_Hei! Até que enfim, hein? Achamos que teríamos que começar sem vocês! – Hermione falou quando Gina e Rony passaram pela passagem da Sala Precisa.
_Desculpem! Treino! – Gina falou sem graça.
_Não sei como vocês ainda conseguem pensar em quadribol com tudo o que está acontecendo! – Hermione ralhou.
_A vida continua, Hermione! – Rony provocou. – E depois a situação da Grifinória está bem complicada depois da derrota da Corvinal para Sonserina! – ele olhou de canto de olho para Harry. – Aliás! Por que você teve que jogar como você mesmo aquela partida? Por que não jogou como o Malfoy jogaria?
_Eu tinha que chamar a atenção de vocês! – Harry se justificou. – E deu certo, já que com isso eu convenci a Gina de que era eu mesmo!
_E nos colocou em penúltimo lugar na tabela! – Rony reclamou.
_Ah, vamos! Parem com isso! – Hermione pediu. – Temos coisas mais importantes aqui em que pensar.
_Só um minuto, Hermione! – Rony pediu. – A Sonserina enfrenta a Lufa-Lufa na próxima semana, depois nós jogamos contra Corvinal. O que você vai fazer, Harry? Jogar de novo?
_Posso jogar, mas como não preciso provar nada para ninguém...
_Se o Potter vai jogar no meu lugar, então eu vou jogar no lugar dele! – Draco se pronunciou.
_Nem pensar, Malfoy! Eu sou a nova apanhadora do time! – Gina protestou.
_Mas jogar com o Potter e não ter apanhador vai dar na mesma! – Pansy esperneou. – Não é justo!
_Detesto admitir, mas a Parkinson tem razão! – falou Hermione. – Mas isso é um assunto para outro momento, não é? Vamos ao que interessa! Alguém descobriu alguma coisa de útil?
_Não... – responderam todos ao mesmo tempo, desanimados.
_Será que vamos ficar assim para sempre? – Harry perguntou. – Não é possível!
_Tem que haver um jeito! – Rony falou.
_Eu gostaria de voltar a tempo do jogo... Estou com saudade de usar o nosso uniforme de novo... – Harry falou tristonho.
_De novo quadribol não, né? – Hermione retrucou. – Se não podemos destruir a horcruxe com um feitiço direto, deve ter um jeito de destruí-lo indiretamente. Algo me diz que acabar com a horcruxe acabará com o feitiço de troca também.
_Mas como? – Pansy indagou.
_Quem sabe um elfo? – Rony falou pensativo.
_Um elfo? – Hermione se interessou.
_É! Elfos têm poderes próprios, não precisam de varinha. De repente o efeito do feitiço num elfo não é o mesmo que num humano. Talvez ele consiga destruir a horcruxe sem ficar com a alma presa.
_Mas e se o efeito for o mesmo? – Gina perguntou. – E se prendermos a alma do tal elfo e libertarmos a alma de Voldemort novamente.
_A alma de Voldemort em um elfo não vai ser tão perigosa, não é? – Pansy concluiu. – Além disso, um elfo é bem mais fácil de matar que...
_O quê?! – Hermione se levantou de repente. – Você disse matar um elfo?!
_É Granger! Um elfo a mais, um elfo a menos!
_O quê? – Hermione estava vermelha de raiva. Pansy sacudia os ombros sem compreender a importância que Hermione dava a um simples elfo.
_Hei! Ninguém vai matar elfo nenhum, ok? – Rony se prontificou. – São seres vivos como nós! Foi só uma sugestão! - Hermione olhou para ele com os olhos arregalados de admiração. – Fica calma, Hermione, vamos achar outro jeito.
_Pois eu acho a idéia do elfo válida... – disse Gina. – Mas é claro que não passou pela minha cabeça matar nenhum deles! – ela explicou logo.
_E o que você pretende fazer se a alma do Lorde for para o corpo do elfo, Weasley? – Draco perguntou. – Os elfos podem ser seres inferiores, mas tem magia própria. Podem aparatar de lugares dos quais nós não podemos, inclusive de Hogwarts! Seria uma questão de tempo até ele encontrar um outro corpo para possuir!
