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14. Alegrias e decepções


Fic: O medo da perda leva ao amor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Naquela manhã estavam todos nervosos, era a manhã do dia do confronto e todos sabiam a responsabilidade que tinham, mas Rony era o que mais estava preocupado. Curiosamente para os outros alunos ele estava sem fome. Infelizmente, isso não era tão curioso para Hermione e Harry.

O casal estava arrastando Rony, que admiravelmente apresentava grande força e resistência, para o salão principal. O café da manhã havia começado há 30 minutos e os três amigos não tinham alcançado o final de escada do saguão ainda.

-- Já falei que estou sem fome! – Rony dizia quase desesperado

-- Você está é com medo! – Harry ria à vontade – Qual é, Rony! Você enfrentou dementadores e comensais! Você não pode ter medo da Luna! Pode ser sua última chance, por mais mórbido que isso pareça.

-- Aposto que não foi fácil pra você chegar na Mione! – Rony revidou amargo

-- Mas eu não sabia que era correspondido! É diferente!

-- Mas se eu estragar tudo? – Rony retrucou visivelmente apavorado.

-- Ela já te disse que gosta de você. Como você poderia estragar tudo agora? – Hermione se manifestou impaciente.

-- Não se esqueça que estamos falando de mim! – Rony respondeu com uma ponta de frustração.

Hermione ponderou que isso era bem verdade, mas não acreditava que era tão duro assim. Para ela nunca foi... Bom, ela nunca tivera que tomar a iniciativa! Mas, nesse caso, nem Rony...

-- Olha a Luna! – Harry interrompeu os pensamentos da namorada.

-- Ah, não! Ela nos viu? O que eu digo para ela? – Rony entrou em pânico novamente.

-- Que tal “desculpe”! – Hermione respondeu e antes que o ruivo pudesse terminar de formular uma expressão interrogativa a garota já tinha passado a perna nele e o desequilibrou.

A próxima coisa que viu foi que estava sobre Luna, os dois caídos no chão!

-- Me desculpe! – Harry e Hermione ouviram Rony falar antes de entrarem no salão e se dirigirem a mesa da Grifinória. O mais divertido era que as mesas agora eram ocupados por qualquer um independente da casa. Não faria sentido em uma época como aquela.

-- Isso foi maldade! – Harry disse divertido assim que se sentaram ao lado de um grupo de alunos da Cornival.

-- Ah, que é isso, Harry! Se isso tivesse acontecido conosco o que você faria?

-- Não sei, mas prolongaria ao máximo a queda!

Hermione ficou ligeiramente rubra e virou o rosto para pegar um favo holandês.
Sentavam juntos como sempre, mas não podiam estar juntos. Hermione sentia falta do toque de Harry e queria estar com ele cada minuto que pudesse antes da guerra. Mas ele decidiu que não iriam ficar mais juntos agora. Não poderia permitir que ela fosse o alvo principal.

Hermione não gostava disso, mas não podia fazer nada. Ela se sentia mal por nem ao menos poder tocar-lhe a mão! Nunca pensou que a falta de contato poderia doer fisicamente! Harry notara a expressão cada vez mais triste de Hermione, mas não mudaria de opinião. Ansiava por tocar-lhe tanto quanto ela queria estar com ele, mas isso teria que esperar.

Os pensamentos dos dois foram interrompidos por Rony e Luna que chegavam abraçados na mesa. Hermione ficou tão emocionada que o seu plano tinha dado certo que institivamente procurou a mão de Harry. Quando a tocou sentiu um arrepio tanto na sua mão quanto na dele, mas o toque foi evitado bruscamente pelo garoto. Para Hermione isso foi um golpe tão violento que a fez levantar da cadeira! Assustada com a própria reação e indignada com a reação de harry ela se retirou sem olhar ou falar com ningué.

-- O que deu nela? – Rony perguntou assustado.

-- Deve ser saudade! – Luna disse parecendo muito séria.

-- Saudade!!! – Harry e Rony se espantaram.

-- Saudade! – Luna disse como se estivesse dando um veredito.

-- Mas do quê? – harry perguntou confuso.

-- Ora, de você, é claro!

-- De mim?! – Harry disse

-- Mas eu estou bem aqui!

