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8. Primeiro a obrigação, depois a


Fic: Seja feliz


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Hermione abriu os olhos. Estava de bruços, um dos braços pendendo para fora da cama, o lençol cobrindo-a apenas da cintura para baixo. Demorou a reconhecer o lugar onde estava. A noite já havia chegado, dava para perceber pela escuridão que se fez no quarto. Ela esperou pacientemente seus olhos se acostumarem a pouca claridade para ter certeza de onde estava. Quando viu o dossel, sentiu a roupa de cama macia e de boa qualidade, o colchão largo e aconchegante, tão diferente do colchão de liquidação do alojamento, teve certeza: não havia simplesmente sonhado de novo.
Um sentimento de culpa começou a se apoderar dela. Não deveria estar ali. Nem ao menos tinham começado a fazer o trabalho, e ela ainda tinha ido para cama com Draco Malfoy. Ela afundou o rosto no travesseiro de pena de ganso, a imagem que vinha a sua cabeça era a de Rony arrombando a porta do banheiro.
_ “Mas eu não fiz nada de errado!” – ela pensava, mas o coração não queria concordar com a razão.
Ela levantou um pouco o rosto e virou-se para onde Draco estava deitado. Os lençóis deixavam a mostra seu peitoral. Ele estava deitado de barriga para cima, um dos braços cobrindo os olhos, a respiração leve, devia estar dormindo. Hermione ainda o admirou por um tempo. Era impossível não se lembrar do que havia acontecido, não sentir um calafrio gostoso percorrer seu corpo. Sua mão esquerda foi, inconscientemente até o peito dele, mas parou antes de tocá-lo. Aquele gesto ela usava com Rony, sempre que eles terminavam de fazer amor, mas aquilo que havia acontecido entre os dois não foi amor, foi apenas sexo. E agora ela não conseguia se livrar daquele sentimento ambíguo que a invadia: a satisfação e a culpa.
Tentando não balançar muito o colchão ela decidiu se levantar. Com sorte conseguiria sair sem que ele percebesse. Sentou-se com as pernas para fora da cama e começou a procurar sua roupa íntima espalhada pelo chão do quarto.
_Aonde você vai, Granger? – ele falou baixo, sem tirar o braço de cima dos olhos.
_Achei que você estivesse dormindo... – ela falou incomodada.
_Se eu dormir agora não consigo dormir a noite... – ele abriu os olhos e virou-se de lado, apoiando o cotovelo na cama. – Aonde você vai?
_Vou embora. – ela respondeu ainda sem olhá-lo. – Será que você poderia acender uma luz para eu achar minhas roupas?
Ele pegou a varinha sobre o criado-mudo e com um aceno o quarto se iluminou. Colocou a varinha de lado novamente e estendeu um braço até tocar as costas nuas dela.
_Por que você está com tanta pressa? – sentiu-a se contrair um pouco sob seu toque e sorriu.
_Já está tarde... Eu já me demorei demais... – ela falou tentando se afastar da mão dele.
_Não tem ninguém te esperando no alojamento... – ele se sentou e a enlaçou pela cintura. – Você não tem nada para fazer lá! – então a forçou a se deitar de novo e a prendeu na cama novamente com o corpo.
_Bom... – ela sorriu meio encabulada. – Eu não posso ficar aqui o dia inteiro, Malfoy!
_O dia já acabou, então... – ele a beijou, prendendo-a mais com o corpo.
_Eu realmente preciso ir, Malfoy... – ela tentou.
_Mais tarde... – ele sussurrou voltando a beijá-la.
Hermione correspondeu. Era como se não conseguisse negar seus lábios aos dele. Sua mente gritava para que ela fosse embora, mas as mensagens que seu corpo mandavam eram mais convincentes. Ela só conseguia se ater à língua dele explorando a sua, as mãos passeando pelo seu corpo, o peso do corpo dele sobre o seu e a textura da pele dele sob suas mãos. O movimento dos músculos dele se contraindo para se ajeitar melhor sobre ela. As pernas dela se posicionando automaticamente na melhor posição para se entregar de novo.
_Não Malfoy! – ela falou de repente. – É sério! Eu tenho mesmo que ir, ok? – ela o empurrou para o lado.
_Ok... Ok... Não vou insistir... – ele desistiu. – Você vem amanhã, não é?
