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3. Primeiro dia (reescrito)


Fic: Time of Our Lives - Antiga Os Marotos e as Meninas Malvadas


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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     Capítulo 3 - Primeiro dia




Dormitório Feminino da Grifinória (6:00)


            Lily abriu os olhos e bocejou longamente. Tivera um estranho sonho em que o Potter a beijava e ela não reagia e que ele saía correndo atrás dela com uma rosa na mão gritando "' Lily, eu te amo!" e ela dizia "Espera amor, vou nadar com a Lula-Gigante". A partir daí tudo ficou tão confuso quanto antes e ela viu num flash algo que parecia um lobisomem, mas ela sentia no fundo que era alguém conhecido. Ficou de repente tudo escuro, depois tudo rosa e depois roxo e depois o arco-íris inteiro e depois ela acordou.


            As meninas ainda estavam dormindo, e Lily entrou no banheiro para se arrumar. Esqueceu-se do sonho assim que a água quente do chuveiro bateu em seu corpo. Quando saiu do banho, Emilly já estava de pé e elas se cumprimentaram. A morena entrou no  banheiro e olhou-se no espelho, analisando criticamente cada detalhe da sua imagem. “Nossa como eu sou bonita! Espero que o Anton também pense assim. Ah! Peraí, o que eu estou dizendo? TODOS pensam assim!” Ela riu com seu próprio pensamento, e foi tomar seu banho. Quando Emilly saiu do banheiro, Alice e Jessy já estavam de pé.


            - Bom dia! - ela disse, seu bom humor contagiando as amigas.


            - Emilly, eu preciso de você! - disse Jessy, num tom que beirava o desespero, mas não foi seu tom que a espantou, foi a frase em si. Jessy nunca admitia em voz alta que precisava da ajuda de Emilly, embora sempre precisasse.


            - Ai meu Merlin, o que foi que aconteceu? - perguntou a morena, andando até a amiga que estava na frente de um espelho (que surpreendentemente não estava quebrado), com uma cara de viúva em velório de dar pena.


            - Eu preciso ficar bonita no primeiro dia de aula, pra impressionar o Siriuquinho. Mas eu não sei como fazer isso! - Emilly estava a ponto de dizer que ficar bonita era uma tarefa impossível para Jessy, quando a outra começou a tagarelar, em meio a lágrimas – Eu não sei o que vestir, eu não sei que maquiagem passar, eu não sei o que fazer com o cabelo... Você faz essas coisas parecerem tão fáceis, Emy, eu não sei por que eu não consigo!


            Um sentimento de dó e culpa invadiu o coração de Emilly. Ela gostava de implicar com a amiga sobre seu jeito de se arrumar, mas nunca tinha pensado no lado de Jessy. Pobrezinha! Emilly estava começando a se arrepender por ter sido tão má com ela.


            - Hey, calma. Eu vou te ajudar, ok? Em pouco tempo, se arrumar vai ser tão fácil pra você como é pra mim.


            - Sério?! Ah, Emilly, obrigada! Eu não sei o que eu faria sem você! - e Jessy quase  se ajoelhou para envolvê-la num abraço desajeitado, seus cabelos crespos fazendo cosquinhas no rosto de Emilly.


            Foi realmente uma sorte que Lily tenha acordado tão cedo, porque de outro modo as meninas teriam chegado terrivelmente atrasadas na primeira aula do ano. Emilly teve um difícil trabalho mostrando a Jessy como ela devia passar a maquiagem para disfarçar os (muitos) defeitos do rosto dela e realçar os (poucos) traços bonitos, ensinando-a como arrumar os cabelos para eles não ficarem batendo inconvenientemente na cara dos outros, entre tantas outras dicas úteis. No final, Jessy ainda não estava bonita (de fato, era uma tarefa impossível para ela), mas apresentava uma mudança notável. Digamos assim: ela finalmente ficara apresentável em sociedade, e Emily ficou se perguntando porque nunca tivera a ideia de arrumar a amiga.


            Dormitório Masculino da Grifinória (6:00)


            Remus acordou com seu despertador e correu os olhos pelo quarto. Frank estava terminando de se arrumar, e os outros três marotos ainda estavam dormindo. Peter roncava alta e sonoramente, James dormia indiferente ao barulho, e Sirius tampava a cabeça com o travesseiro, balbuciando sonâmbulo:


            - Faz parar! Tira o Rabicho daqui!


            Remus riu e foi tomar seu banho. Quando saiu do banheiro, Almofadinhas e Pontas já estavam acordados, tentando acordar Peter. Cada um puxava um pé do gordinho, que segurava com força na cabeceira da cama, tentando manter-se nela.


