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17. Epílogo


Fic: O medo da perda leva ao amor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Sons abafados chegavam ao ouvido de Harry... Murmurinhos ao longe, risos e passos. Tudo dançava em seu cérebro, como sinfonias de mundos estranhos. Tinha a sensação gostosa de estar em algum lugar familiar... Onde? Sentiu um cheiro de roupa guardada e café com creme. Sorriu! Isso o fez sentir um cheiro bom de flores, como se algo tapasse os demais odores. Abriu os olhos! Um volume embaçado de ondas castanhas dançavam sobre ele. Sorriu novamente.


-- Dê os óculo para ele! – Harry ouviu George dizer

-- Não preciso de óculos para vislumbrar minha namorada – Harry disse – Ela está sempre em meus sonhos

-- Ah, Harry... – pelo tom de voz de Hermione ele sabia que ela estaria chorando quando a abraçasse.

Ele se ergueu e a estreitou nos braços. Abraçou-a como se não a visse há anos. Foi a melhor sensação que tinha em dias. Saber que nada de ruim o esperava enquanto ele passava poucos segundo do modo mais calmo e seguro que podia sentir. Ele sentia, não pensava ou esperava, apenas vivia aquele momento.

-- Ah, qual é! Você pode abraçá-la mais tarde. De fato, você pode abraçá-la quando quiser para o resto da sua vida... Mas quantas vezes você vai ter uma festa te esperando no andar de baixo? – Harry ouviu Rony se manifestar

-- Muitas, eu espero. – a única voz que poderia tirar Harry do que estava fazendo respondeu

Harry soltou Hermione e colocou o óculos. Olhou para o quarto que estava acostumado a dividir com Rony nas férias. Estava na Toca. Ele ainda olhou para Hermione com ternira antes de se virar para a última voz que ouviu.

-- Professor Dumbleodore! Como estão todos?

Um súbito silêncio se fez enquanto o velho mago se sentava na ponta da cama onde Harry estava. O rapaz sabia que algo estava errado e começou a passar os olhos nas pessoas do quarto, tentando ver quem faltava.

-- Todos os seu amigos estão bem! A família Wealey está intacta... – Dumbleodore sorriu condescendente

-- Hagrid? – Harry tentou falar, mas o professou ergueu a mão fazendo com que se calasse.

-- Ele está bem! Todos que você ama e admira estão, milagrosamente bem. Deveria dizer, obviamente bem! Seu poder os protegeu. A confiança que depositou neles os fortaleceu...

-- Então, ninguém se feriu gravemente?

-- Houve uma baixa... – Dumbleodore disse com pesar

-- Mas o senhor disse que todos que eu amo.... – Harry se calou. De repente se deu conta... – Snape...

-- Ele foi morto por Lúcius Malfoy! Hermione disse quase aos prantos...

-- O feitiço para evitar injustiças, Harry, se aplicava apenas a magia e Lúcios percebeu isso. Então ele foi sorrateiramente à planície onde você estava com Tom. – Dumbleodore disse em uma voz calma.

-- O que ele ia fazer?

-- Matar da forma trouxa, com um punhal... – George disse quase espumando de raiva – Aquele cretino!

-- Mas Voldemort disse explicitamente ELE era quem me mataria! Ele não ousaria desobedecê-lo, não é?

-- Oh, não! Claro que não, Harry! – o professor sorriu, embora ainda aparentasse grande tristeza. – Tom causava medo a qualquer um... Mas a faca não estava destinada a você.

-- Era para mim! – Rony disse baixinho

Harry olhou incrédulo para o amigo.

-- Ele achou que me matando você perderia suas forças, acho que iria matar Mione também se tivesse chance. Além disso, ele queria atingir o papai por meio da minha morte. Ele realmente odeia o papai, sabe?

Harry, ainda sem palavras, se levantou e abraçou o amigo com força. Era tão bom ter certeza de que ele realmente estava lá!

-- Ta, Harry, eu mudei de idéia! Vai abraçar a Hermione! Pega menos mal...

Todos riram, mas Harry continuou sério.

-- O que houve? – Ele perguntou ao professor.

-- Bom, Snape percebeu e o seguiu, mas não poderia fazer nada pois qualquer feitiço que fizesse para desarmá-lo automaticamente atingiria a mão com a varinha e não com a faca. Por isso ele resolveu atacar Lucios corpo a corpo. Ele impediu Lúcios de atacar Rony, mas acabou atingido pela faca e não fomos capazes de curá-lo. Nós o enterramos ontem.

Harry ficou quieto por um tempo... O homem que odiava seu pai, menosprezava sua mãe e tornou seu anos escolares um inferno perdeu a vida para salvar seu melhor amigo. NADA apagaria isso...

***

Havia se passado uma semana desde que Harry tinha acordado e recebido a notícia da morte de Snape. A enfermeira do colégio ia todos os dias visitá-lo na Toca para monitorar sua melhora. Para descontentamento da Sra.Weasley, ela parecia fazer questão disso.

Quando finalmente Harry teve alta, ele sabia exatamente o que fazer...

E lá estava ele. Hermione e Rony ao seu lado. O casal Weasley mais atrás, de mãos dadas e emocionados. Harry os convenceu de usar seu dinheiro para reformar a Toca e assi, segundo ele, retribuir o amor que deram para ele. Harry iria morar os próximos anos com os Weasley.

De frente para o túmulo, agachado na grama, Harry depositava um artefato mágico abaixo dos dizeres da lápide. Era uma foto dos três amigo emoldurado magicamente por feitiços que imitavam poções. Na parte de baixo havia uma frase: “Obrigado por nos ajudar a viver”

De ante do nome do professor que sempre detestara, Harry sabia que ele o fez pelo mundo, pela justiça e pela vergonha do que fizera anteriormente, mas ele o fez. Se redimiu e, por mais de uma vez, salvou a vida de Harry. Ajoelhado, Harry fez o que nunca pensou fazer por Snape. Harry chorou agradecido...

N/A

Obrigada por lerem e comentarem minha fic!
Desculpe a demora! Agradeço em especial a Aline, que sempre me lembrava que eu estava demorando demiais... Em homenagem a ela, já comecei uma nova fic, cuja qual já havia lhe contado, e postei o primeiro capítulo. Se chama "Uma vizinha peculiar" Espero que também gostem!!!

Beijos a todos

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