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9. Guerra.


Fic: Os Descendentes Divinos


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Guerra



O centro de Liverpool estava um caos. Nenhum trouxa sabia como aquilo começou só sabia que uns seres estranhos com vestes longas e com capas negras assim como o resto das vestes e seus rostos eram cobertos por mascaras negras.



Esses seres começaram a explodir tudo o que encontravam e de repente um deles levanta o que parecia uma vareta e murmura uma palavra que no meio dos gritos de dor e desespero não e ouvida, mas muitos puderam ver saindo da vareta um crânio branco com uma cobra saindo da boca e estava envolto numa nuvem verde que brilhava intensamente quando atingiu uma altura de quinze metros enchendo as ruas do centro de uma cor verde doentia.



Os comensais da morte estavam se divertindo de sua maneira matando e torturando os trouxas que não tinham como se defender alguns ate tentavam atirar com armas de fogo, mas as balas eram repelidas por um escudo estranho e azulado. Os comensais riam e usavam maldiçoes negras que matavam mais lentamente para se divertir com a agonia dos trouxas e destruíam algumas lojas mais o pior foi quando mais onze seres vestidos com uma espécie de armadura negra e com capas da mesma cor que assim como as mascaras que usavam esses seres pareciam cavaleiros das sombras. Coisa que os trouxas temiam intensamente os seres também carregavam espadas em bainhas prateadas com desenhos de cobras e um brasão em forma de escudo com duas espadas cruzadas uma de esgrimas e outra mais rústica com uma cobra se enrolando nelas.



Quando eles começaram a agir a destruição alcançou um grau maior eles conseguiam destruir prédios e lojas eles literalmente derrubava alguns prédios grandes e apartamentos a rua estava sobre nuvens de entulho e quando conseguiam baixar pode-se ver que o asfalto estava quase todo tingido de vermelho o sangue dos trouxas fizera aquilo. Tanto os comensais quanto os Cavaleiros negros matavam e destruíam tudo em sua frente não importava o que nem quem eles não poupavam nenhuma mulher, criança ou velho. Corpos ou pedaços de corpos eram encontrados por toda à parte aquilo podia-se se chamar de carnificina nem parecia que somente vinte e uma pessoas fizeram aquilo. Jatos de luzes com diversas cores, vermelho, azul, verde roxo... Não importava as cores, mas quem ou o que eles atingiam caia quase que instantaneamente no chão morto ou destruído e despedaçado.



Já fazia quase uma hora que o ataque começara e já avia centenas de pessoas dês de crianças ate policiais que foram ajudar ou tentar ajudar a conter ao ataque. Chegou a tal ponto que os trouxas chamava ajuda mais poderosa como helicóptero e uma forca especial, mas nada adiantava só aumentava o numero de mortos. Os atacantes iam avançando para fazer mais vitimas, eles já mataram pessoas num raio de dois quilômetros e mais algumas vezes um dos seres lançavam ao ar mais daquelas marcas envoltas numa nuvem do que parecia néon verde. Os seres andavam sempre em dois grupo um dos grupos eram os seres com vestes negras e com capas da mesma cor eram os que iam mais à frente lançando feitiços e matando e torturando todos que encontravam e logo a traz deles viam os seres de armaduras que destruíam prédios e pessoas era bem claro que os seres de armadura eram mais poderosos, pois seus feitiços traziam mais destruição.



Durante um tempo todos os seres pararam e um dos cavaleiros se adiantou e ergueu a varinha apontando pra o alto e murmurou algo e com um leve barulho um grande escudo prateado com duas espadas cruzadas e uma cobra enrolada nelas. Os olhos da cobra eram vermelhos e o escudo era envolto por uma nuvem ou fumaça negra que tampou a luz das poucas estrelas no céu. A grande marca subiu mais de cm metros iluminando as ruas com o brilho prateado dos escudos e das espadas e logo depois disso um dos comensais também lançou a marca negra ao céu, mas a marca não subiu mais que cinqüenta metros, mas o brilho dela com o do escudo negro (Como era chamada à marca dos cavaleiros negros) se misturavam formando um brilho doentio e arrepiante.



Eles continuavam parados e destruindo tudo ao seu redor e matando os policiais e outras pessoas que tentavam detê-los. As chamas tomavam conta do centro da cidade não só do centro, pois eles já não estavam no centro estavam num bairro mais velho com prédios mais baixos de no Maximo cinco andares ou lojas térreas e sobrados familiares. Eles riam alto se divertiam, matavam e torturavam tudo sobre a luz das marcas do céu, pois a luz elétrica tinha sido cortada devido às explosões das ruas e postes. As únicas luzes alem do brilho das marcas eram das chamas que se erguiam.



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Um vento gélido passou pelos enviados do Lord fazendo suas capas flutuarem e se debaterem. Os cavaleiros negros achavam que aquele vento não era comum, pois por um instante sentiram uma energia mágica poderosa, mas logo passou dando a impressão que fora uma ilusão.



