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19. O pior erro de Hagrid


Fic: HARRY POTTER E O MANUSCRITO SERÊIACO DEPOIS DE MUITO TEMPO, ATUALIZADA FINALMENTE :D Cap. 30 \o/ (comentem)


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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19°O pior erro de Hagrid

-Você?Por que meu irmão iria querer que uma garotinha, soubesse de um dos seus mais preciosos segredos?-perguntou Aberfoth alterando o tom de voz.
-Se você não sabe, nós vamos saber menos ainda.-retrucou Hagrid levantando-se.-Vamos.Nos leve até esse pedaço de pergaminho.
-E como eu vou saber que vocês não estão mentindo?-perguntou o velho desconfiado.
-Dumbledore não ia deixar o seu maior segredo, como você mesmo disse, vulnerável á qualquer mentiroso.-disse Hermione.-Nos leve até lá, e você terá certeza de que não estou mentindo.
-E por que eu deveria leva-los até lá?-disse Aberfoth.
-PORQUE EU ESTOU MANDANDO!-gritou Hagrid, segurando o homem pelo colarinho, e o levantando alguns centímetros do chão.Todos no bar pararam o que estavam fazendo, e voltaram suas atenções para os cinco: Hagrid, Hermione, Rony, Harry e Aberfoth, que mesmo sem esse “pequeno” showzinho, não deixavam de chamar atenção.Harryn Potter, o menino que sobreviveu, mais dois adolescentes, junto com um meio gigante e o Barman de um bar suspeito como aquele.
-Calma meu rapaz.-pediu o velho, pela primeira vez, sua voz estremeceu.-Eu os levo.
-É bom que leve mesmo.- disse Hagrid, agora um pouco mais calmo, colocando o homem de volta no chão.
-Venham.Meu alojamento é por aqui.-chamou o irmão de Dumbledore.
Os três seguiram o homem até os fundos do PUB.Quando chegaram lá, encontraram um ambiente muito mal iluminado, que cheirava insuportavelmente a mofo.No canto do quarto, havia uma pequena cama, ainda desarrumada.Bem junto á cama, existia uma mesa de cabeceira de madeira mofada, em cima da qual existia uma jarra de água, e um copo sujo.Também existia uma escrivaninha, e um guarda roupa com as portas arrancadas, no qual se notavam várias gavetas, a maioria vazias.Mas o mais interessante no quarto, era uma estante, nova em folha, com a madeira muito reluzente.
-Está bem aqui.-disse Aberfoth apontando para o armário lustrado.Ele então abriu uma das muitas gavetas do móvel, e lá de dentro tirou um pedaço de pergaminho muito amassado e surrado.
Harry viu uma luz passar pelos olhos de Hermione.Mas antes que a garota pudesse esticar o braço para pegar o papel da mão de Abefoth, Hagrid, afobado como sempre, foi mais rápido.Antes que Hermione pudesse falar que não, ele já estava com o pedaço de pergaminho nas mãos, prestes a abri-lo.
-Nã...começou Hermione.Mas era tarde demais.Hagrid já tinha aberto o papel, que estava até agora grudado.Porém, o meio gigante não sabia, que aquela cola, era um feitiço anti-intrusos, que permite apenas que a pessoa a que está destinada a carta, ou pergaminho o leia.No momento que Hagrid tentou abrir o papel, ele se automaticamente, pegou fogo, e se desfez em mil pedacinhos.
-Hagrid!-choramingou Hermione-Como você me faz isso?
-Hagrid!Seu louco...Não podia esperar mais um minuto para que a Hermione, lesse o papel?-ralhou Harry com o amigo.
-Ah não!Essa não.Nunca mais saberemos qual é o décimo segundo uso do sangue de dragão.-falou Rony, as orelhas tão vermelhas e o olhar fixo nas cinzas do papel.
-Parece que o grandalhão fez vocês se darem mal crianças.-caçoou o velho irmão de Dumbledore.
-Crianças!Me desculpem.Por Merlin.-implorou Hagrid se atirando de joelhos aos pés de Hermione.
-Calma Hagrid.-disse Hermione abaixando-se.-Eu te desculpo.Mas saiba que agiu muito mal.A carta era pra mim, ser[á que não podia esperar alguns minutinhos pra que eu lesse pra vocês?
