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7. Isso é golpe baixo


Fic: Seja feliz


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Já tinha dado três passos para longe dele, girou a maçaneta da porta do banheiro, mas desistiu em seguida. Voltou para o boxe, ele a olhava com cara de bobo, meio sem entender. Hermione não estava com paciência para explicações. Puxou-o pelo pescoço e voltou a beijá-lo.
Draco não fez por menos. Agarrou Hermione pela cintura e a colocou contra a parede, interrompeu o beijo apenas para olhá-la com aqueles olhos penetrantes e sorrir satisfeito com sua conquista. Ela o olhava um pouco atordoada, mas sem vontade de parar com aquilo.
Ele deslizou a mão, lentamente, da barriga para um dos seios. Hermione fechou os olhos e se entregou totalmente ao momento. Mas ele não parou ali. Imediatamente a outra mão imitou o gesto da primeira e, juntas, elas começaram a baixar as alças do vestido, enquanto sua boca se ocupava de sugar o pescoço dela.
Hermione tinha agora os seios a mostra. Draco parou de mordiscar o pescoço para admirá-los. Ela ficou encabulada num primeiro momento, mas completamente excitada com o modo como ele a olhava, como a desejava.
Ele tocou os dois seios ao mesmo tempo, com as mãos espalmadas, enquanto voltou a beijá-la. Hermione correspondia ardentemente enquanto passava as unhas em sua nuca. Em seguida Draco deixou os lábios dela e foi descendo pelo pescoço, colo até chegar onde queria. Hermione jogou a cabeça para trás e gemeu ao senti-lo sugar o bico do seio.
Alguém começou a bater na porta como se fosse derrubá-la. - Mas o que significa isso?! – a porta se abriu com estrondo.
_Rony?! – ela se assustou. – Eu posso explicar! Não é o que você está pensando. – ela falou recolocando o vestido no lugar.
Hermione levantou-se e jogou o travesseiro que abraçava para o lado. Limpou o suor do rosto e afastou os cabelos. Seu coração batia acelerado, ela sentia seu corpo quente e cheio de desejo.
_Hermione? Você está bem, querida? – Ben batia na porta do alojamento.
Hermione levantou-se para atender o amigo. Sem dúvida estava aliviada por tudo não ter passado de um sonho, mas ao mesmo tempo decepcionada, até a hora em que batem na porta, embora ela jamais fosse admitir, nem para si mesma.
_Bom dia! – Ben sorriu ao vê-la. – Está tudo bem com você, amiga?
_Bom dia, Ben... – ela respondeu meio atordoada.
_Que foi que houve aqui? Brigou com os lençóis? – ele riu ao ver o estado em que a cama se encontrava. – Ou será que você teve companhia? Ele está no banheiro? Quer que eu volte depois?
_Não diz besteira! – ela bateu com o travesseiro nele. – Foi só um sonho agitado... – e se jogou na cama.
_Sonhou com o Malfoy de novo? – Ben abriu o sorriso mais largo que Hermione já vira.
_Hum... – ela resmungou. – Desde sexta-feira que eu não sonho com outra coisa! É sério! Já está virando um pesadelo!
_Eu queria que meus pesadelos fossem assim! – ele brincou jogando-se na cadeira da escrivaninha. – Chegou aos finalmente dessa vez?
_Não! – ela ficou vermelha. – Dessa vez o Rony arrombou a porta e nos pegou no flagra.
_O Rony? Querida, mas ele...
_Eu sei! – ela falou brava. – Mas eu não posso controlar quem aparece nos meus sonhos, ok? – ela se levantou da cama. – Pegue alguma coisa para comer, eu vou tomar um banho.
_Banho gelado, querida! – Ben foi até a geladeira e começou a remexer o conteúdo dela. Preparou o café para os dois e já atacava a geléia de morangos de Hermione quando ela saiu do banho apenas de roupão. – Eu sei o que você tem que fazer para parar de sonhar com ele, Mione! – ele anunciou.
