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21. "Raiva, inquetação, respostas?


Fic: Lágrimas da Lua


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CAPÍTULO VINTE E UM:  "Raiva, inquetação, respostas?"


 


Ele sabia como andar para descarregar a raiva. Já fizera isso antes. Caminhou pelos campos, deixando o luar orientá-lo. Pensar não era o mais importante; o fundamental era movimentar o corpo.
Subiu para os penhascos, deixando que o vento e a água desanuviassem a sua cabeça. Mas a raiva não queria passar. Entregara o seu coração a uma mulher que tinha pouca consideração por ele como homem. Enviara a sua música para alguém! Um estranho, um homem que nenhum dos dois jamais encontrara pessoalmente, jamais pudera medir, avaliar. E não lhe dissera nada antes. Apenas seguira o seu capricho, esperando que ele aceitasse tudo. Pois ele não iria aceitar. Hermione pensava que ele não era capaz de perceber a sua linha de pensamento? Até que ponto ela imaginava que ele era ignorante?
 Harry é do tipo afável, sem dúvida, e até bastante esperto, à sua maneira, pensava Hermione, mas não iria se mexer se ninguém lhe desse um pontapé no rabo. Fora o que ela fizera. Se um homem passa metade do seu tempo absorvido a fazer música, é melhor descobrir se não podemos fazer alguma coisa prática com isso. Só que a música pertencia a ele, não a ela, que nunca sequer se dera ao trabalho de fingir que a compreendia e apreciava. E o que sabia o tal de Malfoy sobre música? Celtic Records, murmurou a mente de Harry.
 Ora, tu já estudaste essas coisas o suficiente para teres noção do quanto o Malfoy e outros parecidos sabem sobre música. Para quê tentar imaginar o contrário?
- Mas isso é irrelevante - resmungou Harry. Ele atirou uma pedra do alto do penhasco.
Não decidira antes que, depois de conhecer Malfoy, de ter uma impressão mais profunda sobre o homem, consideraria a possibilidade de lhe mostrar a sua música? Uma canção que ele escolheria. Uma canção que considerasse a certa. Porque a obra era sua, de mais ninguém.
E quando fora a última vez em que decidira que uma canção estava pronta, terminada e certa? Nunca, ele foi obrigado a admitir. E atirou outra pedra, sem pensar.
Malfoy queria comprar. - Essa é demais! Harry sentou-se na beira do penhasco, fazendo um esforço para separar a raiva do resto. Como poderia explicar a alguém o que sentia quando tirava as notas e as palavras do fundo do seu coração? Que isso constituía, por si só, uma alegria serena e maravilhosa. E que o resto, a iniciativa de fazer alguma coisa com a canção, como Hermione expressara, deixava-o com a sensação de se encontrar na extremidade de um penhasco.
Não estava preparado para o salto. Agora fora empurrado, o que o deixava ressentido. Mesmo que o resultado fosse algo que queria, o empurrão fora indesejado. E era isso que Hermione jamais poderia compreender. E se não podiam compreender um ao outro, o que restava entre os dois?
- O orgulho é importante para um homem - comentou Carrick, sentado numa pedra. Harry mal olhou para ele. - Estou no meio de uma crise pessoal. Prefiro ficar sozinho, se não te importares.
- Ela deu um valente golpe no teu orgulho, e não te culpo pela atitude que assumiste. Uma mulher deve saber qual o seu lugar... e, se não sabe, precisa que lhe seja mostrado, sem qualquer sombra de dúvida.
- Não é uma questão de lugar, seu burro arrogante.
- Não descarregues em mim, rapaz - protestou Carrick, jovial. - Estou contigo, neste caso. Ela exagerou, com toda a certeza. Em que estava e pensando essa mulher, ao pegar numa coisa que te pertencia para mostrar a um estranho? E não importa que você a tenha dado. Foi apenas uma espécie de presente, pode-se dizer assim. Apenas um detalhe técnico.
- É verdade.
- Eu sei. E ainda por cima, como se já não fosse desfaçatez suficiente, o que faz ela? Providencia para que tenhas a noite de folga...
- Foi ela quem tratou disso? - Por falta de alguma coisa mais satisfatória, Harry atirou outra pedra para o penhasco. - Eu sabia que não estava louco!
 - Ela brincou com a tua mente... foi isso que ela fez. - Carrick sacudiu a mão. Lançou a pequena estrela na ponta dos dedos para o mar, produzindo uma luz prateada na sua esteira. - Preparou o jantar, deixou tudo bonito para ti, até ela própria. Jamais conheci uma mulher mais insidiosa.(N.A: Carrick tá zuando com a cara dele, kkkk) Fizeste bem em livrar-te dela. Talvez devesses olhar de novo para a irmã, no final de contas. Ela é jovem, mais flexível, não concordas?
 - Oh, cala essa boca! Harry levantou-se e afastou-se, ficando sério ao ouvir a gargalhada divertida de Carrick.
- Já te afundaste, jovem Potter! - Carrick lançou outra estrela sobre a água. - Ainda não te resignaste a esfriar a cabeça, mas já é o que acontece. Porque preferem os mortais, durante metade do tempo, sofrer em vez de dançar?
 Quando ele moveu o pulso desta vez, tinha um cristal, liso e transparente como uma poça de água. Passou a mão por cima, e contemplou a imagem que surgiu lá dentro. O rosto continuava lindo, os olhos verdes e meigos como a relva coberta pelo orvalho, os cabelos claros como o sol de Inverno. - Tenho saudades tuas, Gwen. Com o cristal comprimido contra o coração, ele chamou o cavalo branco alado, a fim de subir pelo céu, como fazia noite após noite.

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