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13. A Poção Polissuco (CS)


Fic: SEX Hogwarts, uma história Diferente...


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Passaram-se alguns meses desde que Draco entrara para o time de Quadribol da Sonserina. O time enfrentara Grifinória e perdera, pois Harry conseguira apanhar o pomo - mesmo que um balaço errante o tivesse perseguido durante toda a partida. Apareceram pichações nas paredes feitas com sangue que diziam que a Câmara Secreta havia sido aberta e que pessoas de sangue impuro deviam tomar cuidado. Ataques a estudantes trouxas se tornavam cada vez mais freqüentes. Um Clube de Duelos fora aberto para ensinar os alunos a se protegerem. Durante um duelo entre Harry e Draco, algo peculiar aconteceu. O “Menino que Sobreviveu” conversou com uma cobra na frente de toda a escola, o que levantou suspeitas sobre seu verdadeiro caráter. Procurando descobrir quem era o Herdeiro de Salazar Slytherin, Harry, Rony e Hermione passaram a produzir uma poção que levaria um mês para ficar pronta. A poção Polissuco lhes permitiria se transformar em qualquer pessoa durante uma hora.

Os ataques aos estudantes assustavam e criaram certo pânico em cada um no castelo. Houve quase uma corrida para reservar lugares no Expresso de Hogwarts que iria levar os alunos para casa no Natal. Draco, Crabbe e Goyle passariam o Natal no castelo e esta era uma ótima oportunidade para Harry, Rony e Mione descobrirem a verdade.

Enfim o período letivo terminou, e um silêncio profundo como neve desceu sobre o castelo. Harry achou que o lugar ficara tranqüilo, em vez de sombrio, e gostou do fato de que ele, Hermione e os Weasley tinham a torre da Grifinória só para eles. Na manhã de Natal, Harry e Rony, os únicos que restaram no dormitório, foram acordados muito cedo por Hermione.

– Acordem – disse em voz alta, afastando as cortinas da janela.
– Mione, você não podia estar aqui... – disse Rony.
– A poção está pronta. Levantem...
– Tem certeza? – Harry se levantou de repente muito acordado.
– Sim, e se vamos usá-la, eu diria que deve ser hoje à noite.

Harry ganhara vários presentes de Natal. Um palito dos Dursley; bolinhos de chocolates de Hagrid, que Harry decidiu deixar amolecer junto à lareira antes de comer; um suéter tricotado pela Sra. Weasley e um grande bolo de Natal.

Após o delicioso almoço de Natal, Harry e Rony tiveram que sair em busca de “um pedacinho” de quem eles iriam se transformar para adicionar à poção. Hermione já tinha alguns fios de cabelo de uma sonserina, Emília Bulstrode. Os dois meninos esperaram Crabbe e Goyle terminarem seu almoço e os seguiram até as masmorras. Muito idiotas os dois sonserinos acabaram caindo na armadilha de Hermione, comendo uns bolinhos recheados com uma Poção do Sono.

Com alguns fios de cabelo dos dois sonserinos, Harry e Rony puderam se transformar nos dois amigos de Draco. Por algum motivo desconhecido, Hermione preferiu ficar ao invés de ir à Sala Comunal da Sonserina com eles.

Transformado em Goyle, Harry percebeu como se sentia maior. Tudo em seu ‘novo’ corpo era muito grande, suas mãos, seus pés e, consequentemente, seu pênis. Rony não teve a mesma surpresa. Não sofreu muitas mudanças em seu membro...

Quando encontraram Draco, todos desceram as masmorras e entraram na Sala dos sonserinos. Após um pequeno diálogo, Harry e Rony perceberam que Draco definitivamente não era o herdeiro de Slytherin.

– Você sabe que não sei quem está por trás de tudo isso, Goyle! – disse Draco a Harry. – Mas eu admiro o trabalho que este “Herdeiro” está fazendo... limpando nossa escola desses sangues-ruins.

O salão comunal estava completamente vazio. Todos foram passar suas férias em suas casas, e havia certa felicidade em Draco por causa disso.

– Ei, garotos. Estamos sozinhos as férias inteiras, sabiam? –Disse Draco com um tom irônico na voz. – Temos toda a privacidade que precisarmos. Vocês não gostariam de se divertir um pouquinho?!

E com esta frase, Draco despiu sua capa, retirou sua camisa e suas calças. O membro de Draco, tão conhecido por Harry, estava ereto por debaixo das vestes.

– Quero que vocês se chupem – ordenou Draco.

Com olhares encabulados e ao mesmo tempo safados, Harry e Rony se perguntaram se era aquilo que os capangas de Draco faziam para obedecer ao seu líder. Ambos deitaram no chão e trocaram carícias mútuas com as bocas. Rony tinha dificuldades em abocanhar toda aquela cabeçona do pênis de Goyle, enquanto Harry proporcionava a Rony um oral forte e bem feito. Draco se divertia com a cena, passando suas mãos em seu pênis e ficando cada vez mais sedento de prazer.