            - Acorda, bela adormecida! – disse James zombeteiro. Sirius riu e completou:


            - Seu príncipe encantado tá te esperando...


            - Ah, calem a boca, me deixem dormir! - reclamava Peter, se recusando a abrir os olhos.


            - Hey, Rabicho, se você não acordar vai perder o café da manha! - falou Aluado, arrumando sua mochila de costas para os três. Ele não precisou olhar para trás para saber que Peter levantara em um pulo da cama e correra para o banheiro, os olhos brilhando com ansiedade. Enquanto isso, Sirius se virou para suas próprias coisas, e estava revirando seu malão para pegar seu uniforme, quando sua mão esbarrou em sua roupa de quadribol.


            - Ah, eu vou sentir muita falta do Quadribol esse ano. - ele comentou, desanimado. Sirius gostava de ser o batedor da Grifinória quase tanto quanto James gostava de ser Apanhador.


            - Eu sei, eu também. - falou James, que estava colocando seus livros na mochila.


            - Bom, mas pelo menos tem esse torneio esse ano. - Remus falou tentando animar os amigos.


            - Não faz diferença, a gente não vai participar de verdade mesmo. Com certeza o escolhido vai ser um daqueles sabe-tudo da Corvinal. - Sirius falou, sem esperança, mas algo se iluminou no rosto de Pontas.


            - Falando em Corvinal, senhor Aluado, você vai ou não vai virar homem de uma vez e chamar a Nathalie para sair? - falou James, provocando o amigo. Desde o ano anterior, Remus nutria uma paixão por Nathalie Harrington, uma garota loira da Corvinal que agora estava no sexto ano. O lobisomem nunca tivera coragem de chamá-la para sair, apesar do incentivo dos amigos.


            - Acho que sim, Pontas. Afinal é agora ou nunca, não vai ter ano que vem.


            O assunto divertiu os garotos e distraiu-os de sua crise de abstinência de quadribol. Quando Rabicho finalmente saiu do banheiro, Sirius entrou lá e se olhou no espelho. “Como eu sou lindo! Tomara que impressione a Nicole... Espera aí, o que eu estou dizendo? Eu sempre impressiono a TODAS!” Ele riu dos próprios pensamentos e foi tomar banho. Poucos minutos depois os marotos já estavam todos prontos para o primeiro dia de aula.


                                                                               **


            As meninas já estavam no salão comunal quando os Marotos desceram as escadas com aquele típico jeito de “somos os donos do mundo” que eles tinham.


            - Lily! - James gritou quando a viu, acenando, e ela revirou os olhos em reprovação. Eles se aproximaram das meninas e, depois de cumprimentá-las, James continuou falando com a ruiva.


            - Oi James. - ela disse, com fria educação, enquanto Frank se aproximava do grupo. Surpreendentemente, James não deu nenhuma cantada ridícula em Lily, apenas desejou-lhe bom dia, e os nove passaram juntos pelo buraco da Mulher Gorda.


            Emilly teve que ficar o tempo todo segurando o braço de Jessy para a garota se controlar, lembrando-a aos sussurros que Sirius não ia gostar se ela pulasse nos braços dele. Esse era o procedimento padrão que ela adotava em situações de alto risco como aquela, em que elas ficavam perto de mais dos Marotos, e, francamente, Emilly já estava cheia daquilo. Arrumada ou não, Jessy não atraiu sequer um olhar de Sirius, e pela primeira vez na vida, Emilly quis que ele olhasse para sua amiga, para honrar o trabalho que ela tivera arrumando-a, pelo menos.


            O Salão Principal estava mais cheio que o normal por causa dos alunos de Beuxbattons e Durmstrang espalhados nas quatro mesas. Os dois grupos se separaram na mesa da Grifinória, porque numa ponta da mesa estava Nicole com alguns outros alunos franceses acenando e abrindo espaço para Sirius e os Marotos, e na outra ponta estava Anton no meio de um grupinho de búlgaros chamando Emilly e as meninas.


            O café da manhã foi relativamente tranquilo, com Jessy reclamando que Sirius não tinha olhado para ela e ficando vermelha como um pimentão ao vê-lo com as francesas, Emilly ignorando a amiga, e conversando agradavelmente com as meninas, com Frank e com os búlgaros, que estavam se provando bem educados e legais. Do outro lado da mesa, Peter comia como um porco, como de costume, enquanto os outros Marotos conversavam com os alunos de Beuxbattons, tentando parecer inconscientes da atenção exagerada que algumas garotas francesas davam a eles.


