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8. Todo verão tem um fim


Fic: O despertar do poder


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Capítulo 8 – Todo verão tem um fim

Harry entrou na cozinha dos Weasley depois de ter dormido até um pouco mais tarde do que o normal naquela manhã. Era o dia anterior ao retorno para Hogwarts, então ele ficou na cama um tempo extra, apenas para aproveitar seu último dia de férias. Estava de bom humor e procurando por um bom café da manhã.

Quando entrou, Harry notou que todos estavam com a cara fechada, o que fez sentir um frio no estômago.

“O que aconteceu?” ele perguntou nervoso.

Hermione levantou a cabeça, uma expressão de pura tristeza no rosto. E então lhe entregou o Profeta Diário sem dar uma palavra. Harry leu a manchete e seu coração se apertou.

Mortes em massa por todo o Reino Unido
Por Rita Skeeter, Correspondente Especial

Uma série de mortes misteriosas foi relatada ontem entre famílias bruxas importantes em todo o país. Os detalhes estão incompletos por enquanto, mas acredita-se ser trabalho de Você-sabe-quem. Fontes do ministério relataram que a Marca Negra estava flutuando sobre as casas das vítimas, mas não há até agora nenhuma confirmação oficial. Uma lista completa dos falecidos está sendo retida, até que os parentes das vítimas sejam notificados.

Com os eventos recentes no ministério, acreditava-se que era apenas uma questão de tempo até que Você-sabe-quem começasse outro reino de terror, baseado em suas ações na última guerra. Essa repórter que vos fala fez inúmeras solicitações para falar com Aurores oficiais no ministério a respeito de seus planos para lidar com o Lorde das Trevas, mas tem sido consistentemente recusada. Agora que essas mortes horríveis ocorreram, muitos irão esperar ações imediatas para lidar com essa crise.

Nenhum detalhe foi dito sobre como exatamente eles foram mortos, apesar de fontes anônimas terem informado que muitos foram torturados antes de serem mortos, e que muitas das vítimas foram famílias inteiras, incluindo crianças.


Harry não podia ler mais. Ele parou e esfregou a testa. “Então está começando.”

“É o que parece, Harry”, disse o Sr. Weasley melancolicamente. “Muitos dos meus amigos no ministério estão envolvidos nesses assassinatos.”

“Sinto muito, Sr. Weasley.”

Harry percebeu que Hermione, Rony e Gina continuavam a olhar furtivamente para ele. “O quê? Há algo mais?” ele perguntou.

“Erm, você não leu o final, leu, Harry?” perguntou Hermione nervosamente.

“Não...” ele disse devagar. Isso só pode ser ruim, pensou.

A Sra. Weasley estava ocupada preparando o café da manhã, mas ele podia ver uma grande preocupação em seu rosto. “O Profeta é um lixo, querido,” ela disse zombeteiramente. “Eu não sei porque nós ainda assinamos essa porcaria. Não importa o que for que isso diga.”

Hermione estendeu a mão e apontou para um parágrafo no final do artigo.

Finalmente, deve-se perguntar quais outras opções existem se o ministério falhar. Muitos cidadãos estão se perguntando se Harry Potter, o menino-que-sobreviveu, tem uma responsabilidade para com a sociedade de tentar nos livrar do Lorde Negro. Sabendo-se da história de Potter, ele deve ser um bruxo de grande poder. Leitores regulares do Profeta irão se lembrar da nossa reportagem especial ainda em junho desse ano, onde nós descrevemos outra escapada de Potter das garras de Você-sabe-quem. Agora é a hora para todos os bons bruxos virem proteger o país. Será que ele vai atender aos chamados desesperados de seus amigos e vizinhos?

Harry abaixou a cabeça e começou a batê-la na mesa, de novo e de novo. Exatamente quando ele pensou que as coisas não poderiam ficar piores, elas sempre davam um jeito de surpreendê-lo.

A Sra. Weasley aproximou-se e pôs sua mão nas costas de Harry. “Não se preocupe, querido. Ninguém acredita em nada disso. Não é responsabilidade sua derrotá-lo.”

Harry sabia que ela estava tentando animá-lo, mas aquilo apenas o fez se sentir pior. Era responsabilidade dele derrotá-lo. Rita Skeeter podia estar tentando provocar problemas, mas sem querer tinha acertado em cheio.

“Vejo que Rita Skeeter está de volta ao Profeta”, ele disse, tentando mudar de assunto.

“Sim”, disse Hermione com uma cara de desgosto. “Eu tinha esperanças de que ela tivesse aprendido a lição, mas está claro que não. Estou planejando mandar uma pequena carta para ela. Não se preocupe, Harry, ela não vai mais escrever nenhum artigo sobre você.”

Harry assentiu, mas o estrago estava feito.

“Bem, melhor eu ir para o ministério”, disse o Sr. Weasley. “Eu preciso ver se consigo alguma informação para passar para a Ordem.” Ele deu um beijo na Sra. Weasley e saiu com um pequeno aceno para todos os outros.

