Por Lílian Evans
Quem diria que seria James Potter a me consolar naquele moneto? Ele tinha que parar de mudar, porque eu estava mais do que apaixonada por ele. Eu já não sabia mais o que pensar sobre nós, sobre a aposta, sobre tudo. Eu queria, desesperadamente, acabar com aquilo, acabar com aquelas mentiras, acabar com essa minha paixão e parar de ver James Potter.
Mas não conseguiria. E este era o problema.
Finalmente aquele baile de Natal na casa dos Potter havia chegado. Tudo estava decorado e o salão, onde aconteceria o baile, estava ornamentado com luzes douradas – eu não sabia como os empregados conseguiram pendurar as luze naquele teto enorme – e prateadas; havia árvores de Natal decoradas com enfeites diferentes; uma escada – que eu também não tinha percebido que existia – que vinha dos quartos, abria-se para o imenso salão, porém, os convidados entrariam por outro local; mesas de frios e mesas para os convidados estavam espalhados pelo lugar, deixando um espaço grande, para a pista de dança. Estava tudo impecável e maravilhoso.
Eu ainda admirava o salão, quando as vozes dos meus amigos foram ecoando pelo amplo espaço, enquanto eu os esperava no mesmo lugar.
Suas vozes morreram quando chegaram onde eu estava. Eu os olhei e vi Sirius andar pelo lugar, assentindo com a cabeça, como se aprovasse a decoração.
– Está muito bonito, James. – Comentei, observando-o pelo canto dos olhos. – Não sei por que você fica todo estressadinho.
– Eu mudei, ruiva.
Sirius colocou a mão no ombro de James, olhando para o salão.
– Cara, isso daqui está muito bonito, tem que admitir – disse e James assentiu.
– Sim, está muito... bonito. Mamãe se supera todo ano – ele revirou os olhos, ma sorriu. – Vamos aproveitar, é Natal!
Ah, se eu soubesse o que iria acontecer, talvez eu teria ficado feliz ali mesmo.
(…)
A porta do quarto de James foi aberta e u tive que esconder meus seios com a blusa que eu iria vestir. Então vi que era apenas Lene e relaxei. Coloquei o sutiã e depois a blusa, prendendo meus cabelos logo em seguida.
– Está pronta? – perguntou minha amiga.
– Estou, mas para o quê?
Lene suspirou, revirando os olhos e jogando as mãos apara o ar. Quanto drama.
– Ora, para o quê? – repetiu ela, com ironia. – Temos uma festa e você tem que deixar o James com o queixo caído. – Balancei a cabeça, rindo. – O que vai vestir?
– Aquele vestido que comprei no dia da briga – respondi,indo pegar o vestido no armário.
Lene deu uma risadinha ao lembrar-se do dia.
– Vem, vamos nos arrumar no quarto de Alice. Assim, a gente não corre o risco de nenhum homeme entrar de surpresa. Dorcas já está lá com a Alice.
Peguei o vestido e o sapato que eu usaria mais tarde e segui Lene até o quarto de Alice – que não era tão longe do quarto de James –, bem na hora em que Remus, Sirius e o dito cujo apareciam no corredor. Lene continuou a andar, sem se preocupar em prestar atenção neles.
– O que é isso na sua mão, Lil's? – perguntou James.
– Mais tarde você verá – respondi entrando no quarto de Alice.
Eles fizeram menção de entrar, mas Lene os impediu.
– Não. Nada de homens aqui. Tchauzinho, meninos – ela acenou com a mão, enquanto Sirius se lamentava:
– Qual é, deixa a gente entrar!
Mas a porta já estava fechada.
(…)
– Eu só queria saber por que de eu ter de usar esse tipo de maquiagem – sim, eu já estava reclamando. Não era possível que elas não entendiam que eu não precisava daquilo tudo. Ok, isso era ideia de Dorcas e Lene; Alice não tinha nada a ver, apesar de rir da minha cara. – Pode tirando, Marlene!