_Quietos. Ordenou o que parecia ser o líder dos cavaleiros para os comensais que ficaram quietos na hora.



Um forte uivo de lobo fora ouvido e o eco fazia impossível à localização de onde ele vinha logo após o uivo um grande lobo branco ergueu-se no céu e ficou parado, mas os cavaleiros sentiam que ele só esperava uma ordem.



_Seres pútridos das trevas como ousam manchar esse solo com sangue inocente. A voz que falara era fria e poderosa, mas não demonstrava crueldade apenas ódio e ecoava pelas ruas. _Olhem o que eu penso de seus reles poderes. Outro uivo foi ouvido e os comensais tremiam e os cavaleiros negros olhavam para a figura branca do lobo que uivava e como se adquirisse vida correu pelo céu ate a Marca negra e com uma patada ela explode em milhares de estrelas douradas então o grande lobo olhou para cima em direção ao escudo negro e a fitou como se tivesse respirando fundo e soltou uma rajada de energia branca como a neve que explodiu ao colidir com o escudo que congelou e logo depois explodiu se transformando em pequenas estrelas prateadas o lobo fez a mesma coisa com as diversas marcas negras que os comensais aviam lançado.



_Quem es tu para desafiar a nos os enviados do Lord das Trevas. Berrou um dos cavaleiros com uma voz grossa e fria.



_Sou aquele que vocês devem temer. Falou a mesma voz fria. _E o lobo que acabou destruir suas reles marcas é o meu símbolo.



_Se pensas que vai escapar de nossa ira se engana. A voz era feminina e demonstrava uma certa fúria e um tom de brincadeira.



_Isso torna as coisas mais divertidas.



_Apareça e veremos se você sai daqui pelo menos inteiro. A voz era de Lucio Malfoy.



_E acabar com o suspense. Respondeu a voz fria com um tom zombeteiro.



_Saia logo e lute como um homem. Voltou a falar a voz feminina.



_Ora Bela esta nervosa é. Belatrix pareceu surpresa por um instante. _Ou esta nervosa porque seu marido o tal Rodolfo não esteja à altura de ser um Cavaleiro e não passa de um reles bruxo mediano.



_Cale-se. Gritou Lestrange.



_Ficou nervosa. Os Cavaleiros riram do comentário e Belatrix ficou mais nervosa ainda. _Bom vamos acabar com isso logo, pois tenho coisas melhores para fazer.



Os cavaleiros olharam para frente e mais ou menos a cinqüenta metros apareceu a imagem de alguém altos recortado pela fumaça tornando impossível ver ele por inteiro, mas em outra rajada de vento forte e a fumaça desapareceu como se quisesse se manter longe do ser que aparecera. Quando os Cavaleiros e os Comensais olharam para ele não viram nada de mais principalmente por ele trajar roupas trouxas ou pareciam trouxas.



O ser era alto e trajava uma calça negra de um tecido desconhecido, uma camisa também preta e do mesmo tecido da calça também traja um, sobretudo negro que ia ate seus pés também puderam ver que ele usava luvas aparentemente de couro negro, mas o mais marcante foi o capuz que ele usava não podia se ver o rosto dele, pois o capuz o ocultava, mas os Cavaleiros sabiam que nem se chagasse a um palmo do rosto do estranho não conseguiria ver seu rosto. O estranho também carregava uma espada em uma bainha prateada na cintura.



_Quem es você? Perguntou um dos comensais com uma coragem que não tinha.



_Acho que melhor vocês saberem o nome de quem vai derrota-los. Falou o estranho. _Me chamem de Falcon. Os comensais riram alto quando ele disse o nome.



_Matem-no. Ordenou Belatrix para os comensais que pararam de rir e começaram a lançar maldições imperdoáveis da morte em direção de Falcon que não se movia apenas ficava olhando aquilo com interesse. Os raios colidiram com algo sólido e ergueu uma nuvem de poeira sendo impossível de ver se eles tinham acertado.



A poeira abaixou rapidamente e os comensais viram com sertã satisfação que a rua tinha sido totalmente destruída e não se via o estranho.



_Provavelmente foi despedaçado. Falou um comensal com uma certa alegria na voz. _Ele só falava não fazia nada.



_Vocês se dizem tão poderosos. A voz de Falcon foi ouvida. _Mas não conseguem acertar um homem parado, mas agora eu não vou ficar parado. Os comensais viram Falcon a deis metros de onde estavam e começaram a proferir as maldições imperdoáveis, mas Falcon começou a correr em direção dos comensais e desviava com tanta habilidade dos feitiços que parecia que eles o atravessavam. Falcon chegou tão rápido perto dos comensais que eles não tiveram como reagir e com um soco no estomago do líder dos comensais e ele foi lançado aos pés dos cavaleiros que observavam tudo com interesse.