Eles terminaram o café em silêncio; o humor de Harry ficando pior a cada minuto. Todo mundo continuava a olhar furtivamente em sua direção, o que apenas fazia com que sua raiva aumentasse. Ele sabia que não era culpa deles, mas parecia não conseguir mudar de humor.

“Erm, que tal um pouco de quadribol?” Rony perguntou hesitante depois do café.

“Essa é uma ótima idéia!” disse Gina alegremente. “Vamos lá, Harry, você não quer deixar a Skeeter arruinar seu último dia de férias.”

Harry tinha que admitir que um pouco de vôo soava bom. Suspirou. “É, vocês provavelmente estão certos. Não há nada que se possa fazer sobre isso agora, de qualquer jeito.”

“É isso aí, amigo! Não há sentido em deixar aquilo estragar nosso dia”, disse Rony, feliz que Harry estivesse mostrando interesse. “E você, Hermione? Nós não conseguimos fazer com que você montasse em uma vassoura o verão inteiro.”

Hermione parecia relutante. “Bem...”

Gina riu. “Você tem que jogar pelo menos uma vez esse verão. É nosso último dia!”

“Está bem então. Vou me trocar.”

“Ótimo!” disse Rony, seus olhos brilhando. “Eu vou pegar as coisas.”

“Eu vou pegar minha vassoura no armário. Encontro vocês lá fora”, disse Gina.

Harry saiu da cozinha com Rony e Hermione. Foi até o andar de cima e pegou sua Firebolt em seu quarto. Quadribol realmente parece bom, ele pensou, seu humor melhorando um pouco.

Desceu e saiu da Toca pela porta dos fundos. Era um dia perfeito, com o sol brilhante e um lindo céu azul. A luz do sol batia quente em seu rosto, mas uma brisa de outono estava soprando, o frio fazendo um contraste gostoso com o quente. Ele subiu a colina em direção ao campo onde eles geralmente jogavam quadribol.

Passando pelas árvores, ele viu Gina já no ar. Seu cabelo estava amarrado atrás da cabeça num rabo de cavalo e balançava com vento. Ela voou até bem alto, fez um giro rápido e depois voou em linha reta em direção ao chão. Harry prendeu a respiração, mas ela mudou de direção no último segundo, apenas roçando na grama do campo em grande velocidade.

Ela diminuiu, estendeu a mão e pegou uma pedra do chão. Fazendo uma curva longa, Gina saiu acelerada em direção a uma árvore na beira do campo. Fez um arremesso perfeito no meio de uma bifurcação de um dos galhos da árvore e depois voou para o alto novamente. Fez três giros rápidos, voando em direção ao céu azul.

Harry percebeu que tinha estado com os olhos pregados nela esse tempo todo. De repente sentiu uma vontade arrebatadora de voar também, e então montou em sua Firebolt e saiu disparado em direção ao céu. Nada se comparava à euforia que ele sentia enquanto voava em sua vassoura. Gina o observou aproximar-se, sorrindo para ele. Ele sorriu de volta.

Ela saiu em disparada em direção à outra extremidade do campo e Harry acelerou atrás dela. A vassoura velha dela não era páreo para a velocidade da Firebolt dele e rapidamente ele a alcançou. Ele executou uma curva em espiral, voando em círculos em volta dela enquanto ela voava em linha reta. Ele ria e podia ver ela rindo junto com ele.

De repente ela parou e pairou no ar. “Pensa que é muito bom, não é, Potter? Veja se pode me pegar agora”, ela falou o desafiando.

Ela fez um movimento rápido e saiu acelerada em direção à floresta, e Harry imediatamente começou a perseguição. Ela voava em ziguezague entre as árvores, indo ao que parecia a Harry uma velocidade de quebrar o pescoço. Ele estava achando extremamente difícil acompanhá-la à medida que ela fazia curvas agudas em volta de várias árvores. Ocorreu a ele que ela devia ter voado por aquelas florestas milhares de vezes e conhecia todas as rotas muito melhor do que ele.

Abruptamente ela voou por baixo de alguns galhos baixos, forçando Harry a diminuir. Ele chegou a uma clareira, e ela não estava em nenhum lugar a vista. Ele olhou em volta com atenção, seus instintos competitivos o envolvendo. Podia ser um jogo bobo, mas ele não queria perder. Ele voou para o alto e em linha reta, subindo acima das árvores. Olhou em volta e a viu acima de uma árvore, rindo. Ele imediatamente saiu atrás dela, não querendo perdê-la de novo.

Ela acelerou também, indo em direção a outra campina. Agora é a minha chance, ele pensou.

Harry acelerou sua Firebolt até a velocidade máxima, o poder da vassoura era quase aterrorizante. Gina estava colada a sua vassoura, o olhar em seu rosto dizendo a ele que ela estava lutando para imprimir mais velocidade. Ela estava tentando chegar a tempo ao final da clareira e de volta à floresta onde ela sabia que teria mais vantagem.