-Eu agi como um bobalhão não é?-disse Hagrid muito vermelho e os olhos cheios de lagrimas.
-Bobalhão?Você parecia uma criança de quatro anos querendo abrir um presente de Natal muito esperado, Hagrid.O que de em você-respondeu Rony grosseiro.
-Oras Rony!Não fale assim com ele.-brigou Hermione com o ruivo.-Ele agiu mal?Sim.Agiu.Mas o que podemos fazer agora?O papel já está destruído mesmo.Agora, o jeito é voltarmos pra Hogwarts.
-Mas deve ter um jeito...-disse Harry indo até as cinzas-Reparo!-ordenou ele.Mas as cinzas apenas se espalharam mais e mais.
-Não tem mais jeito Harry.Vamos embora que isso já está me cansando.-chamou-os Hermione levantando-se.
A garota tentava demonstrar que não ligava a mínima para a destruição do pergaminho.Mas não era essa a imagem que passava.Estava pálida e seus olhos muito vermelhos.
Todos a seguiram pra fora do PUB, e voltaram em silêncio para Hogwarts, a não ser pelos resmungos que Rony soltava de vez em quando e pelos soluços de Hagrid.Quando chegaram ao castelo, Hermione segui até o castelo sem se despdir de Hagrid.Já os garotos,ficaram com o amigo.
-Eu não acredito que eu fiz isso- chorou Hagrid, quando os três já estavam dentro da cabana do guarda-caça.
-Nem eu.-disse Rony.Harry lançou um olhar de piedade á Hagrid, e disse:
-Calma Hagrid.Como a Mione mesma disse, agora não tem mais jeito.Não adianta chorar pelo leite derramado.
-Mas Hagrid, o que deu em você?-perguntou Rony desanimado.
-Nem eu sei pra falar a verdade pra vocês.Quando eu vi aquele pergaminho, me deu um impulso de abri-lo o mais rápido possível.Como se o Aberfoth pudesse fazer alguma coisa com ele.-explicou-se Hagrid.
-Mas você não acha que se ele tivesse que ter feito alguma coisa, ele já não teria feito?-questionou Harry.Hagrid corou intensamente.
A conversa seguiu assim pelo resto da tarde.Quando já eram quase cinco horas, Harry lembrou-se que havia prometido passar na Rua dos Alfeneiros para pegar os Dursley, e então seguirem até o Largo Grimauld.
Os garotos se despediram de Hagrid, e então, voltaram ao castelo, onde chamariam Hermione, pegariam suas coisas e usariam a lareira de McGonagall para ir até a casa dos tios de Harry.E assim fizeram.
Quando já haviam chego na casa dos Durley, se depararam com montes de caixas e alguns móveis embrulhados.
Harry dirigiu-se á Tia Petúnia e disse:
-Vocês não precisam levar os móveis.Lá já tem tudo.
-Eu quero levar.E afinal, eu não usaria móveis de gente como a sua.
-Mas são iguaizinhos á esses a não ser que foram fabricados por gnomos, ou outros animais mágicos.-disse Rony.
-Deus que me livre de ter que usar móveis feitos por...bem, deixa pra lá.-concluiu a mulher –O que importa é que vocês dêem um jeito de levar isso,pois você me disse que não seria problema nem espaço, nem transporte.
-Ahh!-lembrou-se Hermione- Não teríamos os móveis Harry...Fred e Jorge se mudaram e as coisas eram deles.Lembram-se?
-Claro.É verdade.-falou Harry.
-Então vamos logo.O Dudoquinha não agüenta mais ficar nessa casa.-chamou-os Tia Petúnia.-Traz a ele muitas lembranças.
Foi então que Harry se lembrou.Poderiam trouxas usar pó de flu como meio de transporte?O jeito agora era arriscar.
Hermione sacou a varinha.Durante os milésimos de segundo que demorou pra fazer isso, Duda se abaixou e foi,engatinhando, se esconder atrás da porta.Harry e Rony, riram.Hermione simplesmente lançou um feitiço não verbal, e as bagagens desapareceram.
-O que você fez com as minhas malas, sua...-começou tia Petúnia.Mas não chegou a terminar.
