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25. Capitulo 25


Fic: Pureza Roubada - Hinny Completa


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Setembro, 842 d. C.


Castelo de Blackstone, Saxônia.


 


 


 


As noites eram os piores momentos. O grande hall parecia por demais opressivo. Não importava quantas portas fossem deixadas abertas, o calor continuava e a febre dos doentes subia.


Gina tinha a impressão de estar cuidando dos pacientes havia uma eternidade. Mães não paravam de chegar com seus bebês. Maridos subiam a trilha até a torre carregando esposas em péssimo estado.


Os bebês, porém, constituíam o maior número de vítimas. Gina não sabia que nome dar à devastadora doença. Os sintomas eram calafrios, manchas vermelhas na pele e febre ardente que consumia os frágeis corpinhos.


As altas temperaturas do verão infindável contribuíam para aumentar o castigo. Gina rezava por chuvas que viessem pôr um fim à seca que parecia querer destruir tudo.


Aqueles que melhoravam eram levados para a abadia, onde Jesse, Elspeth e os monges continuavam a prestar-lhes cuidados, até que se recuperassem por completo. Gina só vira as duas amigas por um curto espaço de tempo, antes que sua ordem de isolar os doentes dentro da torre fosse cumprida.


Fizera também com que todo o material contaminado fosse queimado. Se as manchas vermelhas na pelo dos doentes se transformassem em bolhas e depois secassem, eles sobreviveriam. Gina nunca vira nada parecido.


O precioso livro da mãe era de pouca ajuda nesse caso.


Ela podia minorar os sintomas, aliviar a coceira das manchas e o calor da pele, mas não podia curar os enfermos. Só Deus tinha esse poder.


Sir Finnigan permaneceu dentro da torre, auxiliando Gina a tratar dos doentes e agonizantes. Algumas vezes, ela pensava que ia enlouquecer com o choro desesperado dos bebês. E não tinha um minuto de descanso.


Os dias tornaram-se ainda mais quentes e a umidade do ar duplicou, mas, por mais que Gina rezasse, nem uma gota de chuva caiu.


À medida que o mês de setembro foi passando, nenhum doente mais subiu da vila para a torre. A doença estava contida dentro das muros de Blackstone. Os guardas colocados nos portões por sir Finnigan não deixavam ninguém entrar.


No pátio murado nos fundos da torre, o velho cavalariço Heinz formou um pequeno cemitério. Os artesãos enviados por lorde Weasley para ajudar na restauração do castelo de Emory tinham sido os primeiros a morrer. Gina desconfiava que haviam trazido a praga dentro de seus corpos e espalhado a doença pelo feudo.


Dois dos pajens de Harry tinham morrido, bem como uma jovem mãe celta e seu bebê, depois que Gina chegara a Emory. Ao todo, desde que a doença começara, vinte e quatro dos poucos e preciosos saxões que haviam restado a Harry tinham morrido.


Aqueles que se recuperavam o faziam de forma muito lenta. Seus corpos enfraquecidos eram como que uma sombra do que haviam sido antes. Mas a cada dia que passava iam melhorando, tornando-se aptos a ajudar no tratamento dos que ainda se achavam dominado pela febre.


Certa manhã, Gina achava-se sentada num banco sob uma das janelas do grande hall, juntando forças para tomar o caldo de galinha da tigela em suas mãos. Sua exaustão era tanta, que nem ao menos conseguia levá-la aos lábios. Erguendo o olhar fatigado, olhou para fora. Tudo o que podia ver eram as altas muralhas que rodeavam a fortaleza. Muralhas que escondiam a aldeia antes avistada daquela janela.


A fortaleza de Harry a enclausurava. Construída para proteção dos que viviam dentro dela, agora protegia os de fora, mantendo a pestilência longe do seu povo.


A fraca brisa entrando pela janela aberta agitou os cabelos de Gina. Com um gesto, ela afastou um mosquito, que teimava em atormentá-la. Mas o aborrecido inseto tornou a voltar.


Correndo o olhar pelo hall, onde todas as improvisadas camas dos doentes se encontravam espalhadas, deparou com o que lhe pareceu uma invasão das irritantes criaturas. Era impossível se livrarem delas. Algumas permaneciam tanto tempo sobre um doente, que deixavam feias marcas de picadas.


Aquele inseto que resolvera atormentá-la veio pousar em seu braço. Mas Gina recusou-se a deixá-lo chupar-lhe o sangue. Com um lenço molhado, deu-lhe um tapa, esmagando-o contra a pedra do assento. A escura mancha revolveu-lhe o estômago. Depois de limpar o banco com o pano, olhou de novo para o hall. A quantidade de moscas era maior do que se lembrava de já ter visto em Blackstone. Claro, com tanta doença e com aquele terrível calor… Seu cenho franziu-se. Para ela, moscas eram criaturas do demônio, portadoras de sujeira e doenças. Por que não as notara antes? Talvez por estar ocupada demais com os doentes graves. E de onde estariam vindo tantos insetos? O que fazer para eliminá-los?