_Claro que venho! Mas não adianta mandar seu elfo me levar para o laboratório! – ela se levantou e encontrou a calcinha e o sutiã. – Dá para consertar? – ela jogou a peça em cima dele.
_Claro! – ele sorriu e fez o feitiço reparador. Depois pegou todas as partes da camisa e consertou também.
_Eu vou direto para a biblioteca! O trabalho está quase no fim, não vou relaxar agora! – ela falou terminando de se vestir.
_Tudo bem... – ele levantou e se vestiu também. – Primeiro a obrigação, depois a diversão!
Ela o olhou, séria, mas achou melhor não responder nada.
_Até amanhã, então...
_Eu te acompanho! Sua bolsa ficou no laboratório, não?
_Ah é...
Os dois desceram as escadas silenciosamente. Hermione admirando a decoração da casa, que não chegava a ser uma mansão, mas era muito grande. Repleta de quadros nas paredes, mas não de parentes, como havia na mansão Black. Eram obras de arte de pintores bruxos dos quais Hermione já havia lido a respeito. Algumas das obras Hermione sabia que valiam uma verdadeira fortuna.
_Cammy! – ela se sobressaltou com a voz dele.
_Sim senhor! – a elfa aparatou em frente aos dois no saguão de entrada.
_Vá buscar a bolsa dela no laboratório!
_Sim senhor! – a elfa respondeu, e com uma reverência desaparatou. Voltou segundos depois.
_Obrigada, Cammy. – ela falou.
_De nada, srta Granger! – a elfa respondeu com um sorriso largo. – Até amanhã, senhorita!
_Até... – ela respondeu inconformada com o novo tratamento dos elfos.
_Já pode ir Cammy! – Draco mandou. A elfa fez outra reverência e desaparatou novamente.
_Você não pode nem tentar ser mais educado com seus elfos, Malfoy? – ela falou revoltada.
_Para que? Eles estão acostumados com isso! – ela parou na porta e o olhou grave, ele apenas sorriu.
_Humpf! Até amanhã!
_Até... – ele a puxou para cintura e a beijou novamente, de forma nem um pouco delicada.
Hermione andou meio atordoada até o meio do jardim e desaparatou.


_Voltou tarde, minha linda!
_Billy? O que você está fazendo aqui? – Hermione perguntou saindo de seus devaneios.
_O mesmo que você, não? Comendo! – ele sorriu e se sentou de frente para ela. – O trabalho de vocês deve estar realmente rendendo, hein?
_O que? Oras! Agora você vai começar a vigiar o horário em que eu saio e chego na faculdade?! – ela perguntou brava.
_Não é isso, Mionezinha...
_É bom que não seja mesmo! Odeio sentir que estou sendo vigiada! Principalmente por quem não tem motivo nenhum!
_Nossa! Que mau humor...
_Aha! Aí estão vocês! – Chelsie vinha sorridente em direção à mesa de Hermione. – Como vai, Mione?
_Hum... – ela baixou o rosto para sua comida. Mesmo Draco tendo afirmado que não tinha nada com ela, não dava para não se sentir culpada.
_Puxa! Eu estou mesmo com problemas com esse trabalho, sabia? Monise e eu administramos a poção errada e agora nosso paciente piorou.
_Caramba, garota! Que será que acontece se o nosso paciente virtual morrer? Será que cassam nosso CRMB?
_Ai não! Acho que no máximo reprovamos, não é? – ela olhou desesperada para Hermione. – O que você acha, Mione?
_Hum... Acho que ficamos com nota baixa! – ela colocou os talheres de volta no prato e se levantou. – Boa noite, gente! Eu preciso... Preciso terminar umas coisas... – e saiu com um sorriso amarelo.
Estava a quase um metro das escadas do alojamento quando viu Ben se aproximar sorridente. Diminuiu um pouco o passo para que ele pudesse alcançá-la.
_E aí? Como foi com o Malfoy? – ele perguntou muito agitado.
_Como assim como foi? O que você estava esperando? – ela respondeu rindo. Ele com certeza era a única pessoa com quem ela conseguiria falar abertamente sobre o assunto.
_Vamos! Não faça suspense! A namoradinha dele estava quase dando cria na biblioteca e aquele bruta montes que não te deixa em paz não parava de vir até aqui e tocar a campainha do seu quarto.
_Bom... – ela diminuiu o tom e destrancou a porta do seu quarto. – Você chegou exatamente ao ponto! – ela fez sinal para que ele a seguisse.
_Que ponto?
_A namorada dele...