Os outros comensais formaram um circulo em volta de Falcon que contou e percebeu que só avia nove comensais em pe já que o líder deles estava inconsciente aos pés dos Cavaleiros Negros que não levantaram um dedo para ajuda-lo. Falcon estava no meio do circulo e os comensais riam dele como se tivessem pegado ele.



_Agora você vai ver seu insolente. Falou um comensal com voz asmática.



O estranho apenas ficou parado e num instante ele tinha sumido como se tivesse aparatado, mas como não ouviram o som de aparatação e nem era possível aparatar, pois os poder dos cavaleiros impediam que qualquer um que não seja um servo de Voldemort aparata-se ali os comensais não sabiam o que estava acontecendo. Três comensais foram lançados a mais de vinte metros de onde estavam e caíram inconscientes.



_Vamos acabar logo com isso. Falou Falcon aparecendo perto dos corpos dos comensais caídos então levantou a varinha e com um jato cor bronze lançou o resto dos comensais em direção de um prédio fazendo eles baterem com toda a força na parede e caindo inconscientes. _Agora que eu já me aqueci é a vez de quem? Perguntou olhando para os Cavaleiros que tinham só observado a batalha.



_Deixe-me acabar com ele. Falou belatrix pondo-se à frente dos cavaleiros. _Vou acabar com ele num instante.



_Isso ai deixe a Bela começar. Falou Falcon deixando Lestrange nervosa.



_Pare de me chamar de Bela. Gritou deixando de lado a voz infantil.



_E porque eu faria isso? Perguntou Falcon, mas continuou sem esperar a resposta. _A já sei porque só uma pessoa te chamava assim e você matou essa pessoa.



_Você vai morrer. Belatrix correu com grade velocidade para perto de Falcon e com um movimento rápido tirou a espada da bainha e ia golpeá-lo na cintura tentando repartir ele ao meio e como devido à proximidade era impossível desviar os Cavaleiros já sentiam que a luta acabara. Quando a lamina da espada de Belatrix passou pela cintura de Falcon por um instante pareceu que ela avia vencido que o avia matado.



_O que peninha você errou. A voz de Falcon vinha de logo atrás de Lestrange. _Pelo que eu saiba você era bem melhor que isso Bela.



_Pare de me chamar assim. Gritou furiosa a mulher.



_Muito bem agora vamos lutar a serio. Falcon mal terminou de dizer isso e Belatrix avançou com grande fúria e velocidade sobre ele preparando outro golpe que se pega-se nele iria mata-lo, mas com um movimento rápido Falcon tirou sua espada da bainha defendendo o golpe. Mas quando defendeu uma grande onda de impacto fez os prédios estremecerem e as capas dos cavaleiros balançarem.



_Gostou da minha espada? Perguntou Falcon mostrando a espada totalmente vermelha e o cabo totalmente negro com um rubi incrustado. _Ta vendo esse rubi. Falou mais uma vez. _Ele é conhecido com olho de dragão.



Belatrix atacava com mais fúria e falcon defendia com extrema calma como se aquilo fosse uma mera brincadeira. Ele não atacava só defendia deixando não só Belatrix nervosa, mas o resto dos cavaleiros.



_Pare de brincar e acabe com ele. Disse Malfoy se sobressaltando entre os cavaleiros. Lestrange sorriu um sorriso demente como de uma criança que ia brincar de algo muito divertido.



_Acho que meu cunhado esta certo. Disse parando o ataque e saltando uns cinco metros para traz com extrema facilidade e ficou parada por um instante ate que uma aura negra começasse a emanar dela e da espada uma aura extremamente maligna e cruel o fogo ao redor deles diminuiu como se temesse Belatrix e sua aura. _Agora sim vamos brincar. Disse avançando em direção de Falcon que só observava e com um golpe de sua espada fez os pés dele afundarem no asfalto quebrado e um tremor de terra percorrer as ruas da cidade.



_Se é assim vamos lá. Disse Falcon enquanto defendia outros ataques e saltou para trás se mantendo longe da espada de Belatrix.



_Se pensas que vai escapar ta enganado. Falou belatrix levantando a mão esquerda e lançando um jato de luz roxa em forma de cruz na direção dele. Mas algo estranho aconteceu uma aura estranhamente verde emanou de Falcon e seus olhos por trás do capuz brilharam intensamente numa luz amarelada que fez Lestrange estremecer e quando o feitiço colidiu com ele foi simplesmente rebatido pela aura verde. Os cavaleiros que estavam assistindo a luta se espantaram tamanha a força de que Falcon emanava era uma forca diferente e poderosa só vista em Dumbledore e em Voldemort.



Falcon simplesmente guardou a espada e com uma risada zombeteira olhou para Lestrange que tremeu diante dos olhos amarelos.



