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8. A última horcruxe


Fic: Ação e reação


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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_Por que você não me contou antes? – perguntei acariciando a mão de Gina, enquanto a sra Weasley a ajudava a se alimentar, embora ela não estivesse precisando de ajuda.
_Eu não tinha certeza, depois fiquei com medo... – ela respondeu fazendo careta para a preocupação da mãe.
_Medo? Medo de que? – eu perguntei ainda abismado. Ainda estava sobre o efeito do susto que tomei ao me dar conta de que Gina já estava grávida quando morreu da primeira vez.
_Você tão preocupado com tudo, a horcruxe e o fim dessa guerra maldita parecendo que não vão chegar nunca! Achei que você ia ficar bravo...
_Bom... Eu concordo que essa não seja a melhor época para ter um bebê, mas eu não poderia ficar bravo com você, Gina... – eu sorri carinhoso e me sentindo, depois de muito tempo, o cara mais feliz do mundo. A sra Weasley fungou emocionada ao nosso lado.
_Mãe! Será que a senhora podia nos deixar conversar a sós! E eu consigo me alimentar sozinha!
_N...Não! – ela suspirou. – Luna falou que você não pode fazer esforço!
_Acredite, mãe! Comer não vai ser um esforço para mim!
_Oh! Minha filhinha mais nova vai ser mamãe! – ela se debulhou em lágrimas. – Quando seu pai souber disso!
_Mamãe! Fale baixo! Não precisamos que toda Ordem fique sabendo!
_Por que não?! – perguntei louco para espalhar a notícia.
_Harry! Imagine o que Voldemort pode fazer quando souber que você vai ter um filho!
_Eu não tinha pensado nisso... – respondi com o semblante carregado. Seria realmente perigoso que ele soubesse.
_Por enquanto quem sabe somos nós, Luna, Hermione e Rony.
_O Neville também! – falei com ar preocupado.
_Bom, então é melhor que ninguém mais saiba por enquanto! Só o papai! – ela emendou vendo a cara que a mãe fez.
_Quer dizer que vocês não vão se casar? Eu queria tanto vê-la casada, querida, antes que a sua barriga começasse a crescer.
_Desculpe, mamãe, mas acho que não vai ser possível! Ainda mais com esse monte de comensais da morte aqui nas masmorras. Voldemort só não tentou libertá-los ainda por que não sabe onde fica a sede.
_Ela tem razão, sra Weasley, mas assim que essa guerra acabar, não se preocupe, é tudo o que eu mais quero! – falei, confesso que com cara de bobo.
_Não se preocupe Harry, querido! Sei que você é um bom rapaz! Nunca deixaria minha Gina desamparada, não é? – ela deu a volta na maca, sorridente e me agarrou pelo pescoço. – Se antes eu já te via como um filho! Oh! Agora você é realmente da família! – e me apertou, quase me fazendo sufocar.
_Mãe! Solte-o! - Gina sorriu. – Se não se importa eu prefiro que ele continue respirando!
_Oh! – ela me soltou, mas segurou minha cabeça e me deu dois beijos estalados, um em cada bochecha. – Bem, vou deixá-los conversar em paz, então! Harry faça-a comer tudo, hein?
_Pode deixar, sra Weasley. – sorri.
Gina pegou o prato de sopa nas mãos e começou a comer, mas sua expressão tinha ficado séria. – Harry?
_Hum?
_É verdade que o Malfoy está morto? É verdade o que a Parkinson falou?
_Hum... – um sentimento incômodo invadiu meu peito. – Não sei quais foram as circunstâncias, mas ele está morto sim! – respondi seco.
Ela baixou a cabeça e voltou a comer. Minha cabeça e meu coração começaram a se encher de dúvidas. Por que ela estava preocupada se ele estava vivo ou não? Por que parecia chateada com a morte dele? Eu devo mesmo ser um livro aberto, porque em seguida ela me falou:
_A última vez que eu o vi foi no sexto ano, durante a invasão... Acredite em mim! – ela me olhou séria. – Eu nem me lembrava mais dele, mas vê-lo naquele estado... E depois do que a Parkinson falou... Ninguém conseguiria fingir que não foi nada de mais!