_Mas ninguém vai matar elfo nenhum, Malfoy! – Rony bufou. – Sua família pode estar acostumada a isso, mas nós não! Esqueçam a idéia dos elfos!
_Rony... – Hermione suspirou. – Eu nunca imaginei que você pudesse... Sempre achei que você...
_Eu não sou tão sem coração quanto pareço, Hermione! – ele falou meio ruborizado. – Eu posso não ser a favor do FALE, mas também não acho certo sair por aí matando os coitados. Eles já sofrem demais nas mãos de certas famílias! – ele olhou severamente para Draco e Pansy.
Hermione sufocou uma exclamação de felicidade.
_Hum, hum... Desculpem, mas o assunto aqui não são elfos! – Harry lembrou.
_Desculpe! – Rony falou. - Qual é a alternativa, então?
_Acho que só há uma pessoa que pode nos ajudar... – Hermione falou retornando ao seu estado normal.
_Quem?
_Dumbledore!
Harry, Gina e Rony fizeram caras entusiasmadas. Pansy agiu como se Hermione tivesse citado um zonzóbulo e Draco se remexeu desconfortavelmente na cadeira.
_Não acho certo ele ficar assistindo nossos treinos! – Rony resmungou pela enésima vez naquele dia.
_O que ele pode fazer, Rony? – Gina perguntou, também pela enésima vez.
_Contar para aquela namorada dele e aí ela passa tudo para o time deles!
_Ai! Desisto, Ronald! – ela desceu da vassoura no fim do treino.
Gina atravessou o campo com Rony ainda reclamando atrás dela. Draco saiu da arquibancada e acompanhou o grupo em direção ao salão comunal. No caminho encontraram Harry e Gina sorriu para ele, incontida.
_Gina? – Denis perguntou. – Que é que está acontecendo entre você e o Malfoy?
_O que? – ela pareceu lembrar-se que não estava sozinha.
_Você e o Malfoy! Faz tempo que eu reparei! – ele ficou sério. – No dia em que eles ganharam da Corvinal você foi atrás dele no vestiário!
_Foi atrás de quem? – Draco se aproximou de Gina, enlaçando a mão dela.
_Hei! Alô Harry!
_Oi...
_Denis... – Gina sussurrou.
_Oi Denis! Como vai o seu irmão?
Gina se admirou realmente. Nem ela, e era uma vergonha pensar nisso, se lembrava do acidente com Colin.
_Ah! – o rapaz abriu um belo sorriso. – Está melhor! Já consegue se lembrar de algumas coisas! Ele vai ficar contente quando eu disser que você perguntou dele!
_Claro, claro... – ele o olhou com indiferença. – Vamos Wea... Gina?
_Uhm hum... – ela falou apenas. – Dê lembranças ao Colin, Denis.
_Claro! Tchau!
_Garoto patético! E você também, Weasley! – eles continuavam de mãos dadas. – Eu sei que sou irresistível, mas pare de olhar para o meu corpo como se fosse água no deserto! – ele debochou.
_Quem disse que eu olho desse jeito para “o seu corpo”?
_O próprio Denis deu a entender.
_Vocês estão realmente se esforçando, hein? – Pansy os surpreendeu a caminho do salão principal.
_Foi só uma encenação! – Draco se prontificou. – Ou a Weasley colocaria tudo a perder!
_Sei... – ela cruzou os braços e ficou encarando-os.
_Hum... Eu vou indo... – Gina falou insegura. De qualquer maneira era estranho deixar “o corpo do Harry” com Pansy.
_Não faz essa cara, Pansy! – Draco falou assim que Gina se afastou alguns passos. – É sério! Já tem gente desconfiando da paixonite dela por mim... Quer dizer, pelo Potter no meu corpo, entende?
_Hum... Mas você não precisa ficar andando de mãos dadas com ela para todo canto, Draco! Como se eu não te conhecesse!
_É claro que você me conhece! – ele sorriu charmoso e caminhou até ela. – E sabe que eu posso até reparar em outras, mas só gosto de você, não é? – e a segurou pela cintura.