_O quê? – ela sentou-se para o café, interessada.
_Amanhã, quando você for até a casa dele... – ele começou muito sério, Hermione atenta a cada palavra. – Olhe bem nos olhos dele e dê um beijo de tirar o fôlego naquele homem! Depois deixa que ele vai saber o que fazer...
_Ah Ben! E eu achando que você ia falar sério! – ela reclamou, mas não pode deixar de rir.
_Mas é sério! – ele se defendeu.
_Nem me fale... Não sei com que cara eu vou olhar para ele amanhã... Pelo menos ele estava tão bêbado que, com sorte, nem vai se lembrar do que aconteceu.
_Ah! Para com isso! Pois eu vou rezar para que ele se lembre e decida continuar! Depois vou querer saber dos detalhes...
Hermione decidiu que não valeria a pena discutir. Continuou com o seu café da manhã e logo deu um jeito de trocarem de assunto.
Ela fez questão de chegar em cima da hora na primeira aula da manhã. Como sabia que Draco ficava sempre no fundo da sala, poderia chegar e se sentar na fileira da frente e fingir que nem se lembrava que ele estava ali. Mas Draco pareceu ter a mesma idéia, pois chegou logo depois dela na sala de aula, agitou a cabeça num cumprimento rápido e foi para sua carteira lá no fundo. Hermione pode até relaxar o resto do dia. Ele não se lembrava de nada.
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_Ok... Relaxa! – ela dizia para si mesma. – Ele não se lembra de nada. Vá até lá, faça seu trabalho e vá embora, como todos os dias... – ela tomou coragem e deu alguns passos, mas nem chegou a bater na porta.
_Boa tarde, srta Granger! – Sammy atendeu a porta muito sorridente. Fez uma grande reverência e abriu espaço para que ela passasse.
_Boa tarde, Sammy. – Hermione respondeu meio incomodada. – Como você está? – ela disse dirigindo-se à biblioteca, esquecendo-se momentaneamente da sua preocupação.
_Bem, obrigado. – ele respondeu. – Oh... O sr Malfoy não está na biblioteca, senhorita! Ele a aguarda no laboratório! – ele abriu mais um sorriso exagerado.
_Tem um laboratório aqui? – ela perguntou admirada, imaginando o que mais aquela casa escondia.
_Tem srta! – ele respondeu fazendo um sinal para que ela o seguisse.
_Por que você me chama de srta, Sammy? - ela o seguiu.
_Ora! Porque a srta não é casada! – ele sorriu.
_Mas já fui! – ela respondeu.
_Mas não é mais! – ele falou satisfeito. Fez mais uma reverência e abriu a grande porta do laboratório.
Ela desistiu de entender o elfo. Entrou no laboratório e ficou admirada logo de cara. O lugar era muito grande. Cheio de estantes com frascos dos mais diversos tamanhos e com estranhos conteúdos. No outro canto, mais estantes repletas de balanças com diferentes precisões, utensílios de corte, moagem, recipientes graduados, etc. No fundo, visível por uma grande porta de vidro, uma estufa com plantas que Hermione sabia serem muito raras e imprescindíveis no preparo de poções muito importantes. No centro do laboratório um grande balcão de mármore onde um caldeirão pequeno borbulhava sobre fogo portátil.
_Está atrasada, Granger!
A voz dele a tirou do estado de admiração em que estava. Em questão de segundos ela se lembrou do que estava fazendo ali, e também do acontecido na sexta-feira, mas tão rápido quanto se lembrou ela varreu aqueles pensamentos de sua mente.
_Oi para você também, Malfoy! – ela respondeu e olhou no relógio. – Um minuto de atraso!
_Não deixa de ser um atraso! Se você estivesse preparando uma poção e a deixasse no fogo ou a tirasse com um minuto de diferença poderia perder todo seu trabalho! – ele respondeu desviando sua atenção dos vermes que picava.
