – disse Tiago apontando com a cabeça para a escada do dormitório feminino, pela qual descia Anne acompanhada de Mary.
- Ahn, Anne, pode vir aqui um pouquinho? – chamou Lily insegura.
- Claro Lil, vai indo que eu já te encontro lá Mary. – disse para a outra, que apenas concordou com a cabeça, acenou para Lilian e saiu enquanto Anne se encaminhava para onde eles estavam. – Fala Lil’s.
- Ah, Anne,já faz tempo que você vem nos enrolando com aquela história fiada, do dia da seleção. E, ainda não nos disse como conhece tão bem o castelo e como escapou do Filch aquela noite! – cobrou Lily autoritária.
- Ah, isso – ela falou revirando os olhos – Bom, quanto a parte do Filch, á que eu contei para a McGonagall é a verdade, e quanto a conhecer a escola, é que meu pai tem um mapa de Hogwarts, então eu estudei ele antes de vir pra cá, bom é só isso? – perguntou cansada e parecendo desnorteada.
- É sim, mas... –começou Tiago.
- Ah, então ta, bom gente eu já vou indo , que a Mary ta me esperando, ok? Beijinhos e bye bye! – disse se virando e indo em direção ao retrato, deixando os três se entreolhando chocados e descrentes ao mesmo tempo.
Apenas depois, muito depois, saberiam que ela não foi encontrar Mary como disse, e como diria muitas vezes, e sim em outro lugar, mas isso já é uma outra história.



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N/A: GENTEM, POR FAVORZUS, NÃO ME ABANDONEM, E COMENTEM MUUUUUUUUUUUUUUUITO QUE EU NÃO LIGO! VOTEM TAMBÉM, TEM MUITO POUCOS VOTOS, VOTEM PRA TODO MUNDO FIK FELIZ TÁ? BASTA APENAS UM CLIQUIZINHO, ENTÃO POR FAVOR, COLABOREM!!!!

COMO A GENTE NÃO VAI MAIS SE FALAR ANTES DO ANO NOVO, POR QUE A FIC SÓ VOLTA AGORA EM JANEIRO, EU QUERO DAR MEUS VOTOS A VOCÊS, CADA UM AQUI, QUE ENTRA NO FeB E LÊ AS FICS, NÃO IMPORTA QUAL, SE É UMA FAMOSA, SE É UMA NOVA E ANONIMA, ENFIM, MAS SAIBAM QUE CADA UM DE VOCÊ QUE SE DISPOE, UM POUCO DO SEU TEMPO, PRA LER ISSO AQUI, QUE NÓS AUTORES ESCREVEMOS COM TAAAAANTO CARINHO PRA VOCÊS, NÃO SABEM O QUANTO NOS DEIXAM FELIZ! :) O MELHOR PRESENTE QUE A GENTE PODE GANHAR DE VOCÊS É A OPINIÃO, O QUIE VOCÊS ACHAM DO QUE A GENTE ESCREVE, ISSO É MUITO IMPORTANTE PRA CADA UM DE NÓS QUE ESTAMOS EM UM CANTO DESSE MUNDO, POR QUE NÃO IMPORTA ONDE VOCÊ ESTEJA, SE É NUMA CIDADE FAMOSA, OU NUMA COMPLETAMENTE OCULTA, NÃO, O IMPORTANTE É QUE VOCÊ EXISTE, QUE VOCÊ TÁ AQUI E COM CERTEZA VAI MARCAR PRESENÇA, VAI SER LEMBRADO COMO UMA PESSOA QUE AMOU A VIDA, E QUE NUNCA ABAIXOU A CABEÇA QUANDO VEIO AS DIFICULDADES, LEMBREM SEMPRE DE QUE SE UM DIA VOCÊS FOREM LEMBRADOS POR UMA MINIMA AÇÃO QUE FIZERAM ENQUANTO ESTAVAM AQUI, SIGNIFICA QUE A SUA PRESENÇA NESSE MUNDO, FOI BEM "USADA" E QUE VOCÊ SOUBE APROVEITAR ESSA COISA MARAVILHOSA, QUE DEUS NOS DEU, E QUE CHAMAMOS DE VIDA.

AMO VOCÊS DEMAIS, DO FUNDO DO MEU CORAÇÃO, ADORO CADA UM DE VOCÊS, MESMO NÃO SABENDO QUEM SÃO, MAS SEI QUE FAZEM O POSSIVÉL PARA ALCANÇAR SEUS SONHOS E VIVEREM O QUE TANTO QUEREM, PORTANTO NÃO DESISTAM NUNCA! LUTAR VALE A PENA, POR QUE SEM LUTA E SONHOS, NÃO A VIDA.

FELIZ NATAL

E UM ÓTIMO ANO NOVO

SÃO OS VOTOS DE AMANDA LIMA, OU MANDY BLACK, Á TODOS!

SEJAM FELIZES, ESSE É O MELHOR PRESENTE Á SE DAR PRA QUEM TE AMA!

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