_Para com isso, Draco! – ela deu alguns passos para longe dele. – É estranho! – ela olhou ao redor.
_Ah, qual é, Pan! Eu estou com saudades! – ele aproximou os lábios dos dela, mas ela recuou.
_Draco!
_Já sei! – sorridente, ele a puxou para um corredor vazio e começou a tentar abrir todas as portas que havia ali. Apenas a última se abriu. – Sabe há quanto tempo eu não tenho você? – ele a prensou na parede.
_Claro que sei! – ela fechou os olhos para ajudar a se convencer de que era mesmo seu namorado que a agarrava, e não Harry Potter.
A noite caiu rapidamente. A sala mal iluminada, e as mãos ágeis que agiam sob o comando de Draco, facilitaram as coisas. Draco a sentou sobre uma carteira empoeirada e começou a tirar a calcinha dela. Pansy já sentia o membro rígido tocar sua perna conforme ele se movimentava para despi-la. Abstraindo-se completamente dos óculos que atrapalhavam um pouco o beijo, Pansy começou a abrir a calça do namorado, já estando livre de sua peça íntima. Tinha acabado de fechar os dedos em torno do órgão de Draco/Harry quando a porta se escancarou.
_Aha! Eu sabia Potter! – Susan falou com a varinha apontada para os dois, a ponta iluminando a cena. – A escola toda vai saber o que o Santo Potter faz pelas costas da namoradinha dele! – ela ria enlouquecida. – E você, Pansy Parkinson! Aposto como o Malfoy vai gostar de saber disso! – ela fechou a porta novamente.
_Volta aqui sua... – Pansy tentou.
_Aonde você vai? – Draco perguntou meio atordoado.
_Como onde? Ela vai procurar o Potter! – Pansy se desvencilhou dele e apanhou sua calcinha no chão.
_E daí! Eu sei que você não estava me traindo de verdade! – Draco voltou a fechar as calças, a contra gosto.
_Você sabe, mas o resto da escola não! Como vão ficar nossas reputações quando a escola inteira achar que eu estou te traindo com o Potter?
_Vou ser motivo de piada na Sonserina! – ele concluiu.
_E eu também! Imagine! O Potter!
_Então vamos logo atrás daquela vadiazinha, mesmo porque vamos levar uma bronca, você já sabe, não?
_Você ficou louco, Malfoy! – Harry gritava no meio da Sala Precisa. – Agora a escola inteira vai ter certeza que eu surtei!
_Não exagera, Potter! Você já está acostumado com isso!
Rony fez menção de agarrar o pescoço dele, mas Gina não deixou. – Francamente, Malfoy! Ficar se agarrando com a Pansy e ainda usar o feitiço da memória numa aluna? Podia, pelo menos, ter deixado a Pansy fazer isso, não?
_Gina! – Harry exclamou.
_Bom... Ela bem que estava merecendo, Harry! – ela cruzou os braços, emburrada.
_Gina, não era eu... – ele falou incrédulo.
_Mas ela não sabia! – resmungou. – E sabia que você tinha namorada! Ela é uma...
_Chegou! Chegou! – Hermione entrou aos berros pela porta, assustando os que já a ocupavam. – Nossa! Que caras são essas?
_Mais confusões! – Rony falou impaciente. – Mas o que foi que chegou?
_A resposta de Dumbledore! – ela sacudiu a carta à vista de todos.
_E o que ele diz? – Harry esqueceu o incidente.
_Ele diz que vai pesquisar a respeito, mas que já tem uma idéia. – ela passou os olhos pela carta novamente. – Pede que nos encontremos com ele no Cabeça de Javali na próxima visita a Hogsmead!
_Pelo menos alguma coisa boa! – Pansy exclamou.
Susan saiu da enfermaria crente que havia sido acertada na cabeça por alguma coisa lançada por Pirraça, e o caso Pansy/Harry foi abafado com sucesso. Ademais, Harry foi obrigado por Hermione a andar pelos corredores sempre de mãos dadas com Pansy, assim como Gina com Draco, o que causava certo incômodo.
