Sentido da Vida
Bellatrix adentrou ao escritório de Tom, logo atrás vieram Lucius e Rodolfo, nem um deles parecia feliz...
-O que aconteceu? - Perguntou Voldemort assim que os viu entrar, sem pedir licença a mulher se sentou na cadeira à frente de Tom respondeu:
-Nosso plano para pegar o trouxa não funcionou, alguém descobriu que era uma emboscada, e provavelmente avisou aos Rebeldes! – Tom pôde perceber o ódio transbordando nos olhos de Bellatrix. – Se eu botar as mãos em cima do desgraçado que...
-Bella, pelo que eu saiba, designei apenas Lúcio e Rodolfo para colocar o plano em prática. A sua preocupação deveria estar retida em outra missão que mandei você realizar.
-Missão? Por que não me falou dessa missão? – A voz indignada de Rodolfo perguntou a Bellatrix, a mulher apenas rolou os olhos sem interesse na atitude do homem.
-Porque você não tem absolutamente nada a ver com isso. – Respondeu rispidamente.
-Eu sou seu marido! – Rodolfo se aproximou raivoso a segurou pelo braço obrigando-a a se levantar da cadeira.
-E vai soltá-la agora, não vou tolerar que tenham outra briga de casal na minha frente! Resolvam suas diferenças em casa! Não em meu castelo! – Mesmo falando baixo, eles puderam perceber o tom perigoso que o timbre de voz dele continha. Rodolfo não teve outra opção a não ser afrouxar o aperto no braço da esposa e engoliu em seco.
-Lucius e Rodolfo, quero o trouxa aqui! Entenderam?
-Sim mestre. – Os homens responderam em uníssono, pouco depois restou apenas Bella no escritório.
-Resultados? – Tom indagou à mulher calmamente.
-Em busca deles. –Bella confirmou no mesmo tom de voz. – Eu Dolohov, Yaxley e Snape andamos estudando sobre vampiros, descobrimos várias armas que poderemos usar contra ela, mas não temos a mínima idéia de onde começar a procurar. - Confessou pensando em uma solução.- Talvez haja algum lugar em que ela ia quando criança, algo que só você saiba, qualquer pista seria extremamente útil meu Lorde.
Bella ficou a observar Tom pensativo. Hermione durante sua infância permanecia a maior parte do tempo no castelo, tinha de haver um lugar o qual ela ia...
-A floresta...- Sibilou o homem, Bellatrix abriu ligeiramente os olhos em curiosidade.
-A famosa Floresta Negra! É onde ocorrem os contos infantis trouxas, como a tal Chapeuzinho Vermelho, Branca de Neve. Essa floresta fica na Alemanha, e nela existe uma grande concentração de magia. Mesmo sem saber os trouxas sentem isso, por isso usaram essa floresta para os contos trouxas infantis, e nessa floresta, mora um mago chamado Stalin. Ele é Russo, e conhece muita magia antiga, levei Hermione várias vezes até lá, e ela fez amizade com o velho. Posso lhe dar a localização da floresta.
-Agradeço pela ajuda meu Lorde!
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Hermione se levantou desconfortável, desde que fora para a caverna de Stalin, dormia num colchão no pequeno corredor que dava para a entrada da gruta que era a casa do mago, e não era o que se podia chamar de confortável. Quando e abriu a porta de entrada, Stalin já estava de pé, acabava de preparar o café.
-Tome seu café, e me explique o que aconteceu ontem. - Disse o velho no mesmo sotaque carregado, Hermione sentou-se e contou para o amigo o que havia acontecido - omitindo apenas algumas partes – de modo que o velho logo entendeu o porquê de a morena ter voltado de mãos abanando.
-Isso pode ser extremamente útil pra você não? – ele falou bebendo uma xícara de café, Hermione apenas confirmou com a cabeça.
-Preciso ganhar a confiança deles... – Stalin percebeu o quanto a morena estava distante, teve um pequeno sobressalto quando a mulher se levantou em um salto. -Vou caçar, trago algum animal para o almoço, será bom me exercitar.
