Capítulo 2
Trégua sob consulta
Harry e Gina, mal podiam andar pelo corredor central do salão, pois os vai e vem de alunos que se encaminhavam para suas mesas, deixava impossível achar um bom lugar para sentar à mesa da Grifinória. Ainda entre um desabafo e algumas lágrima de Gina, eles não perceberam que eram observados por alguém na mesa da Sonserina.
No apinhado de gente, Gina percebeu que Draco se aproximava em sua direção. Seus olhos pareciam preocupados, mas assim que pos os olhos em Harry e viu que ele a acompanhava com uma das mãos apoiada ao ombro dela, o rosto do loiro se estreitou de raiva e Gina viu o mesmo olhar frio e trasbordava raiva. Antes que acontecesse um duelo mágico ali mesmo no corredor, a ruiva se apressou e falou a Harry:
-Harry, pode ir sem mim.
-Está bem, mas vou guardar um lugar pra você.
Harry se afastou e logo sumiu entre o time de quadribol da Grifinória. No mesmo instante, Draco para em gente a Gina, mas são camuflados por um grupo distraído de lufanos e corvinais, que pareciam discutir sobre o sobrenome de alguém em Aritmancia.
-Você está ficando maluco – Gina se sobressalta e sussurra, tentando disfarçar.
-Você está bem?
-Tô, to bem.
Alguns olhares são lançados para o casal incomum, mas Draco pareceu mais preocupado com o machucado no braço da garota.
- O que aconteceu? - Draco pareceu furioso - Foi aquele...
-Aqui não!-Gina o censurou - Me encontre na sala precisa daqui a 15 minutos. - Ela saiu empurrando o garoto, o que poderia parecer perfeitamente normal para os que observavam a cena.
Assim que Virginia entrou na sala precisa, Draco já estava a sua espera. Parecia nervoso, mas antes de tudo existia fúria em seus olhos. Ela sabia que Draco já não tinha uma "simpatia" pelo seu irmão, e depois do que Ron fez a ela só podia piorar tudo. O vermelhão que Rony deixara, agora aparecia um leve arroxeado na pele branca da Grifinória. Ele se levantou, aproximou sem muita expressão, segurou sua mão como se a examinasse, levantou a manga de suas vestes da escola, deixando a mostra do que o irmão fizera.
- Olha isso... -ele tocou o machucado fazendo ela deixar escapar um suspiro de dor - ...É assim que ele te protege?
Gina puxou as veste para o lugar e se afastou dele falando mansinho.
-Querendo ou não, ele é meu irmão, Draco.
O garoto estremeceu, toda vez que ouvia seu nome ser pronunciado por aquela voz tão doce, ele estremecia. Ele, o eterno sedutor, que jamais cedeu a nenhum capricho de alguma garota, fraquejava toda vez que via aquela garota de cabelos de um vermelho quase dourado, as sardas salpicadas em seus delicado rosto, convidando a beijar cada uma delas e acabava percebendo que tudo nela era o seu maior desejo. ELA! Somente ela. Sem família, sem amigos, sem brasões de escola, sem diferenças, nada dessas futilidades sociais.
Draco se aproximou da ruivinha, era notável que fosse muito mais alto que ela, seu físico atlético por causa dos treinos de quadribol haviam lhe beneficiado. O garoto, mesmo assim, segurou pelos ombros dela e a virou, para que pudesse ver o rosto delicado da sua menina.
- Muito bem, Virgínia. Me prometa que não vai mais andar por ai com aquele Potter-testa-rachada.
- Draco! Isso não... – o sonserino logo a interrompeu.
- Eu não quero ver você novamente com aquela aberração, está me ouvindo? – Draco lançava um olhar frio para ela - eu juro que eu estuporo...- Ele prendeu a fala por um momento, mas falou com raiva -... Vocês dois!