– Ai, Lily, você é muito chata! – disse minha amiga, voltando até a mim, para tirar aquela maquiagem pesada.
– Ainda bem que você sabe.
Depois que Lene finalmente havia feito os rapazes saírem de trás da porta , nós começamos a nos arrumar. Lene colocara um vestido púrpura, longo e de mangas caídas e com um decote que avantajava ainda mais seus seios fartos; Dorcas havia comprado um vestido vermelho, com a estampa cheia de flores pretas sutis, de mangas compridas, o espartilho preto de renda ia por cima do vestido e que a fez ficar ainda mais deslumbrante; Alie era a mais simples, porém, não menos bonita: um azul escuro, frente única, mas com decote nas cotas que ia até a metade das costas, e era tão colado, que marcava todas as suas curvas.
Já eu, trajava o vestido verde água que eu comprara naquele dia fatídico. Ele era longo, mas diferente; o decote se abria em meus seios, deixando apenas a parte branca entre eles à mostra; a parte de baixo era um pouco solta e duas aberturas vinham até a metade das minhas coxas em ambos os lados. Marlene havia ficado fascinado por ele. E eu também.
Minha amiga fizera um coque formal em meus cabelos ruivos e ajeitava a maquiagem. Os cabelos dela estavam ondulados com perfeição; Dorcas uma trança embutida e Alice preferiu prender apenas de um lado os cabelos, com uma presilha de prata e pedras azuis – descnfiava eu, que eram safiras de verdade. Se James era um homem lindo, Alice era uma mulher bela.
Finalmente, Lene terminou de refazer minha maquiagem – que ficara bem melhor agora, apenas com um deniliador, uma sombra preta, marcando bem meus olhos verdes, e um batom vermelho, marcando o contorno da minha boca – e sorriu. Sorri também e Alice se levantou da cama – já podíamos ouvir a música tocar – e foi abrir a porta.
– Olá, garotas – a cabeça de Dorea Potter apareceu no vão da porta. – Vocês estão lindas.
– Obrigada – dissemos em uníssono. Dorea sorriu.
– Tem alguém aqui que deseja acompanhá-las até a festa – e ela abriu mais a porta, revelando um garotinho de dez anos, que eu conhecia muito bem.
Matt Valentin estacou à porta ao nos ver. Seus olhinhos azuis brilharam na direção de Dorcas e depois em Alice, Marlene e, por último, em mim.
– Puxa vida! – exclamou Matt, admirado. – Vocês estão lindas. Papai vai ficar louco quando te ver, senhorita Potter.
Eu, Lene e Dorcas viramos a cabeça para olhar Alice, que estava com a face toda vermelha.
– Hã, obrigada, Matt – disse Alice, nos ignorando. – E você pode me chamar de Alice. Não estamos na escola.
Matt assentiu, ainda embasbacado.
– Então, rapazinho, não vai nos acompanhar? – perguntou Lene, com as mãos na cintura. Matt enrubesceu ao olhá-la.
– Oh, claro! Que cabeça a minha... Venham, senhoritas – e fez um gesto para que nós saíssemos. Nós rimos e fizemos uma mesura ao passar por ele.
Seguimos o corredor que dava para o imenso salão. A música típica de pessoas ricas era mais forte ali, o barulho de taças sendo servidas e burburinhos de conversas também poderiam ser ouvidos do corredor. E parecia que todos os convidados já estavam lá.
Matt passou à nossa frente e eu fechava a fila; Doera foi ao lado de meu aluno, sorrindo para nós. Quando chegamos às escadas, Matt se apressou em beijar a mão de Dorcas – que era a primeira da fila – e a liberar para descer as escads saté Remus. Dali de cima, dava para ver uma banda tocar e os convidados conversar. O salão era tão grande que, mesmo estando cehio, sobrava espaço. Olhei para vidraça imensa que havia ali: lá fora nevava.
