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16. O Despertar das Chamas


Fic: Os Descendentes Divinos


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O Despertar das Chamas

A chuva estava muito forte tornando a visibilidade quase impossível e por alguma razão a chuva forte virou uma grande tempestade onde raios e trovoes dominavam todo o lugar que passava e a escuridão aumentou mais isso não alterava em nada a visão de Devon pelo contrario parecia que melhorava.

Devon caminhava calmamente em direção dos grandes portões da Fortaleza, mas os guardas não puderam ver sua aproximação ate que ele estivesse a menos de quatro metros e quando isso aconteceu os dois guarda tiraram suas espadas e apontaram suas varinha em direção ao estranho.

_Alto! Ordenou um guarda se sobrepondo ao barulho da tempestade. _Quem vem Lá?

Devon não respondeu continuou andando em direção aos guardas suas vestes negras pareciam não se molhar, só se agitavam com o forte vento de uma maneira sobrenatural. O guerreiro negro tirou sua espada de dentro das vestes, uma espada muito parecida com um florete, mas de uma coloração negra como se fosse corrompida, mesmo assim tinha um brilho prateado.

_Identifiquece! Ordenou mais uma vez um dos guardas, mas o guerreiro negro nada dizia, só se aproximava numa caminhada lenta e fria que pareceu uma eternidade para os guardas que tremeram involuntariamente, não pelo frio mais pela aproximação de Devon.

Devon se emparelhou com os guardas e a luz fraca de uma lamparina revelou seus olhos azuis sombrios que demonstravam as trevas a os guardas.

_Meu nome é Devon. Disse o guerreiro negro que num movimento surpreendentemente rápido havia decapitado os dois guardas que caíram ainda com cara de surpresa. Devon foi ate uma pequena porta que tinha a esquerda do grande portão, bateu três vezes e esperou alguém atender, o que não demorou muito.

_Quem é? Perguntou uma voz grossa e forte.

_Abra a porta. Falou Devon num tom calmo como se aquilo não fosse nada e no momento seguinte a porta estava sendo aberta revelando aquele que atendera o guerreiro negro. O guarda que atendeu a porta era mais alto que o Hagrid e tão largo quanto carregava uma espada que para o tamanho dele mais parecia um gládio, mas o homem parecia estar estático hipnotizado. -Obrigado.- Falou Devon fazendo mais um movimento rápido e o gigante caia morto aparentemente sem cortes a não ser algo fino no meio da sua testa que não sangrava.

Devon começou a andar pela fortaleza e apreciando todo o sentimento de vingança e de dor que aquele lugar exalava e prometera para si mesmo que aquele lugar seria dele. No começo ele não encontrou mais nenhum guarda nem sela de preso mais quando já havia se aprofundado mais na grande fortaleza dez bruxos trajados com vestes longas e roxas apareceram apontando a varinha para ele.

_Quem é você e como conseguiu passar pelos guardas do portão? Perguntou um homem alto com cabelos negros e olhos azuis.

_Não se metam. Falou Devon andando em direção aos guardas da prisão, mas esses guardas ele sabia que não eram comuns e que não atenderiam a ordem.

_Krins! Gritou um dos bruxos apontando a varinha para Devon e uma luz amarela o atingiu levantando uma nuvem de poeira grosa e fazendo as paredes daquele corredor tremer. -Esse insolente não nos incomoda mais. Disse o bruxo que lançou o feitiço que era loiro de olhos castanhos.

Mas antes deles darem meia volta eles ouviram o som de palmas como se alguém os estivessem parabenisando por algo bem feito ou divertido. E quando eles olham direito vem saindo da nuvem de poeira nada mais nada menos que Devon com suas vestes negras rasgadas deixando a mostra as faixas em seu corpo.

_Muito bem. Falou Devon deixando os guardas surpresos. _Agora vocês vão me atacar de verdade ou vão lançar esses feitiços fraquinhos?

_Nos diga o seu nome! Ordenou um homem alto de cabelos castanho escuro e olhos castanhos claros e parecia ser o líder daqueles guardas.

_Só direi se vocês me fizerem sangrar. Falou Devon com um tom frio e cruel e com um sentimento de culpa por ter de destruí uma parte daquela fortaleza que ele gostara tanto.

_Piedro deixe-me cuidar dele. Pede um outro guarda se referindo ao homem de cabelos castanhos.

_À vontade. Disse Piedro.

_Meu nome é Calos. Disse o guarda se aproximando e claramente mais alto que Devon. -E vou arrancar o seu nome nem que eu tenha de te matar.

_Vai só falar ou vai atacar logo? Pergunta Devon zombando do guarda.

Carlos levanta a varinha e atira um feitiço de cor violeta em direção a Devon que simplesmente levanta a mão esquerda e deixa o feitiço colidir com ela fazendo um enorme barulho que ecoou pelos corredores sombrios da Fortaleza.

_Divertido. Disse Devon desaparecendo no ar.

_Atrás de você. Disse Piedro a Carlos, mas foi tarde de mais, pois Devon apareceu às costas do guarda e cravou a espada no meio das costas dele. Carlos caiu de joelhos colocando a mão no peito e vendo o sangue escorendo pelo seu peito e logo depois caiu sem vida no chão e seu corpo virou cinzas.

_Mas alguém? Perguntou Devon. -Vocês têm outra escolha: se unam ao Lord das Trevas e vivam. Disse mais uma vez sem esperar a resposta.

_Então você é um lacaio de Voldemort. Falou Piedro em um tom de deboche.

_Não sou lacaio de ninguém só sigo o meu destino. Urrou o guerreiro negro fazendo sua sombra aumentar atravez da pouca luz da fortaleza. -Então qual a sua escolha?

Três dos guardas caíram de joelhos deixando os seus amigos surpresos e a risada fria de Devon fez aqueles que não se ajoelharam tremerem.

_Não vou mais perder tempo com vocês. Disse Devon sumindo mais uma vez do nada cinco dos guardas em pé caíram com cortes no peito somente Piedro ficou em pé.