Stalin arqueou a sobrancelha, estava definitivamente desconfiado da reação da mulher, mas preferiu não comentar, apenas concordou silenciosamente.
Hermione pegou sua espada negra da mochila, e a colocou no suporte nas costas, bebeu um vidrinho de sua poção, e jogando uma capa para proteger-se do sol, saiu pela floresta.
Já havia andado há cerca de meia hora, as copas altas das árvores permitiram a mulher que tirasse o capuz da capa preta, apesar do sol forte que brilhava no céu, as árvores não permitiam que muitos feixes de luz ultrapassassem suas folhas e galhos.
Hermione alcançou uma pequena gruta, ao chegar perto o bastante, espalmou a mão direita em direção à gruta, e desfez o feitiço de proteção que havia colocado sobre ela. Os passos estavam lentos, assim como a respiração, a entrada era escura e baixa, inclinou o corpo para baixo, e entrou.
Com poucos passos começou a escutar, barulho de folhas secas estalando, mais dois passos e pôde ver a pequena sentada, com as duas pernas abertas pegando folhas do chão e jogando para cima, sujando ainda mais seu vestido branco, seus olhos azuis brilharam ao ver a mulher. Elisabeth se levantou desengonçada e tentou se equilibrar, depois de alguns segundos, com um grande sacrifício, conseguiu se manter de pé.
A garotinha emitiu uma exclamação de felicidade com a enorme proeza, e olhou para Hermione com um sorriso de apenas dois dentinhos na boca, os olhos azuis brilhando ainda mais em contato com um fino raio de luz que entrava por uma fenda na caverna. A menininha cambaleou desengonçada até a mulher e quando a alcançou, abraçou sua perna, Hermione endureceu, manteve os olhos fixos no rosto angelical de Elisabeth, mas não mexeu um músculo sequer.
Tomando uma atitude, Hermione se inclinou, e tirou os braçinhos de Elisabeth de sua perna, a garotinha voltou a cambalear até a parede, onde se apoiou para se manter em pé. Hermione levou a mão ás costas, e puxou sua espada por cima do ombro, de forma lenta, provocando um ruído agudo. Elisabeth se virou para a mulher e viu a arma negra em sua mão, se encantou com o brilho diferente, e manteve os olhinhos fixos na espada, Hermione deu um passo para frente, e segurou a espada acima da cabeça. A menina esperava ansiosa pela próxima ação da mulher, pelo próximo movimento ritmado, pelo próximo barulho inesperado, pelo próximo brilho hipnotizante, esperava por seu destino, que no momento se encontrava na mão direita de uma mulher, esperava pelo golpe de misericórdia.
O coração de Hermione... A própria mulher comparava seu coração com uma pedra de gelo, mas no momento todo seu corpo parecia gelado, imóvel, duro, menos o coração. Era como se este gelo houvesse derretido de uma hora pra outra, e ela pudesse voltar a respirar... Era como se voltasse a sentir o gosto das coisas, como se pudesse sentir pela primeira vez a brisa gélida que adentrava na gruta em meio a um assobio. Era como se pela primeira vez pudesse sentir o nó em sua garganta. Era como se somente agora sentisse o peso que a arma que estava em suas mãos tinha, era a primeira vez, em nove anos que permitiu que lágrimas brotassem em seus olhos e escorressem por sua face, lavando sua alma, lavando seu corpo, lhe devolvendo sentimentos a tanto esquecidos...
Sua espada estava pesada, seu braço não podia suportar tanto peso... A espada pendeu em sua mão, e caiu com um baque surdo nas folhas secas. Mas sua capa também era pesada, havia peso em seus ombros, não podia agüentar tanto peso, seus joelhos cederam, a respiração pesada... Precisava de ar! Ela precisava de ar! Ninguém podia ver isso? Ela não sabia respirar... Com toda força que tinha, puxou a maior quantidade de ar que pôde para os pulmões, e esgotando suas últimas energias gritou. Gritou como nunca havia gritado antes, gritou com desespero, com sentimento, com toda força que tinha, não gritou com o corpo, gritou com a alma.