_Agora sim a brincadeira vai começar. Falou Falcon com uma voz fria e poderosa e num movimento já estava na frente de Lestrange e quando estava lá ele levantou seu braço e esticou em direção do rosto de Belatrix com a palma da mão aberta. _Tenha uma boa aterrissagem. Os olhos de Belatrix demonstravam fúria e medo um medo que ela não tinha há tempos e com um tranco ela foi lançada a cinqüenta metros caindo onde os comensais aviam destruído a rua por isso caiu no esgoto quase inconsciente.



_Ora você vai pagar. Gritou Lucio já co sua aura maligna circulando seu corpo e correndo numa velocidade incrível em direção de Falcon, mas este simplesmente levantou os a mãos e Lucio foi lançado em cima dos Cavaleiros que na surpresa não desviaram e então caíram quando Malfoy colidiu com eles.



_Acabem com ele. Ordenou o líder dos Cavaleiros ao se levantar e os outros cavaleiros foram em direção de falcon, mas pararam quando ouviram vários estalos de aparatação a sua volta. _Mais como? Perguntou o líder quando viu vários aurores e membros da Ordem da Fênix que estavam trajados com longas vestes vermelhas e douras e com mascaras vermelhas cobrindo o rosto e sem que Dumbledore estava ali com os olhos em brasa e vestido com vestes azuis escuras e sem mascara e também tinha alguns repórteres.



_Enquanto nos lutávamos minha marca simplesmente destruiu a barreira negra que impedia a aparatação. Disse Falcon apontando para o lobo logo acima deles que brilhava imponente no céu da noite e fazendo sua aura desaparecer. _O escudo foi sustentado pelas marcas Negras que os comensais lançaram. Os repórteres olhavam aquilo com interesse e escrevia tudo que era dito. Os aurores olhavam os Cavaleiros negros com espanto e medo, mas mesmo assim apontavam as varinhas na direção deles a ordem olhava para Falcon querendo saber que ele era. _É melhor vocês verem ali tem mais um cavaleiro. Disse Falcon apontando para onde Belatrix que estava já em pé e olhando tudo com espanto.



_Retirada. Gritou o Líder dos Cavaleiros e todos os outros desaparataram deixando os comensais para trás inconscientes minutos antes dos aurores e membros da Ordem lançarem diversos feitiços para detê-los, mas já era tarde e quando viram que tinham perdido os Cavaleiros apontaram as varinhas para Falcon.



_Baixem as varinhas. Ordenou Dumbledore que foi atendido imediatamente por todos. _Quem es vocês?



_Me chamam de Falcon.



_O que fazes aqui?



_Vim fazer o seu serviço. Dumbledore ficou surpreso com a resposta.



_Foi você quem me mandou aquilo?



_Fui.



_Porque você esta nessa guerra?



_Respondo essa pergunta com outra. Falou Falcon. _E você porque entrou diretamente nessa guerra.



_Sai da frente Dumbledore. Falou Fudge que acabar de chegar e observava o grande lobo branco no céu.



_Agora não Cornélio. Falou o diretor. _Para quem trabalha? Perguntou para falcon que riu alto.



_Não trabalho para ninguém. Respondeu. _A minha marca é o lobo e destruirei qualquer ser das trevas que estiver no meu caminho. Falcon parou por um momento e chegou perto mais perto de dumbledore e murmurou algo em seu ouvido de modo que só ele ouviu. _Mantenha Snape longe de mim e da Alcatéia.



_Peguem-no. Ordenou Fudge para os aurores que lançaram feitiços estuporantes na direção de Falcon. Dumbledore aparatara para o lado do ministro e Falcon simplesmente desaparecerá sem aparatar só desaparecera.



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_Mestre os Cavaleiros já retornaram. Disse Rabicho ao entrar na sala do trono onde Voldemort estava.



_Mas já. Falou Voldemort friamente. _Eu ordenei a eles que só voltassem ao amanhecer.



_Mestre só voltaram os Cavaleiros, mas os comensais não apareceram e Belatrix e Malfoy estão muitos machucados.



_Me traga aqueles inúteis aqui. A fúria do Lord das Trevas era evidente, pois as trevas a sua volta se intensificaram e tomaram toda a grande sala do trono fazendo tudo cair numa escuridão ainda maior.



_Sim milord. Falou Rabicho se retirando d sala e logo depois retornou com os onze cavaleiros.



_CADÊ o Malfoy e a Belatrix? Perguntou o Lord com frieza.



_Aqui mestre. Falou Lucio ao fundo dos cavaleiros se adiantando junto com Lestrange Os dois Cavaleiros estavam com suas armaduras negras amassadas e suas roupas e capas rasgadas e se não bastasse Belatrix estava fedendo a esgoto.



_Cadê os comensais que foram com vocês e o como vocês foram derrotados?