_Você é rápido mais eu ainda o vejo. Disse Piedro pegando sua espada.

_Muito bem então. Disse Devon sumindo nas trevas que o circulavam deixando Piedro perdido.

O silencio tomou conta dos corredores só quebrado pela respiração dos três guardas ainda ajoelhados e de Piedro. Um vento gélido passou pelo corredor, e aquilo era estranho já que não avia como o vento entrar naquela parte da prisão.

_Onde será que eu estou? Debochou Devon.

_Apareça e lute como um homem. Gritou Piedro.

_Já que você vai morrer logo vou-lhe contar algo. Disse a voz de Devon vindo de todos os lados. -A muito deixei de ser um simples homem muito menos um mortal. Uma risada fria foi ouvida e Piedro tremeu. -Mas chega de conversa que eu estou com presa.

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A tempestade tinha parado tão rápido que parecia que algo estava a acontecer e Alberon esperava Devon no lado de fora da Fortaleza e estranhava o estranho silencio. Ele conhecia Devon a muito tempo e sabia que esse silencio não era o estilo dele. Um vento gélido passou pelas montas e Alteron pode sentir o cheiro da morte e de sangue nesse vento e logo depois um grito foi ouvido não só por Alteron, mas por toda a prisão.Aquele grito fora desesperado como se alguém sofresse de tal maneira que nem avia descrição.

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Devon estava de pé e de costa para Piedro, o qual estava caído no chão com uma expressão de horror estampada em sua face sem vida e a espada de Devon estava pingando um leve filete de sangue que foi absolvido pela espada. Os outros três guardas que ainda estavam ajoelhados ao chão também tiram as faces contorcidas em horror e baixaram as cabeças para não fitar os olhos azuis gélidos de Devon.

_Já perdi tempo de mais. Disse Devon caminhando ate os guardas ajoelhados. -Me mostrem o caminho para as selas.

_Sim mestre. Disseram os três guardas com tons amedrontados.

A caminhada pareceu mais curta do que deveria ser e pelo caminho Devon encontrava selas onde prisioneiros xingavam a todos que não fosse puro-sangue ou que não os obedecessem.Alguns deles já estavam loucos pelos longos períodos de tempo sem ninguém a conversar e muitos pelos feitiços de silencio que tinha nas selas o que tornava tudo inaudível, não se podia ouvir os passos que viam de fora das selas nem mesmo as tempestades e goteiras quer tinham por toda a fortaleza. Por cada sela que Devon passava as portas delas eram abertas e os presos seguiam aquele que os libertaram sabendo que ali iria ter coisa.

_Quem é você? Gritou um guarda que ficava no nível cinco da prisão Devon só soube que a prisão era dividida em nível quando os guardas contaram a ele. Do nível uns ao seis ficavam os presos de segurança media, aqueles que não davam muito trabalho por incapacidade de resistir aos fortes feitiços, e do nível sete ao dez eram a ala de segurança máxima onde estavam Bruxos com poderes iguais ou superiores aos dos cavaleiros negros, mas havia um nível muito protegido mais, o fundo na montanha aonde ninguém ia, a não ser um guarda que levava comida para os presos.Essa ala era chamada de Ala Omega e lá estavam presos que assim como Voldemort ultrapassaram a humanidade contida neles e se tornaram seres vis e perigosos com poderes muito alem a dos cavaleiros negro mas mesmo assim não chegavam aos pés dos poderes do Lorde das Trevas.

_Ninguém. Respondeu Devon que logo depois com um movimento da mão fez uma luz negra envolver o guarda que levantou no ar e gritou. O guarda sentia que todos os ossos de seu corpo eram triturados da forma mais dolorosa do que a maldição Cruciatos poderia fazer ate que chegou um momento em que a cabeça do guarda pendeu para o lado ele estava morto. Os presos que acompanhavam o estranho que os libertaram ficaram surpresos com essa demonstração de poder.

Eles caminharam por mais algum tempo ate chegarem a um grande salão com o teto muito alto e o piso em mármore brando e tinha um grande palanque ou palco de mármore negro e frio onde não havia nenhuma cadeira nem nada, as paredes eram de uma roxa cinzenta escura e fria com alguns pontos onde desciam filetes de água que sumiam através do piso de mármore indo para lugares mais abaixo, e Devon soube que mais abaixo, depois do nível Omega avia um lago subterrâneo, onde a luz era natural e na parede direita tinha uma grande porta de carvalho. Devon parou e centenas de presos da pior espécie pararam ao mesmo tempo, logo atrás dele os guardas também faziam isso então o guerreiro negro caminhou ate o palco e subiu nele com um salto mesmo havendo uma escada bem em frente que era feita do que parecia esmeralda.

_Ousam o que eu digo. Falou em voz alta para que todos o ouvissem. -Vocês são seres excluídos da sociedade bruxa e trouxa, são aqueles que buscavam um propósito, que era que as trevas subjugassem a luz e assim vocês governassem. Ele deu uma pausa e não se ouvia nem mesmo uma respiração no grande salão. -Alguns de vocês tentaram substituir a Voldemort, mas seguindo os ideais dele outros que ainda nem se juntaram a nos, são mais velhos que Voldemort ou tentaram derruba-lo para tomar o seu poder. Um murmúrio foi ouvido pelo salão, mas logo cessou quando Devon voltou a falar. -Sou um enviado de Voldemort, o Lorde das Trevas, o senhor das sombras que hoje caminham e lhes proponho que o sigam e jurem fidelidade a sua causa e a ele sejam seus fieis servos para construírem um mundo onde vocês caminhem por sobre as cabeças de seus inimigos para que todos temam a vocês tanto quanto temem a Voldemort. Alguns vivas foram ouvidos pelos presos e mesmos os que tinham enlouquecido pareciam entender. -Juntos criaremos um mundo onde as sombras das trevas cobrem todo o planeta e que a dor seja a lei, onde aquele que é mais poderoso governa, onde todos aqueles que seguirem ao MESTRE DAS SOMBRAS GOVERNE AO SEU BEL PRAZER.

