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2. Conheça os boêmios


Fic: Moulin Rouge - Amor em Vermelho


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 2: Conheça os boêmios


 


Harry estava no seu quarto, que também era ao todo seu apartamento, era simples, mas sofisticado, com cada coisa no seu lugar e os móveis antigos muito bem conservados. A luz do sol brilhava intensamente janela adentro e havia grande expectativa no ar.


Acabara de comprar aquele computador na loja mais próxima, era extremamente velho e antigo, mas serviria perfeitamente, afinal, não havia muitas notícias de grandes e famosos escritores que começaram já do alto, numa grande mansão e um computador de última geração.


As melhores histórias, na opinião de Harry, foram escritas por pessoas que não tinham mais nada a não ser papel e caneta ou no máximo uma máquina de escrever e ele não queria fugir dessa tradição.


Estava pronto para apertar as primeiras teclas do teclado e começar sua história quando aconteceu algo inesperado que fez todo o quarto sacudir e poeira e destroços voarem por todos os lados.


Um buraco foi aberto no teto do quarto quando um rapaz que só podia ser inglês passou por ele. Estava inconsciente e pendurado por uma corda amarrada em apenas uma de suas pernas, os olhos fechados serenamente e o sangue rapidamente fluindo à cabeça por estar de cabeça para baixo. Vestia-se bizarramente com calças alaranjadas, botas pretas, várias blusas de várias cores, barba expeça e uma cartola.


Mal tendo se recuperado do susto que fez Harry pular da cadeira do computador, a porta foi escancarada tão rapidamente que bateu na parede e voltou um pouco, fazendo Harry levar outro susto.


No portal havia outro rapaz, ruivo, vestido como uma freira e exibindo um grande sorriso de orelha a orelha enquanto entrava no aposento apressado.


— Como tem passado? — ele cumprimentou Harry, e sem esperar por resposta, foi logo se apresentando. — Meu nome é Ronald Henri Marie Raymond Toulouse-Lautrec-Montfa Weasley, mas pode me chamar de Rony. — dizia ele animado enquanto girava a bengala que trazia consigo.


— O quê?! — perguntou Harry olhando escandalizado para todos, especialmente para seu antigo amigo de Hogwarts e sua atitude.


Jamais imaginaria que fosse encontrar justamente Rony não só justamente em Paris, como também justamente no andar do hotel acima do seu, e principalmente vestido daquela forma bizarra.


— Eu sinto muito. — continuava Rony olhando para o rapaz inglês inconsciente. — Estávamos lá em cima ensaiando uma peça, algo bem moderno chamado Espetáculo Espetacular, ela se passa na Suíça. — explicou todo animado. — Simas sofre de narcolepsia. Está bem em um momento e inconsciente em seguida. — riu.


Harry levara a mão à boca, não havia reconhecido Simas inconsciente. Seus amigos estavam muito mudados, para não dizer estranhos.


— Como ele está? — veio uma voz lá de cima e três cabeças apareceram no buraco por onde Simas passou quando caiu. — Que beleza, ele está inconsciente. Agora a peça não está pronta para ser apresentada ao investidor amanhã. — dizia a cabeça do meio que era de um homem, bem mais velho do que todos, usando um vestido e maquiagem fazendo-o quase parecer com uma mulher.


— Ainda preciso terminar a música! — exclamava a cabeça da esquerda que era de outro rapaz de cabelos e olhos negros e os dois dentes da frente um tanto grandes. Usava um cachecol colorido e um chapéu marrom.


A cabeça do rapaz da direita pertencia a outro jovem que era negro e segurava uma pequena mangueira vermelha parecendo ser a de um narguilé, ele apenas observava todos.


— Outra pessoa pode fazer o papel dele. — propôs Rony sempre sorrindo.


— Mas onde acharemos alguém para representar um jovem sensível poeta suíço? — perguntou o homem de maquiagem.


E todos olharam para Harry que logo se viu no andar de cima substituindo o pobre Simas inconsciente.


Como o quarto de Harry na verdade era o último apartamento do hotel, o andar acima do dele não era mais nada além do sótão onde todos eles costumavam ensaiar suas peças.


O piso, parede e teto eram de madeira clara e frágil, chegava-se lá pelo alçapão no chão que ligava ao quarto de Harry ou à porta que dava para as escadas. Cenários nas paredes e baús de roupas e fantasias espalhados por todos os lados. O teto era bem alto, e as janelas também, portanto as quatro janelas, uma em cada parede, tinham cada uma a sua escada. Havia ainda um piano no local e uma cama de solteiro e de ferro onde repousava Simas.