- O quê?! - Gina olhou com assombro - Você é maluco!? Eu não tenho nada com Harry! Chega, Draco. Acabou! Você vive de implicância com todos que se aproximam de mim, mas parece que eu tentei ignorar a presença daquela...Daquela...-Fez uma cara de nojo - Parkinson! Eu tentei mesmo, mas não dá. – Ela apontava o dedo para ele ameaçadoramente – Por que eu tenho que abandonar os meus os amigos por causa do seu ciúme, se você vive com aquela sanguessuga pendurada no seu pescoço pelos corredores, hein? Pois se for pra ser assim... Então acabou Draco Malfoy. – Gina deu as costas para ele, mas era só uma tática fajuta de esconder as lágrimas que desciam pelo seu rosto.
-Você está terminando comigo? - Draco não conseguia acreditar, nunca levara um fora de uma garota antes, e não deixar aquela ruiva escapar ilesa da relação - Depois de tudo que a gente já passou? - ele falou com uma voz mansa e deslizava a mão pelas costas da garota que parecia lutar contra aquilo -Virgínia... você nunca vai se separar de mim... -ele sussurrava ao ouvido dela - Você sempre será minha...Eu transformei você em uma mulher... linda, que não consegue resistir aos meus encantos.
- Não Draco, Eu não vou continuar com você só para te agradar...Eu não...vou -Ela tentava resistir.
- Se terminar comigo...Vai desejar nunca ter me conhecido. - Draco mostrava um sarcasmo em seu sorriso com a voz arrastada - Vai desejar me ver todos os dias...não terá um só dia de paz, eu não te deixarei em paz. Você será capaz de se declarar na frente de todos pra me ter de volta...E isso é uma previsão do que esta por vir.
Draco largou a ruiva no meio da sala precisa, um pouco abalada, mas saiu sem olhar para traz. Gina viu que cometera o um grande erro. Expulsou da sua vida, a única pessoa que a entendia, que lhe fortalecia e protegia das loucuras de seu irmão. Era como o seu coração gritasse por Draco, mas era tarde demais.
Draco sai da sala inabalado por fora, mas por dentro, o seu peito parecia estava explodindo de raiva. Ele nunca imaginou gostar de alguém daquele jeito, sentia naquele momento um desespero inacreditável. Conseguiu caminhar até o final de um corredor vazio e se deixou desabar no batente da escada. Afrouxou a gravata que estrangulava sua garganta e se debruçou sobre os braços, apoiados nos joelhos, quando houve alguns passos atrás dele. A luz dos archotes mostrava a sobra de uma garota que Draco sabia no mesmo instante. Era a sua pequena.
- O que você quer aqui já não disse tudo o que tinha para me dizer Weasley? – O sonserino falou com uma voz de despreso.
-Já, só não disse uma coisa. – Gina se acomodou ao lado dele na escada.
-Vai embora, Weasley. -Draco disse essas palavras com grande desprezo.
- Eu sei que você está magoado, sei...
-Você não sabe nada – Ele olhava para ela indiferença - Você não e nada!
-Sou sim. – Gina disse docemente - sou a sua namorada e você gosta de mim. Eu sei que gosta.
Draco ficou atordoado com as palavras de Gina. Como, depois de tudo que ele disse a ela, isso parecia não magoá-la. Com um gesto carinhoso a ruiva segurou em sua mão e o levou de volta a sala precisa.
As grandes janelas da sala mostravam o sol alto do inicio da tarde, mas nenhum dos dois parecia se importar com o mundo lá fora. Naquele momento, a coisa mais importante era que os dois estavam juntos, depois de uma briga feia que fora esquecido enquanto Draco acariciava os cabelos de Gina e ela depositava, delicados beijos no pescoço dele.
-Gin, eu quero que você me prometa que não vai mais ficar andando com o Potter por ai.
-Só se você prometer que não vai mais falar mal do Harry.
-Gina?! – Falou Draco em protesto.
-Promete?