O Grande salão irrompeu em vivas e juras de lealdade a Voldemort não havia um só preso que ficara contra a idéia, aquela era a chance deles se juntarem a causa a que sempre lutaram, a grande purificação, a grande dominação, a um mundo de trevas onde todos os temem.

_SILENCIO! Berrou Devon fazendo todos se calarem. -Hoje eu vou liberta-los, mas não antes de acabar com aqueles que lhes mantinham em cárcere aqueles que não aceitarem o Poder das trevas. O Salão irrompeu mais uma vez em vivas ensandecidas, loucas e cruéis. -Fiquem aqui, pois eu irei sozinho aos outros níveis e de lá trarei mais seguidores para fortalecer as trevas, mas para um grande consolo de vocês. Disse o guerreiro negro com um sorriso cruel em seus lábios fazendo um movimento com a mão e fazendo os três guardas se levantarem ao ar e ir ate onde ele estava e logo depois fazendo mais um acendo com a mão os guardas caíram e suas varinhas enegreceram e viraram cinzas. -Esses são covardes que preferiram ceder a lutar ate a morte como guerreiros de honra também são aqueles que ajudavam a manterem vocês presos e esse é o meu presente de boas vindas a vocês. Ele sorriu baixo. -Pode se divertir com eles e façam o que quiserem. Os guardas fizeram caras de horror e pânico, mas Devon não se importo simplesmente desceu as escadas lentamente e passando pela multidão de bruxos e feiticeiros que abriam caminho foi ate a grande porta de carvalho que se abrir e quando ele passou por ela os presos se viraram para os guardas com sorrisos maléficos. Os Gritos dos guardas foram ouvidos por toda a parte da prisão mesmo nos níveis abaixo.

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Devon descia uma grande escada circular e ao lado das escadas não avia apoio só o vasio que se estendia muito a baixo daquilo, tão abaixo que não se via o fundo. Se ele fosse descer aquilo pelas escadas iria demorar muito, então ele simplesmente foi ate a borda de um degrau que dava para o grande vazio ou abismo e se jogou de lá deixando a gravidade fazer o seu trabalho. Ele caia em queda livre velozmente com as pernas e os braços abertos e suas vestes brandiam com a força pela pressão do vento.Ele passava por lugares tão rápido que mão podia ver o que tinha neles, mas ele sabia que deveria ir direto ao ponto não ficar enrolando o chão estava chegando, mas ele não se importava simplesmente se endireitou para cair em pe e quando faltava trinta centímetros para o chão uma grande energia foi liberada e um forte vento foi criado e Devon pousou tão levemente no chão quanto uma pluma.

Devon olhou para cada lado de onde ele avia pousado e do lado direito tinha a escada e do lado esquerdo um portão de pedra do tamanho de uma porta normal. Ele se encaminhou ate a porta que parecia muito pesada e impossível de ser aberta, mas isso não o impediria.O guerreiro negro levantou as mãos a tocou a porta levemente sentindo a pedra fria alem da movimentação dos guardas que já sabiam da invasão.

_Mais contra tempos. Disse o guerreiro negro com um tom sombrio de desagrado.

Devon toca a porta com a palma da mão e uma aura negra toma conta de seu corpo e de todo o lugar as tochas que ali estavam não se apagaram, não, ao contrario elas aumentarão e as chamas enegreceram. A energia crescia cada vez mais e num momento a porta foi estilhaçada e o corredor em que ela dava ficou em chamas, mas justamente as chamas negras os guardas que ali estavam caíram mortos somente com a forca do feitiço e seus corpos queimavam.

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Tinha se passado uma hora e meia quando Devon saiu da Fortaleza acompanhado de centenas de milhares de presos que o seguia fielmente. Alteron sorriu quando viu isso e pulou na frente de Devon que mantinha sua expressão seria e de vez em quando olhava para a imponente Fortaleza.

_Parabéns meu amigo. Falou Alteron.

_Leve-nos de volta para a terra das sombras. Pediu o guerreiro negro com um tom meio distraído. -Se precisar de energia eu lhe empresto um pouco. Alteron sorriu e balançou a cabeça em um sinal negativo e logo depois uma imensa neblina negra apareceu e em instantes desapareceu levando milhares de novos aliados tão terríveis quanto qualquer comensal e cavaleiro negro.

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Dois dias depois da invasão Voldemort ainda estava muito quieto e Harry suspeitava de algo ate mando um dos espiões das uma busca completa pelos cantos a procura de algo. Na sala da alcatéia só estava Harry e pequena Anne que lia distraidamente um livro ala Granger ,ou seja, gigantesco mas o moreno não fazia nada só olhava para as chamas.

Um portal azul se abre no meio da sala chamando a atenção dos dois ocupantes e do portal sai Leonardo com o sobretudo da Alcatéia mas com o capuz baixo. Ele parecia estar realmente nervoso e mais por alguns instantes passou pelo portal mais uma pessoa. Uma mulher de mais ou menos trinta anos, com cabelos longos e loiros e olhos estranhamente violetas, mas ela também parecia estar realmente fraca e abatida e vestia roupas bruxas azuis e vermelhas rasgadas.

_Quem é ela? Perguntou Anne baixando o livro e curvando ligeiramente a cabeça de lado em sinal de curiosidade.

_Ela não disse o nome estava muito fraca e ainda esta. Falou Leonardo indo ate os sofás da sala e colocando a mulher ali, pois ela não tinha força para caminhar sozinha, se apoiava no lobo.

_Onde você a encontrou? Perguntou Harry levemente curioso analisando a mulher de cima a baixo. -Anne vá buscar aquela poção. A garota corre para o quarto de Harry.

_A encontrei na grande Fortaleza. A voz de Leonardo transpôs uma péssima noticia.

_Aqui esta. Disse Anne chegando com um frasco vermelho onde tinha um liquido viscoso e transparente.

