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1. Capítulo Um


Fic: Ame-me na Escuridão


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-CAPÍTULO UM-


Mais um jantar insólito e insuportável. Lá estavam seus pais com mais um pretendente em potencial para negociar a filha como um artefato de luxo. Ela estava farta daquele teatro semanal. Dessa vez era o puro-sangue e herdeiro do rico fabricante do melhor e mais consumido firewhisky do mundo: Ogden’s. Tudo no rapaz a sua frente a repelia e enojava, desde os cabelos loiro-acizentados ridiculamente lisos que lhe cobriam a testa, os olhos verdes pálidos e sem vida que a encaravam famintos até o rosto redondo ligeiramente infantil de bochechas rosadas emoldurado acima de um corpo ainda mais redondo e desengonçado. Os dedos gorduchos e cheios de anéis de Edward Ogden seguravam com vontade uma coxa de peru que ele atacava com dentadas ferozes de dentes muito brancos e afiados a cada pausa de suas muy nobres histórias de família.


Bellatrix mal tocava na comida de seu prato, o asco causado pelos modos a mesa do convidado não a permitiam sequer encarar a comida, enquanto que seus pais pareciam completamente encantados. Definitivamente ela preferia ser declarada um aborto a ter como noivo o herdeiro Ogden. Sim, seus pais podiam esquecer.


Uma batida familiar na porta. Bellatrix tomou a deixa e levantou-se de um salto para abrir a porta.


- Deixe para o elfo faze-lo – começou o senhor Black enérgico, o que Bellatrix ignorou completamente. Qualquer coisa para deixar a presença do potencial noivo glutão. Correu da sala de jantar até o longo corredor. Ao chegar no batente da porta e abri-la esperando na soleira estava uma figura alta e encapuzada emoldurada pela garoa fria e fina característica do outono.


- Ah, é você... – disse ela seca e ligeiramente desapontada – entre – afastou-se para deixa-lo passar.


- Boa noite para você também Bellatrix – disse o jovem com sarcasmo tirando a capa de viagem revelando cabelos castanhos ligeiramente ondulados que emolduravam seu rosto ossudo caindo-lhe ate os ombros – pensei que fosse me deixar lá fora – agora exibindo um sorriso ligeiramente divertido os olhos azuis miosótis faíscando. – Esperava quem? O ministro da magia?


- Muito engraçado... – Respondeu analisando o visitante inesperado que manchava o tapete da entrada com a lama que trazia em seus pés. Revirou os olhos. – Seu senso de humor sempre me pareceu inconveniente demais Regulus...


- E Narcisa? – Perguntou ignorando o comentário ao que Bellatrix bateu a porta sem cerimonias. - Você quase me faz pensar que não gosta de me visitar – foi a vez dela gracejar. – Ela está lá em cima enfiada no quarto provavelmente escrevendo alguma coisa nauseante e sentimentalóide para o tal Malfoy – torceu o nariz em desprezo. – Além disso ela não gosta de assistir aos jantares nos quais nossos pais tentam me negociar como gado... – Revirou os olhos ao que ouviu sua mãe dizer cheia de floreios “De sobremesa teremos um manjar branco de elfos divino Eduard”.


Ouviu-Se um “Fas boquê Belafris está deforando tanto?”. Provavelmente o balofo Ogden também não se importava em falar de boca cheia. Sem esperar prévio convite Regulus seguiu a largas passadas pelo corredor seguido por uma muito irritada Bellatrix. Ela não iria admitir o que sabia que estava por vir: seu primo não iria perder a oportunidade de ridicularizá-la pelo tal pretendente.


- Regulus meu bom rapaz – começou o senhor Black que levantou assim que Regulus precipitou-se pela sala seguida da afogueada prima. –Sente-se junte-se a nós já estávamos terminando o jantar mas para você sempre há lugar na mesa – continuou indicando uma cadeira vazia – já conhecia o jovem herdeiro Ogden? Melhor firewhisky produzido no país todo! – Concluiu referindo-se ao convidado que não parara de atacar sua terrina à menção da presença de Regulus.


- É realmente um prazer – respondeu com uma mesura elegante mas que não escondia sua ironia – tia, boa noite – ao que a senhora Black cumprimentou-o de maneira polida mas sem o mesmo entusiasmo do marido. – Realmente uma pena que não vou poder desfrutar de companhia tão agradável – continuou encarando Bellatrix em uma expressão que traduzia “Se você se casar com isso vou ter motivos para chacotas pelo resto da vida” – acontece que eu vim buscar minhas primas para um compromisso inadiável e urgente. Elas poderão explicar tudo depois – ele ergueu uma das mãos ao que a senhora Black ameaçou argumentar.


- Com licença, pai, mãe – Bellatrix acenou com a cabeça – senhor Ogden. É realmente uma pena, teremos que continuar outro dia não é? – Continuou com uma satisfação que não conseguia conter por ter se livrado daquela situação tão facilmente. – Vou pegar a Cissy e minha capa. Regulus, pode nos esperar no hall. – E correu em direção ao corredor e às escadas sem esperar resposta alguma, deixando um Ogden aparvalhado, seus pais completamente envergonhados e Regulus com um sorriso extremamente cínico no rosto.


 


 


Três figuras encapuzadas aparataram no alto de uma colina verdejante coberta de orvalho. Bellatrix a mais baixa dentre os três abaixou o capuz e deixou-se sentir a brisa gélida no rosto e a lhe balançar os longos cabelos negros e ondulados.


