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8. Fim das aulas


Fic: O medo da perda leva ao amor


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Hermione tinha sido liberada para voltar as suas atividades no dia seguinte à descoberta do responsável pelo seu seqüestro. Harry e Rony à visitaram mais uma vez naquela tarde para que soubesse o que ocorria pelo castelo.

Harry contara para o amigo o que acontecera e levou uma bronca de Hermione por isso. Só depois que a menina arrancou um juramento de segredo total do ruivo foi que ela se acalmou.

Nada parecia ter mudado. Draco e seus comparsas continuavam desfilando com ar de superioridade e as vezes que Harry e Rony o viam olhando para Hermione, a retiravam da onde estava antes mesmo dela entender o motivo! Hermione tinha ganhado dois guarda-costas extremamente prestativos.

Na hora do almoço, porém, vieram as notícias que toda a escola esperava depois dos acontecimentos da noite em que Hermione havia desaparecido.

-- Bruxos e bruxas de Hogwarts! – diretor falou pausadamente com seu costumeiro abrir de braços. – O conselho de professores chegou à uma decisão esta manhã! A presença do lorde das trevas tão perto de nossos domínios e sua promessa de volta, nos alertou quanto à segurança de nossos alunos! Por esse motivo, todas as aulas serão canceladas e os alunos deverão voltar às suas famílias imediatamente.

O reboliço foi geral! Milhares de bocas falavam ao mesmo tempo, algumas meninas deram gritinhos assustados. Apenas Harry, Hermione e Rony mantinham-se em silêncio e se olhando.

-- Agora! – o diretor continuou e todos se calaram. – quero que terminem seu almoço com calma e voltem ao seus dormitórios para arrumarem as malas. Já enviamos corujas para seus pais e hoje à noite os nascidos bruxos irão para casa. Amanhã de manhã os nascidos trouxas serão escoltados para suas famílias.

Um pesado silêncio tomou conta do salão enquanto o diretor se dirigia para a mesa dos professores. Todos começaram a cochichar em suas mesas, elaborando teorias para o que aconteceria depois. Dino falava que achava que Hogwarts seria o pilar da guerra! O castelo era uma ótima fortaleza e seria o primeiro a ser atacado. Rony falava da competência de cada professor em meio a uma garfada e outra. Gina interrogava Hermione sobre os detalhes da conversa que ela teve com o Lorde das Trevas. Apenas Harry mantinha-se calado. Ele olhava para Hermione!

Antes do almoço a professora Minerva o tinha chamado em sua sala e o incumbido de fazer uma lista das pessoas em quem mais confiava e mais se preocupava. O rapaz achou que aquilo era uma prevenção para que não ocorresse de novo o que houve com Mione e apressou-se a escrever a lista. No momento em que terminou de escrever o nome de Hermione no começo da lista ele lembrou-se do beijo que dera na amiga desmaiada.

Não foi um beijo intencional. Foi instintivo, natural, como se fosse a coisa mais óbvia a se fazer no momento em que sabia ser o último de sua vida. Poderia não sobreviver e não queria ir sem se despedir da amiga. A lembrança do beijo foi reconfortante e animadora. Harry se sentia bem sabendo que tinha feito aquilo...

Agora, olhando-a conversar com Gina enquanto repartia a torrada com as mãos ele pensou novamente no beijo. Dessa vez, porém, ele não se sentia tão bem! Ele se sentia fraco e arrepiado, como se estivesse em uma montanha russa. Ele sabia que queria repetir o beijo, mas morria de medo tanto da sua reação, quanto da dela. O rapaz passou os olhos pelo rosto da amiga como se a estivesse vendo pela primeira vez. Desde o quarto ano ele a achava bonita, mas nunca reparara no quanto. No corpo desenvolvido, na pele macia, no olhar inteligente, na boca e no sorriso delicado. Os detalhes sempre estiveram de fora até agora.

As pessoas começaram a levantar e Harry sentiu a necessidade de sair do salão! Sem falar nada ele se levantou e saiu. Os estudantes iam para as laterais do castelo em direção as torres de suas casas, mas Harry desviou para a porta de entrada e foi para o jardim. Ele estava extremamente cansado, não queria pensar ou ver ninguém, só queria ficar parado em um canto...Ele achou um banco de granito e se jogou nele de olhos fechados.

-- Não precisa amassar as minhas coisas, Harry! – uma voz de menina falou

O rapaz abriu o olho e viu que havia se sentado em um maço de papéis decorados.

-- Desculpe, Luna, eu não a vi!

-- O que você tem? – a garota perguntou enquanto escrevia fervorosamente num dos papeis.

-- Tô preocupado! Devia estar mais concentrado na guerra do que com outras coisas...

-- Que coisas?

-- Pessoais!

-- Às vezes precisamos ser um pouco egoístas para um bem maior! Resolver problemas pessoais antes de uma guerra é bom, menos coisa para interferir na concentração”. – a menina disse como se já tivesse participado de uma dúzia de guerras.

Harry a olhou e imaginou porque e o quê ela estaria escrevendo tão fervorosamente. Por algum motivo ele confiava e se importava com ela! Até tinha colocado seu nome na lista que Minerva pediu. Talvez por esse motivo ele resolveu perguntar o que perguntou:

-- Luna? Como agente faz para fazer alguém se apaixonar por nós?

-- Não faz! – ela respondeu prontamente sem desviar o olhar do papel em que escrevia. – Isso simplesmente acontece. A pessoa deve se apaixonar pelo que você é e não pelo que você fez para conquistá-la.

Harry não gostou da resposta.

-- Quando eu me apaixonei pelo Rony, ele não tinha feito nada, só aparecido na minha frente, é algo sem explicação acontece naturalmente.

Harry se assustou com o que Luna havia dito. Não era segredo que ela tinha uma queda pelo Rony, todos sabiam que ela gostava dele. Todos, menos o Rony que nunca notava nada. Mas Harry nunca imaginou que a garota falaria assim abertamente.

O rapaz ainda a estava olhando quando ela lhe estendeu um pergaminho enrolado em uma fita.

-- Você poderia entregar isso ao Rony antes dele partir? Obrigada! – Luna se levantou e disse por fim. – Espero ter ajudado...

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