_Obrigado. Disse Harry tirando o frasco da mão da garota e indo ate a mulher que estava desorientada e semi-inconsciente. -Tome. Disse ele levantando levemente a cabeça da mulher e despejando um pouco da poção transparente na boca dela que desceu diretamente para a garganta dela.

_O que era essa poção? Perguntou Leonardo.

_Uma que aprendi com alguns aliados. Respondeu Harry ainda segurando a cabeça da mulher. -Deve fazer efeito em poucos segundos e assim ela nos contara o que realmente aconteceu.

_Pelo que eu vi não foi nada bom. Disse Leonardo dentando num sofá e Anne logo sentou a lado dele. -Ei baixinha. Anne fechou a cara para o rapaz.

_Não sou baixinha. Disse num tom perfeitamente infantil.

_Ta bom. Disse Leonardo passando a mão na cabeça da garota que sorriu.

_Ela esta voltando ao normal. Disse Harry vendo a cor voltar ao rosto da mulher e ela parecia recobrar as força mais rápido.

_Onde eu estou. Disse a mulher se levantando rápido do sofá e olhando curiosa para os três estranhos que ali estavam.

_Fique calma e se sente. Falou Harry num tom de voz irritavelmente calmo fazendo a mulher se sentar. -Qual o seu nome?

_Fernanda Thurner. Disse a mulher com um quase que imperceptível sotaque alemão. -Quem são vocês e onde eu estou?

_Como você pode ver sou Harry Potter. Diz Harry apontando para a cicatriz fazendo Fernanda se surpreender. -Esses são Leonardo e Anne. A mulher olhou para os dois que apenas sorriram. -O que aconteceu na Fortaleza?

_Como é que você sabe? Disse Fernanda olhando furtivamente por todos.

_Sei mais do que você pensa. Responde Harry no mesmo tom calmo e irritante. -Mas responda a pergunta.

_Não devo dizer nada. Disse a mulher na defensiva. -E nem adianta pensar em me forçar a dizer. Advertiu

_Acredite se eu quisesse te forçar a dizer algo você diria. Os olhos de Harry brilharam estranhamente. -Mas se você não quiser colaborar, ousa o que o Leonardo tem a dizer.

_A Fortaleza foi esvaziada, não restou nenhum preso e os guardas quase todos mortos só restando ela. Disse apontando para Fernanda. -Alguns corredores foram destruídos, mas nada grave aparentemente foi um bando de comensais acompanhados de algum cavaleiro negro.

_Mais algo? Perguntou Harry.

_Os presos da Ala Omega foram libertados assim como os das outras alas aparentemente nenhum se opôs a servir a Voldemort.

_Eu devi ter imaginado. Disse Harry baixando a cabeça e olhando o fogo da lareira. -Você conseguiu ver quem era os invasores?

_Desculpe, mas não avia nenhum comensal muito menos cavaleiros negros. Disse Fernanda já surpresa por eles saberem de tudo aquilo então resolvendo contar o que sabia.

_Como não? Gritou Leonardo. -Para ter invadido aquilo so sendo um ser muito poderoso e no meio dos aliados de Voldemort só Alberom e Alteron teria tal poder.

_Calado. Ordenou Harry fazendo Leonardo se calar e baixar a cabeça em sinal de respeito. -Diga então quem foi. Pediu o garoto.

_Um homem com um rosto belo e cabelos negros sem contar uns olhos azuis frios. Fernanda parou por um instante e se arrepiou. -Eu guardava os portões do nível Omega juntamente com mais cinco guardas nos tínhamos um bom nível mágico mais ele nos derrotou todos de uma só vez, mas por algum motivo me deixou viva e me contou o nome dele.

_Qual era? Perguntou Anne falando pela primeira vez.

_Devon. Anne se levantou rapidamente do sofá e ficou estranhamente pálida.

_Você o conhece? Perguntou Harry a Anne curioso com a reação dela. -Eu já ouvi esse nome só não lembro de onde.

_Espera. Disse Anne pegando o livro que estava lendo antes da chegada de Leonardo e abriu numa pagina. -Por um acaso esse Devon tinha faixas por todo o corpo?

_Sim. Respondeu Fernanda.

_Olhe isso. Diz Anne dando o livro para Harry que o pega e lê a pagina que estava em algum idioma antigo mas isso não importava. -Esse é o homem que você viu? Disse mostrando uma pagina do livro onde tinha a imagem de Devon em pé sobre uma enorme pilha de corpos e um sol logo atrás se pondo por trás de uma pirâmide negra.

_Sim. Responde a mulher olhando atentamente a figura e tentando ler as inscrições logo abaixo dela.

_Temos um problema daqueles. Leonardo não gostou nada de ouvir Harry falar daquele jeito. -Você tem família? Pergunta Harry a mulher.

_Tinha um irmão que trabalhava comigo, mas foi morto. Fernanda respondeu fazendo um brilho de ódio ascender nos seus olhos.

_Leve ela a Toca do Lobo e você se incumbira de por ela na alcatéia lhe de um novo nome. Fala o moreno olhando para Leonardo, mas depois olha para Fernanda e fala. -Você terá uma chance de se vingar, mas terá de deixar de existir para o mundo, será uma anônima não conhecera ninguém fora da nossa organização e ninguém a conhecera, recebera um novo nome que será sua identidade trabalhara nas sombras e treinara em nosso quartel.

_Aceito. Disse Fernanda sem nem perguntar o que aquilo significava.

_Muito bem. Disse Harry. –A partir de hoje você é invisível, ninguém além de nos que estamos nessa sala saberá de seu nome nem de quem você é, você não existe, você é uma sombra.Agora vão.

_Só mais uma coisa. Disse a mulher. -Quem é o meu superior?

_Eu sou e como você trabalhara na área de Leonardo ele também será. Harry se vira para Leonardo e fala. -Leve-a naquele negocio em dezembro. O homem afirmou com a cabeça e abriu um portal azul por onde passou. -Vai atrás dele. Ordenou Harry a Fernanda que entrou no portal que logo sumiu.