O clima entre Hermione e Rony, por sua vez, parecia muito calmo. Há dias eles não gritavam um com o outro. Hermione parou de dar aulas a Juan, e Rony se convenceu que entre ela e Harry não poderia haver nada. De resto, tudo parecia bem tranqüilo.
Os dias até o passeio a Hogsmead transcorreram a passo de tartaruga, mas finalmente chegaram. O clima estava agradável para um passeio ao ar livre, graças à proximidade do verão.
O grupo que se encaminhou até o Cabeça de Javali naquela tarde era o mais esdrúxulo já visto. Os dois casais trocados foram liberados do encargo de caminharem de mãos dadas, mesmo porque, ser o único casal que não dá as mãos estava deixando Hermione e Rony numa situação, no mínimo, constrangedora.
_Se eu soubesse que havia possibilidade de vê-los andando juntos, teria usado um feitiço parecido mais cedo! – um jovem sorridente e de olhos muito azuis, cumprimentou o grupo que chegava carrancudo.
_Dumb...
_Pode me chamar de Brian! – o jovem falou. – Como vai, Draco? – ele estendeu a mão a Harry com uma piscadela.
_Bem, prof... Brian... – Harry respondeu meio confuso.
_Venham, venham! – ele fez sinal para que os seguissem depois de cumprimentar a todos. Draco não tinha coragem de olhá-lo nos olhos e Pansy parecia não acreditar que aquele fosse seu velho ex-professor.
_Em que confusão vocês se meteram, não? – ele perguntou, abrindo com um feitiço, as sete garrafas de cerveja amanteigada ao mesmo tempo.
_O senhor sabe o que fazer, pro... Brian? – Harry perguntou pressuroso.
_Acho que sim, Draco! – ele piscou novamente. – Posso ver a jóia?
Harry tirou a correntinha do pescoço e a entregou ao jovem professor.
_Hum... Não há dúvida de que Voldemort era um bruxo inteligente! Mas antes... – ele guardou a correntinha na parte interna das vestes. – Há um problema, Harry, que nós temos que resolver com o ministério.
_Qual professor?
_Colin Creevey recuperou a memória...
_Que bom! – quase todos exclamaram.
_E o acusa de ter usado a maldição Imperius nele...
_O que, mas... O sr sabe...
_Sei sim, mas ele não... Precisamos decidir o que fazer...
_Professor... Hum, com licença, mas... – Gina começou. – O Colin adora o Harry. Talvez se contássemos para ele...
_É uma idéia srta Weasley, mas também é perigoso... Poderia vazar a informação de que Voldemort não está totalmente fora de combate, então...
_De novo não... Ninguém vai querer ouvir que Voldemort não se foi de verdade... – Harry falou desanimado.
_Exato... Por outro lado... – ele hesitou. – Podemos utilizar o feitiço da memória nele, e modificar suas lembranças...
_Mas isso seria perigoso! – Hermione exclamou.
_Muito... Suponho que a falta de memória dele até agora foi causada por um feitiço prévio...
_De fato... – Rony falou. – Você-Sabe-Quem parecia muito preocupado com a saúde de Colin na época, se lembram? Ele ia toda hora até a enfermaria...
_Não posso arriscar, professor! – Harry falou. – Ele sabe por que Voldemort o enfeitiçou?
_O objetivo era derrubar o sr Malfoy da vassoura...
_O que? – Pansy gritou.
_Será que podíamos pensar nisso depois? – Draco se pronunciou pela primeira vez. – Eu realmente gostaria de saber se o sr sabe de um modo para me levar de volta ao meu corpo! Ninguém vai ficar com raiva do Potter se disserem que ele ficou perturbado depois de vencer Você-Sabe-Quem! Todos o veneram!
_Muito prático, sr Malfoy! – Dumbledore falou. – De fato acho que poderíamos mantê-lo no corpo de Harry até a história ser esclarecida e saber como todos reagiriam, o que o sr acha?
Draco ficou ligeiramente vermelho e se calou na hora.
_Vamos resolver logo o caso da troca de almas, professor. Depois eu acho que posso conversar com Colin. Ele acreditou em mim uma vez, vai acreditar novamente, principalmente se o sr me apoiar!