Harry a alcançou e agarrou firmemente o final da vassoura dela. Ele diminuiu, os freios da Firebolt sendo muito superiores aos da vassoura que Gina estava usando. Ela tentou desesperadamente desviar, mas Harry segurou firme, diminuindo a velocidade da vassoura e a puxando em direção à grama abaixo deles.

Finalmente eles estavam bem acima da grama, se movendo relativamente devagar, mas Harry não conseguia fazer com que ela descesse até o chão. A vassoura estava ameaçando se romper onde ele estava segurando. Só havia um jeito. Ele soltou-se de sua vassoura e envolveu seus braços ao redor de dela. Gina gritou com uma risada enquanto ele puxava os dois em direção ao chão.

Eles rolaram de novo e de novo na grama macia, antes de parar um em cima do outro. Harry e Gina riam alto.

Harry rolou de novo e se viu em cima de Gina, olhando diretamente para o rosto dela. O cabelo dela tinha se soltado e estava espalhado atrás de sua cabeça na grama. Seu rosto estava corado, e ela estava respirando pesadamente por causa do exercício.

Ela olhou para ele, seu rosto bem próximo do dele. Suas risadas diminuíram quando os dois pareciam perceber onde estavam.

Uma parte da mente de Harry estava lhe dizendo para sair de cima dela, mas ele parecia não conseguir fazer com que seu corpo se movesse. Ele olhou para os olhos marrom chocolate dela enquanto suas respirações começavam a se acalmar. Gina tinha um leve sorriso no rosto enquanto olhava de volta para ele. Houve um longo silêncio enquanto eles apenas fitavam um ao outro.

“Você me pegou...” ela sussurrou. O tom da voz dela fez com que um tremor descesse pela espinha dele.

“É...” ele disse, sua voz serena como a dela. O que eu ganhei? ele pensou, uma pequena voz dentro de sua cabeça começando a aumentar. O pensamento perdido fez com que um calor começasse a escalar por seu pescoço.

As emoções de Harry estavam se agitando dentro dele. De repente ele se sentiu extremamente tímido, medo e confusão preenchendo-o. Não poderia lidar com esses novos sentimentos.

Ele desviou seus olhos dos dela, tentando trazer algum controle para si mesmo. Relutante e vagarosamente ele saiu de cima dela. Virou-se para o lado aposto ao que ela estava, aparentemente olhando para sua Firebolt, mas sem conseguir realmente se concentrar. Ele ouviu o farfalhar da grama enquanto Gina se levantava. Todos os seus sentidos pareciam estar intensamente cientes dela.

Ela tocou o braço dele levemente. “Harry? Você está bem?” ela perguntou com uma voz baixa e suave. A pele dele se arrepiou com o toque dela.

Harry estava sentindo qualquer coisa menos bem. Ele se virou na direção dela, mas não conseguia olhar diretamente nos olhos dela. Seus joelhos tremeram de nervosismo. Ele forçou um pequeno sorriso em seu rosto e tentou desesperadamente não pensar sobre o que tinha acabado de acontecer.

“S-Sim, eu estou bem. Isso foi... muito divertido Gina. Mas talvez nós devêssemos voltar.” Ele teve uma idéia repentina, trazendo seu cérebro de volta a algum funcionamento. “Rony e Hermione! Eles estão esperando por nós. É melhor a gente voltar antes que eles comecem a ficar preocupados.”

Gina riu. “É, antes que eles talvez comecem a fazer – outras coisas por eles mesmos”, ela disse, lançando a Harry um olhar provocante. Harry sentiu seu cérebro começar a congelar de novo, então começou a procurar por sua Firebolt enquanto ainda podia.

Localizando as duas vassouras não muito longe, ele começou a caminhar até elas, seus pensamentos incoerentes. Ele as pegou e caminhou de volta para onde Gina estava, ainda tentando não olhar para ela. Timidamente ele entregou a ela a vassoura.

“Obrigada”, ela disse, sorrindo.

“Vamos?” ele perguntou, tentando esconder seu nervosismo.

Eles montaram em suas vassouras e levantaram vôo. Harry sentiu a tensão começar a deixá-lo enquanto fazia alguns mergulhos e curvas. Rapidamente eles chegaram ao campo de quadribol.

“Ei!” Rony chamou. “Onde vocês dois estavam?”

“Erm, nós só voamos pela floresta um pouco”, Harry disse, torcendo para que ninguém começasse a fazer perguntas demais.

“É. Harry estava voando um pouco devagar demais, então eu resolvi mostrar a ele como se faz”, Gina disse dando risadas.

“Ah, então é isso?” Harry disse, começando a voltar ao normal. Ele riu. “Bem, isso é o que nós vamos ver, Srta. Weasley.”

Hermione voou desajeitadamente até eles. “Ugh. Estou feliz que voar não seja uma matéria dos N.O.M.s.”