_Hum... Pode ser...
Fez-se silencio por um tempo. Quando ela tomou a última colherada da sopa voltou a falar:
_Acho que você deveria ir atrás do Rony... Ter certeza de que ele não está por aí espalhando a notícia... – ela sorriu.
_Ok... Eu vou! – sorri também e a beijei de leve nos lábios. – Nem pense em sair daqui, senhorita!
_Não se preocupe! Não vou a lugar nenhum!
_E então? Como vai a nova mamãe da Ordem da Fênix? – Hermione entrou pela ala hospitalar, seguida por Rony, portanto eu pude ficar mais um pouco.
_Vai muito bem, obrigada! – Gina respondeu sorridente. – Mas a “velha” mamãe da Ordem da Fênix não deveria estar de repouso?
_Eu falei! Mas quem é que consegue fazê-la obedecer! – Rony resmungou. – E você, hein Harry! – ele se virou para mim. – Eu deveria brigar com você por ter engravidado minha irmã! – ele falou piadista.
_Nesse caso eu me sentiria no direito de brigar com você por ter engravidado da Hermione! – brinquei também.
_Mas você brigou! – ele falou. – Me chamou de irresponsável para baixo, se lembra?
_Não me lembrava mais... – respondi sincero.
_Hei Rony! – Gina falou. – Você não saiu por aí espalhando a notícia, não é?
_Claro que não! Se Você-Sabe-Quem souber que Harry vai ter um herdeiro é capaz de varrer Londres inteira atrás de você! – falou orgulhoso de seu raciocínio rápido.
_Para falar a verdade ele já tinha contado para o Fred quando eu o lembrei desse detalhe, mas como Fred é da família... Neville já está avisado! – Hermione respondeu e Rony ficou vermelho.
_Bom... – desviei o assunto. – Já que você vai ter companhia eu vou até as masmorras saber o que houve ontem.
_Eu vou com você! Também queria saber como aquela louca escapou. Sinal de que precisamos aumentar as defesas das masmorras.
_Você tem razão! – falei.
Nos despedimos das duas e seguimos. Era bom poder aproveitar a amizade de Rony e Hermione novamente, sentir que tudo estava de volta. A vida que eu conhecia, as pessoas que eu prezava. Verdade que a cada corredor que eu dobrava tinha esperanças de dar de cara com Nicolle ficando vermelha ao ver Rony, ou minha mãe querendo saber se eu estava bem, mas nenhum deles apareceria. Eu tinha feito minha escolha...
_Harry! Eu sinto muito por ontem, não sei o que houve! Gina está bem? – um dos guardas que faziam turno na noite anterior me perguntou assim que chegamos.
_Agora está bem sim, Kian, não se preocupe, essas coisas acontecem, mas é melhor que não se repitam mais.
_Não vão, senhor!
Passamos direto por ele e cruzamos o corredor repleto de grade que davam passagem às masmorras onde estavam muitos comensais da morte. Chegamos à masmorra de Parkinson. Ela estava horrível. Sentada com a cabeça baixa, os cabelos caindo sobre o rosto, as mãos meio trêmulas.
_O que houve aqui ontem, Parkinson? – perguntei ainda sobre o efeito do que ela quase tinha feito.
_Você já sabe, Potter! – ela me respondeu, levantando a cabeça lentamente.
_Foi você quem matou o Malfoy?
Ela me encarou de olhos arregalados: - Eu nunca mataria o Draco! – ela correu em minha direção, assim como ele tinha feito no dia anterior quando viu Gina. – Você mataria a Weasley, por acaso? Você mataria a Granger? – ela se virou para Rony. – Eu o amava, Potter! Mas ele amava aquela traidora do sangue! Se eu soubesse que era ela...