- Aqui não Bella – disse Regulus em tom repreendedor.


- Mas afinal aonde estamos indo? – Perguntou Narcisa em tom contrariado, ao que Bellatrix cobria novamente a cabeça indignada – Precisava me arrancar de casa daquele jeito para...


- Estamos nas imediações de Yorkshire Narcisa. – Interrompeu Regulus impaciente. – Indo para casa de Avery. Malfoy estará lá. E é o suficiente para saberem agora.


Desceram a maior parte da colina em silencio, rumando para o vale que continha um único grande casarão vitoriano cercado por um bosque denso de carvalhos com um lago escuro e sem vida ao fundo. O único som que acompanhava sua descida era o da grama pegajosa grudando em seus sapatos.


- Então isso é sobre ele não é? – Indagou Bellatrix com a respiração pesada e arfante ao terminarem a descida.


- Sim – respondeu sem virar para encará-la.


- Então... – Começou Narcisa receosa – ele é realmente tudo o que Lucius diz?


- Sei tanto quanto vocês. Acho – parou em duvida – que descobriremos hoje.


Estavam de frente a um grande portão com grades de ferro forjado um enorme brasão dourado com a letra A em relevo bem ao centro. Não foi necessário chamar por ninguém, ao próximo passo que deram em direção ao portão puderam divisar outra figura encapuzada, mais alta que qualquer um do trio, do lado de dentro do portão a varinha em riste apontando para os visitantes.


- Uma oferta – disse uma voz gurutal meio rosnado apontando para o brasão que começara a refulgir numa luz azulada hipnótica.


- Temos que pagar para entrar? – Perguntou Narcisa incrédula olhando de Regulus para Bellatrix. Regulus ergueu a mão em direção ao brasão refulgente que instantaneamente mudou de cor ao toque para um vermelho intenso e com um estrondo ele foi empurrado para trás caindo de costas no chão seu rosto transfigurado numa expressão de fúria. A figura dentro do portão gargalhou friamente.


- Nullum hexia nulum efecto – murmurou Bellatrix sacando a varinha de dentro da capa apontando para a figura encapuzada. Mal houve um segundo de extremo silêncio até que, em um silvo agudo de estourar tímpanos, a figura dissolveu-se em partículas de poeira negra que expandiu-se até onde eles se encontravam, fazendo Regulus e Narcisa cobrirem o rosto com os braços para se protegerem e, então, voltou a contrair-se em seu centro até desaparecer completamente, deixando-os novamente com o silencio da noite.


- Isso era um maldito Pretor? – Disse Narcisa em um tom esganiçado e histérico ajeitando as vestes e olhando com fúria para Bellatrix que continuava impassível e inalterada. – Porque simplesmente não avisou? Veja só o susto que nos fez passar!


- Pensei que era óbvio. – Respondeu sem se virar ainda encarando o brasão que parara de emitir o brilho azulado e o portão abrira-se para permitir a passagem deles. – Vimos nosso pai pretorizar e despretorizar nossa casa centenas de vezes quando viajávamos Cissy. Só porque esse era maior e encapuzado não quer dizer que não funcionasse da mesma maneira.


- Mas afinal de contas o que é um Pretor? – Interrompeu Regulus impaciente a discussão das duas enquanto se dirigiam portão a dentro em direção a mansão, temerosos esperando mais algum feitiço protetor.


- O feitiço Pretor Régulus é uma guarda pessoal para determinado lugar – começou Bellatrix a explicar apressando o passo estavam quase em cima da hora – alguns bruxos como nosso pai e provavelmente o dono dessa casa preferem deixa-la exposta com aparência de habitada a esconde-la com algum feitiço complexo. Os únicos modos de passar por um Pretor é desarmando-o ou provando de alguma forma de que é autorizado a entrar. Como eu não sabia exatamente como poderíamos provar que éramos esperados achei melhor simplesmente desarma-lo.


- Ah-há – disse Narcisa ficando a frente de Bellatrix e apontado-lhe um dedo no rosto – então agora como saberemos que qualquer um não irá simplesmente entrar na reunião?


- Daquele modo – respondeu Bellatrix calmamente e sorrindo irônica para a irmã apontando à frente uma linha prateada cintilante ao redor da mansão que refulgiu a aproximação de um simples esquilo que foi repelido de entrar por alguma barreira invisível que ali se projetava. Seguiram e calmamente Bellatrix e Regulus cruzaram a linha prateada sentindo como se tivessem mergulhado em um lago gélido por um instante. Narcisa seguiu-os temerosa.


- Delimitador de magia – disse agora Regulus sem esperar uma pergunta. -Nada sem ao menos um fiapo de magia seria capaz de entrar o sair dessa área delimitada.


Ao que ninguém comentou seguiram em frente, Regulus deu três batidas com a aldrava na porta pesada que abriu-se com um rangido seco e os três entraram silenciosamente em um saguão iluminado fracamente por poucas velas escuras flutuantes nos quatro cantos. Muitas pessoas vestidas com capas exatamente iguais as deles cobrindo seus rostos formavam um circulo ao redor da figura central a mais esguia que não usava capa alguma, estava de costas para eles sendo apenas visível suas vestes negras que se misturavam a seus cabelos lisos e também muito negros que lhe caiam até o fim do pescoço.


- Estão em cima da hora – disse com uma voz fria e penetrante.

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