_Nos estávamos cumprindo suas ordens quando um bruxo se alto denominando Falcon apareceu e derrotou os comensais e depois Belatrix tentou lutar com ele, mas ele a derrotou e a mim também e logo depois vários aurores e alguns membros da ordem da fênix juntamente com Dumbledore então batemos em retirada. Falou Lucio com a voz falha temendo a reação de seu mestre



_Seus inúteis. Gritou Voldemort se levantando e as fazendo a sala do trono mergulhar uma escuridão quase completa só podia-se ver os cavaleiros e o próprio Lord. _Como vocês se deixaram ser derrotados por um único bruxo, ou melhor, um reles bruxo. Os cavaleiros tremeram diante da fúria de seu mestre.



_Mestre ele era mais poderoso que um bruxo comum. Falou o líder dos Cavaleiros pondo-se à frente de Lucio e Belatrix.



_Continue Zeferus. Ordenou o lord negro.



_Ele tinha uma aura extremamente poderosa de cor verde e seus olhos brilhavam de uma cor amarelada ele trajava roupas trouxas o que eles chama chamam de, sobretudo e a calça e a camisa dele eram da mesma cor do, sobretudo, ou seja, eram negras, ele também usava luvas e também um capuz que lhe ocultava o rosto tornando impossível; de nos vermos o rosto dele só os olhos que brilharam quando ele mostrou a aura.



_O que mais. Falou Voldemort como se soubesse que tinha mais coisas para ser falada.



_Ele tinha um Falcão atrás do, sobretudo e uma espada totalmente vermelha menos o cabo que era negro com um único rubi incrustado nele. Voldemort olhou pra Zeferus com um interesse que não demonstrava há tempos.



_Ele disse o nome da espada? Os cavaleiros olharam entre si em sinal de desentendimento menos Belatrix que sabia do que o Lord falava.



_Ele falou que o rubi se chamava Olho de Dragão. Quando Voldemort ouviu o nome as trevas que ele controlava diminuíram fazendo a sala parecer mais clara do que era. _E a marca dele apesar de se chamar Falcon é um lobo.



Voldemort se sentou em seu trono escuro e mergulhou em seus pensamentos se esquecendo totalmente dos Cavaleiros e de Rabicho.



_Podemos nos retirar milord? Perguntou Zeferus despertando o lord de seus pensamentos.



_Saiam antes que eu resolva castiga-los. Os cavaleiros saíram rapidamente da sala do trono com medo de Voldemort mudar de idéia. _Rabicho chame o Zabine.



_Sim mestre. Disse o comensal saindo da sala.



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Nas ruas escuras de um bairro muito renomado em Liverpool se encontravam três figuras trajando sobretudos negros e capuzes escondendo-lhes os rostos. Eles estavam em frente a uma casa de numero 342 da rua King’s. Os três estavam vigiando a casa e puderam ver ao longe as chamas iluminando o centro da cidade e sentiram o poder das trevas que ali no momento presidia, mas quando viram ao longe a figura de um grande lobo brando sentiram que as trevas estavam diminuindo.



_O que você acha Meicon? Perguntou uma voz feminina minutos depois que as forcas das trevas aviam deixado por completo a cidade.



_Acho que finalmente acabou e Falcon conseguiu dessa vez. Responde um dos seres que era o mais alto dos três.



_Você tinha duvida de que ele poderia ter perdido. Não era uma pergunta. _Você já viu do que ele é capas Mendy. Falou novamente um dos seres estranhos se referindo a mulher.



_Eu já vi Max. Respondeu Mandy. _E digo que ele é poderoso, mas não sei a extensão desse poder.



_E difícil saber isso. Falou Meicon. _Mas como ele já demonstrou devemos confiar nele.



Os três ficaram quietos por um tempo só observando ao longe o fogo diminuir e por incrível que pareça o lobo branco continuava lá bem a cima da cidade trazendo uma luz clara por todas as ruas.



_Vai ser difícil esconder esse ataque dos trouxas. Falou Meicon para si mesmo.



_Mas quem disse que esconderemos isso dos trouxas. Falou alguém no meio das sombras da rua o que alertou os ter seres que ergueram as varinhas em direção da voz. _Acalme-se sou eu. Disse falcon saindo das sombras.



_Falcon. Disse Mandy se curvando logo depois o que foi atendido pelos outros dois.



_Eles estão seguros? Perguntou Falcon.



_Estão.



_Algum ser tentou vir ate aqui?



_Vieram seis dementadores, mas demos um jeito neles.



_Ótimo. Falou Falcon fazendo uma pausa e olhando para casa vizinha do 342 que tinha uma placa de uma imobiliária dizendo Vende-se. _Já passa das duas da manha, mas quero que você Mendy vá hoje as nove da manha comprar aquela casa. Disse apontando para a grande casa de numero 343. _Também quero que fique vigiando os Granger ate segunda ordem e Meicon ira ficar com você. Meicon se mexeu meio incomodado. _Não quero que nenhum deles fiquem sozinho e Max vá ate Benjamin Henks e entregue isso para ele juntamente com esse bilhete. Max se aproximou e pegou um pequeno pacote do tamanho de uma fita de vídeo trouxa e o bilhete.



