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12. Avada kedavra


Fic: Da água para o vinho


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Rony estava mesmo preocupado. Não parava de pensar nas palavras que Hermione tinha dito no dia anterior, mas também não conseguia encontrar um sentido para elas. Tinha certeza que Harry não mentiria para ele, e também não teria interesse em Hermione. Ele ama a Gina, não ama?
Foi disposto a tirar de uma vez essa história a limpo que ele saiu pelo castelo na hora do almoço para procurá-la, mas não a encontrava em lugar nenhum. Procurou no salão comunal, perguntou por ela para as meninas com quem ela dividia quarto, vasculhou toda a biblioteca, mas não encontrou nada. Quando já tinha desistido a encontrou, saindo da sala precisa, olhando para os lados para ter certeza de que ninguém a veria.
Desconfiado, Rony se escondeu atrás de uma tapeçaria, mas aí a perdeu de vista, apenas conseguia ouvir os passos dela, e então notou os passos de outra pessoa:
_Mione espera! – alguém correu até ela.
Rony descobriu o rosto para ver de quem se tratava: - “Juan!”
_Oi... Tudo bem?
_ “Cínicos! Fingindo que acabaram de se encontrar para ninguém desconfiar, não é? Eu não esperava uma coisa dessas da Hermione!” – ele pensou revoltadíssimo.
_Será que eu posso falar com você? – ele perguntou.
_Claro... – ela respondeu, ainda observando ao redor.
_É que...
_Eu não esperava isso de você, Hermione! – Rony saiu de trás da tapeçaria e gritou a plenos pulmões.
_Rony? O que você está fazendo aqui? – ela se assustou.
_Eu é que deveria perguntar! Usando a Sala Precisa para ficar de agarramento com esse... Esse... Justo você que sempre respeitou as normas do colégio! – disse completamente vermelho.
_Do que é que você está falando?! – ela se indignou.
_O que é Sala Precisa? – Juan perguntou confuso.
_Não se faça de besta! – Rony gritou com ele. Deu alguns passos em direção aos dois. – Eu estou muito decepcionado com você Hermione! Primeiro o Harry, agora esse aí! Quem vai ser o próximo da lista?
Perdendo completamente o autocontrole ela estalou um tapão na cara de Rony: - Com certeza não vai ser você, seu cretino! – gritou com toda vontade. – Eu odeio você, Rony! Odeio você! – os olhos dela se encheram de lágrimas e ela saiu correndo.
_Espera aí, Hermione! Eu ainda não terminei! – ele gritou massageando o rosto e correndo atrás dela.
Juan ficou parado no meio do corredor com cara de bobo. Sem entender absolutamente nada do que havia acontecido.
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_Hei, Malfoy! – Harry se virou para atender quem o chamava. Tinha saído correndo da Sala Precisa logo depois de Hermione e ouvira a discussão, mas se ficasse para defendê-la seria pior ainda. – Ah... Oi...
_Oi... E aí? Você disse que me procuraria para continuar o plano contra o Potter, mas até agora nada! – a garota perguntou com os braços cruzados e de completo mau-humor.
_Hei! Não sai falando isso desse jeito! – ele a segurou pelo braço e a levou para um canto. – Quer que a escola toda saiba do nosso plano!
_Nosso? Desde que eu peguei aquele pedaço de pergaminho para você eu não fiquei sabendo de mais nada! – ela reclamou.
_Então foi você, Malfoy? – Voldemort os surpreendeu. – Bem que eu estava desconfiado... Quantos galeões você pagou para ela me roubar o mapa? Ou será que você pagou de outro jeito?
_Ora, seu! – a menina ia avançar para cima dele, mas Harry não permitiu.
_Olha... É melhor você ir embora, ta legal! Ou vai sobrar para você também! Deixa que eu me resolvo com ele!
_Mas...
_Sai daqui agora! – ele gritou.
_Uuhh! Draco Malfoy disposto a me enfrentar sozinho? Não foi esse o comportamento que eu ouvi dizer que você tinha, Malfoy! – ele se aproximou perigosamente.
_As coisas mudam, Potter! – ele tentou.