Eu estava tão distraída, que Matt teve de ir me buscar para que eu pudesse descer as escadas. Lá em baixo, no pé da escada, estava James. Ele me olhava cehio de... admiração? Ele etava tão indo naquele smooking sem gravata! Os cabelo estavam para trás cheios de gel. Não estava do jeito que eu gostava mas estava lindo como quando os cabelos ficavam arrepiados.
Matt segurava minha mão com firmeza. Ele era um amor de criança. Olhei para os lados e avistei Alice nos braços de Florencio; sorri e voltei a olhar para o cara que me esperava no fim da escada.
Assim que eu pisei no último degrau, James estendeu a mão para mim, dizendo:
– Muito obrigado por trazê-la até a mim, Matt.
– De nada, professor. – Disse Matt com um sorriso.
James olhou para Matt.
– Chame-me de James, menino. Não estamos no colégio.
– É a segunda pessoa a me dizer isto – Matt riu. – Tudo bem.
– Agora... eu vi aquela tal de Claire Demassio se morder de ciúmes ao ver você descer com quatro moças lindas – sussurrou James, cúmplice. Eu ri.
– Sério mesmo? – perguntou o garoto, olhando para uma menina da idade dele, de cabelos louros e vestido verde escuro.
– E eu mentiria para você? – James ergueu uma das sobrancelhas. – Vai lá dizer que ela está bonita.
Matt saiu correndo e eu me virei para ver James melhor. Ele estava sorrindo de um jeito diferente... paternal.
– Você está tão... – ele fez uma pausa para enfatizar – gostosa!
– Potter! – exclamei e lhe dei um tapa em seu braço.
– Ai! É só a verdade – reclamou ele, enlaçando sua mão em minha cintura. – Venha, quero te mostrar para todo mundo. – E me arrastou para longe das escadas.
(…)
Parei de contar quando James me “mostrou” para a quinta pessoa. Sério, por mais que eu estivesse adorando toda aquela atenção que ele estava medando, eu não entendia aquele alvoroço todo comigo. James sempre fora de pegar todo mundo. Entretanto, eu meio que percebia que algo nele estava mudando. Só esperava que não fosse a tal garota do passado dele. E olha que eu sempre morei aqui.
Eu já estava farta de tanto andar e sorrir com simpatia para todos a quem ele me apresentava. Eu queria estar na pista de dança – como Dorcas e Remus e Alice e Florencio – ou bebendo uma taça de vinho – como Lene e Sirius faziam.
Eu tinha consciência de seus braços em volta de mim, de um modo possessivo. Não que eu não estivesse reclamando (porque eu estava AMANDO); mas eu queria beber ou comer alguma coisa. Por isso, afastei sua mão da minha cintua. James parou a conversa que estava tendo com Frank Longbottom – que eu descobri ser uma pessoa maravilhosa – para me lançar um olhar indagador.
– Você está me sufocando, James. – Era uma mentira. Mas eu estava com fome, deem-me um desconto! – Eu estou com sede e fome. Se me derem licença...
Enquanto eu me afastava deles, eu pude escutar Frank, rindo, dizer:
– Essa daí realmente domou você.
James respondeu alguma coisa, mas eu já estava longe demais para ouvir. Cheguei, graças a Deus, à mesa, onde havia as comidas. Dei gargalhadas ao ver o peru roubado ali. Peguei algumas coisas da essa, observando as pessoas que ali estavam e continuei assim por alguns minutos, até que alguém parou ao meu lado.
Eu virei o rosto e vi que era uma mulher de cabelos louros mate, vestido curto preto e olhos azuis. Parecia uma gigante com aqueles saltos; tinha uma taça de champanhe nas mãos. Voltei a me concentrar na comida.
– É a primeira vez que eu a vejo aqui – disse a mulher gigante. Como eu não tinha uma resposta, fiquei em silêncio. Ela, não satisfeita, continuou: – Mas vejo que está acompanhada por James.
Olhei novamente para a mulher; eu não estava gostando do jeito que ela falou o nome de James. Por isso, falei:
– Ele é o meu namorado.
Ela me pareceu levemente surpresa.
– Sério? – Eu assenti. – Estranho... dois meses atrás fui prometida para ele...