***

Gina se sentou na penteadeira de seu quarto penteando seu cabelo, se arrumando para ir para a cama. Hermione estava escorada em sua cama portátil, lendo um livro.

Hermione parecia estar distraída, já que continuava a dar olhadelas para Gina e depois voltar para seu livro. Finalmente, ela pôs, cuidadosamente, um marcador na página em que tinha parado de ler e colocou o livro no criado ao seu lado.

“Está bem, Gina. Você não tem que me contar, mas eu estou morrendo de curiosidade. O que aconteceu hoje? Harry parecia muito estranho depois que vocês dois voltaram.”

Gina parecia em dúvida por alguns segundos, mas depois relaxou. “Certo. Eu vou contar a você se depois você me contar o que tem acontecido entre você e o Rony.”

Hermione suspirou. “Está bem, é justo. Além do mais, seria bom conversar sobre isso.”

“Bem, Harry e eu estávamos voando por aí, apenas nos divertindo. Nós estávamos brincando de perseguir um ao outro pela floresta. Ele me pegou, e nós meio que caímos na grama juntos”, Gina disse, um pouco embaraçada. “E, er, Harry acabou ficando por cima de mim.”

Hermione levantou uma sobrancelha. “Sério?”

“Não aconteceu nada!” Gina disse rapidamente. “Mas – Hermione, você se lembra de quando disse que Harry pode esconder o que pensa e sente tão impenetravelmente quanto ser totalmente óbvio? Bem, ele parecia um pouco dos dois hoje.”

“O que você quer dizer?” Hermione perguntou, rindo um pouco.

“Nós meio que olhamos nos olhos um do outro por um tempo, e – oh, Hermione, eu fiz tudo o que podia para não agarrá-lo e beijá-lo bem ali.”

“E o que você fez então ao invés disso?”

“Erm, eu flertei com ele um pouquinho, só para ver como ele iria reagir. E isso pareceu dar algum resultado, mas é tão difícil saber quando se trata do Harry. É difícil saber se eu estou apenas iludindo a mim mesma pensando que isso vai dar em algum lugar, ou se isso não significa nada...” Gina disse, com um pouco de frustração.

O rosto de Gina tomou uma expressão desolada. “Por que hoje tem que ser nosso último dia? As coisas estavam indo tão bem ultimamente. Uma vez que nós voltarmos para Hogwarts, nós dificilmente vamos ver um ao outro. E – ”

“E o que?”

Gina mordeu o lábio. “Eu odeio soar patética, Hermione. Mas, se alguma coisa realmente está acontecendo, agora eu tenho ele aqui só para mim. Quando nós formos para Hogwarts, haverá um monte de outras garotas em que ele poderá se interessar.” Gina cerrou os dentes. “E nós definitivamente sabemos de certas outras garotas que estão interessadas nele.

Hermione sorriu para ela. “Eu não me preocuparia com isso. Vamos encarar os fatos – Harry não é do tipo pegador. E não faça tão pouco de si mesma. Se Harry está desenvolvendo algum sentimento, ele os está desenvolvendo por você, e não porque você por acaso está disponível esse verão.”

“E além do mais, você vai vê-lo esse ano. No mínimo, vocês vão ter os treinos de quadribol juntos e as reuniões da A.D.”, disse Hermione.

Gina suspirou. “Eu quase gostaria de saber se eu deveria ter feito alguma coisa hoje. Mas eu apenas não podia. Se alguma coisa vai acontecer, ele tem que dar o primeiro passo. Eu preciso saber que foi idéia dele.”

Hermione assentiu. “Eu continuo sustentando o que eu disse antes, você deve estar fazendo alguma coisa certa se Harry está reagindo desse jeito. E eu também continuo acreditando que esse vai ser um longo caminho, não importa o que aconteça. Eu sei que é difícil, mas tente não ficar frustrada com ele.”

“É. Mas eu vou te falar viu, ter aqueles olhos verdes encarando você, naquela posição, é... frustrante, para dizer o mínimo”, disse Gina, enquanto tentava abafar o riso.

“Gina!”

“Mas é! Ele estava... realmente bem, depois de voar e tudo mais. Eu pensei que meu coração fosse sair pela boca de tanto que estava batendo, tendo ele bem ali...” Gina disse, seus olhos ficando um pouco sonhadores.

De repente ela tirou as mãos do rosto, deu uma sacudida com a cabeça e suspirou. “Meu Deus, me escute. Honestamente, Hermione, eu estou me sentindo meio que com medo disso tudo. Eu sinto que estou ficando emocionalmente envolvida de novo e não estou preparada para outro desapontamento.”

“O que seus instintos dizem a você?” perguntou Hermione.

“Bem, alguma coisa está diferente. Ele certamente nunca agiu desse jeito antes, então eu suponho que isso seja alguma coisa. Eu apenas não queria colocar esperanças demais nisso.”

“Hmm... Até agora você parece estar indo bem. Eu acho que você devia apenas se concentrar em ser amiga dele e ter certeza de manter uma vida que não seja ao redor dele. Sua flertada não pareceu tê-lo machucado nada, se os olhares sorrateiros dele para você durante o quadribol hoje for alguma indicação”, disse Hermione, rindo.

