FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

3. A Primeira Reunião


Fic: Amor Proibido | Capítulo 26 On! 07/05


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Capítulo 3 - A Primeira Reunião


Mais do que rapidamente, Tonks colocou os pergaminhos de volta na bolsa, e aparatou para Hogsmeade. Era decididamente estranho voltar àquela vila sem estar na escola. Ela entrou no Três Vassouras, e logo avistou Madame Rosmerta.
- Tonks, querida! O que a trás aqui? –perguntou a curvilínea dona do pub, sorrindo.
- Para ser bem sincera, eu não sei, Madame Rosmerta – disse a jovem, retribuindo o sorriso. – Me disseram para vir aqui, eu tenho uma reunião com o professor Dumbledore...
- Ah, sim – disse Rosmerta. – Não chegaram muitas pessoas ainda, sabe. Suba até o primeiro andar, primeira porta à esquerda.
- Muito obrigada, e até mais! – disse Tonks, seguindo em direção à escada. Assim que abriu a porta que Rosmerta indicou, viu alguns rostos conhecidos. E com visível surpresa.
Lá estavam Bill, Charlie e Arthur Weasley; Kingsley Shacklebolt(este com mais surpresa ainda); Mundungo Fletcher; e, é claro, Remus Lupin.
- Tonks! – exclamou Charlie, surpreso, vindo ao encontro da amiga. Charlie e Tonks estudaram juntos. – Não sabia que viria!
- Nem eu! – disse Tonks, igualmente surpresa, abraçando Charlie, seguido de Bill. – Como é que vocês estão? Achei que você estava na Romênia, Charlie. E você no Egito, Bill!
- Na verdade, eu só vim para essa reunião, volto para a Romênia amanhã de manhã – explicou Charlie. – E Bill ficará por aqui, se candidatou a uma função burocrática no Gringotes.
- Deve ser meio chato – comentou a jovem.
- É, mais ou menos – respondeu Gui, com um meio sorriso.
- Então, conhecem todo mundo? – quis saber Tonks, olhando em volta.
- Quase ninguém – respondeu Gui, ao mesmo tempo em que duas mulheres acabavam de chegar. – Só Kingsley e Remus, por enquanto. E papai, é claro. Mamãe logo chegará também.
- Ora, ora – disse Arthur Weasley, que pelo visto acabara de perceber que Tonks estava ali. – Se não é Nymphadora Tonks! Bem que achei que Kingsley falaria alguma coisa a seu respeito para Dumbledore.
- Só Tonks, por favor – pediu Tonks, com um arrepio. Incrível como as pessoas insistiam em chamá-la pelo primeiro nome! – Como assim, sr. Weasley?
- Pode me chamar de Arthur – disse ele. – Remus não contou? Kingsley comentou comigo que achava que você poderia fazer parte da Ordem. Foi ele quem disse à Dumbledore para chamá-la.
- Entendo – falou a bruxa, enquanto três homens entravam na sala. Naquele momento ela reparou em um cachorro extremamente familiar, ao lado de Fletcher e Lupin. Na mesma hora, se dirigiu à eles.
- Ah, olá, srta. Tonks – disse Lupin, ao ver que ela se aproximava. – Esta é Nymphadora Tonks, Dunga. Este é Mund...
- Já sei quem ele é, obrigada – disse Tonks. – Batemos um papinho agradável hoje de manhã, não, Fletcher?
- Ah sim... extremamente agradável – respondeu o homem, que cheirava a fumaça. – Eu... vou até ali, preciso dar uma palavrinha com Arthur.
Eles observaram o homem se afastar, e retomaram a conversa.
- Interroguei o Mundungus hoje de manhã – disse Tonks, ao ver que Lupin não havia entendido. – Os aurores têm estado um tanto interessados no que ele anda fazendo, entende. O que esse cachorro está fazendo aqui? Ele me parece familiar, não sei o porquê.
- Então, soube que é da família Black – desconversou Lupin.
- Não sou, não – teimou Tonks, desconfiada ainda do que aquele canzarrão estava fazendo ali. – Fazer parte de uma família significa ser aceita por ela. E receio que isso não caiba a mim.
- Não se pode negar seus antepassados, tampouco – insistiu Lupin. – Conheço sua mãe, Andrômeda. Nunca estudamos juntos, mas ela era prima de um amigo meu. Como ela está?
- Bem, como sempre – respondeu Tonks, indiferente. – A última vez que a vi foi no mês passado. Mas ela quer que eu vá jantar na casa dela amanhã, diz que quer falar comigo. Mas penso que não se trata de nada sério. Provavelmente quer me convencer a me casar logo, ela têm vindo com essa ultimamente. Ou me pedir para largar o emprego e virar jornalista, que é menos perigoso.