_Como foi que ele morreu então? – perguntei tentando não cair nas provocações dela.
_Ele se matou! Matou-se com o veneno que ele carregava no anel! Covarde! Deixou-me sozinha! Tudo por causa da cretina da Weasley! – ela gritou a última frase, como se tivesse esperança que Gina ouvisse.
_Que anel? Não me lembro de vê-lo usando um anel... – perguntei desconfiado, algo se agitando em minha mente.
_Era um anel de família... O anel da família Malfoy... – ela falou apática.
_E o que vocês fizeram com ele? – eu me virei para falar com um dos guardas.
_O deixamos onde o capturamos. Imagino que os pais vão querer levá-lo para o mausoléu dos Malfoy... – um deles respondeu.
Parkinson soltou um gemido triste. Quando a olhei ela continuava agarrada às grades, mas seu corpo escorregava até o chão, desolada. Cheguei a ficar com pena dela, mas então o vi: o anel!
_A horcruxe! – gritei sem pensar.
“_Eu deveria ser a fiel do segredo, mas ele a preferiu! – disse espumando de raiva.”
_O quê? – Rony se assustou. – Onde?
_No dedo dela! – apontei para a mão dela na grade. A essa altura ela correu para o fundo da masmorra. – É a última horcruxe, Rony! – lembrei-me imediatamente de quando ela se entregou a Ordem.
_Você ficou louco, Potter? – ela gritou escondendo as mãos. – O Lorde jamais deixaria a última horcruxe tão desprotegida.
_Ela tem razão Harry! – Rony falou. – Ele não deixaria a horcruxe com um comensal inexperiente.
_Mas deixou! – sorri vitorioso. – Mas não deixou desprotegido, não é Parkinson? – saquei minha varinha e apontei para ela.
_Não vai adiantar, Potter! Você sabe que não! – ela gritou meio desesperada.
_Harry! – Rony tentou. – É melhor...
_Expecto Patronum! – eu falei. Não foi difícil pensar em algo bom. O melhor Patrono que eu já havia feito na vida, e agora era novamente um cervo, se materializou em minha frente, atravessou as grades da masmorra e passou pelo corpo dela.
Ela começou a esfregar a mão tentando esfriar o anel sem tirá-lo do dedo, mas não era o suficiente. Agora ela guinchava de dor. Por fim, sem agüentar, tirou o anel e deixou-o cair no chão.
_Accio anel! – gritei e ele veio até a minha mão. – Tragam veritasserum e dêem para ela. Tenho certeza que esta é a última horcruxe! Tenho certeza! – estava radiante. Finalmente a guerra estava para acabar.
_Não! – ela começou a gritar. Correu para a grade e estendeu o braço tentando pegar o anel das minhas mãos. – Não! O Lorde jamais vai me perdoar!
_Reducto! – falei com gosto.
_Não! – ela gritou mais uma vez.
A notícia da destruição logo se espalhou pela Ordem. Em todos os departamentos as pessoas comemoravam. Preocupado que Gina resolvesse deixar a ala hospitalar fui até lá compartilhar a notícia. Ela já me esperava fora da cama, ao que recebeu uma bronca, que ela nem ligou.
Aquela noite foi de comemoração. É certo que a destruição da horcruxe ainda não era sinal de vitória, mas depois de oito anos tentando encontrar aquela jóia, era como se a guerra tivesse finalmente acabado. Todos comemorávamos, adiando o momento de pensar no pior, o momento em que eu iria sair para a batalha final, o inevitável, só não sabia como faria aquilo.
Naquela noite Gina teve permissão para sair da ala hospitalar. Dormimos no mesmo quarto, porque afinal não haveria mais motivos para não fazê-lo, mas a preocupação ainda tomava conta de mim. Sabia que teria que enfrentar Voldemort sozinho mais cedo ou mais tarde, mas o fato do momento ter chegado me deixou aflito. Naquela noite Gina e eu nos amamos de novo. Por mais que eu tentasse, eu fazia aquilo em tom de despedida.