-- Você está aqui, mas não está com ela!!!

-- RONY!!! – Harry gritou indignado com a indiscrição do ruivo. Ele acabou de começar um relacionamento com a Luna e já dava com a língua nos dentes.

-- Ele não me disse nada! – Luna falou antes que Rony se manifestasse. – Por favor! Você não pode achar que sou tão burra assim, não é?

Luna se expressava de maneira muito séria. Pela primeira vez os meninos não viam nenhuma alienação em sua postura. Ela falava claramente e racionalmente, como se tudo fosse claro como a água! A garota bufou um pouco contrariada antes de continuar...

-- Ora, Harry! Você me pediu um conselho, lembra? Você passa cada minuto que pode com Mione desde que a salvou do lorde das Trevas e está mais feliz com isso, dá pra notar. Antes do meu conselho você olhava para ela divagando, agora você a admira ou simplesmente sorri.

Harry escutava estupefato! As mulheres realmente eram perceptivas assim, ou eles estavam dando muita bandeira mesmo? Não podia se dar ao luxo de mais alguém notar! Se Hermione ficasse exposta talvez nem pudesse lutar! Talvez fosse melhor ela não lutar, realmente! Pra que se arriscar a perdê-la? Antes que Luna terminasse de dizer “Acho melhor você ir procurá-la”, Harry já havia saído do salão.

O rapaz foi direto para a biblioteca e, como esperava, encontrou Mione debruçada sobre vários livros. Um era intitulado As últimas grandes batalhas bruxas. Outro era Arte das Trevas: vencê-la depende do poder interior de cada um.

-- Mione...

-- Olá, Harry! – a garota o olhou de relance antes de abrir o Guia de feitiços avançados
para defesa. – Melhor não chegar muito perto! Não quer que nos vejam, não é?

Harry notou o sarcasmo, mas falou o que tinha em mente mesmo assim!

-- Por que saiu daquela forma? – Hermione se limitou a esconder o rosto enquanto virava a página de um dos livros empoeirados. – Aquele gesto chamou a atenção da Luna, sabia? Não podemos nos dar a esse luxo! – Harry viu os dedos da garota apertarem a capa dura do livro até as juntas ficarem brancas. – Vamos lá, Mione! Hoje não é o dia pra você ficar indignada...

-- Indignada?! Indignada?! – ela finalmente respondeu colocando o livro sobre os demais e levantando uma densa nuvem de pó. – Eu não estou indignada! Estou magoada! Será que você não percebe? Você me salvou! Você mesmo disse que ele provavelmente já sabe e mesmo assim você me afasta! Pra quê tudo isso então? Nós podemos morrer, Harry, e me ignorar não vai mudar esse fato!

-- Justamente por isso que quero evitar! Por que podemos morrer! E você pode vir a ser o alvo principal!

-- Eu estou cheia disso! – Hermione suspirou desolada e se aproximou do rapaz. – Se você tivesse que escolher, quem você salvaria? Eu ou o Rony?

Harry foi pego de surpresa e deu um passo para trás, olhando-a com incredulidade. Ela não podia perguntar isso para ele! Não tinha o direito! Ele não podia fazer essa escolha! Hermione sorriu ternamente e segurou a mão do rapaz antes de dizer:

-- Está vendo? Eu não sou mais importante! Nem o Rony é e nem ninguém! Ser sua namorada não me torna melhor que ninguém! Todos sabemos que você jamais faria uma escolha dessas, seja com o Rony ou com qualquer outra pessoa. E tenha certeza que seu inimigo também sabe disso.

Harry olhou para ela. Ele sabia que ela tinha razão, mas quando seus olhos deparavam com os dela, tudo era diferente. Ele sabia que não poderia perdê-la. Sabia que não valeria à pena salvar um mundo onde ela não estaria. Ele não poderia se arriscar...

-- Eu não posso me arriscar... – o rapaz disse baixinho

Hermione soltou a mão de Harry e com os olhos transparecendo decepção saiu da biblioteca. Harry não a seguiu. O olhar dela destruiu qualquer reação que ele pudesse ter. Não esperava que o dia do confronto final fosse assim. Esperava que estivesse confiante e sem preocupações e não que estivesse apavorado e brigado com a mulher que amava.

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