“Ele não estava fazendo isso...” Gina disse, envergonhada.

“Por que você acha que eu perguntei a você sobre tudo isso? Mas você está provavelmente certa sobre uma coisa. Harry é facilmente distraído, e ele provavelmente terá muito com o que se preocupar esse ano em Hogwarts. Não fique surpresa se a atenção dele, bem, vaguear.”

“É... Obrigada, Hermione. Então, falando em frustração, o que está acontecendo com meu irmão cabeça-dura?”

Hermione assumiu um olhar azedo e irritado.

“Indo tão bem assim?” Gina perguntou com uma risada.

“Frustrante é a palavra certa, eu suponho. Eu gostaria de saber o que está passando por aquela cabeça, mas eu simplesmente não sei”, Hermione disse, suspirando.

Hermione continuou. “Um dia nós fomos até o lago, e ele começou a sondar sobre o que estava acontecendo entre eu e Vítor. Eu disse a ele que não estava acontecendo nada, e que de fato eu não estava nem escrevendo para ele mais. Isso pareceu fazer com que ele ficasse feliz, mas depois... nada.”

Gina fechou a cara. “Aquele idiota. Hermione, não há nenhuma dúvida em minha mente que ele gosta de você. Eu acho que ele apenas... não sabe o que fazer.”

“Bem, esse não é o final da história. Quando nós estávamos na livraria comprando nossos livros, eu comecei a conversar com um garoto de Hogwarts.” Hermione pausou. “Hum, eu acho que ele talvez esteja interessado em mim, mas não tenho certeza”, disse Hermione timidamente.

“Ooooh, quem?” perguntou Gina, se inclinando para frente.

“Joseph O’Donnel. Ele está no mesmo ano que eu, na Corvinal.”

“Hmm. Acho que não conheço ele”, disse Gina.

“Ele me perguntou se eu gostaria de estudar junto com ele esse ano. De qualquer jeito, Rony apareceu e foi bastante rude com ele. Eu fiquei brava e disse a Joseph, na frente de Rony, que ficaria feliz em estudar com ele esse ano.”

“Entendi...” disse Gina.

“Eu não deveria ter feito isso, Gina, mas Rony me deixou com tanta raiva. E a pior parte é que eu não sei se esse ciúme todo dele é porque ele sente alguma coisa por mim ou se ele está apenas tentando ser protetor, ou alguma outra coisa. Tudo que eu sei é que estou cansada disso. Primeiro o Vítor, agora o Joseph”, disse Hermione, irritada.

“Honestamente, Hermione, eu tinha tanta certeza de que ele já teria resolvido tudo isso até antes das aulas começarem, mas a cabeça dele é ainda mais dura do que eu pensava.”

“Eu poderia lidar com um pouco de ciúmes se ele tivesse dado algum sinal de que quer realmente algo comigo, mas ele não está fazendo nada, então por que eu deveria esperar por ele?” Hermione disse, brava, mas depois se acalmou. “Ah, Gina, eu acho que não quis realmente dizer isso. Mas essa mistura de indicações que ele está mandando está me deixando maluca.”

“Você quer que eu fale com ele?” perguntou Gina.

“Por favor, não, Gina. Eu não quero forçá-lo a nada. O que quer que aconteça, eu não quero que nossa amizade sofra. Mas – ” Hermione pausou, parecendo acanhada. “Eu vou fazer 16 anos no próximo mês. Seria bom sair com um garoto, se você entende o que eu quero dizer...”

Gina assentiu. “Acredite, Hermione, eu sei exatamente o que você quer dizer, senti o mesmo quando me cansei de esperar por Harry. Honestamente, eu estou surpresa que você tenha esperado por tanto tempo. Talvez isso seja parte do problema. Rony não sente tanta pressão para fazer alguma coisa, apesar de que você deve pensar que uns amassos deveriam ser motivação suficiente para ele”, disse ela, rindo.

“Gina!”

“Tudo que eu estou dizendo é que talvez não fosse uma má idéia sair algumas vezes. Quero dizer, não para fazer Rony ficar com ciúmes, mas para se divertir. É como o que você disse sobre eu e o Harry – seja amiga dele, mas tenha uma vida que não seja ao redor dele também. Não há razão para você se sentar por aí e ficar esperando por ele.”

“É, eu suponho que deveria seguir meu próprio conselho”, Hermione disse, suspirando.

“Esse é o espírito. O que há de errado com esses garotos que nós amamos, ein?” Gina disse, revirando os olhos e olhando para a parede fina que separava ela e Harry.

***

Harry estava deitado em sua cama, olhando para o teto. Ele estava cansado por causa do dia movimentado, mas estava difícil cair no sono. Sua cabeça estava zunindo com pensamentos demais. A Toca estava silenciosa agora, apesar de ele ter escutado um monte de conversa algum tempo antes vindo da parede de Hermione e Gina.

