Caminharam de mãos dadas pelo corredor que leva até a Casa dos Gritos, seu melhor esconderijo, era tão bom quando seus amigos não podiam acompanhá-los durante a lua cheia...
Somente ele e Sirius, o dia todo, a noite toda...
Sentiu as mãos quentes de seu amor o segurnado pela cintura, assim que entraram no quarto. A respiração quente dele em seu ouvido, o fazendo se arrepiar. Sirius beijou seu pescoço, e lentamente ele se virou, dando inicio a um longo beijo.
_Senti tanta falta de poder estar assim com você, depoder te chamar de meu amor...!
_Ah, Sirius!- outro beijo. O moreno o apertou fortemente contra seu corpo e caminharam ainda se beijando até a cama.
_Bendita seja a Evans, que não deixou o Pontas vir com a gente!
_Não fale nada amor, somente me beije!- Sirius atendeu ao pedido de Remo, e se jogaram na cama, rolando e trocando carícias timidas.
Remo se deitou de costas na cama, e Sirius abriu seu casaco lentamente, retirando logo em seguida. Trocaram de posição e Remo retirou a camisa do parceiro, beijando delicadamente seu peito definido.
Lupin desceu as mãos até a barra da calça do namorado, mordiscando os lábios de Sirius, lentamente tirou a calça. Voltou, beijando as pernas de Sirius, retirou a cueca do moreno.
Sirius se mexeu e ficou em cima do lobisomem, rapidamente tirou toda a roupa dele, distribuindo beijos e lambidas por onde sua boca passava.
_Sinto tanto a sua falta Sirius!- exclamou Lupin, assim que Sirius voltou a beija-lo, os dois já nús na cama.
_Eu também meu amor, prometo que nunca mais vou te deixar...não aguentaria viver sem você...
_Eu também prometo!
Os dois se sentaram na cama. Seus membros se tocaram, e os dois gemeram.
Tocaram um no pênis do outro, se masturbando lentamente.
_Ah eu te amo tanto!- murmurava Remo, cada vez que Sirius aumentava o ritmo da masturbação.
Gritaram alto de prazer, as testas coladas e a respiração falhando. Ficaram assim por alguns minutos. Até que as mãos de Remo subiram pelo peitoral do moreno a sua frente, reacendendo a chama e o tesão dos dois.
Atendendo ao desejo de seu corpo Remo deita de brusos na cama, e sente o peso e a temperatura aconchegante de Sirius nas suas costas.
O animago sobe beijando as costas, bem em cima da espinha, fazendo o outro gemer e suspirar alto.
Remo levanta o corpo e se apoia na guarda da cama, Sirius encaixa seu corpo no dele lentamente, e um gemido morre na boca deles, por um ardente beijo.
Seus corpos mexiam-se como em um dança, com movimentos iguais, sensuais e ritimados; satisfazendo todo o desejo reprimido a semanas.
No momento final Sirius se abraça fortemente a Remo, e num último movimento forte, os dois urram juntos, liberando toda a ância do encontro.
Caem cansados na cama, dormem, mas poucas horas depois a transformação de Remo tem começo e eles já não podem mais se entregar ao prazer de dividirem a cama. |