_O que faremos agora? Perguntou Anne.

_Só nos resta esperar e algo me diz a não sairmos lutando por ai sem ser com nossas verdadeiras identidades por isso só agiremos se houver ataque aqui por perto os outros saberão receberão ordens para agir normalmente em ataques fora dos nossos limites só vamos interferir se for necessário.

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Já era noite e Carlinhos Weasley não se cansava de observar mesmo que ao longe a movimentação dos dragões que aumentara muito nos últimos meses.Havia tantos dragões que precisaram esvaziar um vilarejo trouxa que estava ali perto.

_Observando de novo. Disse uma voz atrás do rapaz que se assustou.

_Pelo amor de Merlin. Diz o ruivo colocando a mão no coração. -Mais uma dessa e você me mata Heitor.

_Desculpa. Diz Heitor um rapaz alto e forte com cabelos loiros e olhos castanhos. -Mas você não cansa de sempre ver esses dragões?

_Algo esta acontecendo e isso não me agrada. Falou Carlinhos ainda concentrado na movimentação dos dragões. -Eu procurei em todos os livros sobre dragões e achei algo muito curioso e assustador.

_O que? Perguntou Heitor.

_Vou relatar isso a Ordem, mas você deve saber. Carlinhos tira os olhos dos dragões e olha para Heitor. -Encontrei num livro muito velho em que conta uma lenda que diz que quando os dragões de juntam um mal estará assolando a terra e um guerreiro com a marca do grande dragão se alto intitulara o mestre dos dragões e eis que uma grande batalha onde os dragões das trevas reaparecerão.

_Você não esta acreditando nessa velha lenda? Disse Heitor sorrindo. -Todos sabem que não existem dragões das trevas, quer dizer que dragão que morre pode renascer do fogo negro, sendo que o fogo negro não existe já que não existe um mago de tal poder a tempos.

_Não sei ao certo sobre isso você já viu a destruição dos cavaleiros negros e nos já sabemos que eles tiram suas forcas das forcas de Voldemort. Heitor treme ao ouvir o nome do Lord negro.

_Eu não creio que Você Sabe Quem possa ter chegado ao nível de mago. Disse Heitor.

-Eu também não acreditava, você sabe que nenhum bruxo dês de Merlin alcançou tal poder, mas veja bem que ate os membros mais velhos da Ordem dizem que não só os Cavaleiros, mas também os comensais estão bem mais poderosos do que na ultima guerra.

_Mas como será que V-voldemor conseguiu alcançar tanto poder em tão pouco tempo? Perguntou-se Heitor.

_Não sei. Respondeu Carlinhos. -Tome leve esse livro para Dumbledore e fale que nele há a tal lenda. Heitor pegou o livro que Carlinhos lhe mostrava e logo depois aparatou.

Carlinhos ficou por mais alguns minutos só observando os dragões que já tinham de varias partes do mundo e para surpresa não só dos tratadores, mas também dos especialistas a algum tempo começou a aparecer espécies já consideradas inexistente extintas ou que muito mas muito raramente se via. Eram dragões de ate mais de duas vezes maior do que o normal grandes e imponentes alguns pareciam ser realmente velhos e poderosos pois o fogo que produzia eram jorrados tão mais forte e brilhante do que os dos outros dragões e por alguma ração alguns lançavam gelo o que já não se podia ver nas outras espécies que eles estudavam.

Não havia mais acontecido nenhum tremor de terra nenhum abalo nada, mas parece que os dragões não se importavam se reuniam sempre num mesmo ponto sempre na mesma hora da noite e de lá urravam tão alto que era possível ouvi-los ate nas cidades vizinhas que começaram a ficar preocupadas com tão grande movimento naquela área remota do pais sem contar os incêndios misteriosos e algumas cabeças de gado que desapareciam misteriosamente.

_O que vocês querem? Perguntou o Weasley misteriosamente ainda olhando os dragões que se juntavam em um canto, mas foi tirado de sua observação quando um estalo foi ouvido ao seu lado.

_Entreguei o livro a ele. Disse Heitor que parecia estranhamente pálido. -Ele convocou uma reunião com a Ordem daqui a meia Hora na antiga Mansão Black e pelo que vi nos olhos dele as noticias são desesperadoras.

_De ser para Dumbledore marcar uma reunião justamente há essa hora. Disse o Weasley.

Quando os dois estavam olhando para o seu acampamento para se arrumarem um grande tremor de terra assolou a região as montanhas que tinham ali perto, pareciam que iam cair e rachaduras começaram a aparecer no chão onde eles estavam e uma intensa luz saia das rachaduras com muita força clareando aquela parte como se fosse dia. Carlinhos e Heitor aparataram rapidamente para o acampamento e quando chegaram lá puderam ver a grande luz clareando tudo um tremendo urro foi ouvido uma sombra passou pela lua e as estrelas fazendo elas piscarem levemente e a sombra passou rapidamente mais um urro só que dessa vez mais forte e de repente como se um vulcão estivesse explodido grandes chamas subiram tão alto no céu que parecia que iriam tocar as estrelas a onda de calor era muito forte se não fosse por feitiços de proteção os bruxos teriam queimado até a morte mas mesmo com esses feitiços muitos caíram ao chão com queimaduras intensas e o chão ainda tremia mas assim com veio tudo aquilo se foi. O tremor parou as chamas se apagaram e a escuridão da noite voltou sem contar um silencio aterrador como o de um cemitério nem mesmo as corujas faziam barulho.

_Por Merlin.

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Draco estava treinando na sala de Simulação da alcatéia juntamente com Gina e seus pupilos quando ele caiu ao chão gritando tão fortemente que parecia o urro de uma besta. Todos inclusive Gina ficaram aterrados com tal demonstração o loiro gritava do que parecia ser dor uma dor muito forte e cruel que invadia o seu corpo suas costas. A sala de simulação começou a esquentar como uma caldeira, uma aura roxa saia de Draco, uma aura quente.