_O que tem aqui? Perguntou curioso.



_Uma fita trouxa modificada nela ira mostrar os comensais e os cavaleiros de uma forma que os trouxas irão entender. Respondeu Falcon olhando para Max. _Vá agora e quero que essa fita seja entregue o mais rápido possível. Max se curvou levemente e aparatou rumo a sua missão. _Meicon e Mendy quero que vocês se comportem que nem um casal sem falhas.



_Sim senhor. Falaram os dois juntos fazendo Falcon rir descontraído.



_Muito bem ate segundas ordens. Ao terminar de dizer isso um portal azul apareceu a traz de Falcon e ele se virou e atravessou o portal rumo a mais explicações.



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Longe dali Osires e Derutine tinha observado a batalha por um grande portal onde lhes eram permitido ver tudo com os maiores detalhe. Ambos estavam sérios e se olharam como se chegassem a alguma decisão sobre o preparo do Enviado.



_O que achas Derutine? Perguntou Osires, mas já sabendo a resposta.



_Ele esta mais avançado do que os outros, digo que ele esta preparado. Falou o grande Ent olhando calmamente de novo para o porão que sumia. _Só falta esperarmos agora.



_Sim só falta esperarmos, pois nem eu sei qual e o futuro dele. Falou Osires abaixando a cabeça.



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Em um lugar montanhoso onde as sombras da noite cobriam o céu e o solo e uma constelação de estrelas brilhavam com mais intensidade do que as outras. Avia grande movimentação de figuras enormes de algumas cores claras e escuras passavam pelo céu tentado alcançar a constelação os que não estavam no céu ficavam ao solo olhando a constelação com seus olhos amarelados bruxos que observavam a movimentação estranhavam, pois esses seres nunca agiram assim.



Os bruxos não sabiam o porque disso nem conseguiam ver a constelação, pois ela só era vista por aqueles que tinham grau elevado de magia antiga em seus corpos ou se fossem descendentes dos antigos reis. Mas esses bruxos sentiam algo se elevar do chão como se um poder estivesse preste a sair uma magia mais velha que o tempo podia contar algo que os bruxos temiam, pois não sabiam o que era, pois assim diz o ditado “O homem tem medo daquilo que não conhece”.



Um urro estrondoso foi ouvido das profundezas da terra que tremeu diante dessa demonstração esquisita os bruxos acompanharam a terra arvores que estavam por perto queimaram ou secaram instantaneamente e os dragões se juntaram diante desse urro e soltaram suas chamas ao céu onde se formou um fenômeno muito estranho um grande dragão de chamas se formou e voou ate sumir no seu e por um instante os bruxos puderam ver uma constelação em forma de um grande dragão deitado e com duas estrelas vermelhas demonstrando onde seria os seus olhos, mas a constelação desapareceu tão rápido que os bruxos concluíram que com o susto tiveram uma visão uma alucinação.



_Por Merlin! Exclamou um bruxo de cabelos loiros e olhos castanhos. _O que foi isso?



_Não sei, mas a energia que tinha aqui desapareceu. Falou um homem alto e ruivo com braços fortes.



_E verdade. Falou o loiro olhando para o céu. _Olhe os dragões voltaram a se acalmar. Disse apontando para o céu.



_Devemos reportar isso para Dumbledore. Falou o ruivo.



_Não acho necessário vai ver foi só um efeito natural dos dragões que só nos pudemos ver. Falou o loiro. _Se eles deixaram nos vermos isso melhor não contar para ninguém vamos respeitar eles.



_Acho que você esta certo. Falou o ruivo olhando para o céu e teve a impressão de ver algo comprido sem asas se passando diante da lua, mas não fala nada.



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Quando Harry chegou na sala de reuniões da Alcatéia em Hogwarts viu que estava tudo vazio e sentiu que todos estavam dormindo. Ele foi ate os sofás que ficavam em frente à lareira e se jogou em uma poltrona confortável e tocou sua corrente que tinha dois pingentes um lobo e um falcão de alguma pedra preciosa desconhecida e no momento que a tocou seu, sobretudo e roupas negras sumiram conforme o capuz ele pegou a varinha e mudou a cor dos olhos de volta ao verde esmeralda de sempre.



Harry olhou pela sala e viu que as luzes estavam baixas e a maior fonte de luz da sala era da lareira ele olhou para os sofás ao lado da poltrona quer estava sentado e encontrou Anne dormindo em um à direita dele. Ela dormia levemente como se quisesse acordar e encontrar o garoto. Harry sorriu e se levantou foi a te a garota que se encolheu com uma brisa fria que entrou pelas grandes janelas ao alto da sala. Ele a pegou no colo e levou par o quarto de Griffindor que agora pertencia a ele e a colocou na cama com cuidado para que ela não acorda-se e a cobriu com cuidado.