Chorou... Permitiu-se chorar, porque não podia mais suportar, não mais...
Os joelhos apoiados no chão assim como as mãos, ela olhou para frente, Elisabeth a olhava num misto de curiosidade e medo, numa atitude de coragem, a garotinha andou devagar até a mulher e passou a mãozinha no rosto de Hermione, com o intuito de limpar as lágrimas da mulher.
Hermione segurou a mão de Elisabeth e afastou de seu rosto... Era apenas uma criança! Uma criança indefesa! Como poderia ter o poder de causar algo tão profundo em uma pessoa sem sentimentos como ela? Elisabeth acabava de devolvê-la a vida, os pequeninos olhos azuis reviveram sua alma.
Hermione se levantou, pegou a espada no chão e a devolveu ao suporte nas costas, respirou fundo e deu uma última olhada para a pequena menina, deu as costas à garota e saiu da gruta, quando já estava fora da gruta lançou novamente os feitiços de proteção sobre ela, e foi embora...
Ela andava na floresta, era estranho... Podia escutar o canto dos pássaros, podia sentir o cheiro de terra molhada, podia sentir a brisa leve balançar seus cabelos, sentia o coração bater dentro de si.
Era como se houvesse acordado de um longo sono, de um pesadelo, e olhasse para os lados e visse que nada daquilo tinha acontecido! Mas havia acontecido! E isso a deixava confusa... Tinha acontecido, mas... Não tinha mais importância... Era passado, e ela não poderia mudar aquilo, mas poderia construir um futuro diferente, isso sim ela podia mudar.
Aproximava-se lentamente da caverna de Stalin, entrou sem emitir barulho. Chegando ao enorme salão, entrou pelo corredor, e viu a porta de madeira que dava entrada para a pequena gruta...
Quando abriu a porta, pôde observar que o local estava virado ao avesso, móveis quebrados livros rasgados, vidros quebrados, e o corpo de Stalin estirado no chão...
Concluiu rapidamente que alguém havia invadido o local, e quando escutou um barulho vindo da cozinha, percebeu que este alguém ainda estava ali.
Hermione saiu silenciosamente do local, e foi até a gruta, se escondeu atrás de uma estalagmite, e esperou que saíssem da gruta. Em poucos minutos quatro sujeitos vestidos de capas negras saíram do local, não teve dificuldade alguma de identificá-los. Snape, Dolohov, Yaxley e Bellatrix.
-Maldita! - Exclamou ela saindo de trás da estalagmite e lançando um feitiço estuporante nos três homens, que foram arremessados com violência na parede da caverna e caíram desacordados no chão, Hermione queria uma luta entre mulheres, sem homens para atrapalhar.
Bellatrix olhou com surpresa para Hermione, e sorriu ao vê-la, a fúria evidente nos olhos azuis esverdeados da mais jovem.
-Não sabes com quem se meteu! – Exclamou Hermione em fúria – Vais pagar caro por isso! CRUCIUS!
Bradou a mulher com raiva, a mão direita apontada para Bellatrix, que sem dificuldade, se defendeu devolvendo o feitiço á Hermione, que no momento de raiva, não teve tempo de se defender. O feitiço a atingiu em cheio, Hermione gritou, e caiu de joelhos, respirou fundo e retomou o controle. Levantou-se olhando Bellatrix com um sorriso no rosto.
-Eu lhe disse que não sabes com quem se meteu! - Bellatrix antes sem expressão alguma também se permitiu sorrir, respondeu:
-É aí que se engana! PRISIOME PRATE
Correntes de prata saíram voando da varinha de Bellatrix, Hermione arregalou os olhos incomuns, e jogou o corpo pra trás a tempo de desviar das correntes, com um impulso, levantou novamente o corpo, e observou o semblante divertido de Bellatrix sem entender.