O quadribol tinha sido divertido aquela tarde, mas ele logo se viu pensando de novo no artigo do Profeta Diário. Ele sentiu uma pontada de culpa por todas as pessoas que tinham morrido. Sabia que aquilo não era diretamente sua culpa, mas de algum jeito isso não era um conforto quando ele sabia que no final das contas era ele quem teria que derrotar Voldemort.

A maior questão em sua mente era: como ele saberia quando estaria preparado? Ele supôs que o Professor Dumbledore iria ajudá-lo a saber o tempo certo, mas se sentia frustrado de não saber o grande plano para tudo aquilo.

Ele suspirou enquanto rolava na cama e ficava deitado de lado, olhando para a lua pela janela. Quantas pessoas mais irão morrer enquanto eu fico pronto? Ele pensou melancolicamente.

Os pensamentos de Harry foram levados para a cena da clareira mais cedo naquela tarde. Uma imagem do rosto de Gina apareceu em sua cabeça, as palavras dela “Você me pegou” sussurrando em sua mente e fazendo-o tremer novamente.

Imagens de Gina por todo o verão flutuavam em sua mente. Harry sorriu enquanto se lembrava de vê-la no jardim da Toca, lendo aquele romance. Recordou também os olhares dela de concentração enquanto eles jogavam quadribol durante as férias.

Seu sorriso murchou quando ele a visualizou de pé ao seu lado, segurando sua mão na penseira enquanto eles assistiam a ele mesmo com seus pais quando era criança. Seus pensamentos sobre ela estavam ficando cada vez mais estranhos, emoções fortes que ele não conseguia identificar entrando em conflito com a imagem que ele tinha guardado dela por tantos anos. Ele empurrou os pensamentos para fora de sua mente, sentindo-se confuso.

Por razões que ele não conseguia entender, seus pensamentos moveram-se para Parvati, enquanto uma imagem dela na livraria veio a ele. Ele não tinha realmente pensado nela desde aquela vez, mas de repente ele percebeu que voltar para Hogwarts significava lidar com o que quer que estava acontecendo com ela.

Ela poderia gostar de mim? ele pensou, confuso e embaraçado. Ele não tinha nem idéia do porque ela poderia estar interessada nele. Ele tinha que admitir que ela estava muito bonita na livraria, mas não conseguia achar nenhum interesse nela. Eu vou ter que tentar evitá-la por um tempo, pensou.

Ele suspirou novamente e expulsou todos aqueles pensamentos de sua cabeça. Era complicado demais de compreender qualquer daqueles sentimentos. Tudo o que ele sabia naquele momento era que todos os seus problemas pareciam maiores do que ele mesmo.

Harry deu um bocejo gigante enquanto finalmente caia no sono...

***

Harry caminhou por um campo de flores vermelhas e douradas, a brilhante luz do sol sendo jorrada por entre nuvens brancas e fofas. O ar estava quente e com um cheiro limpo, e ele sentia uma sensação de paz e tranqüilidade enquanto caminhava pelo campo que se expandia aparentemente por toda a eternidade..

Ele sentiu mãos macias em seus ombros. Virou-se, e Parvati Patil estava de pé atrás dele com um sorriso tentador. Ele sentiu a timidez tomar conta de si. Ela estava muito perto.

“Você é tão corajoso, Harry”, ela disse de modo sedutor. “O que você gostaria de me ensinar esse ano? Estou tão ansiosa para aprender mais com você.”

Harry tremeu de nervosismo quando as mãos dela acariciaram seus braços gentilmente. Ele fechou os olhos; era tão bom ser tocado. Ele podia senti-la chegando mais perto, enquanto as mãos dela vagarosamente deslizavam por baixo de seus braços e em volta de suas costas. Ela beijou sua bochecha e o puxou para mais perto dela. Ele podia sentir as unhas dela deslizando por sua espinha, mandando um tremor por todo o seu corpo.

Ele colocou seus braços em volta dela também e pode sentir seus cabelos longos e macios. Aparentemente ele não conseguia fazer com que seus próprios olhos se abrissem. Ele estava com medo de que se ele os abrisse e olhasse para ela, tudo aquilo poderia terminar. Era tão maravilhoso e ao mesmo tempo tão estranho abraçar e ser abraçado por alguém. Ele enterrou seus dedos no cabelo dela, aproveitando daquela sensação de prazer. E então respirou fundo; o cabelo dela tinha um cheiro gostoso.

Ele podia sentir a boca dela movendo-se de sua bochecha para sua orelha, a respiração quente dela o excitando.

“Você acha isso gostoso, Harry?” ela sussurrou em seu ouvido.

Ele assentiu. Não conseguia fazer com que sua voz saísse.

“Me diga uma coisa... isso é bom? Me diga como você se sentiu.” A voz dela tinha assumido um tom estranho que ele não conseguia identificar.