Quando terminamos, ficamos conversando, fazendo planos para o futuro próximo, já que todos demonstraram ter certeza de que eu venceria a batalha. Gina descrevia como seria o nosso casamento, e como seria nossa casa, como seria o nome do nosso filho, ou filha. Eu apenas a ouvia, a admirava. Queria gravar em meu cérebro cada traço de seu rosto, cada tom da sua voz. Depois de muita conversa ela dormiu.
Fiquei observando-a. Senti meu corpo gelado, sendo trespassado constantemente por calafrios, meu coração parecia bater cada vez mais devagar, a respiração ficou pesada e eu comecei a ter a sensação de que não veria meu filho crescer, de que não conheceria meu sobrinho/afilhado. Algo me dizia que a minha vida seria o preço que eu teria que pagar por ter mudado o passado, porque o gnomo havia me dito que nada viria de graça.
Respirei fundo e tomei minha decisão. Saí da cama silenciosamente, coloquei uma roupa, contornei a cama e dei um beijo na testa de Gina. Pensei em dizer alguma coisa, mas a voz não saiu. Saí do quarto e caminhei pela Ordem vazia e silenciosa. Ganhei a rua pela porta dos fundos. Sabia que era loucura, sabia que Voldemort, a essa altura, já teria percebido que a horcruxe havia sido destruída, sabia que ele poderia mandar seus comensais para me matar antes que nos encontrássemos, mas arrisquei. Tinha que acabar com aquilo o quanto antes, e tentar voltar vivo para minha família. A família que eu ia começar a formar.
Caminhei a esmo umas três quadras, e então senti um frio estranho tomar conta do ambiente.
_Dementadores... – afirmei.
Tirei a varinha do bolso do jeans e fiquei preparado. Pela intensidade da neblina dava para perceber que eram muitos. Desde os 13 anos eu escapava de dementadores, não ia sucumbir a eles agora. Pensando em algo feliz, materializei o patrono novamente, e logo o frio desapareceu, as estralas voltaram a brilhar e os sons voltaram aos meus ouvidos. E com eles o som de aparatação. Várias aparatações ao mesmo tempo. Quando olhei em volta estava cercado de comensais da morte. Um círculo perfeito, como o que se formou no cemitério há 11 anos, mas desta vez sem lacunas.
_Então ele mandou vocês na frente? – falei sério. – Mas vocês não precisam estar aqui, vocês sabem disso. Já escapei de vocês dezenas de vezes quando era mais novo, agora que sou mais experiente não vou sucumbir a vocês, não agora que tenho uma chance de acabar com tudo isso.
_Você está sozinho, Potter! – a voz de Lucio Malfoy chegou aos meus ouvidos, eles estavam todos encapuzados.
_Sr Malfoy? – perguntei. - O sr já perdeu um filho, e eu duvido que o amo que o sr serve tenha se condoído com sua família. – ele se remexeu no lugar. – Acha mesmo que ainda vale a pena? Todos vocês! O que ganharam até agora seguindo Tom Riddle? Um mestiço como aqueles que vocês todos desprezam?
_Você não sabe o que diz, Potter! – Belatriz Lestrange falou dessa vez.
_É minha obrigação destruir o Lorde de vocês! É uma profecia, portanto vocês não vão conseguir me impedir de fazer isso. – eu dizia pouco convicto, mas tinha que dizer. Não podia dar conta de todos eles sozinhos. – Me deixem encontrar o Lorde de vocês, será inevitável. Se facilitarem, quem sabe não consigo uma pena mais leve para todos vocês.
_Ele está blefando! – era ele. – E todos vocês estão pensando no assunto! – ele desceu dos céus e pousou bem na minha frente. – Então você conseguiu, Potter? E agora acha que vai me vencer? É o que veremos! – ele sacou a varinha, eu me coloquei a postos. – Afastem-se seus traidores! Afastem-se porque quando eu acabar com esse moleque vou fazer o mesmo com cada um de vocês! – dezenas de estalos de aparatação foram ouvidos. Os comensais estavam fugindo. Agora éramos apenas nós dois.
