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34. Tentando compreender melhor


Fic: Brincar de viver (R/Hr - H/G - Atenção - cenas NC18)


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Harry contava com a experiência que Ginny e ele mesmo haviam tido com o diário de Riddle há alguns anos atrás. Tentando se lembrar dos fatos e das afirmações de Riddle, ele pegou o diário em mãos. Pegou tinta e pena. A primeira coisa a tentar seria escrever no diário, tal qual ele e Ginny fizeram no passado. Mas havia uma diferença básica: esse diário não estava em branco.

Harry foi folheando o diário dos Potter aleatoriamente, tentando encontrar uma página em branco ou incompleta. Conseguiu encontrar uma meia página. Leu o que estava escrito acima do espaço encontrado. Reconheceu a letra bonita e caprichada da mãe, Lily.

“Hoje me levantei sentindo um pouco de tontura. Preciso ir ao médico para verificar isso, já não venho me sentindo bem há dias...
Hoje é também nosso aniversário de casamento. Um ano! Quem diria, eu e Potter casados... e muito felizes! Preciso confessar que nunca imaginei poder ser tão feliz, estamos vivendo dias tão tenebrosos...
O amor é realmente a força mais poderosa que eu conheço!”

Mione, já desconfiada, pediu a Harry:

- Harry, escreva na parte em branco do diário.

- O que exatamente?

- Qualquer coisa. Vamos ver se ele vai funcionar como o diário de Tom.

Harry escreveu simplesmente: OLÁ!

O diário parecia intacto. Não havia sumido o que ele tinha escrito, portanto não era como o diário de Tom. Era o que pensavam... até que...

Naquela parte em branco, a tinta foi absorvida e uma pergunta despontou, do nada:

“- Quem é você?”

Harry apressou-se em escrever o próprio nome. HARRY POTTER

“Se você é o verdadeiro Harry, qual o seu nome do meio? E qual o nome de solteira de sua mãe?”

JAMES, COMO MEU PAI.
EVANS, LILY EVANS.

Um silêncio sepulcral instalou-se na sala. Então Harry podia falar com os pais daquela maneira? Ainda podia conversar com eles?

Depois de alguns segundos que pareceram uma eternidade, surgiu naquele espaço vazio do diário um quadro. Tinha o tamanho de uma fotografia. E uma imagem borrada no início deu lugar à uma fotografia de James e Lily... estavam extremamente felizes, choravam de alegria!

Todos os presentes observavam, atônitos, a imagem. E quase cairam de costas ao ver James e Lily olhando para eles... o casal Potter perguntou (as conversas com o diário vão ser reportadas como conversas, mas é tudo por escrito!):

- Harry? É você, meu filho?

Grossas lágrimas escorriam pelo rosto do rapaz. Parecia o espelho de Ojesed...

- Sou eu mãe! Pai! Como isso é possível?

James olhou profundamente para o filho, para os outros presentes, e disse:

- Queríamos tanto que você não precisasse desse diário... mas depois de tudo o que aconteceu, sei porque você nos encontrou aqui, filho. E imagino que Voldemort esteja vivo, assim como você, não é mesmo?

Harry assentiu com a cabeça.

- Preste muita atenção Harry. Tudo aquilo que você perguntar, só poderá perguntar uma vez. Em algumas passagens você poderá ver o que aconteceu como se estivesse presente, tudo bem? Não se assuste.

Harry compreendeu que o diário dos pais era idêntico ao de Riddle. E estava preparado para isso. Pediu a Mione que anotasse tudo o que seria dito pelos pais, ao que a garota já estava fazendo... como sempre...

A primeira coisa que ele precisava saber era como usar essa magia antiga, magia branca, a mesma que os pais utilizaram na casa, nos objetos... E foi essa a primeira pergunta de Harry.

“- Primeiramente, você deve ter em mente Harry, que a magia não se constitui apenas de fórmulas e encantos decorados. Há muita coisa independente de livros e estudos, porque o sentimento daquele que mexe com a magia é que conta. Você, quando fica nervoso ou ansioso, se utiliza da magia sem falar ou usar uma varinha. E não é só você, na verdade todos podem fazer isso. Mas primeiro precisam de estudo, muito estudo, para não entrar pelo caminho mais fácil e mais perigoso: o da magia negra.