Até que sentiu, algo inicialmente frio abraçá-la pelas costas, olhou para baixo e viu a corrente de prata se enrolar em seu corpo. Gritou. Sentiu seu corpo queimar como nunca havia sentido antes, havia sido jogada em uma fogueira! Era cruciante. Seus joelhos cederam, reuniu seu último fio de lucidez, e reunindo toda sua força, com um grito de desespero, empurrou a corrente, e a arrebentou. Levantou-se rapidamente, e cambaleou para trás, olhou para os locais atingidos pela corrente, estavam em carne viva.
-Tem certeza de que não sei com quem estou me metendo? - Perguntou Bellatrix sádica. A mulher lançou um feitiço no teto do local, que começou a desabar, se força alguma, Hermione se deixou soterrar.
Bellatrix se aproximou dos escombros, nenhum sinal de vida, durante um ou dois minutos ela andou em volta do monte de pedras, até que uma luz forte saiu do centro do local, e as pedras foram arremessadas para longe, no centro do local estava Hermione, sangue escorrendo pelo corpo, os braços praticamente inutilizados, mas de pé.
-Você realmente quer morrer não quer? – Hermione ouviu Bella lhe perguntar aumentando seu sorriso, quando viu que a mulher iria levantar a varinha, Hermione ergueu sua mão direita.
-Lux!
-Sectunsempra!
Bradaram as duas juntas, os feitiços atingiram a adversária em cheio, e elas berraram juntas.
Bellatrix se arrastou até Snape com certo sacrifício, estava totalmente ensopada de sangue e com o resto de força que tinha apontou a varinha para o homem.
-Enervate!
Disse num fio de voz, Snape acordou e levou a mão à cabeça, ao olhar para a mulher entendeu tudo rapidamente, sem demora começou a tratar do profundo corte da mulher...
Hermione não tinha forças para mais nada, seu corpo inteiro ardia como chama, estava perto da saído do local, sentia que não agüentaria por muito tempo. Então procurou um vidro em sua capa, e o encontrou, a poção estava lá... Estava salva! Mas teria de sair dali o quanto antes se realmente quisesse viver... Com a força que lhe restava, se arrastou até a saída da caverna, deixando um enorme rastro de sangue atrás de si.
Estava morrendo, tinha certeza disso! Mas não podia morrer... Não agora! Ela precisava sobreviver! Sentiu um gosto estranho em sua garganta, tossiu... Tossiu sangue. Não iria agüentar...
Finalmente conseguiu sair do local... Olhou para a floresta escura, não sabia o que fazer, por um minuto se permitiu fechar os olhos e descansar, ao abri-los deu de cara com um testrálio, sorriu, o cheiro forte de sangue devia tê-lo atraído.
Por ser uma vampira, Hermione sempre tivera um instinto selvagem, e isso a fazia ter facilidade de lhe dar com animais. Aproximou-se do animal e o olhou nos olhos. O enorme cavalo alado dobrou as duas patas dianteiras permitindo que Hermione montasse em seu dorso, num pedido silencioso, o animal pôde compreender perfeitamente onde a vampira queria ir, e alçando vôo chegou à pequena gruta em poucos minutos.
Hermione desceu do animal lentamente e dolorosamente, olhou em seus olhos agradecendo a ajuda, e gastando mais ainda de suas praticamente inexistentes fontes de energia, tirou os feitiços protetores do local. Se arrastou até a gruta, onde viu Elisabeth dormindo no chão, encostou-se na parede respirando pesadamente, sua roupa inteira estava banhada de sangue, e sangue não era algo que ela poderia se dar ao luxo de perder. Pegou uma grande pedra do chão, com um feitiço simples fez um buraco na pedra, puxou a poção do bolso da capa, e entornou o conteúdo ali. Mergulhou a face na poção num último apelo.
-Draco? – Chamou num fio de voz.
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Draco estava em seu quarto lendo um livro calmamente, eram cerca de 10 da manhã. Quando escutou a voz chama-lo, como sempre dera um sobressalto.
-Hermione? É você? – Indagou assustado, pelo modo da voz, se fosse a vampira, ela não devia estar nada bem.