_Humpf... – ela resmungou. – O que deu no seu elfo, hein? Por que ele de repente começou a me tratar por srta Granger? – ela mudou logo o assunto.
_Esse é o seu nome, não é? – ele perguntou.
_É, mas ele sempre me chamou de sra Weasley...
_Eu não sei o que se passa na cabeça de um elfo, Granger! Portanto não me pergunte!
_Nossa! Dormiu com um porco-espinho hoje?! – ela não resistiu. – O que é que você está fazendo, afinal?
_Eu andei analisando tudo que nós descobrimos sobre o nosso paciente e pensei numa fórmula que poderia diminuir as manchas azuis na pele dele. – respondeu sério. – E alguns outros sintomas também.
_Hum... – ela deixou a bolsa numa cadeira e se aproximou dele para ler o pergaminho onde ele tinha feito algumas anotações. – Escama de sereia, pó de mariposa... Escama de sereia?
_Sim...
_Mas esse é um dos antídotos para feitiços do amor!
_Mais precisamente feitiços de paixão, Granger, mas também serve para diminuir a temperatura do corpo. Ninguém nunca te deu uma poção dessas? O corpo começa a esquentar depois de um tempo... – ele sorriu quando a viu se afastar.
_Não Malfoy... Ninguém nunca me deu uma poção dessas... Quem fez uma para você? – ela perguntou tomada pela curiosidade.
_Pansy... – ele disse simplesmente.
_Mas vocês já não namoravam?
_Já, mas, aparentemente, ela não acreditava que eu gostasse dela de verdade... – ele acrescentou o resto dos ingredientes no caldeirão, conseguindo um líquido roxo berrante. – Só que ela não percebeu que eram duas poções diferentes.
_Hum... E, aparentemente, ela estava certa, não?
_Hum... Mas não justifica...
_Não estou dizendo que justifica! – ela respondeu.
Depois de mexer a poção cinco vezes para a direita e duas para a esquerda, ele desligou o fogo. – Pronto! Agora é só deixar esfriar. – ele tirou o avental e deu a volta no balcão para ficar de frente para Hermione.
_E em quem você pretende testar sua poção? – ela perguntou, displicente.
_Em alguém que esteja com o corpo bem quente. – ele respondeu sorrindo ao ver a expressão de confusão nos olhos dela.
_Algo me diz que é melhor não perguntar nada! – ela se levantou e foi em direção a porta. – Vamos logo para a biblioteca?
_Eu achei que você não viria hoje, Granger. – ele cruzou os braços e ficou observando-a.
_E por que eu não viria? – ela perguntou lembrando-se de procurar, de repente, algo em sua bolsa.
_Você mal falou comigo hoje cedo... – ele falou num tom de reclamação, dando alguns passos lentos até ela.
_Nós nunca nos falamos muito, Malfoy! – ela olhou para ele, severa, tentando acabar de vez com o que quer que estivesse acontecendo, mas ele já estava muito perto.
_Você estava demais naquele vestido, Granger... – ele tirou a bolsa das mãos dela, ou pelo menos tentou. – Devia se vestir daquele jeito mais vezes.
_Você está falando do que, exatamente? – ela perguntou meio insegura, voltando a colocar a bolsa no ombro.
_Se você quer saber se eu me lembro do que aconteceu naquele banheiro... Eu me lembro sim. – ele sorriu marotamente, voltou a tirar a bolsa do ombro e com a outra mão a trouxe para junto de si pela cintura.
_Olha, Malfoy... – ela tentou mantê-lo afastado com as mãos em seu peito. – Você estava bêbado e...
_Eu não estava bêbado, Granger! – ele sorriu com a atitude dela. – Faz tempo que eu não fico bêbado com apenas algumas doses.
_Pior ainda! – ela respondeu tentando afastar de sua cabeça o pensamento de que ele havia feito de propósito. – Seu fígado deve estar em petição de miséria! – ela fez força para se afastar de novo, mas não conseguiu.