_Acabou, Voldemort! – falei mais confiante, já que estava mais conformado, mais disposto a morrer se fosse preciso, desde que o levasse comigo.
_Acabou para você, Potter! – ele apontou a varinha, imitei seu gesto. – Avada kedavra!
_Mirrórabus! – gritei. Era minha única chance. Sabia que não teria condições de usar a maldição da morte, mesmo que o odiasse demais. Mas poderia tirar proveito do que já havia me protegido uma vez: fazer o feitiço se virar contra ele, usando o feitiço espelho.
Ainda pude vislumbrar a expressão de surpresa e pavor que ele fez. Nossas varinhas não ficaram unidas porque não foi um feitiço direto contra outro. Foi um feitiço de proteção contra um feitiço de ataque. Ele foi lançado para trás em meio a um clarão verde. O mesmo clarão que levou meus pais e tantas pessoas inocentes.
Fiquei um tempo em posição de ataque, afinal de contas, quem garante que ele não havia feito outra horcruxe enquanto procurávamos por aquela que pensamos ser a última? Mas ele não se mexeu, não levantou. Só então voltei a sentir meu corpo, minhas pernas. Caí de joelhos no chão me dando conta de como minhas pernas estavam tremendo. O frio voltou a açoitar meu corpo, mas era um frio normal, não o frio dos dementadores.
_Acabou... – falei fraco.
Um nó na garganta que me dava vontade de chorar. Ouvi passos apressados em minha direção. Pensei que pudessem ser os comensais, mas não tinha forças para levantar e me defender, e nem precisei.
_Harry?! – Rony gritou. Consegui sorrir aliviado. – Harry seu maluco! – ele se ajoelhou ao meu lado. – Ele está bem! – ele gritou para os que ainda corriam.
_Harry! – era a voz de Luna. – Por mil zonzóbulos!
_Harry! – alguém mais afastado falou com a voz assombrada. – Esse é? É ele?
_Quem? – Rony saiu de perto de mim e correu em direção a voz de Neville. – Put**** Harry! Você conseguiu! – ele gritou.
_Voldemort está morto! – Neville gritou. Era a primeira vez que o ouvia dizer o nome dele. – Voldemort está morto! – ele levantou a varinha e começou a soltar fagulhas de várias cores para o céu, no que foi imitado por todos os outros.
Rony correu em minha direção e me ajudou a levantar.
_Vocês vão arrumar confusão com o Ministério! – falei divertido.
_Para put***** com o Ministério! Você venceu! A guerra acabou! – ele levantou o braço livre e soltou também faíscas vermelhas.
_Como vocês souberam? – perguntei.
_Gina acordou no meio da noite e viu que você não estava lá, então correu para o meu quarto. Devo dizer que se não fosse por um bom motivo! – aposto como ele ficou vermelho nessa hora. – Não se entra no quarto de um casal sem bater, sabe?
Ri com gosto: - O bebê está quase nascendo e nem assim você não deixa a Hermione em paz?! – falei.
_Nós estávamos comemorando, Harry! – ele riu.
Caminhamos até a Ordem ladeados por uma turba que gritava e lançava feitiços coloridos. Alguns trouxas da vizinhança saiam nas janelas e xingavam, mas ninguém ligava. Próximo ao Largo Grimmauld vi Gina correr em minha direção, Hermione vinha logo atrás, mas não corria. Gina pulou no meu pescoço tão logo eu me soltei de Rony. Não sei como minhas pernas agüentaram seu peso, mas isso nem me importava na hora. Mal havia me afastado dos lábios dela quando Hermione pulou em cima de mim também, me sufocando num abraço muito apertado. Em seguida veio a sra Weasley e, apenas quando o sr Weasley apareceu, foi que eu pude entrar na Ordem e descansar.

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