-Tá, tá... Mas se eu souber que você fica andando sozinha por ai com aquele... Potter. Eu frito aquele... Grifinório. –Draco se conteve nos comentários, mas sempre fala com desprezo, arrancando alguns risos de Gina.
-Eu prometo.
Ela sorriu e Draco a puxou mais para perto dele, fazendo com que sentisse a respiração apressada. Os dois se beijaram, sentindo o gosto de cada um e deixando um calafrio percorrer o corpo. Gina não conseguia resistir e logo já se desmanchava nos braços dele. O perfume dela e o gosto de menta que Draco deixa em Gina, aumentavam a urgência de amarem ali mesmo. A sala precisa sempre sabe o que cada um necessita e naquele momento, vários cobertores grossos surgiram no chão. Ele a segurou em seus braços e a deitou sobre eles. Com cuidado e toda atenção, ele desabotoava cada botão da blusa, revelando a pele branca com pequenas sardas, que decoravam a pele quente e macia dela.
Ele beija a barriga lisinha de sua menina e desce uma das mãos pela saia. Abrindo o zíper e deixando mostrar a peça intima, que era tão branca quanto ela. Draco se rende aos beijos dela, enquanto é despido com certo nervosismo pela garota. Os dois se entregam à um ritmo apaixonado do amor, até que Gina murmura um gemido de prazer e Draco se deixa cair pela satisfação ao lado dela, com um sorriso carinhoso e a aconchegando em seu peito, fazendo-a dormir tranqüilamente.
Quando Gina acordou, o sol já não aparecia no horizonte, mas só se via a mancha alaranjada do pôr do sol. Ainda confusa nos horários, pois havia perdido um dia inteiro de aula, percebe que Draco não estava ao seu lado dormindo. Foi exatamente quando a por da sala precisa se abre e ele entra com a mochila cheia de comida e segurando uma garrafa de suco de amora.
-Onde você foi –Ela o beijou o observando confusa - que horas são?
-Quase perdemos o jantar - Draco come um pedaço de pão de abóbora.
-Já passou a hora do jantar
- Já.
-Eu tenho que ir, Ron deve estar me procurando – Gina fez menção sem se levantar.
-Espera, - ele segurou na mão dela - não vai agora.
-Eu tenho que ir... – Gina fala com uma pontinha de tristeza.
Gina sai correndo para a sala comunal da Grifinória, mas naquela hora todos já deviam estar nos dormitórios se preparando para dormir, apenas um vulto debruçado sobe a mesa. Por um momento teve medo de que fosse Rony esperando por ela, mas logo o vulto se mexeu e murmurou algo com uma voz feminina. Ela se aproximou com certa cautela e viu uma profusão de cabelo cor castanha esparramada sobre os livros e viu que se tratava de Hermione. Antes que Gina pudesse acordá-la, o livro de História da Magia caiu no chão fazendo-a acordar assustada. Gina sabia que a amiga iria pergunta o que ela estava fazendo ali àquela hora, mas deu chance alguma para ela argumentar, tratou de ajudá-la a subir as escadas com o material pesado e tratou de ir para o seu dormitório o mais rápido possível, sem da tempo para ela pensar. Ainda quando subia as escadas, Gina relembrava o dia maravilhoso que passou, nos beijos que um certo sonserino lhe dera a poucos minutos atrás. Não precisava dormir, pois já sonhava acordada.
No dia seguinte, Gina acordou tão feliz que desceu as escadas do quarto aos pulos, mas mal chegando ao ultimo degrau Rony aparece em sua frente, com cara de preocupado.
-Onde você estava ontem Gina? Ficamos preocupados! Não te vimos o dia inteiro...Eu queria pedir desculpas por ontem, eu não queria te machucar, fui um idiota...
-Você não tem o direito de ficar me perguntando aonde eu vou e com quem. Olha Rony, eu já sou grande, sei cuidar de mim o contrario de você...-Rony baixou a cabeça - eu não quero sentir raiva de você, eu te amo muito!
-Sei que agi mal, mas é que você é minha irmãzinha!Prometo que vou parar de te vigiar, me desculpe!