_Por que todo esse medo, Granger?
_Eu não tenho medo de você! – ela respondeu encarando-o pela primeira vez.
_De mim não, mas do que eu posso fazer com você... – ele sorriu aproximando os lábios dos dela.
_Pára com isso, Malfoy! – ela o empurrou de verdade dessa vez. – Vamos logo terminar esse trabalho para eu poder ir embora e você poder se divertir com a Chelsie! – ela enfatizou bem o nome.
_A Chelsie não é nada minha, Granger. A gente fica de vez em quando, mas não há compromisso nenhum!
_Isso é problema de vocês! – ela respondeu pensando em pegar sua bolsa de volta e ir embora, mas Draco estava perto demais do objeto.
_E qual é o seu problema? – ele voltou a se aproximar.
_Não entendi! – ela respondeu tentando se afastar, mas ficando sem alternativa graças ao balcão.
_Nós somos dois adultos, Granger, solteiros e loucos de vontade de ficar um com o outro... – ele caminhou até ela, calmamente.
_Eu não estou com vont... – mas Draco não a deixou terminar a frase, e nem escapar de lado. Tomou os lábios dela num beijo quase sem contato, apenas para deixar na vontade.
_Tem certeza, Granger? – ele sorriu e se aproximou mais. Segurou-a pela cintura e a beijou novamente, de leve.
_Malfoy... – ela tentou, mas ele a beijou de novo. – Isso não está certo...
_Por que? – ele se encostou completamente nela, que se apoiava no balcão para não ceder as pernas que começavam a fraquejar.
_Nós nunca fomos com a cara um do outro...
_Isso não tem nada a ver com simpatia, Granger... – mais um beijo. – Só com desejo... – ele passou a mão no pescoço dela de um lado e beijou o outro. Um beijo molhado.
_Ah... – Hermione não se conteve.
Draco a olhou e sorriu satisfeito, então a beijou novamente. Dessa vez um beijo de verdade, que ela correspondeu plenamente, perdida no calor do corpo dele em contato com o seu, os dedos agora acariciando a nuca dele. O corpo sensível a cada toque, como há muito ela não sentia. E a sensação estranha de ter o corpo sugado por um cano...
_Mas... Você me disse que não dava para aparatar aqui dentro! – ela se soltou dele assustada. Olhou ao redor e percebeu que estava num quarto. Uma mobília muito elegante, e cara. Um quadro na parede oposta que, apesar de abstrato, dava toda impressão de se tratar de um casal muito apaixonado. Bem no centro, uma cama de casal King Size de dosséis.
_Você não pode aparatar aqui, mas eu posso... – ele sorriu e a abraçou por trás, enquanto ela admirava a decoração. – O laboratório é o único lugar de onde se pode aparatar. Para o caso de algum acidente. - começou a virá-la de frente para tentar capturar os lábios dela.
_Eu acho que estamos indo rápido demais, Malfoy... – ela o afastou.
_Ah! Você não é mais criança, Granger! E nem eu! – ele voltou a enlaçá-la em seus braços. – Quer relaxar e curtir o momento? Eu não vou te fazer juras de amor e nem te pedir em casamento para te levar para cama, mesmo porque eu acho que isso não teria o menor futuro...
_Não mesmo! – ela respondeu rápida.
_Mas você também está com vontade... – ele começou a passear suas mãos pelas costas dela. – Você quase não resistiu lá na festa... – ele sorriu marotamente e começou a beijar o pescoço dela novamente.
_Ah droga... – ela falou meio derrotada, já com os braços em volta do pescoço dele.
Draco riu da reação dela: - Além disso, há quanto tempo você não... – as mãos agora passeando pela barriga dela, prontas para dar o bote.
_Isso é golpe baixo, Malfoy... – ela reclamou sem convicção, tentando parecer ofendida, mas a verdade é que ele estava certo.