O rapaz de dentes da frente grandes que Harry descobriu ser Neville tentava tocar várias teclas do piano ao mesmo tempo, fazendo muito barulho no local que só aumentava com o rapaz negro que era Dino explodindo muitas lâmpadas que ele tentava acender ao mesmo tempo.


Rony que ainda não havia reconhecido Harry, assim como todos os amigos, agora cantava desafinado e dançava com sua bengala, interpretando seu papel de freira, enquanto Harry e o homem de maquiagem que se chamava Audrey olhavam para o ruivo, horrorizados.


As montanhas de animam
Com as suaves sinfonias da melodia...


— Oh, pare com esse barulho insuportável! Está atrapalhando minha concentração. — disse Audrey já perdendo a paciência, e depois voltou a se concentrar para os detalhes da peça olhando na prancheta que tinha em mãos, falando consigo mesmo. — O piano deve ser decorativo.


Mas havia diferenças artísticas na música de Audrey, aquela que Rony estava cantando.


— Uma freira não diria isso. — Dino questionou a letra da música.


— Que tal: “As montanhas são as entoações vitais da melodia”? — propôs Neville lá do piano.


— “As montanhas tremem e balançam.” — Rony deu sua opinião animado.


— Não! “As montanhas acompanham a melodia do vento.” — falou Dino.


— “As montanhas estão encarnadas com sinfônicas melodias.” — disse Simas acordando inesperadamente e sentando na cama. Todos olharam-no, refletindo sobre a frase, e logo Simas voltou a desmaiar, caindo de costas na cama, e todos voltaram a pensar numa frase melhor, não tendo gostado da que Simas propôs.


— “As montanhas... As montanhas...” — diziam Rony, Neville e Dino consigo mesmos, andando de um lado para o outro no sótão.


Harry que estava no meio de uma das escadas que levava para uma das janelas havia tido uma ideia e tentava chamar a atenção de alguém, mas não era sequer visto por todos que caminhavam de cabeça baixa, muito concentrados.


Audrey olhava a todos com uma expressão de quem não estava satisfeito por quererem reformular sua música que ele próprio havia escrito.


The Hills...
(As montanhas...) 
...are alive... 
(...ganham vida...) 
...with the sound of... 
(...ao som da...) 
...music 
(... música)


Cantou Harry bem alto.


Ouve um silêncio mortal em que todos pararam de andar e falar e passaram então a refletir sobre a nova frase. Simas levantou-se mais uma vez da cama parecendo bravo e caminhou até o meio do sótão, olhando Harry no alto com uma expressão de total fúria.


— “As montanhas ganham vida ao som da música.” Adorei! — exclamou.


— “...ganham vida...” — cantou Dino.


— “...ao som...” — desafinou Rony.


— “...da música.” — berrou Neville.


Audrey estava claramente insatisfeito por terem mudado sua música, vindo ainda por cima de um cara que era novo no grupo. Ele se mexia incomodado no mesmo lugar, com os braços cruzados.


— Ficou perfeito! — disse Neville se virando para Harry e este continuava cantando:


With songs they have sung 
(Com as canções que eles cantarem) 
For a thousand years 
(Durante mil anos)


Simas, Dino, Neville e Rony exclamaram levando as mãos à boca, impressionados com o talento de Harry.


— Esplêndido! — disse Rony.


Harry sorria em agradecimento. Estava satisfeito por saber que tinha talento para escrever e criar músicas e histórias, então talvez sua livro viesse a ser um sucesso algum dia.


— Audrey, vocês dois deviam escrever a peça juntos. — propôs Rony se virando para o homem de maquiagem.


Entretanto, a sugestão de Rony não era o que Audrey queria ouvir.


— Adeus! — gritou Audrey se retirando furioso do sótão e batendo a porta.


— Ao seu primeiro trabalho em Paris. — disse Rony bebendo um líquido verde num pequeno copo de vidro. Pela sua expressão contente e também a dos amigos, nenhum deles se importava de perder Audrey quando agora tinham um escritor de peças bem melhor do que o anterior. — Mas... Qual é o seu nome?


— Pensei que todos vocês fossem me reconhecer porque eu reconheci todos vocês. — disse Harry rindo. — Sou o Harry, Harry Potter.