_Ah meu Deus! Quer dizer então que rolou mesmo?! – Ben falou com a mão sobre a boca, mal contendo a curiosidade.
Hermione balançou a cabeça, sem coragem de olhar o novo amigo. – Rolou até demais... – ela sorriu se lembrando de algumas coisas que tinha feito.
_Espera aí! Conte-me tudo!
_Eu não vou contar nada! – ela entrou no banheiro e começou a se despir para tomar banho.
_Hei! Não se esconda no banheiro! Abra a porta!
_Ben!
_Você sabe que isso não me afeta, querida!
Ela destrancou a porta, mas correu para trás do boxe. – Bom... Não espere detalhes! – ela respondeu. Ligou o chuveiro. – Nós... Bem... Nós fizemos isso que você está pensando, mas eu mal chego na faculdade e dou de cara com a Chelsie!
_Você mesmo me disse que ela não é namorada dele. – ele se sentou sobre a tampa da privada fechada.
_Foi o que ele me disse, mas ainda assim é estranho! Ela gosta dele! Isso dá para ver de longe...
_Mas se ele não gosta dela, e se deixou bem claro que os dois não têm nada mais sério...
_Bom... Ela não é realmente o problema... – ela ficou em silêncio um tempo.
_E qual é então?
Silêncio.
_Mione?
_Ai... É que... O Rony não me sai da cabeça... – ela lamentou.
_O Rony? Mas Hermione!
_Eu não posso evitar! – ela esticou o braço para fora do boxe. – Me passa o roupão?
_Claro... – ele estendeu o roupão para ela.
_Sabe... Enquanto eu ainda tentava me lembrar o que estava fazendo deitada ali, e depois que eu me lembrei de tudo, a primeira pessoa que me veio à cabeça foi o Rony, com as orelhas vermelhas de raiva, sabe? Como no sonho que eu te contei! – ela saiu do boxe, pegou uma escova de cabelos sobre a penteadeira e sentou-se na cama, no que foi imitada por Ben.
_Bem, mas... O Rony não teria do que reclamar, mesmo que pudesse! Você não fez nada de errado! Você é viúva, o Malfoy é solteiro...
_Eu sei, mas... É esse sentimento que não me larga, sabe?
_Não deve ser fácil continuar amando uma pessoa que já morreu, não é?
_Não é mesmo...
_Mas você não acha que já está na hora de abrir o coração de novo?
_Não para o Malfoy! – ela se indignou.
_Não precisa ser o Malfoy! – ele respondeu no mesmo tom. – Mas ir para cama com ele sem culpa já é um primeiro passo!
_Pois culpa foi a primeira coisa que eu senti quando acordei ao lado dele essa tarde... – ela falou tentando desfazer um nó em uma pequena mecha do cabelo.
_Pelo amor de Deus, Hermione!
_Tem uma coisa que eu nunca contei para ninguém... Quer dizer, minha cunhada sabe... Até certo ponto...
_O que?
_Quando o Rony morreu... Pouco antes dele morrer, na verdade... Eu te contei que foi em casa, no quarto dos meninos?
_Oh... – ele a olhou, penalizado.
Ela tentou não dar atenção à cara de pena dele, nem se perder em lágrimas, como já tinha feito tantas vezes lembrando da cena. – Ele ia me pedir alguma coisa... Pedir-me para prometer uma coisa...
_Que coisa? – ele falou com a voz meio embargada.
_Ele não teve tempo de dizer, mas sua última palavra foi ‘nunca’...
_Nunca?
_É... E se eu bem conhecia o Rony... Ele era um pouco ciumento, sabe? Às vezes tinha ciúmes até do Harry! Acho que ele só conseguia me dividir sem problemas com os nossos filhos... – ela sorriu. – Ele sabia que não teria opção...
_Então você acha...
_Que ele ia me pedir para nunca amar outra pessoa...
_O quê? – ele quase gritou. – Mas isso é um absurdo!
_Vindo do Rony seria bem plausível! – ela respondeu.
_Não faz o menor sentido!
_Mas eu tenho certeza que era isso que ele ia pedir... Por que ele sempre aparece nos meus sonhos? Por que ele “me flagrou” com o Malfoy no último sonho que eu tive? Por que eu sempre o vejo quando acordo de madrugada? Outro dia eu o ouvi me chamar! Aqui mesmo, dentro do banheiro!
