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14. O Diário Secretíssimo (CS)


Fic: SEX Hogwarts, uma história Diferente...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hermione permaneceu na ala hospitalar várias semanas. Houve muitos boatos sobre o motivo de Mione estar lá. Os alunos que voltavam das férias de Natal pensavam que havia ocorrido outro ataque durante aquele período, e que Hermione era a outra vítima e estava petrificada. Harry e Rony visitavam a amiga todas as tardes, levando a ela os deveres de casa.

Certa vez, quando voltavam da ala hospitalar para a Torre da Grifinória, Harry e Rony se depararam com o corredor do segundo andar interditado e alagado. Murta havia inundado seu banheiro e chorava cada vez mais alto. Procurando saber o que havia ocorrido, Harry e Rony entraram escondidos no banheiro.

– O que foi, Murta? – perguntou Harry.
– Quem é?! – engrolou Murta. – Vêm jogar mais alguma coisa em mim?!
– Por que eu jogaria alguma coisa em você, Murta?
– Eu não sei! – gritou a fantasma, assustando os meninos. – Eu estava aqui, cuidando da minha vida, digo, morte, quando alguém achou engraçado jogar um livro em mim...

Um livro pequeno e fino de capa preta jazia no chão, embaixo de uma pia e estava muito molhado, como tudo naquele banheiro. Ao pegar o livro, Harry descobriu que se tratava de um diário. Havia um nome escrito na capa, “T.S.Riddle” e um ano, o que indicava que aquele diário tinha cinqüenta anos de idade. Harry abriu o livro e descobriu que todas as páginas estavam, curiosamente, em branco.

Naquela semana Mione deixou a ala hospitalar. Ao analisar o diário, algo a deixou intrigada. Rony insistia em tacá-lo na cabeça de Murta, mas Harry também tinha pensamentos sérios sobre o artefato.

– Por que vocês levaram esse diário tão à serio?! –dizia Rony.
– Ah, Rony, vê se acorda – retrucou Mione. – Sabemos que quem abriu a Câmara da última vez foi expulso há CINQUENTA anos... Riddle foi um estudante de Hogwarts que ganhou um prêmio por serviços especiais prestados à escola há CINQUENTA anos... este diário tem CINQUENTA anos... é muita coincidência, não acha?!

Naquela noite Harry se recolheu ao dormitório antes dos colegas pois queria examinar o diário de Riddle. Sentou-se na cama de colunas e folheou as páginas em branco, nenhuma das quais tinha sequer vestígio de tinta. Então tirou um tinteiro novo do armário ao lado da cama, molhou a pena e deixou cair um pingo na primeira página do diário. A tinta brilhou intensamente no papel durante um segundo e desapareceu. Excitado, Harry tornou a molhar a pena e escreveu: “Meu nome é Harry Potter”. As palavras começaram a desaparecer, como se a tinta fosse sugada pelo papel, e apareceram outras palavras...

“Olá, Harry Potter. Meu nome é Tom Riddle. Como foi que você encontrou meu diário?”

Então Harry molhou sua pena e recomeçou a escrever...

“Alguém tentou se livrar dele num banheiro...”

Então eles começaram um diálogo através das folhas do diário

“Este diário guarda memórias de coisas terríveis. Coisas que foram abafadas. Coisas que aconteceram na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.”

“É onde estou agora” – escreveu Harry. “Estou em Hogwarts e coisas terríveis estão acontecendo. Você sabe alguma coisa sobre a Câmara Secreta?”

“Claro que sei coisas sobre a Câmara Secreta.” – apareceu escrito, com uma caligrafia mais desleixada, como se estivesse correndo para contar tudo o que sabia. “No meu tempo nos disseram que era apenas uma lenda, mas era mentira. No meu quinto ano a Câmara foi aberta e o monstro atacou vários alunos, matando um. Peguei a pessoa que fez isso e ela foi expulsa. Ganhei um troféu pelo que fiz, mas o monstro continua vivo... Eu posso te mostrar, se você quiser...”

As páginas do diários viraram rapidamente, como se fossem levadas por uma ventania que não existia, parando na página com a data “Treze de Junho”. U quadrinho apareceu no meio do papel, como uma pequena tela. Imagens apareciam dentro da telinha, e sem nem perceber, Harry foi parar dentro das memórias do diário.

Harry estava numa Hogwarts de cinqüenta anos atrás, dentro da sala do diretor. Mas não era Dumbledore quem ocupava a escrivaninha, mas um outro diretor. Não demorou muito para que Harry percebesse que estava dentro de uma lembrança. O garoto saiu da sala e ao chegar às escadas, viu uma cena muito forte. Quatro ou cinco bruxos adultos carregavam uma maca com um corpo. O que se podia ver era que a pele estava muito pálida. Harry não conseguira ver o rosto, pois estava coberto por um lençol branco. Alguém morrera. Harry estava no momento em que o pior ataque havia acontecido, na primeira vez que a Câmara fora aberta. Ao olhar para o lado, Harry descobriu que um garoto de uns dezesseis anos observava a cena com apreensão.

