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42. Feitiço do amor


Fic: Brincar de viver (R/Hr - H/G - Atenção - cenas NC18)


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Se Voldemort usara três poderosos ingredientes para ressuscitar seu corpo, Harry tinha que pensar em algo semelhante. Hermione lembrou-lhe do convite do batizado.

- É, isso pode funcionar... Mas antes eu preciso de sangue de unicórnio também, mas tem que ser dado de bom grado pelo animal. Será que Hagrid conseguiria isso?

A cabeça de Harry estava cheia de idéias, que ele mal conseguia organizá-las. Ninguém conseguia acompanhar o raciocínio dele, mas acreditavam nele, como sempre... por isso, perguntas não foram feitas naquele momento. Todos sabiam da necessidade de deixar Harry expressar-se livremente, o pai dele não tinha sugerido aquilo em algum ponto do diário?

Ele realmente se sentia invadido pelas idéias que floresciam rapidamente, descontroladas... Ele sabia que devia tentar tudo o que fosse posssível...

Pediu para a profa. Sprout chamar Hagrid em sua cabana. Hagrid veio o mais rápido que pôde até Harry. E Harry pediu-lhe o sangue de unicórnio.

- Eu acho que consigo isso sim Harry... vou chamar Firenze para me ajudar, os unicórnios respeitam muito os centauros.

Hagrid saiu apressado, prometendo voltar o quanto antes.

Depois, Harry foi até seu quarto. Trouxe com ele a medalhinha que encontrou em sua casa, aquela com São Judas de um lado e Merlin de outro...

Trouxe também algumas fotografias. Dele com os pais ainda bebê, dele com os amigos em Hogwarts, dos pais, de Sirius... Ele pressentia estar no caminho certo, indo para algum lugar novo, mas ao mesmo tempo conhecido...

Talvez o mais estranho de tudo era realmente aquela certeza... de que ele sabia o que estava fazendo, instintivamente. Afinal, a magia que ele sempre conseguira realizar sem pensar muito era instintiva, natural... e mais letal. Como ele descobrira a ofidioglossia? Açulando uma cobra em seu primo... Como ele fez Tia Marge inflar como um balão? Por raiva... sentimentos e poderes, sempre unidos e fortes, de acordo com aquilo que ele sente ele conseguia realizar algo...

A dor na cicatriz de Harry despontou novamente. Como no 5º ano... como ele poderia trabalhar aquilo em seu favor?

Chamou rapidamente a profa. McGonagall. Queria pedir-lhe outro favor.

- Professora, há uma coisa importantíssima que eu preciso pedir. Sei que os elfos têm poderes mágicos próprios, que não precisam de varinhas e que atendem aos pedidos dos seus donos... a sra. poderia instruir aos elfos de Hogwarts, preparando-os para lutar ao nosso lado?

McGonagall assentiu afirmativamente.

- Na verdade, Potter, eu já havia pensado nisso. Tomarei as providências necessárias. E devo deixar você à par de outra informação importante: alguns gigantes virão ao nosso socorro. Grope conseguiu arrebanhar alguns, nem todos estão do lado de Voldemort.

Harry ficou muito satisfeito com a notícia. Estavam no caminho certo: conseguindo partidários, preparando-se para a batalha final... e Harry pressentia que essa batalha final estava muito próxima. Porque Voldemort acreditava que seria uma questão de eliminar apenas Harry para voltar ao poder com força total... como ele estava enganado...

A situação no Ministério era péssima. Scrimgeour não tinha mais controle sobre os Dementadores, obviamente... como Dumbledore havia previsto desde o 4º ano, eles se uniram à Voldemort... eram aliados naturais do mal! Era fato consumado também que Rufus não era o Ministro mais querido de todos, e que mantinha ligações um tanto quanto suspeitas... Harry lembrou-se de um comentário feito na Ordem da Fênix há apenas dois anos atrás... de que Scrimgeour, antes apenas funcionário do Ministério, vinha fazendo à Tonks e a Shaklebolt, aurores do Ministério, perguntas ENGRAÇADAS... pelo menos esse tinha sido o comentário do Sr. Weasley! Isso significa que o Ministro podia estar ajudando Voldemort... Harry tinha sido atacado naquele ano pelos Dementadores, e Dumbledore, na audiência que Harry sofrera naquele ano por causa do Feitiço Patrono que foi obrigado a usar, disse acreditar que as criaturas malignas poderiam ter agido recebendo ordens de alguém que não o Ministro, que naquela época era Fudge... tantas coisas faziam sentido agora!

Os Dementadores aguardavam apenas ordens para começar os ataques. Assim como os gigantes que não aceitaram a proposta de Grope, os Comensais da Morte...

Harry contactou Snape. Usando a força dos seus poderes, enviou palavra a Snape através da própria mente deste. Pediu para que Snape fosse ter com os Comensais, alegando que ele também, sendo ótimo Oclumente e Legilimens, poderia convencer seus amigos de que estava do lado de Voldemort... ele não cumprira sua palavra com a família Malfoy, ajudando Draco a matar Dumbledore? Pelo menos era isso que os próprios Comensais estavam pensando... não era?