Gina Ficou tão contente com a trégua que abraçou Ron o mais forte que podia. Finalmente ele havia voltado ao normal. Logo em seguida Harry surgiu contente ao ver os dois fazendo as pazes.
-Bom dia, pelo visto estão se dando bem. – O capitão sacudia analisava um pergaminho cheio de estratégias para o time e continuou com animação - Lembre-se que hoje temos treino de quadribol, hein. – Ele observa todos –E ai? Vamos tomar café?
-Vamos, tô faminto - disse Rony
-Eu encontro vocês lá, - Gina já se sentava em uma das poltronas da sala comunal - depois a gente se fala.
-A gente pode te esperar. – Mione sorriu a acompanhando até as poltronas.
-Não precisa, eu ainda vou dar uma olhada no meu relatório de Aritmancia.
-Então a gente guarda o seu lugar – Harry insistiu
-Não! – Gina sorriu nervosamente - Quero dizer; não precisa gente.
-Então, tudo bem. A gente se ver mais tarde.
Gina não sabia como ficar sem falar com o Harry, eles haviam se tornados grandes amigos desde então, como poderia ignorar a segunda pessoa que havia ajudado ela e Ron terem feito as pazes? Era como pedir para ignorar as partidas de quadribol na toca, a ajuda que ele fez ao s gêmeos com a loja e principalmente quando ele a salvou do próprio Lorde das Trevas. Não seria justo tentar esquecer um grande amigo. Não era justo nem com ela e nem com Harry. Um turbilhão de pensamentos passou por sua cabeça, uma angustia incontável preencheu o seus peito e por um momento, sem pensa nas conseqüências, ela saiu correndo pela sala comunal e atravessou os corredores até alcançá-los na porta do Salão Principal, pegando todos de surpresa.
-Ué? Desistiu do relatório? – Falou Hermione, enquanto a observava com curiosidade.
-Depois eu dou uma olhada nele, - Diz Gina, puxando Ron e Mione para dentro do Salão. – mas e ai? Do que vocês estavam rindo?
Harry continua a explicar a piada do unicórnio com o tresdálio, e o grupo cai na gargalhada novamente. O café da manhã pareceu o melhor de todos os tempos e se não fosse por Mione, todos chegariam atrasados nas aulas.
Poções era a primeira aula com a turma Corvinal e por sorte, Luna havia guardado seu lugar. Os alunos ainda perambulavam pela sala, conversando ou tentando praticar alguma azaração no colega da outra casa.
-Olá, como você está? – Luna perguntou displicente enquanto observava um bisbilhoscópio cor de limão fluorescente - Estranhei ontem você não apareceu para jantar, – Ela guardou o objeto com um sorriso – estava ótimo.
-Eu estava... – Gina procurou as palavras, mas Luna já sabia do que se tratava.
-Com ele? - Luna aponta para porta e Draco está lá em pé, ele entra na sala e vai em direção a mesa do professor Snape.
-Turma. -diz Snape – Silencio! Todos conhecem o senhor Malfoy do sétimo ano, a partir de hoje ele será meu ajudante. Alguma pergunta?
A turma permaneceu em um silêncio, até o professor dar as costas e um farfalhar de papeis tomou conta do lugar e ele continuou –Então, vamos começar.
Snape passou uma grande quantidade de deveres, mas Gina ficou atordoada com o preparo do Elixir Perenes que pareceu bem complicada de entender e também porque Draco olhou para ela no final da aula e não conseguiu terminar a poção. Depois que o ultimo aluno foi embora, restou o dois sozinho na sala.Gina caminhou com um sorriso malicioso até a mesa onde Malfoy estava, e pra sua surpresa ele a olhava com desprezo e falou com uma voz arrastada.
-Estava divertido o café da manhã?
-Hoje não Draco, foi tão bonito ontem - ela passa a mão no cabelo dele falando com doçura – olha, vamos conversar em outro lugar?