_Não é possível que você não tenha sentido falta... – ele sorriu derrubando-a delicadamente na cama, ela nem protestou.
Detestava admitir, mas era lógico que havia sentido falta. Só não esperava compensar essa falta justo com ele. Mas ela não estava com cabeça para raciocinar no momento. E nem queria, não quando seu corpo parecia completamente dominado pelos toques dele, pela boca que não se decidia entre os lábios e o pescoço, e as mãos que passeavam pelo seu corpo como se procurassem água no deserto. O peso dele sobre seu corpo fazendo com que ela perdesse completamente a noção de certo e errado, perdesse inclusive a noção do próprio corpo, não percebendo nem quando ele a segurou pelos pulsos e juntou suas mãos sobre a cabeça, só notando quando elas já estavam presas na cabeceira da cama.
_Que palhaçada é essa, Malfoy? – ela perguntou meio assustada.
_Não é palhaçada, Granger, é um jogo! Vai me dizer que você nunca fez um jogo como esse? – ele sorriu e se levantou da cama. Ajoelhou-se aos pés dela sobre a cama e começou a tirar-lhe as sapatilhas, fazendo questão de tocar a pele dela.
_Tá legal! Até que foi divertido, mas agora me solta! – ela pediu.
_Agora que a coisa vai ficar boa? – ele ficou em pé novamente e começou a desabotoar a camisa.
Hermione sentiu um comichão passar por todo seu corpo ao vê-lo sem camisa. O peito liso e bem trabalhado. Soltou a cabeça no travesseiro e fechou os olhos sentindo que não conseguiria escapar. Draco tirou também os sapatos e voltou a se deitar sobre ela, mantendo a distância entre seus corpos. Hermione sentiu o colchão se afundar sobre o peso das mãos dele, o perfume que ele usava voltando a invadir suas narinas.
_Por que você fechou os olhos, Granger? Medo de não resistir à visão? – sorriu.
Ela ia responder, mas não teve tempo já que ele lhe roubou outro beijo. Depois, apoiado apenas nos joelhos, começou a desabotoar a camisa que ela usava.
_Draco... É melhor...
_Shiiiu, Granger... – ele terminou de abri-la e tocou sua barriga.
Hermione se contraiu sob o toque dele: - Que mão gelada! – reclamou.
_Você se acostuma... – ele sorriu e começou a desabotoar a calça dela.
_Ai... – ela gemeu sem esperanças.
_Você é mais bonita do que aparenta, Granger. Por que se esconde desse jeito? – ele subiu as mãos pelas pernas dela.
_Isso não foi um problema para você, não é? – ela respondeu usando o mesmo tom que ele havia usado até o momento.
_Não mesmo... – ele sorriu e se levantou novamente, dessa vez tirando a própria calça.
Uma luta interna se travou depois daquele gesto. Parecia até que era de propósito. Quem demora tanto para desabotoar uma calça? Quando ele finalmente a tirou, Hermione perdeu a luta com sua curiosidade e o admirou de cima a baixo, satisfeita com o que via, mas sem querer demonstrar.
_Você sempre amarra as mulheres que trás para cá?
_Só as mais teimosas! – ele sorriu, tocou sua coxa delicadamente e afastou suas pernas.
Hermione prendeu a respiração para não dar a ele o gostinho de ouvi-la gemer novamente. Ele se colocou entre as pernas dela e começou a beijar-lhe a barriga, subindo lentamente os beijos e as mãos, até alcançar o fecho do sutiã.
_Essa foi a melhor invenção do século, na minha opinião... – ele falou enrolando para abrir de uma vez a peça.
_Não sei não... – ela falou com a respiração acelerada.
_Você quer que eu pare?
_O que? – ela o encarou, incrédula.
_Quer que eu pare? – ele falou sério.
_Por que você fica me torturando, Malfoy?!