Snape, tal qual fazia quando Dumbledore ordenava-lhe algo, não ousou discutir com Harry sobre o plano. Claro que Snape não deixara de ser quem sempre foi... ele apenas entendia que o certo a fazer era cumprir as ordens de Dumbledore até o fim. Mesmo que tivesse que “engolir” Potter, era por um bem maior... depois que tudo estivesse resolvido, ele poderia seguir o rumo que desejasse, poderia ficar livre de Potter pra sempre depois de Voldemort ser derrotado...

Harry agora estava simplesmente frenético! Não parava um único segundo, sabia das intenções de Voldemort... ele queria atacar Hogwarts no primeiro dia de aula! Assim ele poderia começar a eliminar os que ainda não haviam se aliado a ele... famílias inteiras, que estariam levando seus filhos até o Expresso para mais um ano letivo...

Tinham apenas poucos dias antes do início das aulas. Menos de um mês, mais precisamente.

Aquele dia havia sido cheio de descobertas, providências e acertos. Harry precisava desacelerar um pouco o passo, mas queria fazer todo o possível logo... Ginny, sabiamente, interviu:

- Harry, você mesmo disse que precisamos repor nossas energias diariamente. Você está eufórico, mas exausto! Precisa descansar, nem que seja uma meia hora! Vamos!

Harry deixou-se levar pela namorada. Precisava daquilo sim, ele sabia... mas cada momento a sós com ela havia se tornado uma tortura... Ele foi rápido para seu quarto, mas não conseguiu se livrar da ruiva... ela seguiu os passos dele até chegar na cama dele.

- Harry, não me manda embora... só quero ficar com você... estar do seu lado é tudo para mim!

Sem pensar, Harry fechou a porta atrás de si. Se colocou de frente para a amada, respirou fundo.

- Eu não sei realmente se tudo o que vejo é o futuro. Meus vislumbres têm sido os mais diversos, não sei exatamente o que fazer... mas sei de uma única coisa: quero me casar com você!!!

Ginny tinha os olhos marejados. Com um olhar de cumplicidade olhou nos olhos verdes e penetrantes de Harry... e disparou:

- Ninguém, nada poderá nos separar! Nunca! Essa é a única verdade que importa!

Harry abraçou-a com carinho. Envolveu-a num beijo ardente e apaixonado, destemido e forte... balbuciou as palavras desencontradamente no ouvido dela:

- Eu não conheço a fórmula do amor, mas desconfio dela... porque ela é única para cada um de nós, visto que somos pessoas diferentes, que amam os opostos e dispostos, que distraídos deixam-se levar pelo mais puro e nobre sentimento...

Ela olhava-o, encantada. Como se pudesse ler sua alma, antevendo que o momento tão esperado poderia ser aquele...

- Não temo o que sinto. Daria minha vida para salvar todos de Voldemort, mas não seria capaz de fazer nada sem você. À você e ao seu amor, puro e verdadeiro, devo o que sei agora. Se você não tivesse me provocado os sentidos na sua casa aquele dia, talvez não estivéssemos aqui hoje e agora...

Ele dizia coisas tão certas! Seria ela realmente responsável pela mudança em Harry, tão visível e espantosa?

- Você ainda vai aprender comigo que não existe feitiço capaz de matar o amor. Nem mesmo o Avada Kedavra. Porque a gente se ama e vai continuar se amando mesmo que seja em outro lugar... em outra dimensão, em outra vida! Não vê os meus pais, juntos mesmo depois da morte? Você entendeu isso pelo diário também. Sei disso.

Ela acenou afirmativamente.

- Mas não quero esperar a morte para tê-lo comigo... e em mim.

Ele olhou profundamente para ela. Respirou fundo novamente.

- Aqui e agora, Ginny Weasley, quero formalizar meu pedido. Sei que isso não importa, mas prefiro respeitar seus pais. Eles já sabem sobre nós, mandei um recado para eles.

- Como, Harry?

- Uma simples carta. Sem remetente, sem destinatário. Dizendo apenas:

- Eu desejo amar e respeitar sua filha até o final dos tempos. Confiem em mim e nela, sei que vocês compreendem o que quero dizer. À partir de hoje somos apenas um, em corpo, sangue e espírito.

Dizendo isso, Harry tomou de uma adaga. Fez uma pequena incisão em seu pulso. Tomou então o pulso de Ginny e fez o mesmo. Ela não tinha medo. O sangue dos dois, num aceno de varinha, fundiu-se antes de depositar-se num cálice. Havia uma linda luz lilás em volta do cálice... Harry continuou o ritual.

- Amor infinito.

Ele tomou do cálice e ofereceu à Ginny. Não era o gosto do sangue que sentia, mas de algo inexistente... nem o mais saboroso vinho se comparava àquele sabor!

- Não tome tudo. Ainda nem começamos o ritual, ou o feitiço.

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