Acho que a minha expressão era homicida e a minha resposta estava na ponta da língua, quando senti os braços dele envolverem a minha cintura.
– Chega de veneno, Jenna. Já expliquei que foi o meu pai que armou isto, sem a minha consulta – disse James com a voz dura. – Vamos dançar, Lil's.
Ele me arrastou para a pista de dança. Eu estava fervendo de ciúmes; provavelmente, eu poderia ser facilmente comparada a uma fogueira. James parou no meio da pista e começou a me conduzir. Ou tentar conduzir.
– Solte-me, Potter. Vá conversar com seus amigos, quero pensar.
Para a minha surpresa, ele riu.
– Lily, você vai me pedir para ficar – disse, convencido. Eu tentei me desvencilhar, mas ele não deixou. – Ei, é melhor prestar atenção nos seus passos. Porque eu realmente sei o que dizer.
Eu ri com deboche.
– James, é melhor pisar no freio. Você não está assim com essa bola toda.
– O quê? – Ele quase me soltou, não entendendo o que eu quis dizer. Eu continuei.
– Você não vai me conquistar assim, não. – James, compreendendo, riu.
– Apenas relaxe e tome seu tempo, Lily.
Balancei a cabeça enquanto ele tentava me fazer dançar no ritmo da música.
– É melhor diminuir suas expectativas, James. Porque suas palavras não dizem nada. Não para mim – respondi, ainda tentando me afastar dele. Eu não sabia o porquê disso.
– Mas, Lily – ele sussurrou em meu ouvido –, eu posso esperar a noite toda.
A música que tocava parou e outra mais sensual começou a tocar no lugar. Vi Sirius e Lene virem para a pista e darem um show. Eles me deixavam no chinelo com tanta sensualidade.
James me fez olhá-lo, pegando-me pela cintura. Ele sabia como conduzir uma mulher. E aquilo me fez lembrar de tudo o que eu passei ao lado dele; ele vinha me infernizando desde que e esbarrara nele naquele dia da entrevista. Meus sentimentos para com ele mudaram m tão pouco tempo! Nunca pensei que isso pudesse acontecer comigo.
Contudo, ali estava ele, me conduzindo em uma dança, na qual eu não queria participar por conta do meu orgulho e por causa daquela maldita aposta. Virei o rosto para o outro lado, mas James enlaçou uma de minhas pernas em seu quadril e deu um meio giro, segurando-me pela base de minhas costas.
Meu coração quase parou.
– Você está me envolvendo nesse jogo de mistério; apenas saia do meu caminho – ele me olhava enquanto eu falava. – não vou perder a cabeça, não tenho tempo a ganhar. Então desista dessa aposta.
– É melhor não hesitar – disse ele rindo.
– Que desaforo! – exclamei e ele me girou novamente. – Agora ouça: é melhor você se colocar em seu lugar. Você não conseguirá nada comigo. Não quero ouvir mais nenhuma outra palavra que você diz.Acha que eu sou burra? Você nunca ganhará esse jogo.
James riu novamente, segurando meus quadris de forma possessiva. Meu coração deu um salto; ele estava perto demais.
– Eu não estou caindo no seu blefe, Lily. Você acha que eu não a tenho notado? Você acha que é o bastante? – perguntou ele, me fazendo calar. Porém, isso fez com que eu me irritasse ainda mais.
– Não chegue ao meu lado mau, James... – avisei, sendo esmagada pelo seu corpo de um jeito prazeroso. Já não me importava quem estivesse olhando.
Ele me movimentou, no ritmo da música, mu fazendo quase derreter. Quase.
– Oh, mas eu sei que você não pode resistir, Lily – garantiu e me puxou pela nuca, até que seus lábios encostassem em minha orelha. – Você não sabe o que está perdendo, ruiva.
Afastei-me e o olhei profundamente. Ele sabia que eu havia me rendido. Eu queria mesmo saber como era... tê-lo.
– Argh, você está mexendo com a minha cabeça!