-Sua o que?Eu simplesmente mandei suas malas para o lugar para onde vamos agora.Ou você achou que íamos levar tudo nas costas?
-Poderíamos levar aos poucos, no carro.- explicou Tia Petúnia, vermelha de raiva.
Hermione deu uma gargalhada.
-Você acha que nós vamos perder tempo indo de carro?
-Como vamos então?-perguntou Duda, que já voltara a sala.
-Via pó de Flu.-disse Harry já esperando a resposta que logo se seguiu:
-Pó de o que?
-Vocês vão ver.-disse Hermione pegando um saquinho do bolso.-O Rony vai fazer uma demonstração de como é.Depois vocês o façam.Vem aqui Ron.
O garoto foii até Hermione, pegou um punhadinho de pó do saquinho e foi até a lareira.
-Agora, eu vou falar o nome do local pra onde vamos.-explicou Rony sabiamente.-Largo Grimauld, 12.-e então foi engolido por imensas chamas verdes.Duda soltou um grito de pavor.
-Minha irmã usou isso uma vez.-disse Tia Petúnia.-Mas eu não vou usar, nunca.
-Ah se não usar fica aqui.- ralhou Harry com a mulher.
Ela fez uma cara de pensamento, e então, foi até Hermione, pegou um pouco de pó de Flu, entrou na lareira e disse:
-Largo Grimauld, 12.
Em poucos momentos também foi engolida pelas chams.Duda novamente gritou.
-Agora é sua vez grandão.-chamou-o Hermione.
-Mas...e-essass ch-chamas nn-ãoo me que-que-queimam?-perguntou ele inseguro.
-Lógico que não.-riu-se Hermione.-Agora venha logo, se não te deixamos pra trás.
O menino então, foi até Hermione, e repetiu as mesmas ações da mãe.
-É Largo Grimauld 12?-perguntou Duda.
-Sim.
E então ele fez o que devia ser feito.
Logo, Hermione e Harry também seguiram até a casa que já pertencera a Família Black.
Quando chegaram lá, encontraram Tia Petúnia de pé, acalentando Duda, como se ele tivesse acabado de ter um pesadelo.
-O quarto de vocês é por aqui.-falou Harry saindo da sala, seguido por todos, e indo em direção ao quarto-casa de Fred e Jorge.
Chegando lá, os móveis que tinha Petúnia resolvera levar, já estavam todos amontoados, do jeito que estavam quando Hermione lhes mandou para onde estavam agora.
-Nós vamos ter que arrumar?-perguntou Duda, á mãe.
-Se quiserem, não.Podemos usar magia.-respondeu Hermione.
-Já que insistem.-disse Tia Petúnia, apesar dos garotos terem apenas se oferecido para ajudar, e não insistido.
Mas do mesmo jeito eles ajudaram e em poucos minutos, o quarto-casa já estava prontinho para ser habitado.Logo,] que acabaram, Dobby apareceu na porta do quarto.Tia Petúnia gritou.
-O que é esse monstrinho?
-Quem é.Ele não é uma coisa.Ele é um ser mágico.Esse é o Dobby.-apresentou-lhes Harry- Dobby, estes são Duda e Tia Petúnia.Ele nos ajuda com os afazeres da casa, e prepara a comida.
-Não precisam se preocupar.Eu trouxe o fogão, e pretendo eu mesma limpar o quarto.Apesar de ser grande, não chega a um quarto da casa onde eu morava.
-Se você quer assim...-disse Rony satisfeito.Não teria que dividir o espaço na casa, e a comida, com mais gente ainda.
-Se puderem se retirar agora, nós queremos repousar um pouco.-disse Tia Petúnia, concluindo o assunto.Ninguém fez objeção.Saíram em silencio.Harry, foi em direção ao seu quarto, pensando em como seria insuportável, se Duda resolvesse sair do quarto e ir atormenta-lo de vez em quando.Mas achou isso pouco provável, agora que o primo sabia que Harry podia usar magia e que estava em territórios estranhos.
Quando chegou em seu quarto, Harry viu que de dentro de uma das gavetas do seu armário, estava vindo uma luz branca, muito forte.Ele se dirigiu até a gaveta, e a abriu com toda delicadeza.Viu que era o medalhão de Salazar Slytheryn que brilhava.

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