_Todos para fora da Sala agora. Ordenou Gina vendo que a aura do loiro é que estava aumentando a temperatura da sala. -Kimberly chame o Harry agora, ele deve estar na outra sala, vai! Falou Gina para a ultima garota que no Maximo tinha quatorze anos que saiu da sala. -Draco. Disse a ruiva tentando se aproximar do loiro, mas foi impedida pelo que parecia ser um escudo de calor intenso que a arremessou a um canto da sala que avia voltado ao normal.

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_Senhor Potter. Gritou Kimberly quando entrou na Sala de Treinamento onde estava Harry e suas alunas treinando fortemente batalhas mas tudo foi interrompido.

_Sim. Falou o moreno.

_Viper esta te chamando parece que Dreik ta tendo um ataque ou coisa parecida ele berra como se fosse um condenado. A garota parecia estar desesperada. -E um calor estranho invadiu a sala quando o mestre Dreik estava tendo o ataque.

_Anne vá preparar o meu quarto para aquilo que planejamos. Anne saiu da sala rapidamente. -Camila chame Rony e Hermione e diga-lhes discretamente para vir aqui, pois eu estou chamando não posso usar as correntes agora, iria ser muito suspeito e Emily ache Fred e Jorge sem contar a Luna quero todos aqui e o Neville deve estar com a Luna. As duas garotas saíram rapidamente da sala. -Sara quero que você venha e me ajude com algumas coisas.

Harry saiu da sala seguido de perto por Sara e Kimberly e foram direto para a sala de simulação e lá encontraram uma Gina caída mas consciente e uma draco envolto por chamas roxas e ainda berrando de dor. Sara e Kimberly não conseguiram nem entrar na sala devido há tamanha onda de calor que ali persistia.

_Fiquem longe da sala e do Malfoy. Ordenou o moreno que foi logo atendido pelas duas que se afastaram. Harry com cuidado tirou uma Gina estática e surpresa que logo voltou ao normal assim que saiu da sala.

_O que ele tem? Perguntou a garota quando sentiu a temperatura mais baixa da Sala principal.

_Fique quieta e não chegue perto. Ordenou Harry entrando na sala sem nem ao menos se importar com o calor e caminhando calmamente ate Draco que ainda gritava e parecia que estava sendo queimado vivo as chamas roxas aumentavam a cada minuto, mas parecia que o escudo de calor não afetava a Harry muito menos as chamas. -Isso tinha de acontecer logo agora. Murmurou o moreno irritado levantando a mão e fazendo o Malfoy flutuar poucos centímetros a baixo de seu rosto e o levando de vagar, pois o loiro ainda de debatia e gritava e podia bater em algo.

Harry cuidadosamente tirou o loiro da sala de simulação e quando eles entraram na sala principal da cede ali em Hogwarts toda a grande sala esquentou fortemente e não só a sala estranhamente o calor foi sentido por todo o castelo os alunos e professores estranharam, pois o frio de novembro estava muito forte e aquilo não fazia sentido. Draco foi levado para o quarto em que Harry dormia na sala da Alcatéia onde Anne estava esperando.

_Sai da frente Anne. Ordenou o garoto colocando Draco em sua cama que por alguma surpresa não queimou muito menos a temperatura do quarto se alterou. -Obrigado. Diz Harry olhando para Anne. -Agora vá tratar as queimaduras de Gina.

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Já era madrugada e Draco ainda gritava só que mais fraco já que ele estava rouco e todos os principais membros da Alcatéia em Hogwarts estavam na sala de reuniões. Os gritos do loiro eram abafados por um feitiço anti-som que tinha no quarto e ate mesmo os Weasley estavam preocupados com o Malfoy.

_O que esta exatamente acontecendo a ele? Perguntou Hermione olhando de esguelha para Gina que se mexia incomodada numa poltrona.

_O poder que ele ocultava esta despertando. Respondeu Harry. -Quando vocês fizeram o ritual eu expliquei que ele só despertava parte dos seus poderes e que se vocês treinarem mais poderiam despertar o resto deles.

_O Malfoy esta despertando todo o poder dele? Perguntou Rony.

_Não. Disse Harry. -O Malfoy esta despertando um poder que ele tinha há muito tempo ele faz parte de uma não vou dizer espécie mas de um grupo tão seleto de Humanos não só bruxo mas trouxas que tem que é chamado de Dom do Dragão ou Cavaleiros Dragões. Harry parou por um segundo e depois continuou. -Há muito tempo não aparece um Cavaleiro Dragão e quando muito tempo é muito tempo mesmo, mas o Draco foi escolhido e o poder dele é muito forte tanto que se ele não estivesse treinado comigo o corpo dele poderia não resistir e ser carbonizado.

_Como assim carbonizado? Perguntou Gina tentando ao Maximo não deixar a preocupação transparecer na sua voz.

_O despertar do Dom do Dragão é muito forte e faz o calor ou a energia da pessoa transformar-se em chamas ou calor isso também é possível com bruxos poderosos assim como a Gina fez no ataque de Hogsmeade e como você puderam ver o calor que Draco exalou aqueceu toda essa sala assim como estranhamente o castelo. Harry parou por um instante e depois ficou. -Fred, Jorge, Rony e Neville vamos comigo no quarto que o Malfoy já parou de gritar e já parou o despertar desse poder. Gina se levantou rapidamente da poltrona e olhou meio que indignada para Harry.

_Porque só eles vão? Perguntou quase se descontrolando.

_Por que eu decidi. Falou Harry indo para o seu quarto seguido dos garotos. -Alem de que ele pode ter queimado as roupas e estar num estado nada legal para vocês garotas. Não só Gina, mas Hermione também corou imaginando sem querer ou por querer a tal situação que o Malfoy poderia estar.