_Credo, Hermione! – Ben se sacudiu tomado de um arrepio. – Isso é coisa da sua imaginação! Você o amava muito e por isso o vê a toda hora!
_Pois eu acho que cada vez que ele acha que eu estou me esquecendo dele, o que nunca vai acontecer, ele dá um jeito de aparecer...
_Ai... Será?
_Hum... – ela sacudiu os ombros. De certo modo se sentia muito melhor por desabafar essa dúvida com alguém.
_Bom... – ele pensou por algum tempo. – Você me disse que odiava o Malfoy...
_É... – ela voltou a se concentrar em seus cabelos.
_Disse que não o suporta, que ele a irrita!
_Sim...
_Então não há a menor chance de você se apaixonar por ele, ou ele por você, principalmente porque você diz que ele é muito preconceituoso, com o fato de você ser nascida trouxa...
_É verdade... Ele sempre jogou isso na minha cara...
_Então você não tem com o que se preocupar! – ele sorriu. – Seu Rony poderia muito bem querer que você não amasse mais ninguém como o amou, mas não ia querer que você fizesse voto de castidade!
Hermione o olhou estupefata com a conclusão.
_Então ele deve estar contente com esse seu envolvimento com o Malfoy! Você mata as vontades do corpo, mas não se apaixona...
_Que coisa mais absurda... – Hermione começou a vasculhar as gavetas em busca de uma roupa.
_Absurda nada! Se tivesse sido ao contrário. Se você tivesse morrido e não ele! Você acha que ele teria ficado esses três anos sem transar com ninguém?! – ele riu parecendo irritado. – Homens são piores que bichos, minha querida! Se eles se deitam com outras mulheres mesmo quando ainda são casados e juram de pé junto que não significou nada!
_Como você é radical! – Hermione riu. – Você já foi trocado por uma garota?
_Estamos falando de você, não de mim!
_Ok! Desculpe... – ela ficou meio sem graça.
_O fato é que você não pode querer ficar o resto da vida sem gostar de ninguém, sem desejar ninguém, qual é? Vai dizer que você não gostou do que rolou lá na casa dele.
_Hum... – ela ficou vermelha.
_Hermione?
_Claro que gostei! – ela superou a vergonha. – Putz, eu gostei sim! Mas de que adianta...
_Não há mal nenhum em ter um caso, desde que vocês sejam solteiros... Você vai continuar amando o Rony, mas ele não está mais aqui... Não é justo que você pare de viver por causa de um pedido que ele nem chegou a fazer...
_Você acha mesmo?
_Não tem sentimentos... Apenas uma atração física que não tem o menor motivo para não ser satisfeito...
_Sabe... Eu também não estou muito acostumada com isso... – ela se sentou novamente.
_Ora, vamos! Você não precisa ir para a cama com a faculdade inteira!
_Ben!
_É sério! Você não vai virar o corrimão da faculdade de estiver saindo com o Malfoy, embora você comece a fazer parte de uma lista um tanto quanto extensa...
_Puxa, isso é mesmo consolador! – ela falou sem saber se ria ou ficava brava.
_Olhe o lado bom das coisas...
_O que?
_Eu nunca vi o Malfoy assumir um namoro com ninguém aqui na faculdade... Dizem que ele perdeu uma namorada há uns anos atrás, sei lá, mas ele não se afundou na tristeza e nem cumpre celibato. O Malfoy me parece ser o cara ideal para se ter um caso sem assumir maiores responsabilidades e, tendo em vista as diferenças de opinião entre vocês, acho que vocês são o casal mais improvável desse mundo.
_Hum... É. Você pode ter razão...
_Hermione... Você está com uma cara muito melhor do que as que eu já vi desde que nos conhecemos... – Hermione tentou protestar, mas ele não deixou. – Sei que vocês odeiam quando dizem que a cara boa só pode significar que tem homem no pedaço, mas nesse caso é verdade... Não lute contra os seus instintos! Nós não fomos feitos para ficar sozinhos, e nem para viver apenas do amor dos filhos e dos amigos...
_Achei que não estivéssemos falando de amor aqui...
_E não estamos, mas você me entendeu!
_É... Você tem razão...
_Você não vai começar a fugir dele, vai?
_Não! Eu já disse que voltaria lá amanhã para fazermos o trabalho! – ela enfatizou.
_Ok! Primeiro a obrigação, depois a diversão!
_Humpf! Homens! São todos iguais! Mesmo que joguem em times diferentes, não é?

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