Subindo para o quarto, foi de novo dar uma olhada no livro da mãe. Molly havia anotado, várias maneiras de afastar insetos malignos. Citronela, também chamada de erva-cidreira, era útil; sumos e cascas de frutas cítricas também. O quarto dos doentes devia ter as janelas protegidas por redes, advertia o livro. Cuidados especiais deviam ser tomados com os dejetos dos enfermos, os quais deviam ser enterrados em locais distantes e cobertos com cal ou sal. Os doentes e seus alojamentos tinham de ser muito bem limpos.


Gina havia seguido à risca essas instruções, e ainda assim as moscas continuavam presentes às centenas, desafiando-a.


À noite, sentada à mesa com sir Finnigan, o assunto das moscas não lhe saía da cabeça. O mordomo-mor parecia não se importar com elas, ou talvez estivesse cansado demais para se incomodar. Gina sabia que nada teria podido fazer sem ele. Sir Finnigan levantava corpos pesados demais para ela, trabalhando dia e noite, sem se queixar, nem mesmo diante das tarefas mais humilhantes.


— Sir Finnigan — Gina perguntou de repente, ― sabe o que podemos fazer para nos livrarmos destas moscas?


— Queimar os terrenos, soltar todos os animais dos currais e galinheiros. Moscas se alimentam de esterco e restos de comida ou lixo.


— Cubra de cal as latrinas. — De repente, Gina lembrou-se de outros locais. — Temos de queimar o pátio dos fundos.


— Sim, e todos os locais onde houver lixo.


— Então vamos fazer isso logo, antes que essa praga nos leve a todos. Venha, vamos acordar Heinz.


— Não, milady, primeiro temos de retirar os doentes para longe da fumaça e das cinzas que o fogo vai causar.


— Mas para onde vamos levá-los? Temos de mantê-los no isolamento.


— Sim, podemos levá-los para o dormitório dos guardas, no terceiro andar.


O trabalho de remoção dos doentes para dois andares acima foi terrível. Alguns dos adultos podiam caminhar, mas achavam-se tão enfraquecidos, que mal podiam ficar de pé sem apoio. O restante teve de ser carregado.


No penúltimo andar, o ambiente era mesmo muito mais fresco. A brisa soprava forte por sobre as altas muralhas que protegiam o ponto mais alto da torre e a abertura das portas fez com que uma agradável corrente de ar refrescasse o dormitório.


Juntos, Gina e o cavaleiro acomodaram cada um dos pacientes do modo mais confortável possível. Para ter certeza de que as moscas não voltariam a atormentá-los, Gina acendeu as preciosas velas de citronela da mãe. O perfume fez as pálpebras de Petúnia se abrirem por um instante. A velha serva, muito doente, talvez não passasse daquela noite. Mesmo assim, Gina forçou-a a beber uma xícara de uma poção especial através dos lábios rachados.


Depois disso, Finnigan escoltou Gina para o andar térreo, segurando-lhe o braço com mão firme.


Tendo sido soltos os animais e postos para fora dos portões, Gina, Heinz e Finnigan trabalharam metade da noite espalhando palha seca sobre os terrenos malcheirosos, sobre os dejetos e o lixo, até nada mais restar estocado dentro da torre.


A culpa dominou Gina, que olhou desamparada para o mordomo-mor e o velho cavalariço.


Será que não há outro meio? Se o fogo escapar ao controle, Harry vai me responsabilizar pela destruição de tudo o que lutou tanto para reconstruir.


— Se são as moscas que estão espalhando a doença, não temos outro recurso — respondeu sir Finnigan, cansado. — Temos feito isso em acampamentos depois de cercos. Algumas vezes é a única opção. Agora, milady, vá ficar com os doentes. Heinz e eu cuidaremos do resto por aqui.


Gina ficou parada, indecisa. Saber que Harry ia retornar e encontrar Blackstone em ruínas era terrível.


Ele jamais a perdoaria. Mas depois pensou em todas as pessoas que havia ajudado a recobrarem a saúde e nos que ainda não tinham ficado doentes. O mais importante de tudo era salvar a gente de Emory. Coisas materiais podiam ser reconstruídas. Uma vida perdida nunca mais seria recuperada. Se o preço a ser pago era a torre, que assim fosse.