Harry endureceu, confuso com a pergunta. O que ela queria dizer? De repente ele sentiu medo, e a puxou para mais perto. Ele precisava ser abraçado. Ela o apertou mais contra si também, e ele podia sentir as unhas dela massageando a tensão em seus músculos dos ombros. Harry começou a relaxar novamente. Ele não entendeu a pergunta dela, então a ignorou, alegrando-se com os toques dela.

“Harry...” ela disse sem fôlego. “Eu preciso saber...”

“O que?” ele finalmente sussurrou, não querendo falar, apenas querendo os toques, o contato...

“Como foi que você se sentiu...” Ele podia ouvir a exaltação dela. “Como você se sentiu ao lançar a maldição Cruciatus?”

Os olhos de Harry se arregalaram e ele a empurrou para longe. Ela começou a gargalhar e para seu horror ele viu Belatriz Lestrange à sua frente. A náusea tomou conta de seu corpo.

“O bebê Potter gostou de me tocar? Você gosta de garotas, Potter? Você quer – mais?” ela disse, avançando um passo. Harry andou para trás em pânico, tropeçando em seus próprios pés. Caiu no chão e Belatriz soltou outra gargalhada.

“Não seja tão rápido para correr de mim, Potter. Afinal de contas, que outra garota iria querer você? Quem iria querer ser morta por você? Você acha que os outros ficarão orgulhosos de você por ter lançado uma Maldição Imperdoável?” ela disse zombeteiramente.

Harry se levantou e começou a correr, as palavras dela o queimando. Ele correu através dos campos floridos, sem saber onde iria chegar. O caminho de flores acabou quando ele chegou a uma área pedregosa e árida. O caminho tornou-se uma ladeira, e ele correu por entre rochas grandes até um pequeno vale. Ele parou, estupefato, quando viu uma longa fila de pessoas com a pele cinza e o rosto pálido. Eles estavam ligados por algemas, marchando vagarosamente por uma passagem estreita de rochas.

Ele correu pela fila, precisando saber de algum jeito para onde todos eles estavam indo. Deu um jeito de passar por todos eles pela passagem, a qual se abriu em um desfiladeiro com rochas altas e íngremes. Não parecia haver um jeito de escapar.

Ele passou correndo por mais pessoas que não conhecia e então parou de repente, reconhecendo uma. Era Hermione.

“Hermione! Hermione, por que você está aqui?” Harry perguntou desesperadamente. Hermione continuou marchando, seus olhos mortos, olhando para frente. Ela não respondeu. Harry sacudiu o braço dela, mas ela pareceu não notar.

Ele continuou correndo pela fila, finalmente vendo o final. Ele diminuiu o passo quando viu Lorde Voldemort na frente da fila, rindo com maldade. Ele estava matando as pessoas da fila, uma por uma. Belatriz apareceu por trás de Voldemort e sorriu para Harry.

“Ah, Potter, que bom você ter vindo se juntar a nós”, disse Voldemort. “O que você acha da minha fila? É muito eficiente, não é? Uma fila de nascidos trouxas que não irão me ofender mais com sua presença.” Sua risada alta e aguda queimou os ouvidos de Harry.

“Pare!” Harry gritou.

“E o que você vai fazer sobre isso? Ah sim, eu me esqueci. A bela profecia. É seu trabalho me derrotar, não é, Potter?” Ele continuou a matar as pessoas da fila, uma a uma. Seus corpos dobravam-se e caiam em uma sepultura gigante ao lado de Voldemort.

Harry olhou para a fila, vendo que Hermione estava chegando perto.

“Todas essas pessoas estão morrendo e você não está fazendo nada para impedir. Sua amiga está chegando cada vez mais perto. Mas seriamente, Potter, o que sua amiga iria pensar se ela soubesse que você lançou uma Maldição Imperdoável? Talvez você seja mais como nós do que pensa”, Voldemort disse zombeteiramente.

“Você gostou, não gostou, Potter?” disse Belatriz. “Não negue a verdade, eu vi o prazer em seus olhos. Por que mais você lançaria a maldição a não ser que realmente quisesse? E se você fez uma vez, você irá fazer de novo.”

Harry sacou sua varinha.

“Sim, Potter, aqui estou eu. Faça de novo. Eu estou bem aqui”, disse Belatriz, dando um passo na direção dele e abrindo os braços. “Se você fizer de novo, talvez nós paremos.” Voldemort riu, divertido. Harry apertou sua varinha com força, sentindo um ódio devastador.

“Sim, Potter... assim...” ela disse em voz baixa. Ela passou a língua por seus lábios.

Ele olhou para a fila, Hermione estava quase chegando. Ele precisava agir. Levantou sua varinha...

Uma voz serena o chamou. “Harry, está tudo bem.” Gina tinha aparecido em sua frente. Sua voz gentil tranqüilizou sua raiva. “Você pode salvá-los. Você sabe que pode.”

Harry olhou para ela. Ela estava sorrindo e olhando para ele com aqueles olhos marrons e brilhantes. Ela chegou mais perto e segurou o rosto dele em suas mãos quentes e macias...