A magia nasceu sem cor: nem branca, nem negra. Era neutra. O que aconteceu, como sempre acontece, é que a magia negra surgiu como resultado da prática indiscriminada de pessoas desvirtuadas e ávidas de poder. Assim, a magia tornou-se bilateral.

Lembre-se de que, quanto mais poderoso um bruxo, maior as chances dele cair em tentação e desvirtuar-se também. É necessário ser vigilante e ter boas intenções o tempo todo.

Dumbledore é um exemplo do que um verdadeiro mago deve ser: conhecedor de coisas obscuras, mas consciente de seu humilde papel no Universo. Não se assuste com minhas palavras, porque agora você já sabe que é preciso conhecer o mal a fim de que você o reconheça e se afaste dele.

Só porque um bruxo não usa magia negra não significa que não possa... uma pessoa poderosa (como Dumbledore, por exemplo) seria capaz de manipulá-la... por isso peço, meu filho: cuidado com as tentações que esse diário poderá lhe oferecer. Se você mantiver seu coração e as pessoas que ama próximos de si, nada de mal lhe acontecerá. O amor é mais forte do que Voldemort, acredite...

Por hoje, peço que você faça o seguinte: recomece o diário, ouça as músicas às quais nos referimos com extrema atenção e cautela. Se sentir um impulso inexplicável de escrever, faça-o prontamente. Assim você estará usando seu instinto, que é puro, e depois, relendo o que escrever, encontrará soluções sem que haja necessidade de maiores explicações. Como uma penseira, você será capaz de rever e entender melhor.

Mesmo que seja a coisa mais estapafúrdia, absurda, escreva. Aprenda a respeitar seus próprios poderes (que na verdade todos nós temos mas desconhecemos) e aprenda com eles. Não poderemos lhe dizer o que fazer exatamente, mas podemos guiá-lo...

Compreendeu tudo Harry?”

Harry respondeu que sim. Ainda escreveu:

- Vou poder falar com vocês sempre?

“- Na verdade não. Apenas nos fatos mais importantes você conseguirá contactar-nos, já que está tudo registrado por escrito. Sabendo disso, não se engane, querendo pular partes para conseguir contato. Mesmo porque você precisa ler tudo para compreender.”

- Uma última pergunta, pai. O que havia de errado com mamãe nesse dia? Ela estava doente?

“- Não, Harry. Ela estava grávida de você e ainda não sabia! Por isso essa foto, comemorando sua vinda! Esse foi um dos momentos mais felizes de minha vida e da dela, por isso você está conseguindo se comunicar conosco! Sente a emoção que sentimos?”

Harry realmente sentia um calor, uma alegria e ansiedades muito grandes. Como se fosse James.

“- Por hora é só o que podemos dizer, querido. Estamos com você filho, sempre estaremos! Amamos você Harry!”

Desta maneira, quando a caligrafia e a fotografia desapareceram da página, Harry sabia que a conversa havia acabado. E que havia muito trabalho pela frente!

Neville e Luna trouxeram naquele mesmo dia informações importantes da biblioteca. Eles afirmaram que o poder das fotos e do diário são verdadeiros, e que é possível preservar um pouco de nós mesmos (nossas emoções, fatos importantes, etc.) nessas coisas. A música é capaz de evocar sentimentos muito profundos, intensos, agem como magia por natureza ao fazer quem a ouve refletir, ponderar, decidir...

Ainda tinham que descobrir como fazer funcionar o diário e as fotos corretamente: em que momento deviam tirar uma foto? É necessário algum tipo de preparo? E quanto ao diário? Existe um manual de como fazer um?

Essas eram algumas das milhares de perguntas que fervilhavam na cabeça de Harry e de todos.

Ficou então decidido que Neville e Luna continuariam na biblioteca, enquanto os quatro recomeçariam o diário. Logo depois do almoço, que foi servido ali mesmo, na sala comunal, pelo saudoso e sempre divertido Dobby.

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