Com um aceno afirmativo, foi para dentro do hall pela única porta deixada aberta. Todos os anteparos de madeira tinham sido fechados. No hall, potes contendo enxofre fumegavam, fazendo com que as moscas imundas se juntassem no teto, tentando escapar. Sem perder tempo, Gina subiu para o terceiro andar, levando mais dois baldes de água fresca.


Colocando-os no chão, fechou a pesada porta atrás de si, apoiando-se depois, esgotada, contra a fria parede de pedra.


O cheiro da palha e da relva sendo queimadas penetrou através das seteiras no alto da torre, mas a fumaça, não. Era impossível abrir uma janela que fosse, ou então a fumaça entraria, sufocando-os. Encontrando uma cama limpa, Gina se deitou, mas, apesar de todo o cansaço, não conseguiu dormir.


Quando o sol nasceu, Gina subiu até o ponto de observação no alto da torre e olhou para o pátio, quatro andares abaixo. Um sólido tapete preto estendia-se de um lado a outro. As paredes das torres menores, ao lado dos pesados portões de madeira e ferro, achavam-se manchadas de fuligem.


Mas até descer para o hall, Gina não se dera conta das enormes conseqüências do fogo, que, pelo visto, escapara ao controle.


Sir Finnigan e o velho Heinz dormiam, num colapso de exaustão, no chão do grande hall, cobertos de cinzas da cabeça aos pés.


As portas novas colocadas por Harry com seu emblema do falcão entalhado, tinham queimado durante a noite. Algumas brasas ainda ardiam, fumegantes, na soleira. Chamas tinham aberto caminho para o interior da torre, lambendo-lhe as paredes e deixando marcas negras na pedra. Tudo o que era de madeira fora consumido pelo fogo.


Blackstone fora reduzida a uma ruína ainda pior do que quando Gina a vira pela primeira vez.


Mas não se via nem uma única mosca.


Com o andar térreo destruído, os doentes tiveram de ser mantidos no terceiro andar.


Por milagre, ninguém morreu nos dias que se seguiram. Alguns ganharam força suficiente para ajudar a cuidar dos demais. Até Petúnia recuperou-se o bastante para reclamar da comida.


Enfim, as tão ansiadas chuvas chegaram. Indo até a cozinha para buscar mais sopa para os doentes, Gina parou ao ouvir o estrondo do trovão e sentiu os primeiros pingos de chuva fria caindo sobre sua pele. Seu vestido começou a ficar molhado, mas ela não se importou, olhando as paredes chamuscadas sendo umedecidas pela água abençoada.


— Deixe que chova, meu Deus — rezou em voz alta.


— Deixe que chova por muitos dias.


Pegando o caldeirão de sopa fervente, cobriu-o com uma tampa e tornou a subir os três lances de escada. No dormitório, os doentes esperavam para serem alimentados. O trabalho não podia parar. Se não fosse a ajuda de sir Finnigan e daqueles que haviam recuperado um pouco de forças, Gina tinha certeza de que não aguentaria o esforço.


De paciente em paciente, as febres foram cedendo. Sir Finnigan carregava os convalescentes para os portões trancados, dos quais só ele tinha as chaves abria-os e passava as pessoas para a mão dos guardas, que se encarregavam de levá-los para a abadia, onde acabariam de se recuperar.


Os homens que Harry havia encarregado da guarda das muralhas da torre não permitiam nem que os pais ou mães dos bebês doentes atravessassem os portões. Mesmo quando o fogo ardeu durante toda a noite, dentro do pátio cercado, eles permaneceram em seus postos, com as bestas nas mãos. A nenhuma pessoa foi permitido, entrar. E no cemitério improvisado no terreno atrás da torre, vinte e quatro túmulos esperavam para serem abençoados.


Quando um bebê de pouco mais de um ano foi considerado recuperado, o próprio Finnigan o levou nos braços até os portões. Ao se aproximar, deparou, para sua grande surpresa, com seu suserano de pé à entrada, os punho apertados nas grossas grades de ferro.


 


De modo abrupto, o mordomo-mor se deteve.


— Milorde, o senhor retomou!


— Sim. Abra os portões.


— O senhor não pode entrar, milorde.


— Como se atreve a me dizer que não posso entrar em meu próprio lar?


— Não, milorde o senhor não pode mesmo entrar. Agora, tenha a bondade de ficar de lado, para que eu possa entregar a criança aos guardas.


— Olhe além de seu nariz, homem. Seus guardas estão inconscientes a meus pés, e ainda têm sorte por eu não tê-los surrado até a morte. Onde está minha mulher?


— Dentro da torre, milorde.


— Seu velho maluco! Abra os portões!