_Harry. Falou Anne que estava entre o dormindo e o acordado.



_Shiii. Falou o garoto. _Dorme mais tarde nos vamos conversar. Anne se virou na cama puxando pais para perto o cobertor e voltou a dormir agora mais serena e com um sorriso no rosto.



Harry voltou para a sala e se sentou na mesma poltrona e ficou parado olhando paras as chamas que não se apagavam enquanto alguém estivesse na sala ou ordenasse. O garoto estava perdido em seus pensamentos tentando ordenar tudo que avia acontecido aquela noite exaustiva que parecia ter demorado milênios ele fechou os olhos para e os abriu olhando para as chamas foi quando ele viu o fundo das chamas o contorno de um dragão que logo desapareceu.



_Finalmente. Murmurou para si mesmo se concentrado mais no que teria que fazer para preparar seus amigos para que eles sigam seu caminho mesmo que ele um dia não siga. O garoto estava exausto, pois ainda não estava acostumado a liberar tanta energia e por pouco quase não se descontrolou.



_Uma moeda por seus pensamentos. Harry se assustou quando ouviu isso e olhou para ao lado e vê que Luna estava sentada numa poltrona à esquerda da dele. _Desculpa se te assustei.



_Não foi nada. Falou Harry intrigado por não ter sentido a presença de Luna. _O que faz acordada tão tarde?



_Não consegui dormir. Falou a garota sorrindo. _E vim ver se Anne já estava dormindo.



_A te que horas ela ficou acordada?



_Acho que ate quase agora não faz meia hora que ela dormiu.



_Ela nunca vai mudar. Falou Harry sorrindo.



_Você não vai dormir? Perguntou Luna.



_Agora não. Falou o garoto. _E ainda tenho que ver o que vou falar para vocês e na minha aula hoje à noite.



_Que horas devem ser? Perguntou Luna bocejando.



_Mais de cinco horas. Falou o garoto olhando para as chamas da lareira. _Vai acordar a Mione e a Gina e eu vou Acordar o Rony e o Draco.



_Tudo bem chefinho. Falou a garota fazendo graça o que fez Harry rir. Logo depois Luna foi ao quarto de Ravenclaw e ficou lá por algum tempo e Harry foi ao quarto de Helga Hufflepuff acordar os gêmeos, Rony, Neville e Draco e com uma estranha certeza ele sabia que ia ser difícil.



Harry entrou no quarto e viu seus amigos nas camas que tinham aparecido no enorme quarto da fundadora da Lufa-Lufa. O garoto hesitou antes de tentar acordar os amigos mais logo depois ele realmente tentou acordar eles, mas não tava fácil ate que ele se irritou pegou a varinha e com um aceno amplo ele fez aparecer vários baldes de água em cima de cada um dos amigos e com um sorriso maroto ele despejou toda a água em cima de todos que levantaram rapidamente assustados.



_Estamos afundando. Gritou Neville em plenos pulmões.



_Ta caindo uma tempestade. Falou Jorge ainda assustado.



_Que nada foi só o Potter que nos molhou. Falou Draco fuzilando Harry com os olhos.



Harry não conseguiu segurar e começou a rir sem parar vendo seus amigos encharcados. O garoto sentiu um certo impacto em seu rosto e viu que fora um travesseiro que Fred tacara nele o que foi imitado por quase todos fazendo Harry sair pela porta para evitar o choque.



_É melhor vocês se arrumarem que eu quero conversar com vocês e depois nos temos aula. Falou o garoto colocando a cabeça para dentro do quarto, mas tirando rapidamente para evitar mais traveseirada.



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Harry olhou para o relógio novo que tinha comprado e viu que já eram seis horas e os outros ainda não tinham saído dos quartos então resolveu acordar Anne, pois ela também tinha que ouvir tudo.



Depois de todos estarem juntos Harry contou tudo nos mínimos detalhes o que avia acontecido em Liverpool. Ele deixou Mione mais calma quando contou que avia posto mais alguns membros da Alcatéia para proteger seus pais. Quando ele terminou de contar tudo ele olhou para todos e perguntou.



_Perguntas?



_Quantos membros têm a Alcatéia? Perguntou malfoy recebendo um olhar de desprezo de Fred e Jorge e um sonolento de Rony que estava cansado demais para desprezar Draco. Neville não fez nada só pensava em Belatrix e com a revelação que ela era um membro da elite das trevas Cavaleiro Negro.



_Tem vários pela Europa em principal na França e na Alemanha que são os lugares que tem muita concentração de comensais e em outros paises, mas precisamos fazer mais aliados. Falou o garoto olhando nos olhos de Draco. _Agora vamos para nossos salões comunais e quero que todos compareçam no clube de duelos e logo depois venham direto para cá sem levantar suspeitas. Um por um eles iam saindo para os salões comunais se trocarem e se prepararem para o primeiro de aula.