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Osires caminhava pelos corredores do seu imenso palácio ele já sentira a mudança na energia mágica que tinha acontecido, mas não se abalou muito, pois sabia que aquilo não ajudava o lado negro muito pelo contrario ajudaria mais o lado do Enviado dos Deuses.

_Osires meu caro. Disse uma voz doce. -Creio que você também sentiu a mudança na magia.

_A claro minha cara Galadriel. Disse o mestre do continente perdido para a senhora do povo dos Elfos. -Mas isso não me preocupa muito.

_Nem a mim muito pelo contrario isso ate me agradou. Disse Galadriel começando a andar ao lado de Osires.

_Eu só não esperava que um Dragão desperta-se logo nesse tempo. Osires pareceu levemente curiosos. -Você sabe que eles só surgem quando os Dragões estão precisando ou quando o real equilíbrio da antiga magia esta quebrado coisa que por em quanto não esta.

_Talvez isso possa ser um sinal. Disse Galadriel.

_Talvez, mas não nos preocupamos com isso agora já sabemos que o escolhido sabe se virar e saberá lidar com a situação.

_Muito bem dito meu caro Osires.

_Obrigado minha cara Galadriel. Osires ainda andava pelos corredores do palácio. -Gostaria de ir comigo visitar o pode das montanhas?

_Seria um prazer. Disse Galadriel e ambos andaram pelos corredores.

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Dumbledore estava na cozinha da antiga casa do Black juntamente com Snape e McGonagall. Aos poucos vários membros da Ordem apareceram aparatando e se acomodando em seus lugares a passado vinte minutos quase todos os membros estavam ali.

_Meus caros amigos. Começou o diretor. -Tenho noticias muito ruins. O diretor parou rapidamente sentindo um grande abalo na magia, mas sem saber o porque não se preocupou. -Fico triste em dizer, mas eu tive uma conversa com Harry convidando-o a fazer parte da Ordem. Ouve um murmúrio de apoio entre os membros somente Snape e a Srª Weasley não gostaram daquilo.

_VOCÊ não devia ter feito isso. Disse a senhora Weasley meio contrariada. -Ele é só uma criança e não pode entrar diretamente numa guerra.

_Ele já não é mais uma criança. Falou o Sr. Weasley repreendendo a mulher. -Ele conseguiu enfrentar um cavaleiro negro de frente e ainda saiu vivo não vejo o por que dele já não ter entrado querendo ou não ele já é praticamente o centro da guerra. Vários membros concordaram.

_Eu concordo com o Arthur nesse caso. Disse Moody com seu olho de vidro girando para todos os lados.

_Eu também concordo que ele devia ter entrado há muito tempo. Disse o velho diretor. -Mas infelizmente eu creio que esperei de mais, pois quando fui convidar ele recusou e me deu os seus motivos e temo em concordar com alguns desses motivos, apesar de sentir grande tristeza no meu coração.

_O que o Potter poderia dizer que fizesse algum sentido? Perguntou Snape com um tom seco.

_Ele disse praticamente que a Ordem da Fênix não resistiria ate o fim da guerra, pois nos não estamos ao nível de poder dos comensais muito menos aos dos vampiros. Dumbledore suspirou. -Ele ficou forte treinando sozinho ele me disse que se fizesse parte da Ordem nos o manteríamos em vigia e sobre nossas asas para que ele não fizesse nada só fica-se no escuro.

_E você concordou com isso? Gritou Dédalo.

_Temo que sim. Disse o diretor parecendo realmente mais velho. -Todos vocês viram que os comensais da morte aumentaram o seus níveis de poder sem contar com os Cavaleiros negros, os Vampiros e Lobisomens, não digo que não somos capazes de ficarmos fortes mas não temos tanto tempo para isso e se continuarmos assim a Ordem caira e sua chama se apagara.

_Mas nos levantaremos das cinzas assim como a Fênix faz, pois foi por isso que a Ordem recebeu esse nome. Falou o Sr Weasley batendo a mão com força na mesa, mas sabendo bem no fundo que o que Harry dissera tinha uma parte de verdade.

_Concordo com o Arthur disse Arabela Figg.

_Infelizmente eu estou concordando com o Potter. Disse Moody para a surpresa de quase todos. -Pelo menos em partes.

_E em que partes você acha que o garoto esta certo? Perguntou Tonks com um tom quase que indignado não só por Moody concordar com as palavras de Harry, mas pelo próprio garoto.

_Vocês tem de concordar que no ultimo grande ataque que Voldemort fez nos não conseguimos nem ao menos resistir a investida dos aliados dele. Moody parou por uns instantes olhando para cada um dos membros que concordavam mesmo contrariados. -Não estou dizendo que somos fracos muito pelo contrario nos somos fortes sempre fomos, mas nos não procuramos melhorar nossas forças não procuramos treinar para se por alguma razão que o próprio Dumbledore já nos alertou o retorno de Voldemort.

_Mas ele havia sumido, nos pensamos que esses tempos nunca iam voltar mesmo tendo aquele bruxos que tentaram tomar o lugar de Voldemort. Falou Amélia Bonés.

_E esse foi o nosso erro. Disse Lupin pela primeira vez se manifestando na reunião chamando a atenção de todos. -Mesmo Dumbledore ter nos alertado para isso nos preferimos acreditar que as trevas tinham sido vencidas, mas vimos isso na pele.

_Exato. Diz Moody tomando a palavra. -Mas ao contrario de nos os comensais mesmo que ensandecidos pelos seus ideais continuaram treinando nas sombras para que ninguém os descobrissem e os que estavam presos receberam novas forças de Voldemort como já vimos.

_Mas como eu disse. Começou Arthur. -Se cairmos uma vez nos levantaremos das cinzas assim como a Fênix.

_Mesmo a Fênix que renasce das próprias cinzas não pode ser imortal. Falou Dumbledore atraindo a atenção dos demais membros.

_Você quer terminar com a Ordem? Perguntou a Srª Weasley com um tom de tristeza na voz.