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-Estou morrendo... Preciso de ajuda...
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-Hermione, onde você está? – Draco perguntou imediatamente, embora ele não soubesse o que iria fazer.
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-Floresta Negra, Alemanha, na caverna que nós brincávamos, perto da do Stalin.
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-Devia ter imaginado! – Exclamou ele batendo o punho no livro aberto – Agüenta firme, estou indo longo.
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-Não demore... - Finalizou ela suplicante e saindo da poção, despejou o líquido de volta pro vidro e o tampou. Encostou-se na parede de pedra, e imediatamente adormeceu...
Poucos minutos depois, Elisabeth abriu os olhos azuis, se levantou apoiada na parede, e olhou confusa para Hermione. Lentamente caminhou apoiada na parede até o corpo da mulher, e quando chegou até ela viu a tinta vermelha cobrindo seu corpo praticamente por inteiro, a menina não gostou disso, bateu as mãozinhas no corpo de Hermione e chamou:
-Maaaaaa! Maaaaaa!
A mulher não abria os olhos, e nem se mexia, Elisabeth sentou-se ao lado dela, seus olhos cheios de lágrimas, a garotinha chorou durante alguns minutos, mas a mulher continuava inconsciente.
Elisabeth abraçou o máximo que pôde o corpo, e recostou a cabeça sobre a barriga da mulher, sentiu o movimento leve da respiração, e em poucos minutos adormeceu.
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-Potter! –Draco praticamente gritou entrando apressado na sala de estar – Preciso conversar com você, é urgente!
Harry se levantou, e chamou Gina Ron e Luna com o olhar, Draco iria protestar, mas não tinha tempo a perder.
Entraram no quarto de Harry, e fecharam à porta, Draco permaneceu de pé enquanto os outros se sentavam.
-Hermione está morrendo, pediu ajuda, precisamos ir salvá-la!
Harry permaneceu imóvel, Gina se mexeu desconfortável na cadeira, Luna exibia uma expressão incerta, Ron passou a mão pelos cabelos pensando, e Harry permaneceu imóvel.
-FALE ALGUMA COISA! - Bradou Draco desesperado, Harry se levantou de sua cama, e respondeu:
-Me dê um bom motivo para salvá-la. – Falou friamente dando de ombros, ela havia tentado matá-lo, ela enfiou uma adaga em seu estômago, não tinha motivo nenhum para salvá-la.
Draco o olhou incrédulo, não podia crer que estava escutando aquilo, abriu a boca sem emitir som algum, os olhos acinzentados arregalados como nunca.
Harry permaneceu encarando o loiro completamente confuso, Draco passou as mãos pelo cabelo irado, urrou de raiva.
-Harry, ela pode nos ser muito útil, se ela está indefesa podemos mantê-la presa, ela não pode reagir! - Disse Gina. Harry olhou surpreso para a ruiva, não esperava isso, não dela.
-Gina está certa – Apoiou Ron decidido. – Com ela, com as informações que ela pode nos dar, a nossa chance de vencer Voldemort é muito maior! - Harry olhou para Luna ela devolveu um olhar incrédulo.
-Por Merlin Harry! Não seja egoísta! Esse não é você! – O moreno passou as mãos pelos cabelos rebeldes, e logo depois de ter pensando por alguns longos minutos na opinião de Draco, disse por fim:
-Ok, peguem o maior número de armas de prata que puderem, acho que vamos precisar.
Todos saíram do quarto, sem demora, e em poucos minutos se encontraram na sala de estar.
Gui e Fleur estavam na sala com Victorie, Gui se levantou e perguntou:
-Aonde vão? Alguma emergência?
-Sim, não nos espere para o almoço devemos demorar. – Respondeu Harry um tanto apressado.
-Só não vou com vocês porque já prometi ajudar Sirius e Remus a caçar pro almoço.
-Sem problemas, - respondeu Gina colocando algumas facas de prata em seu bolso. – Temos que ir.
Harry confirmou com a cabeça.
-Onde fica o local? – Harry falou para Draco, vendo que o homem estava mais agoniado do que antes.