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Dumbledore estava andando de um lado para o outro na sala do ministro da magia ele estava preocupado o estrago que os comensais e os Cavaleiros negros fizeram estava impossível de esconder dos trouxas, pois vários fugiram com medo e o ministério não pode encontrar eles. O velho diretor tinha que pensar em alguma escapatória para não levar o mundo trouxa ao caos.



_Alvo. Disse fudge ao entrar em sua sala apresado. _Venha comigo agora. Dumbledore achou melhor não contrariar, pois sentia que era algo importante e seguiu o ministro para uma sala onde eles monitoravam as transmissões da TV trouxa. _Olhe. Disse o velho ministro apontando para uma TV velha e grande.



Passando na tv estava o ataque dos Cavaleiros Negros a Liverpool só que estava modificado fazendo parecer que eles estavam com armas trouxas levando a destruição da cidade. O repórter do jornal que exibia as imagens dizia que o ataque fora feio por um grupo de terrorista que se alto denominava os Comensais da morte e o mais incrível ele mostrava as fotos de todos os comensais que foram capturados falando que eles eram perigosos assim como a elite dos comensais os Cavaleiros Negros o repórter dizia que o grupo era um grupo terrorista nazista e essas coisas.



_Quem fez isso? Perguntou Fudge olhando para as imagens da tv. _Foi você?



_Eu não e só penso em uma pessoa que possa ter feito isso. Falou o diretor da escola.



_Quem? Perguntou o ministro chamando a atenção dos bruxos que monitoravam as transmissões da tv.



_Falcon. Falou o velho diretor. _Devemos a ele, pois se não estaríamos em uma bela enrascada.



_Sim devemos. Falou o ministro olhando para Dumbledore. _Mas será que ele realmente esta do nosso lado?



_Isso só saberá com o tempo meu caro Cornélio. Falou Dumbledore. _Me de licença Cornélio que tenho que voltar a Hogwarts para dar as noticias.



_Vá com cuidado Dumbledore e ate mais. Logo depois Dumbledore aparatou para sua sala já que ele era o diretor da escola e tinha autorização para isso e logo depois foi para o Salão Principal dar as más noticias basicamente para todos os alunos.



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O salão principal estava cheio todos os alunos estavam nele tomando café despreocupados ou quase todos tinham nove alunos que já esperavam as más noticias. Os alunos estranharam quando não veio o correio coruja e mais ainda quando o diretor Alvo Dumbledore se levantou e pediu silencio e todo o salão caiu num silencio mortal nem mesmo os sonserionos pareciam saber o que estava acontecendo.



_Meus caros alunos. Dumbledore parou e olhou para os alunos com um nó no peito. _Tenho o pesar de falar que ontem ouve um ataque dos servos de Voldemort. Vários alunos tremeram diante do nome do pior bruxo do mundo e os sonserinos sorriram. _O ataque não foi coordenado só por comensais, mas sim pela grande elite das trevas os Cavaleiros Negros voltaram a ativa. Os alunos mais velhos entraram em desespero e ao passar do tempo todos os alunos ficaram sabendo quem eram os Cavaleiros e soltaram gemidos de desespero. _O local do ataque foi Liverpool e os alunos que tiverem parentes que foram vitimas receberão uma carta com envelope negro avisando o estado dos familiares obrigado. Quando o diretor sentou novamente os alunos começaram a cochichar desesperados os sonserinos sorriam, ou melhor, quase todos os sonserinos sorriam.



Harry observava tudo com interesse principalmente cada reação que os alunos demonstravam. Alguns estavam praticamente em pânico, outros em choque e tinham vários que nem se importava e esses seriam no futuro seria um aliado das trevas. Um rumorejo de asas de asas foi ouvido e vários alunos olharam para cima em procura de suas corujas para ver se tinha o tal envelope negro. Não passou nem dois minutos e se ouviram choros de tristezas e desespero de alunos que aviam perdido parentes ou algum parente estava muito ferido em estado grave.



_Não vai haver aula no período da manha. Falou McGonagall se levantando e fazendo sua voz sobressair no meio de tantos murmúrios. _Os horários das aulas estão em sua frente na parte da tarde as aulas serão normais e hoje anoite terá o clube de duelos. Logo depois a professora saio do salão e Hermione pode perceber um envelope negro nas mãos da professora.



E foi com isso que todos de Hogwarts ficaram sabendo que não importava o jeito ou a distancia da nova guerra contra Voldemort ela sempre daria um jeito de atingir a muitos, tanto direta como indiretamente não importava se eles estivessem no meio da guerra ou atrás dos portões de Hogwarts. A GUERRA FINALMENTE COMEÇARA E ELES ESTAVAM NO MEIO QUERENDO OU NÃO.



N/A: Ola pessoal aqui esta o tão esperado capitulo nove. Ele demorou mais saio não sei se esta boa, mas fiz o que pude. VALEU FUI.

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