_Não tem graça se você não responde as minhas provocações... – ele sorriu e soltou as duas partes do sutiã, que se separaram deixando a mostra os seios de Hermione, que imediatamente foram cobertos pelas mãos dele.
Dessa vez não adiantou prender a respiração, muito menos depois que ele os sugou com vontade, mas também com muito carinho. Nem quando ele usou a varinha, que ela nem percebeu que estava por ali, para descosturar a camisa e as alças do sutiã e jogá-los para fora da cama.
Sem agüentar mais ele tirou a calcinha dela. Hermione não tinha coragem nem de abrir os olhos, era tarde demais. Só lhe restava sentir as mãos dele acariciarem suas pernas, desde as canelas até as coxas, passarem direto para a cintura, fazendo-a se decepcionar um pouco, mas voltarem finalmente para onde deveriam, arrancando gemidos e fazendo-a se contorcer na cama, sob o sorriso de satisfação dele.
A mão esquerda agora subindo pela barriga até parar sobre o seio - Hermione apertando a madeira da cabeceira, sem controle - e depois voltar acompanhada pelos lábios dele que não descansaram até tomar o lugar da mão direita, explorando juntamente com a língua a intimidade de Hermione, que não demorou muito a sentir a explosão em seu corpo e o torpor que se seguiu, a respiração descompassada, o coração acelerado e o corpo leve.
_Malfoy me solta... – ela pediu ofegante.
_Para que? – ele perguntou meio decepcionado.
_Para eu poder te tocar também...
Ele sorriu vitorioso, ela não quis rebater. Esperou, pacientemente, ele livrar suas mãos e enlaçou o pescoço dele, tomando, pela primeira vez, a iniciativa do beijo, para depois deslizar as mãos pelas costas dele e enlaçá-lo com suas pernas, para senti-lo mais próximo, mas ainda faltava uma peça de roupa, a peça que atrapalhava tudo, menos a percepção do estado em que ele se encontrava.
Apenas com o olhar, Hermione o fez mudar de posição, ficando por baixo dela e, ajoelhada na cama, ela começou a beijar o pescoço, depois o tórax, o abdome, até chegar, ao mesmo tempo que suas mãos, até o cós da peça e baixá-la lentamente, apenas o suficiente, para depois começar a acariciá-lo com firmeza. Draco se apoiou sobre os cotovelos e fechou os olhos sem acreditar no que estava vivendo.
Sem aviso, e sem parar de acariciá-lo, Hermione tomou novamente os lábios de Draco, abafando um último gemido antes de ser correspondida.
_Eu não acredito que vou fazer isso... – ela sussurrou incerta, afastando-se dos lábios dele apenas o suficiente para respirar.
_Fazer o que? – ele perguntou ofegante.
Ela sorriu, o beijou novamente, e o fez se deitar, deslizando seu corpo sobre o dele até alcançar a cueca, tirá-la e voltar à posição de antes para tomá-lo na boca e sentir Draco se perder sob o toque morno e molhado da boca dela.
_Ah... Eu não acredito... – ele sussurrou, completamente tomado pela surpresa.
Mas antes que não conseguisse mais agüentar ele a fez parar, puxou-a pela mão até que pudesse alcançar sua cintura colocando-a em seu colo e se encaixando ao corpo dela, as mãos segurando-a pela cintura, como se ela pudesse escapar.
As respirações alteradas, os gemidos que enchiam o quarto. Ela se sentindo extremamente bem. Aproveitando a sensação de tê-lo dentro dela, de sentir prazer depois de tanto tempo. Nunca deu importância quando suas amigas solteiras diziam que sexo fazia falta. Agora ela provou que fazia, só que ela não tinha percebido, até aquele momento.
Hermione movia-se sobre Draco, agarrada ao pescoço dele, a cabeça jogada para trás, ele apertava a cintura dela, conduzindo-a no ritmo que mais lhe agradava, até os dois sentirem a explosão em seus corpos e depois se abraçarem ofegantes, cansados, mas satisfeitos.

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