– Humm... –gemiam Harry e Rony, com suas bocas ocupadas no membro do outro.
– Que cena linda, rapazes! –disse Draco quase se masturbando. – Mas agora parem – mandou. – Vamos nos divertir os três juntos... Um círculo de prazer.

Draco também deitara no tapete do Salão junto com os dois companheiros e passou a chupar Rony, que chupava Harry que, por sua vez, chupava Draco. Ambos gemiam e sentiam sensações muito prazerosas. Draco sentira que desta vez seu amigo lambia seu pênis com mais vigor, e estranhou a nova maneira que Goyle fazia aquilo, mas não desconfiando de que se tratava de Harry Potter aquele que lhe chupava. Depois trocaram de posições, passando Draco a chupar Harry – que enfim matou a saudade de sentir prazer com o rival–, que passou a chupar Rony, que chupou Draco.

O tempo foi passando, e Harry e Rony perderam o senso e a consciência de que o efeito da poção só durava uma hora. Draco apagou as velas e o trio ficou iluminado apenas pelas chamas da lareira. Agora eles não sabiam mais o que estavam fazendo. Draco insinuava querer mais, e passou a gemer baixinho por trás de Rony, raspando seu pau no garoto. O Weasley relutou, mas acabou permitindo que Draco lhe arrombasse. Rony gemia e agora também tentava se satisfazer em Harry. Um sobre o outro, os três formavam um monte sobre o tapete. Draco metia seu pau lentamente em Rony, que também metia em Harry.

Os gemidos eram altos e podiam ser ouvidos do último quarto da masmorra, mas não havia ninguém mais ali. Havia no ar um cheiro de suor e ferormônios. Sons de bocas molhadas a lamber e sugar; sons de corpos se esfregando, mãos acariciando, pernas agarrando cabeças, gemidos e gritos de prazer. Aquela suruba se demorou por mais algumas horas. Harry tinha o fluído de Rony dentro de si. Rony tinha o fluído de Draco, mas este ainda não fora metido por ninguém. Harry queria se satisfazer, e agarrou Draco por trás e ali demorou muito tempo. Harry fazia aquilo num sentimento confuso de ódio por Malfoy e prazer pelo corpo do jovem. A cada estocada, Harry gemia mais alto e de repente Draco sentiu um cheiro familiar. O suor de Goyle já não era mais o mesmo... parecia o cheiro de Potter. O tamanho do membro que o invadia por trás também já não era mais o mesmo, mas este detalhe passara despercebido. Ao tentar ver o rosto do garoto, Draco não conseguiu enxergar nada, pois a claridade da lareira não os iluminava muito bem.

Depois de se satisfazerem, os três permaneceram no tapete, exaustos de cansaço. Havia porra por todo o corpo dos três e por todo o chão, misturada com o suor produzido após horas de muita pegação. Draco parecia muito contente e caiu num sono profundo. Harry se levantou e viu o quanto estava imundo. Suas mãos, sua boca, suas costas e sua bunda... tudo estava muito melado por uma mistura do que os três produziram. Foi então que Harry reparou a gravidade do que estava acontecendo. Ele já não tinha mais a forma de Goyle havia horas. Ao ver Harry de pé, Rony também percebeu o que acontecera e se levantou de um salto. Ambos se vestiram e saíram correndo do Salão, deixando Draco totalmente pelado no chão.

Harry e Rony correram pelo castelo vazio com as roupas grandes de Crabbe e Goyle em direção ao banheiro da Murta. Ao chegarem, os meninos descobriram o motivo de Hermione não ter ido com eles naquela deliciosa aventura. A garota havia sofrido uma transformação mal sucedida, assumindo uma forma humana misturada com felina. Nos fios de cabelo de Emília havia alguns pêlos de gato, e isso causara aquele efeito.

Mione fora levada à Ala Hospitalar e Harry e Rony voltaram aos seus dormitórios na Torre da Grifinória. Em suas camas, Harry e Rony ainda conversaram um pouco antes de dormir.

– Ah... – suspirou Harry. – Que maluquice, não foi?!
– Eh... foi estranho fazer aquilo com Draco...
– Mas você se divertiu, não?! Foi diferente... –Naquele momento Harry se lembrou do que vira no Espelho de Ojesed há quase um ano... No reflexo daquele magnífico objeto, ele se vira tendo momentos de prazer com seu amigo, Rony e seu rival, Draco, ao mesmo tempo. Draco lhe proporcionava prazer e Rony também participava da cena. Agora tudo aquilo se concretizara... Harry se sentiu excitado novamente, e até poderia bater uma punheta se não estivesse com seu pinto extremamente esfolado e acabado.

Rony falava alguma coisa sobre a sensação de ter o pinto de Draco em sua boca e senti-la ser preenchida com sua porra quando Harry adormeceu absorto em seus pensamentos e lembranças dos momentos que acabara de passar.

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