            Eles receberam seus horários e Emilly deu um sorriso ao ver que o primeiro horário seria transfiguração. Quando chegaram na sala de aula, todos os alunos se sentaram em silêncio devido ao respeito que a mera presença de Minerva McGonnagal causava. Exceto, é claro, Emilly Carey. Ao ver a professora em pé ao lado da mesa, a menina gritou “Tia Mimi!” e saiu correndo para abraçar a professora. McGonnagal permaneceu rígida, embora Emilly soubesse que ela sorria secretamente.


            - Menos, Srta. Carey, por favor. - disse Minerva, envergonhada, e a aluna soltou o abraço.


            - Vai dizer que não sentiu minha falta nas férias?! - falou ela, provocando. - Eu sei que você me adora, Tia Mimi...


            - Por favor, Srta. Carey, sente-se em seu lugar. - a voz da Profa. McGonnagal era rígida, embora ela lutasse para não sorrir. Emilly levantou uma sobrancelha em tom de desafio, mas se sentou em seguida ao lado das amigas.


            - Emy, você é a única doida que consegue desafiar a Minerva e não se ferrar por isso! - brincou Lily quando a morena se sentou a seu lado.


           - É porque eu sou especial. – ela disse, dando uma piscadela para Lily.


             As amigas se calaram quando McGonnagal começou a falar. Ela ensinou um feitiço que transformava sapos em vassouras, algo mais simples, segunda ela, para começar o ano. Apesar disso, poucos alunos conseguiram realizar o feitiço.


            Depois de algumas aulas, os Marotos e as meninas se reuniram novamente no Salão Principal para o almoço. Enquanto Emilly se servia, Jessy começou a tagarelar sobre como sua arrumação não havia adiantado de nada.


            - Ele não olhou pra mim o dia todo! Eu me esforcei tanto pra me arrumar e não deu em nada! A culpa é sua, Emilly!


             - Minha? A culpa não é minha se o Sirius ficou olhando o dia inteiro para aquela francesinha. – ela disse em tom de descaso.


               Jessy já estava para retrucar alguma coisa, quando Dumbledore se levantou para dar um aviso:


               - O Cálice de Fogo já está sendo colocado no Saguão de Entrada. Os alunos a partir do quinto ano têm duas semanas para se inscrever. Boa sorte a todos.


             Uma grande onda de comentários animados se espalhou por todo o salão.


**


            Depois das aulas, o Saguão de Entrada estava lotado de estudantes ansiosos para colocar seus nomes no Cálice. Vários alunos mais novos ficavam em volta assistindo aos mais velhos e planejando burlar a segurança para tentarem se inscrever.


            Os Marotos entraram no salão conversando e rindo. Várias pessoas abriram espaço para que eles colocassem seus nomes primeiro. Os quatro jogaram seus pedaços de pergaminho ao mesmo tempo (Peter teve que dar um pulinho para alcançar o Cálice) e foram aplaudidos pela multidão. Enquanto os quatro saiam com sorrisos convencidos nos rostos, Lily, Emilly, Alice e Jessy estavam chagando no Saguão, e a multidão tornou a se abrir para dar privilégio às garotas mais populares de Hogwarts. Andando rumo ao Cálice, Jessy perguntou despistadamente para Lily:


            - Você vai mesmo colocar seu nome aí? Quer dizer, eu estou morrendo de medo de ser escolhida e me ferrar!


            - Calma, Jessy, tem tanta gente nessa escola... Vão acabar escolhendo um daqueles nerds da Corvinal. – Lily mudou o fim da frase na última hora, para se impedir de dizer algo como “por que escolheriam você?”.


            - Mas então seria melhor eu não colocar meu nome de uma vez, não é? E se eu for escolhida mesmo assim, eu não quero... – Ela foi interrompida por Emilly, que sussurrou, sutil como sempre:


            - Você não vai ser escolhida e ponto, Jessy! Coloca logo esse nome aí e para de reclamar.


            Jessy fez biquinho e as quatro colocaram seus nomes no Cálice, sob outra onda de aplausos.


            As garotas estavam indo para o Salão Comunal ao som dos resmungos de Jessy. Ela reclamava de tudo ao mesmo tempo: do fracasso com Sirius, do medo de ser escolhida pelo Cálice, do mal desempenho que ela teve no primeiro dia de aula e a pilha de deveres de casa que ela certamente iria acumular pela semana. Ela ainda colocava a culpa no dia chuvoso, no horóscopo, em Emilly e no karma, e não parou até Alice mandá-la calar a boca.


            Com o mundo bruxo de cabeça para baixo por causa dos Comensais da Morte, um Torneio Tribruxo agitando Hogwarts e um James Potter menos idiota agitando a cabeça de Lily, era bom saber que algumas coisas, como a idiotice de Jessy, nunca mudavam.

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