Dumbledore sorriu carinhosamente: - Sabia que seria essa sua decisão, Harry. Agora... – ele levantou um braço e chamou o atendente do bar.
O homem veio até a mesa com cara de poucos amigos.
_O sr teria uma sala reservada onde eu poderia conversar com esses dois senhores a sós?
_Humpf! – o homem fez. Virou as costas para o grupo e caminhou até uma porta pequena e estreita no fim do bar.
_Fiquem aqui! – Dumbledore falou aos demais. – Podem pedir mais cervejas, por minha conta! – ele sorriu. – Senhores! – ele chamou Harry e Draco, que o acompanharam. Draco tremendo ligeiramente.
Dumbledore se trancou numa sala pequena e escura com os dois rapazes. Usou sua varinha para iluminar o lugar. Harry teve certeza de que, mesmo que tivesse sido convidado, Rony nunca entraria ali, tamanho o número de aranhas no lugar.
_Hum... Acho que aqui está bom! – Dumbledore conjurou uma mesa pequena e três cadeiras. Tirou do bolso das vestes uma bacia minúscula, que Harry reconheceu como uma miniatura de penseira, e que Dumbledore aumentou ao tamanho normal com um feitiço.
Do outro bolso ele tirou um frasco com um líquido transparente e despejou-o na bacia. Um cheiro forte subiu no ar e fez os rapazes lacrimejarem.
_Agora... – ele falou. – Suponho que se destruirmos, a horcruxe o feitiço da alma presa se extinguirá e os senhores voltaram aos seus corpos.
_O que tem aí, professor? – Harry perguntou.
_Água régia, Harry! Uma mistura de ácido nítrico e ácido sulfúrico concentrados!
_E o que mais?
_Só isso!
_Mas isso são substâncias que os trouxas usam! Não há magia nenhuma neles! – ele estava estupefato e começando a achar que Dumbledore realmente estava variando.
_Exatamente, Harry! – o homem sorriu, fazendo Harry ter certeza de sua caduquice. – Voldemort protegeu seu último fragmento de alma de todos os feitiços possíveis, mas não de técnicas trouxas! Mais um deslize que ele cometeu levado pelo seu desprezo as pessoas não mágicas!
Harry e Draco o olhavam sem entender, Draco mais ainda.
_Água régia é uma mistura usada pelos antigos alquimistas para dissolver ouro. Se destruirmos a parte física da horcruxe a alma de Voldemort não terá para onde correr, já que não usaremos feitiço algum! Simples, mas eficiente!
_Não há a menor chance da alma dele possuir o seu corpo, professor? Porque isso não seria nada bom! – Harry falou inseguro.
_Vamos torcer para que isso não aconteça, então! – Dumbledore riu divertido. – Em todo caso, sr Malfoy, talvez o sr possa continuar o que começou aquele dia na escola, eh?
Draco arregalou os olhos e ficou pálido.
_Brincadeira, brincadeira! – ele riu novamente e tirou um saquinho de veludo azul escuro das vestes. – Se eu for possuído, Harry, use isto! É uma pedra de aprisionamento. Aprisionará a alma dele novamente e ai teremos que pensar em outra coisa para fazer, mas só tire do saquinho se tiver certeza de que eu fui possuído, ok?
_S... Sim sr...
_Bom... Vamos lá! – Dumbledore tirou a correntinha de dentro das vestes e mergulhou cautelosamente na mistura dentro da penseira.
_Está demorando, não está? – Pansy perguntou impaciente. – Será que aquele velho gagá realmente sabe o que está fazendo?
_Claro que sabe! – Rony o defendeu. – Dumbledore é o maior bruxo que existe! Vai dar certo!
_Vejam! – Gina apontou para a porta no fundo do estabelecimento. Uma claridade azulada passava pelas frestas carcomidas da porta.
N/A: VAMOS COMENTAR, GALERA! É RAPIDINHO, SÓ DIZER O QUE ACHARAM DA FIC! BJÃO E OBRIGADA PARA QUEM LEU E COMENTOU!!! |