-Floresta Negra na Alemanha, é uma caverna em que brincávamos quando crianças.
-Vamos aparatando? – Luna perguntou olhando para todos confusa.
-Impossível, a concentração de magia da floresta não deixa, mas não podemos demorar! Ela está fraca!
-Vamos aparatar até a orla da floresta – Começou Ron – E de lá, vamos voando.
Todos apoiaram a idéia, e pegaram suas vassouras, Draco pegou uma antiga da casa.
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Um grupo de cinco pessoas aparatou na orla da Floresta Negra, montaram em vassouras e saíram voando floresta a dentro...
Em pouco menos de uma hora, chegaram ao local, Draco foi o primeiro a descer da vassoura apressado, o local não estava muito bem iluminado, as copas altas das árvores impediam a entrada de luz, mas puderam enxergar com nitidez uma pequena gruta.
O loiro se aproximou do local, os outros fizeram o mesmo, ao chegarem perto o bastante, viram manchas de sangue por toda entrada do local.
-Hermione! -Disse Draco angustiado. Rapidamente ele entrou na frente sem esperar pelos outros quatro, porém percebeu que eles estavam logo atrás de si.
A cena que viram era sem dúvida, a mais estranha que já haviam visto em toda a vida.
Uma mulher morena estava deitada no chão desacordada, com a respiração num fio, sangue por todo seu corpo, e grande parte de seu braço em carne viva. A cena seria repugnante se não houvesse uma criança, uma menina, ressonado abraçada junto ao corpo da jovem quase morta.
N/B: Definitivamente? Considero este capítulo o mais maravilhoso de todos!! Gente, a parte que a Mione ‘’ voltou a vida’’, para mim, foi sem noção, eu não tenho palavras para descrever aquilo. Sério, este capítulo misturou todos os elementos de um modo perfeito!Eu não tenho o que falar, como disse, eu sabia que iria ser um fuá
Agora simmm as coisas vão começar a ‘’ esquentar’’, sério estou mais do que louca para ver como o Harry vai reagir, como ela vai reagir para falar a verdade. O que ele vai pensar da Elisabeth. E como ela vai ficar melhor, bella arrasou na briga ¬¬’ Minha sorte é que sou beta e leio tudo antes de vcs, pq sim! Eu com certeza morreria. Quando a Poly me enviou o cap, eu logo falei: Ah peloamordedeus, você tem que escrever mais, pelo menos como o Harry vai ficar, escrevi aí Poly. A maluca só me disse que não era de ferro ¬¬’ Masss tudo bem, eu espero * chorando mas espero*
Façam pressão aí gente, pq eu quero ler muito o próximo capitulo! Desculpem qualquer erro * ê mania chata* Bjsss: Anna Fletcher.
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N/A:
Galera vocês não tem noção do quanto eu estava ansiosa pra postar este cap! *.* Sério estava louca pra postar!!! E agradeçam a *Vivi Potter_ pq foi graças a ela que eu postei! bem... espero que tenham gostado do cap tanto quanto eu... Pq sim, eu AMEI escrever este cap! em todos os detalhes e vírgulas! AHHHHHHHHHHHH nem acredito!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! *ignorem isso*
Sabe... acho que gastei TODA minha criatividade nesse cap, então, não reparem o tamanho da N/A, e por favor! Comentem! Eu realmente preciso saber o que vocês acharam!
brigadaaaaaaaaaaaaaaaaa
bjos!
Poly_Malfoy
PS: Pra quem naum sabe, Fuá *Palavra citada na N/B anterior da maluca da Anna, e na minha N/A tb... ¬¬'* Fuá, é isso:
saidcsncasdurhnawoinzokcnudthefncxncoidnvyidncufndiidhisjfnudmndcmcjdkk sfgtwpqlzmalcçdjvbdçddçshshcmmcjdapujmsumxsnxcmsikcosijdmmpsmcdmso chsmdjdmcpshwmfycmsbdc...
Entendeu?
Não?
Isso é Fuá! |