***

“Harry, Harry, está tudo bem. Acorde...” Os olhos de Harry se abriram. Alguém estava falando com ele. Ele olhou em volta, desorientado. Viu Gina vestida em seu pijama, ajoelhada ao lado de sua cama.

“Gina?” ele disse vagamente. Seu coração estava disparado e ele estava respirando pesadamente.

“Sim, Harry. Você estava tendo um pesadelo. Eu te ouvi do meu quarto. Está tudo bem agora, foi só um sonho.”

Harry tampou o rosto com as mãos e suspirou.

“Foi muito ruim?” Gina perguntou, preocupada.

Harry assentiu por baixo de suas mãos. “Foi... ruim. Eu estava... não consigo falar sobre isso.”

Gina assentiu. “Eu sei. Sei exatamente o que você quer dizer.” Ela estendeu a mão e começou a acariciar os cabelos dele. “Mas está tudo bem agora.”

Harry sentiu-se acalmar com o toque dela. “Estava tão alto assim?” ele perguntou, embaraçado.

Ela sorriu. “Sim, um pouquinho. Mas não se preocupe, ninguém mais ouviu. É só que a minha cama fica colada na mesma parede em que a sua fica, de lados opostos. E afinal, eu te devia uma, não devia?” ela disse, rindo.

“Eu suponho que sim”, ele disse, sorrindo de volta. Na verdade, você apareceu na hora certa. Eu realmente não queria saber o que mais iria acontecer.” Um silêncio instalou-se entre eles, enquanto Harry acalmava as batidas de seu coração e sua respiração. Ele sentiu-se um pouco envergonhado com as carícias que ela estava fazendo em seu cabelo, mas não queria que ela parasse.

“Hogwarts amanhã, huh?” ele finalmente disse.

“Sim. De volta a Hogwarts amanhã”, ela respondeu com a voz suave.

Harry suspirou e deitou-se de lado, encarando Gina. Ele podia ver os olhos dela cintilando na fraca luz da lua que penetrava no quarto.

“Esse foi – um bom verão, não foi?” ele disse. A mão dela ainda estava acariciando o cabelo dele.

“Sim. Engraçado que nossa primeira e nossa última noite tenham sido com pesadelos”, ela disse, com um pequeno sorriso.

“É...” Harry sentiu-se ficando sonolento. “Gina?”

“Sim?”

“Como você – superou seus pesadelos?”

Gina ficou pensativa. “O primeiro verão foi o pior. Fred e Jorge sempre me ouviam, vinham até o meu quarto e ficavam comigo até que eu dormisse de novo. Eu acho que saber que eles estariam lá para mim me ajudava a dormir de noite.”

Harry fechou os olhos, suas pálpebras incrivelmente pesadas. “Deve ser bom saber que você tem uma família que te apóia tanto.”

“Você sabe, Harry, eu – nós estamos aqui para você também. Você não está sozinho.”

Harry assentiu embaixo da mão dela. Abriu os olhos e olhou para ela. “Gina?”

“Sim, Harry?” ela perguntou serenamente.

“Obrigado – por tudo nesse verão.” Ele soltou um longo suspiro e fechou os olhos novamente. Harry dormiu sem ouvir a resposta dela.

Mais tarde naquela noite, ele acordou de novo e olhou em volta. Gina tinha saído algum tempo depois que ele dormiu. Ele deitou-se de costas, olhando para o teto. Levou uma mão à cabeça e sentiu onde Gina o tinha tocado. Sentiu uma forte pontada de desapontamento por ela ter ido embora.


N/A: Olá pessoas!! Ta aí o cap.8.. Desculpem a demora, mas tinha andado meio desanimada com a fic, tava achando que nem tinha muita gente lendo e tava traduzindo meio que atoa.. Mas quando voltei de viagem do feriado e pude dar uma entrada aqui, vi os comentários e me animei de novo! Então aos que estão lendo, não se preocupem.. E a todos que comentaram, obrigada!! Não vou desistir de traduzir essa fic nunca! =]

Vou tentar não demorar muito com o próximo capitulo, mas se demorar um pouquinho me perdoem, essa semana e a próxima são as minhas últimas semanas de aula daí vão ser meio apertadas.. Muitas provas e trabalhos pra entregar.. O.o Mas assim que isso passar vai ficar mais de boua..

Às pessoas que perguntaram se essa fic tinha continuação, desculpem a demora da resposta e sinto decepcioná-los.. Ela não tem continuação não... Eu entrei em contato com o autor e ele disse que não pretendia escrever uma continuação dela não, pelo menos por enquanto... Mas quando eu terminar de traduzir esta daqui e se ainda tiver ânimo, eu acho mais alguma outra fic que seja tão boa quanto esta (ou melhor neh... quem sabe..) para traduzir para vcs.. Não desanimem não! =]

Espero que tenham gostado do capítulo, e comentem!!

Bjinhoss

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