A criança nos braços de Finnigan começou a chorar em altos brados. O senescal consolou-o com tapinhas nas costas.


— É melhor começar a se acostumar com esses rugidos, garoto. Vai ouvi-los com freqüência à medida que for crescendo.


— Simas! — Harry gritou furioso.


Nesse momento, um dos guardas abatidos começou a recobrar a consciência, sacudindo a cabeça e pondo-se de pé com dificuldade. Pegando um balde de água, jogo-o sobre o companheiro, que logo voltou a si.


Apesar de apavorados com a explosão de temperamento do lorde, tinham mais medo da doença que grassava no interior da torre.


— O que você fez com minha casa? — berrou o Falcão.


Mas não era o estado da torre que o preocupava, e sim Gina, trancada em seu interior.


Quando ele começava a controlar o mau gênio, pensando em trazer o senescal de volta ao juízo, sir Finnigan ordenou aos guardas que o segurassem, para que ele pudesse abrir os portões e entregar o bebê. Então, o céu desabou.


Antes que Harry conseguisse se livrar dos guardas, o mordomo-mor já havia destrancado a grade, colocado a criança do lado de fora e trancado tudo de novo. Sem se importar com as ordens e ameaças do suserano, voltou para a torre.


Lá chegando, a primeira coisa que fez foi tomar dois copos de cerveja antes de subir ao terceiro andar para ajudar Gina com os sete pacientes remanescentes.


A jovem lady agüentou apenas mais um dia e então, de repente, desabou, inconsciente.


Incapaz de fazê-la recobrar a consciência, Simas colocou-a deitada num catre limpo e ficou aguardando que os suores, calafrios e febre começassem. Ele próprio fora atingido pela praga, mas de forma muito leve, e logo se recuperara. Mas temia a intensidade da doença que Gina pudesse estar desenvolvendo.


Ela dormiu um dia inteiro e, ao acordar, encontrou apenas três outras pessoas no grande dormitório. Petúnia, recuperada, estava de volta à cozinha, e as sopas que chegavam já não eram tão boas.


Nenhuma mancha havia aparecido na pele de Gina. Sentando-se no catre, enfraquecida pela falta de comida, os músculos doloridos, devido ao trabalho exaustivo dos últimos meses, olhou para as duas crianças deitadas perto dela. Um dos bebês, uma menina, estendeu-lhe os bracinhos. Comovida, Gina aconchegou-a ao colo e, depois de banhá-la e alimentá-la, conseguiu fazê-la dormir. Em seguida, voltou a adormecer também, e por muito mais tempo do que o bebê.


Quando acordou de novo, estava na cama de Harry.


Sir Finnigan a havia acomodado de encontro a uma pilha de travesseiros e segurava nas mãos uma tigela e uma colher de prata, decidido a fazê-la tomar a sopa que trouxera.


— A senhora é a última, milady. A torre está vazia agora. Vamos, coma. Precisa tratar de ficar boa.


Gina tentou examinar a si mesma. Tocou a pele do pescoço e a testa, encontrando-as frias. Em seguida, observou os braços e não encontrou mancha alguma.


— Não estou doente, sir Finnigan. Veja, não há sinais.


— Não podemos ter certeza ainda. A senhora está muito fraca. Precisamos aguardar e ver. — Ele não revelou que Harry encontrava-se na vila, furioso, ameaçando entrar à força na torre.


Gina tomou a sopa, bebeu a água fresca que lhe foi oferecida e tornou a pegar no sono.


Sonhou com o dia em que Harry voltaria para casa e com as transformações que ocorreriam quando todo seu dote fosse usado nas melhorias. Talvez então ele acabasse confessando que a amava. Mas, ao acordar e recordar o estado chamuscado das paredes e a completa destruição das portas e janelas e de todo o mobiliário do hall, achou melhor que o Falcão permanecesse em Aachen.


Aconchegando-se no leito, voltou a adormecer. Dessa vez, o que a despertou foi a movimentação do bebê em seu ventre. À sua frente estava Petúnia, com uma tigela de sopa que colocou na mesa ao lado do belo e enorme leito do lorde.


— Aqui está sua sopa. É melhor tratar de comer, se quiser assistir ao espetáculo programado para hoje.


— Espetáculo? — perguntou Gina, com a mente ainda enevoada de sono.


— Sim. Hoje é o dia em que milorde vai atacar a fortaleza. A senhora devia ver a máquina de guerra que ele fez trazerem colina acima.


― Harry está aqui? — Os olhos de Gina se arregalaram, e seu coração disparou no peito.


— Há mais de quinze dias, Agora está tentando escalar as muralhas. Acho que o pobre Simas vai encontrar a morte nas mãos de milorde.

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