O sorriso de todos morreu imediatamente, seja lá o que estivessem esperando, certamente não era aquilo. Era muito ironia do destino darem de cara justamente com Harry justo naquele lugar e ainda mais depois de tanto tempo.


— Mas... Harry? O que está fazendo aqui? Pensei que estivesse viajando pelo mundo trabalhando como Auror. — perguntou Rony, tão espantado quanto os outros.


— Acabei de receber férias do trabalho e vim passa-las aqui em Paris. E além do mais, eu é que pergunto de vocês. Pensei que estivessem todos em Londres. — disse Harry encarando a todos.


— Nenhum de nós conseguiu trabalho em Londres, tentamos de tudo, mas sem resultado, então decidimos nos unir e vir procurar trabalho aqui em Paris. — começou Rony.


— Quando todos tínhamos 18 anos — contou Neville, — você ainda sendo tão novo já conseguiu se tornar Auror e começou a viajar pelo mundo a trabalho.


— Mas mesmo em Paris nós também não arranjávamos trabalho, era inacreditável. — explicou Dino — Então conhecemos Audrey que sugeriu que formássemos um grupo de teatro, e sem outra opção nós concordamos.


— Audrey também entrou no grupo e se tornou o líder por ter mais tempo de experiência em teatro do que nós. — disse Simas — Dois anos depois aqui estamos nós com vinte anos e conseguindo sobreviver aos poucos. Descobrimos que temos que nos vestir e agir feito bobos alegres para agradar ao público e isso acabou se tornando um pouco da nossa personalidade também.


— E sua família Rony, como estão? — perguntou Harry, sentia-se um pouco mal pela situação sofrida dos amigos enquanto Harry levava uma vida boa com um ótimo salário.


— Mortos, todos mortos. Todos eles morreram há um ano e eu só fui saber no mês passado. Eu vinha mantendo pouco contato com a família porque não queria que eles soubessem da minha vida aqui, e eu praticamente sumi do mapa para o Ministério da Magia, portanto ninguém no Ministério pôde me avisar da morte deles quando foram enterrados. Parece que um grupo de bruxos das trevas entraram na Toca e não pouparam ninguém.


— Sinto muito. — disse Harry. Se antes se sentia mal, agora estava se sentindo péssimo.


A família Weasley o acolhera quando ninguém mais fez isso, tinha um enorme carinho por todos. Não devia ter ficado sem contato com eles por tanto tempo, sem notícias deles, e certamente eles deviam ter ficado preocupados pela falta de notícias suas.


Sem contar ainda que era irônico que seu trabalho era caçar bruxos das trevas pelo mundo quando o próprio lugar de onde ele viera ainda havia esses tipos de bruxos que assassinavam pessoas que eram importantes para ele, e Harry não se preocupou com a devida proteção daqueles que lhe eram mais próximos.


— Mas a única da minha família que não morreu foi a Gina e ela está aqui em Paris trabalhando, ela se mudou para cá um pouco depois de terminar a escola e um pouco antes da minha família morrer, ela poderia ter morrido junto, mas se salvou quando resolveu vir para cá, e Hermione também veio, as duas trabalham juntas, e mais outras pessoas que você conhece Harry, estão todos aqui em Paris. — disse Rony, o sorriso voltando ao rosto assustadoramente rápido ao se lembrar que ainda lhe restava um parente vivo, e depois voltou-se para Neville, Simas e Dino como se o momento de tristeza nunca tivesse existido. ­— Estão vendo que com Harry nós poderemos fazer sucesso? Ele tem muito talento.


— Zidler jamais concordará. — disse Neville, depois voltou-se para Harry — Você já escreveu alguma peça antes?


— Não.


— “As montanhas ganham vida ao som da música.”. Estão vendo que com Harry nós poderemos criar o revolucionário show boêmio com que sempre sonhamos? — perguntou Rony radiante aos amigos.


— Como convenceremos Zidler? — quis saber Neville preocupado.


Mas Rony tinha um plano.


— Gina. — falou simplesmente, lembrando-se.


Harry estava tentando entender toda a coisa pela conversa dos três amigos que decidiam tudo, excluindo-o. Pelo visto a peça deles precisava ser aprovada por esse tal de Zidler, mas ele não iria gostar de um escritor novo além de Audrey, por isso Gina iria ajuda-los a convencer Zidler.