E, então, eu fiz algo que nem eu mesma esperava: eu o beijei. E, sinceramente, não sabia por que de eu não ter feito isso antes.
Sua boca, assim que entrou em contato com a minha,fez com que todo o meu corpo se retesasse. Aquilo era forte e era mais do que eu poderia imaginar. Suas mãos forma para o meu quadril, me puxando mais para perto, como se ele ainda não pudesse me sentir direito. Sus lábios finos pareciam se encaixar perfeitamente com os meus, seu corpo parecia que precisava sentir mais do meu e eu precisava dele todo.
Envolvi meus braços em torno de seu pescoço e tirei seus óculos. Ele sorriu entre meus lábios e suas mãos desceram até as minhas nádegas e a apertou, fazendo meu corpo curvar-se mais para ele e... sim, eu estava muito excitada.
Eu ri e separei nossos lábios e dei-lhe um tapa.
– Ai! – reclamou ele, esfregando o braço. – Você arranha, hein, gatinha.
Fiz uma careta.
– Credo, Potter. Assim você me desmotiva a continuar a te beijar – disse eu e esperei ele esboçar alguma reação. Então, seus olhos se arregalaram e brilharam com tanta intensidade quanto o seu corpo, que reagia ao contato com o meu.
– Devolva-me meu óculos, para eu poder ver se isto é uma miragem – pediu e eu ri.
Eu devolvi e James colocou-s novamente no rosto. Quando me viu sorrindo, James pareceu prender a respiração. Algo que eu nunca o vi fazer quando via uma mulher. Aquilo me surpreendeu.
– Quer sair daqui? – perguntou James.
Ponderei por alguns segundos, olhando eu seus olhos . Eu queria mais do que tudo ir para qualquer lugar com ele. Meu corpo pedia isso, meu coração queria isso; tudo em mim ansiava por ele. Não havia mais ninguém com quem eu desejasse passar todas as noites junto.
– Claro, por que não? – James sorriu e pegou a minha mão. Eu estava feliz, mas, com o azar que eu tinha, nesse Natal, eu ia precisar de boa sorte.
Eu o olhei mais uma vez. Não... eu já tinha sorte por ter encontrado um idiota que me completava sem saber. Não precisava daquilo, pois, tudo o que eu tinha – até mesmo a sorte –, estava ali, segurando a minha mão.
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N/A: Bem, uma avizinho: algumas falas estão em itálico, pois faz parte da música tema da fic, The Bet - College 11. Então não estranhem :)
Lana Sodré: Awwwwwn, que bom que gostou! Sim, a Alice é um amor :3 eu a adoro... na verdade, eu amo todos os personagens dessa fic kkkkkkkkkk sim, é menor... não sei por quê :/ hahahaha vou me esforçar para aumentá-los, pode deixar. Olha o capítulo aí /\ mas rolou pegação aí em cima :333 (muitas carinhas maliciosas). Sim, Alice também tem o espírito fofoqueiro de Marlene McKinnon hahahaha aqueles dois se amam - Alice e Florencio -, talvez precisem de alguns empurrõezinhos... kkkkkkkkkkkk ainda bem que... Não, James Sirius é igualzinho ao avô e ao Sirius qq e nem eu troco o meu Jay-Six por nada :D sim *---* perfeitoos! Já falei que eu SÓ observo você falar de TS; não gosto de me pronunciar quando tu diz essas coisas. Sei como é... aconteceu com Percy Jackson... gente, eu VIVIA sonhando com o Logan! Mas eu não sei se é isso, Lana. Você é que está dizendo que até Dorcas sabe. Eu me abstenho. Mas, realmente a Dorcas só tem essa aparência de ser avoada hahaha, mas não estou dizendo que ela saiba de algo. Lene? kkkkkkkkkkkkkkkk que histório, pelo Tridente de Poseidon! Petúnia = cara de cavalo hahahaha. Eu recompensei, postando rápido :3 que bom que gostou, isso me deixa muito feliz. E obrigada por comentar, hermosa *---*