– Você é Tom Riddle? – perguntou Harry, mas não obteve nenhuma resposta, o que o fez lembrar de que aquilo tudo era uma lembrança.

Os homens que carregavam o corpo conversavam baixo, comentando a morte de uma garota e o fechamento iminente da escola.

– Pobre garota... – disse um dos bruxos que carregava a garota. – Não devia se aventurar pelo castelo em tempos assim.
– Os jovens não se importam em correr perigo, eles acham que nada irá atingi-los. – disse outro bruxo.
– Ela foi encontrada no banheiro, aparentemente estava ‘satisfazendo seus desejos’ –comentou outro, tentando não usar expressões vulgares.

– Tom! – era a voz de Dumbledore, porém cinqüenta anos mais novo. – O que é que você está fazendo, andando por aí tão tarde?
– Tive que ir ver o diretor. Todos esses acontecimentos... Vão mesmo fechar a escola, professor?
– A menos que o culpado seja pego, não teremos outra escolha. – Dumbledore parecia muito preocupado. – Não é prudente perambular pelo castelo à essas horas e ainda mais nas presentes circunstâncias, Tom. É melhor ir logo para a cama.

Tom se afastou, descendo as escadas. Harry tratou de seguir o garoto, correndo para alcançá-lo. Riddle se encaminhou em direção às masmorras, seguindo por diversos corredores e parando em frente à uma sala escura. Naquele aposento havia um casal de jovens bruxos com a mesma idade que Riddle. Um sonserino abraçava uma garota da Corvinal, cochichando palavras em seu ouvido. Harry não hesitou em entrar na sala para ver melhor o que eles faziam.

– Não se preocupe, minha querida... não vou deixar que o monstro ataque você. – O sonserino tinha em sua voz um tom de nervosismo. Ele parecia querer traçar logo aquela garota e depois se livrar dela, não se importando se ela fosse atacada pelo monstro da Câmara.
– Eu sou trouxa... uma garota foi morta hoje... é uma questão de tempo até que o monstro me encontre... – a garota falava com desespero, temendo sua morte.
– Olhe, nada vai te acontecer... Não há o que temer... – dizia o menino, tentando tirar a roupa da garota. – Agora por que você não relaxa e me deixa ‘amar’ você?

O sonserino usava palavras doces para seduzir sua presa e satisfazer seu desejo em suas belas formas. Harry via a cena com tesão misturado a curiosidade. O astuto rapaz acabou convencendo sua namorada, erguendo sua saia e penetrando-a com um pouco de força. Ela gemia de prazer e chorava , temendo seu destino. “Se vou morrer, então tenho que curtir meus últimos momentos...”, ela pensava.

Riddle fingia não ligar muito para a cena, mas Harry pôde perceber que ele estava excitado. O casal se concentrava tanto na “rapidinha” que mal perceberam que estava sendo vigiados. O sonserino apertava a garota contra a parede, tirando a sua virgindade. Os dois gemiam baixo, a garota soltava gritinhos de dor misturados com prazer, e o rapaz parecia prestes a explodir em gozo. Tinha uma expressão forte no rosto, e agora passava a acelerar suas investidas.

A cena era boa demais para ser interrompida. De repente, Riddle pareceu acordar de seu devaneio. Tirou seu olhar do casal e voltou a andar rápido pelos corredores da masmorra. Harry apressou-se a segui-lo, frustrado por não poder ficar e ver o casal terminar a transa. Riddle andou um pouco e enfim parou diante de uma porta, sacou a varinha das vestes e a abriu com um feitiço. Harry viu a silhueta escura de um garoto enorme, agachado diante de uma grande caixa aberta, onde ele tentava enfiar uma grande aranha.

–Acabou, Rúbeo. Terei que entrega-lo. –disse Tom parado à porta.
–Como assim?!...
–Acho que você não teve a intenção de matar ninguém, mas monstros não são bichinhos de estimação...
–Aragogue não mataria ninguém! Ele é uma aranha inofensiva!
–Vamos, Hagrid! Amanhã os pais da garota estarão aqui. O mínimo que Hogwarts pode fazer é garantir que o culpado seja punido.

Riddle agitou sua varinha, e uma luz fez a caixa balançar. A aranha fugiu rapidamente, escapando das azarações que Riddle conjurava para impedi-la. De repente tudo começou a perder seu foco, Harry saiu do Diário e voltou à sua cama de colunas no dormitório da Grifinória. Estava muito suado, e, devido às cenas picantes que vira, gozado, também.

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