Harry vestiria seu melhor terno e fingiria ser um famoso escritor inglês. Gina que conhece Harry ouviria a poesia dele e iria insistir para Zidler, que parece ser o chefe de todos eles, para que Harry fosse o novo escritor da peça Espetáculo Espetacular.


Mas o problema é que Harry começou a ouvir na sua cabeça a voz de seu chefe rindo dele e dizendo: “Você vai arruinar a sua vida se for começar a escrever peças de teatro!”.


— Eu não posso fazer isso. — disse Harry alarmado, correndo até o alçapão, abrindo-o e já começando a descer a escada que levava ao seu quarto.


— Por que não? — perguntou Rony desesperado enquanto ele e os amigos se abaixavam para olhar Harry que já estava na metade do caminho para descer.


— Eu nem sei se sou um verdadeiro revolucionário boêmio. — Harry explicou, parando de descer os degraus e olhando os amigos no alto do alçapão.


— Acredita na beleza? — perguntou Rony.


— Acredito. — confirmou Harry.


— Na liberdade? — indagou Simas.


— Claro.


— Na verdade? — quis saber Neville.


— Sim.


— No amor? — questionou Dino.


– Amor? Sobretudo acredito no amor. É como oxigênio. O amor é algo maravilhoso. O amor nos eleva às alturas. Tudo de que precisamos é de amor! — disse Harry como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.


Dino, Rony, Neville e Simas já voltavam a sorrir.


— Não pode nos enganar! — disse Rony rindo — Você é a voz dos Filhos da Revolução!


Todos riam com vontade agora e puxaram Harry de volta ao sótão.


— Ao escritor do primeiro show revolucionário boêmio! — dizia Rony como se fizesse um imenso brinde à Harry e Simas ficou tão animado que chegou a dar um super beijo na bochecha de Harry.


Harry era o plano perfeito! Iria fazer uma audição e foi assim que ele tomou seu primeiro copo de Absinto.


Rony despejou o líquido verde da garrafa em cinco pequenos copos de vidros iguais, todos fizeram um brinde e beberam, sentindo o líquido quente e forte arranhar a garganta.


Poderia ser real ou imaginação, Harry já não tinha certeza, mas ele poderia jurar que viu o desenho de uma fada vestida de verde estampada no rótulo da garrafa de Absinto sorrir para ele e falar animada:


— Eu sou a fada verde!


Ela saiu voando da garrafa e pôs-se a frente de todos, pairando no ar, suas asas batendo rápidas iguais as de um beija-flor, e ela começou a cantar com uma voz lenta e doce, mas cheia de energia:


The hills are alive 
(As montanhas ganham vida)


E os cinco rapazes, cada um com um copo cheio de Absinto na mão, acompanharam-na com a música:


With the sound of music 
(Ao som da música)


Harry, Rony, Simas, Neville e Dino começaram a rir feito loucos achando muita graça de tudo e puseram-se a cantar e dançar juntos com a fada verde que já se movimentava numa dança sensual, provocativa e hipnotizante.


Freedom, beauty... 
(Liberdade, beleza...) 
...truth and love 
(...verdade e amor)


Mais alto ainda e com voz de cantora de ópera bem animada, a fada verde cantou:


The hills are alive 
(As montanhas estão vivas) 
With the sound of music 
(Ao som da música)


Os rapazes dançavam iguais para acompanhar a fada verde que jogava brilho verde em tudo e em todos.


Naquela mesma noite foram todos a um lugar chamado Moulin Rouge onde Harry iria encontrar com Gina e recitar sua poesia para ela.


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Continua... 

No próximo capítulo:
 


(...) vestida de dançarina de cancã e muito bonita por sinal, encontrava-se ninguém menos do que Hermione Granger.


Além de Hermione, Pansy, Cho e Luna; ele vira também Lilá Brown, as gêmeas Parvati e Padma Patil, Ana Abbott e Susana Bones. (...)


Agora todos os homens resolveram participar da festa. Eles começaram a cantar e dançar com suas bengalas e cartolas; inclusive Rony, Neville, Simas e Dino que também tomavam partido de tudo aquilo muito animados.


As mulheres continuavam dançando cancã e seduzindo todos os homens enquanto levantavam as pernas no alto e rodavam o saiote, fazendo-os terem um rápido vislumbre de suas pernas e de suas calcinhas, enlouquecendo-os.
 


Lady Potter

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