Eles riram e Tonks reparou como a sala havia ficado cheia de uma hora para outra. E, no momento em que ela observava, um homem de perna-de-pau e sem um pedaço do nariz caminhou até eles. Um de seus olhos olhava diretamente para Tonks e Lupin, enquanto o outro, de um azul-elétrico incomum, girava em todas as direções. Era uma coisa completamente nauseante.
Era Olho-Tonto Moody.
- Deve ser a Nymphadora Tonks – disse ele, olhando diretamente para a jovem. – Auror, pelo que me falaram. Alastor Moody.
- Muito prazer, Olho-Tonto – disse Tonks, apertando a mão estendida dele sem pensar. – Ah, não, me desculpe, sr. Moody, eu não qu...
- Gostei de você – rosnou Moody. – Gente sincera, é disso que essa sociedade precisa – Tonks e Lupin trocaram olhares, se controlando para não rir. – E vejo que já conheceu nosso lobo, Lupin!
- Lobo? – repetiu Tonks, sem entender. Será que ele era um...?
- Lobisomem, é o que Lupin é – respondeu Moody, como se para os pensamentos de Tonks. – Mas não o julgue por isso, é um bom homem.
- Uma bela recepção, Alastor – disse Lupin, com um sorriso leve.
- Ela ia saber de qualquer jeito – retrucou Moody.
Naquele instante, todos pararam de conversar. Dumbledore havia acabado de entrar na sala, seguido por McGonagall e Snape. O diretor tinha uma expressão séria, ainda que irradiasse alguma contentação. Absolutamente indiscritível. Mas era assim que Dumbledore era. Excêntrico, talvez, mas de forma irônica.
- Muito boa tarde a todos – começou o diretor, sorrindo. – Vejo que há algumas caras novas em meio à nossa sociedade, mas deixemos as apresentações para uma hora mais oportuna. Serei breve, pois tenho uma escola a dirigir. Saibam que para participar da Ordem da Fênix é preciso ter coragem. Há riscos, e não se pode ter dúvida quando a questão é se deve participar ou não. Mas a nossa questão principal é que Lord Voldemort retornou – falou Dumbledore, e vários arrepios e exclamações percorreram a sala. – Se há alguém aqui que tenha alguma dúvida sobre isso, pode sair.
Tudo ficou em tanto silêncio quanto antes.
- Muito bem – falou Dumbledore, com um sorriso de satisfação no rosto. – Sirius, será que poderia...?
E depois dessa pergunta enigmática, o canzarrão ao lado de Tonks se transformou num homem de cabelos pretos escorridos, cuja face era muito pálida. Trajava roupas largas e rotas, e tinha um meio sorriso no rosto, que o fazia parecer mais jovem. Era Sirius Black.
Tonks soltou uma exclamação de surpresa, assim como várias outras pessoas na sala. Algumas ainda tinham as varinhas em mão, com uma expressão ameaçadora no rosto.
- Sirius Black é inocente – continuou Dumbledore –, e irá servir a Ordem como todos vocês. Tenho certeza de que se darão bem. Receio ainda não saber aonde será nossa nova sede, mas pretendo fazer nossa próxima reunião lá. Todos serão avisados. Uma boa tarde.
E saiu, com McGonagall e Snape ao seu encalço. Em seguida, um murmúrio geral ecoou pela sala.
- Só isso? – exclamou Tonks. – Ficamos esperando esse tempo todo pra isso?
- Sinta-se honrada, garota – rosnou Moody. – Se Dumbledore a escolheu para fazer parte da Ordem, é porque acredita em sua capacidade física para duelar e também pela sua inteligência. Você o ouviu, fazer parte da Ordem da Fênix é uma tarefa perigosa, dê graças a Deus por estar viva.
- Isso é verdade – disse Sirius Black. Dumbledore podia ter dito à todos que ele era inocente, mas Sirius ainda mantinha uma aparência assustadora. Qualquer pessoa que o visse o acharia, no mínimo, suspeito. – Então, você é Nymphadora Tonks.
- Só... só Tonks, por favor – pediu ela, um tanto receosa em conversar com o bruxo mais procurado da Grã-Bretanha.
- Ei, não precisa ficar medo – brincou ele. – Eu não mordo. Quero dizer, não nesta forma.
- Imagino que sim – riu Tonks. Até que ele não era tão mau assim...
- Tonks! – chamou Arthur, que vinha em sua direção. – Venha, é hora de conhecer todo mundo!
- Está bem – disse Tonks, animada. – Nos falamos depois, Sirius!
E assim, Tonks se foi, sendo apresentada para os membros presentes.
Para quem se queixava de monotonia no trabalho, Tonks se sentia otimamente bem àquela hora. E para quem achava que, com a Ordem, ganharia apenas um pouco de ação, estava enganada. Ganharia muito mais do que isso.

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2023
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.