- Não! Eu já disse que eu não gosto do Potter, eu não quero você com ele. Será que você não entende isso ou eu vou ter que desenhar?
Gina olhou para ele com raiva, estava cansada das suas atitudes infantis de um garoto mimado.
-Eu tentei, juro que tentei, só que eu não agüento. Você não entende? - Gina dá as costas e vai embora.
Draco vê a ruiva correr para fora da sala. Era como se seu coração fosse arrancado por ela, no momento em que deu as costas para ele. Era duro vê-la chorar, e por sua causa. Não podia suportar aquela besta-de-cabeça-rachada, mas não podia correr atrás dela. O que todos iriam dizer? E mais uma vez Draco ignorou. Estava quase morrendo por dentro, mas ignorou.
Os dias se passaram e Gina fazia o possível para ignorar a todos. Rony perguntava menos que antes, por causa dos olhares severos de Mione. A Ruivinha voltou a falar normalmente com Harry, o que parecia não afetar em nada Draco, que fazia questão de ignorá-la nas aulas de poções. Certa vez chegou a deixá-la falando sozinha na frente da turma no final de aula, para o desespero da ruiva. Nada parecia abalar aquele iceberg (Malfoy), mas Gina tinha um plano, e queria colocá-lo em prática no exato momento.
O plano era simples, ela investigou se ele estava saindo com alguém, e percebeu que rejeitou todos os convites que lhe fizeram para a visita em Hogmeads, ficou sabendo que se trancava no seu quarto depois do jantar e só saía para o café da manhã. Fazia questão de não falar com ninguém, mas era visto nos corredores, sempre acompanhado de garotas. Gina maquinou e estava claro, era tão obvio! "Ele ainda está apaixonado por mim!" - Disse a ruiva.
-Eu preciso achar um jeito dele ter que dizer isso. - Disse Gina para Luna, enquanto caminhavam para a sala de poções.
-Você realmente quer fazer isso? - Luna pareceu sonhadora. - Pode dar errado.
-O que tivesse de dar errado já devia ter acontecido! - Disse Gina esperançosa.- O que vai me custar uma conversa?
O que poderia parecer uma conversa inofensiva estava tomando o rumo para a catástrofe. Gina atravessou a biblioteca até a mesa onde Malfoy e a sua gangue estava. Ao notar a presença de Gina, Draco começou a alvejá-la de piadinhas indiscretas.
-Olha só! A Weasley tá precisando de ajuda? - Draco revirou os bolsos e tirou três galeões e jogou de qualquer jeito na mesa. - Talvez isso pareça uma fortuna pra você, mas acho que você nunca viu um galeão na vida, não é Weasley?
Todos à mesa soltaram uma risada contida. Mas o garoto continuou a falar:
-Que foi? Perdeu a língua, pobretona?
Ela ficou olhando ele por alguns segundos, tentando se convencer a falar tudo que tinha em mente mas a coragem sobre aqueles olhos frios desapareceu fazendo-a dar meia volta e se sentar em uma mesa onde Luna aguardava cheia de expectativas. Seja lá o que fosse falar, não queria falar naquela situação. Draco continuou a rir da atitude dela, mas Gina parecia estar totalmente sem entender, por que ele fazia aquilo? Por que ele não falava mais comigo? Então, do nada, seus olhos marejaram depois que voltou a mesa, era visível. Com sua têmpora ruborisadas, Luna, cuidadosamente, abriu um grande livro para que Gina pudesse se esconder dos olhares agressivos que os sonserinos lhe lançavam.
Draco notou que Gina chorava, mais uma vez seu coração se apertou. Sentiu um nó na garganta e a sua única vontade era de abraçá-la, mas não podia. Ela era uma Weasley, uma Grifinória e mais nova que ele, esfriou o pensamento e saiu sem olhar para a garota.
N/A: Obrigada a vcs que estão gostando da fics, continuem acompanhando.
amo muito todos vcs!