_Não faria isso nem se eu quisesse. Falou Dumbledore. -Vamos continuar ate o fim se assim for, mas resistiremos para que possamos um dia contar a todos que nos fizemos à diferença nessa Guerra.

_Concordo. Falou McGonagall.

_Muito bem o outro assunto que eu quero falar é sobre a estranha movimentação dos dragões que como vocês sabem estão saindo de todas as partes do mundo e se unindo numa região da Romênia.

_Sabemos Disso. Falou Snape em um tom seco. -Alias todos sabem disso, pois ate os jornais estão falando disso, além do que ate mesmo os comensais parecem agitados com isso.

_Você ouviu algo que possa nos ajudar a esclarecer esse assunto? Perguntou Moody.

_O que eu sei é que Voldemort esta atrás de alguns objetos e corre o boato entre os servos negros que tem a ver com os dragões e o tal de Falcon e sem contar o Potter. Um som de aparatação é ouvido e Carlinhos Weasley e Heitor aparecem.

_Aconteceu algo realmente estranho e acho que tem a ver com aquilo que te mandei. Disse Carlinhos olhando para Dumbledore sem nem se importar com os outros.

_O que poderia ter acontecido? Perguntou o velho diretor calmamente.

_Abra na paina trinta e nove e você saberá. Respondeu Carlinhos se sentando num lugar vazio.

Dumbledore para a surpresa de todos que não entendiam o que estava acontecendo pegou um livro de dentro de suas vestes um livro com uma capa de couro vermelho. O diretor folheou as paginas ate chegar no seu destino e ficou lendo por uns minutos fazendo os outros membros ficarem mais curiosos.

_Meus caros amigos tenho uma coisa que pode ser usada como uma boa noticia. Falou o diretor virando o livro para que todos vissem o que ele tinha lido e uma ilustração que parecia muito real de uma torre de fogo subindo tão alto num céu escuros que parecia toca-lo. -Nosso mundo é feito de lendas e algumas coisas nos não acreditamos, mas hoje uma lenda se tornou realidade. O diretor parou por um minuto e olhou para Carlinhos. -Faça as Honras. Carlinhos se levantou e todos olharam para ele.

_O que vou lhes contar foi esquecido por muito tempo e só algumas partes nos sabemos, pois são historias que mães contam para seus filhos quando eles fazem alguma traquinagem ou quando não conseguem dormir, mas isso tudo faz parte de uma só lenda ou profecia, não sei ao certo, mas tudo esta no livro que Dumbledore estão em mãos. Todos ouviam atentamente as palavras do segundo filho dos Weasley. -Há muito tempo em Eras antigas em que nos só lembramos com historias ou cânticos os dragões eram uma parte importante desse mundo, astutos, corajosos, leais aos seus ideais e acima de tudo faziam o equilíbrio da magia ficar em harmonia.

“Os dragões viviam na terra antes dos humanos aparecerem e quando aparecemos eles nos ensinaram a como nos proteger, como construir nossas casas e castelos e para alguns eleitos que carregavam a magia nos ensinaram como utiliza-la. Foi a partir deles nos os Humanos criamos um código de honra que a muito foi esquecido assim como o pacto que nos fizemos com eles. Um dia nos os humanos começamos a ver os dragões como ameaças e não digo somente os trouxa, mas os bruxos e feiticeiros e começamos a perseguir aqueles que um dia nos ajudaram e os dragões foram quase que exterminados da terra restando apenas alguns e ouve grande temor na terra pois coisas inimagináveis aconteciam”

_Por que isso? Perguntou Tonks sem conter sua curiosidade e interrompendo a historia.

_Nesse mundo a forças alem das nossas imaginações minha cara. Disse Dumbledore. -Os dragões têm grande parte de magia muito antiga para falar a verdade eles são diretamente ligados a magia, se um dia eles deixarem de existir toda a magia entraria em colapso e sou obrigado a lhe dizer que ninguém saberia exatamente qual seria as conseqüências disso, mas não seriam boas. Todos ficaram surpresos com aquelas palavras. -Continue. Disse o diretor se referindo a Carlinhos.

_Como eu dizia. Começou Carlinhos. –Quando restaram apenas poucos dragões, entre eles o mais velho e poderoso dragão. Esse poderoso dragão fez uma profecia onde dizia que um eleito nasceria sobre o fogo do dragão que equilibraria a magia e lutaria contra aqueles que um dia tentaram destruir os dragões e a humanidade.

“Esse eleito carregaria uma marca muito peculiar uma tatuagem de um dragão em suas costas. Não se passou muito tempo em que a profecia foi feita e um menino nasceu em meio a guerra e quando cresceu seus poderes foram ativados e ele controlava as chamas antigas dos dragões e uniu o mundo e suas criaturas numa batalha contra as trevas e assim o mundo reinou por muitas eras em paz e os dragões se refugiaram em um lugar onde nenhum mortal poderia colocar os pés”

_Eu contava algumas coisas relacionadas a estas historia para meus filhos quando eles eram pequenos. Disse a Srª Weasley. -Sobre um grande guerreiro cujo tinha o poder de controlar as chamas de dragões e lutar contra o mal.

_Exatamente. Disse Dumbledore. -Mas você também deve ter contado sobre os dragões negros.

_Os dragões negros são os antigos dragões corrompidos pelo ódio que mesmo depois de mortos continuou a persistir, e eles caminharam sobre a terra em luta contra os humanos e contra o eleito dos dragões. Falou Carlinhos. -Mesmo esse livro não conta tudo, mas sabemos através de historias que é preciso muito poder para invocar um dragão negro não sei ao certo, mas nesse livro diz que os dragões negros foram banidos para um outro mundo onde não poderiam fazer nada.

_Qual é a marca do eleito dos Dragões? Perguntou Lupin com um certo tom de curiosidade.

_Aqui esta ela. Diz Dumbledore mostrando mais uma vez o livro.

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N/A: Ei desculpe a demora mas............ a nada de mais eu já me desculpei e ai ta o cap não sei se ele esta bom mas eu fiz Valeu fui.

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