_Ah mudam... Mudam mesmo! E vão continuar mudando! – ele retirou a varinha das vestes e avançou para Draco.
_Harry! – Gina os surpreendeu. – O que você está fazendo? – ela correu em direção a Voldemort.
_Só acertando as contas, Gina! Vai embora daqui! – ele apontou a varinha.
_Não! – ela gritou.
_Não o que, Gina? Não se preocupe! Quando eu terminar não vai mais haver Malfoy para encher o saco de vocês! – ele sorriu satisfeito.
_E nem Harry... Porque certamente você será expulso! – ela tentou. – Deixe-o em paz! Vamos embora daqui!
_Por que tanta preocupação com o Malfoy, Gina? – ele baixou a varinha e a encarou.
_Preocupação? Eu não estou preocupada com ele! Estou preocupada com você!
_Eu não quero ouvir nada, Ronald! Deixe-me!
_Não deixo nada! Agora você vai me ou... – Rony e Hermione pararam de repente, sentindo a tensão no ar. – O que está havendo aqui? – ele perguntou. – Ah, já sei! O Malfoy de novo, não é? – ele se virou para Draco, nervoso.
_O que está acontecendo aqui, Gina? – Hermione perguntou cautelosa.
_O Harry quer brigar com o Malfoy e eu estou tentando convencê-lo a não fazer isso...
_Por que?! – Rony perguntou indignado. – Deixa o Harry dar uma lição nele!
_Não Rony! – Hermione interferiu. – Não dê ouvidos a ele, Harry! Vamos embora daqui!
_Você não acha estranho, Rony? A Gina e a Hermione tão preocupadas com o Malfoy? – ele sondou.
_Estranho demais! – ele falou. – Qual é o problema! Depois de tudo que ele fez! O Harry ainda está devendo o castigo dele por ter seqüestrado você, Gina.
_Esquece isso, Harry! Já passou! - ela tentou.
_Já passou? – ele perguntou aproximando-se dela. – Quer dizer que você não sente mais raiva dele? Quer dizer que você não quer que eu o azare? – ele começou a passar a mão no cabelo dela.
_N... Não... – ela olhou de Hermione para Harry.
_É claro que não... – ele sorriu. – Porque este não é o Malfoy, não é mesmo?! – ele segurou Gina pelos cabelos e a trouxe para junto do seu corpo apontando a varinha para o pescoço dela.
_Que palhaçada é essa, Harry?! – Rony gritou. – Solta a minha irmã! – ele se aproximou do casal.
_Não se mete nisso Weasley! Pelo visto você foi o único que ficou de fora, não é?
_Qual o seu problema, cara? Surtou de vez? – Rony tirou a varinha de dentro das vestes. – Solta a Gina, antes que eu perca a paciência!
_Ah... E você acha que eu tenho medo de você Weasley?! Você não é nada perto de mim! Pode ter dado sorte nessa guerra, mas não é realmente grande coisa como bruxo!
_Como você...
_Avada kedavra! – ele apontou exatamente para o coração de Rony. Não houve a menor chance dele se defender. Rony foi jogado longe pelo jato de luz verde que saiu da varinha de Voldemort.
_Rony! – Hermione correu até ele aos prantos. – Rony! Rony! – ela tentava reanimá-lo, mas sabia que aquele não era um feitiço qualquer.
Gina se contorcia nos braços de Voldemort. – O que você fez com meu irmão! Solte-me seu desgraçado!
_Você vai pagar por isso, Voldemort! – Harry gritou, os olhos molhados. – Dessa vez eu acabo com você! Nem que eu tenha que ficar o resto da vida preso nesse corpo, mas você não vai escapar! – e avançou para cima dele com a varinha em riste.
_E vai fazer o que, Potter? Você não conseguiu uma vez e não vai conseguir de novo! – ele gritava. – Me devolva a horcruxe!
_Não!
_Então eu vou matar a sua namoradinha! – ele apontou a varinha para Gina.
_Não!
_Não? – ele sorriu. – Então será uma troca? A horcruxe em troca da vida da ruivinha aqui?
_Tudo bem...
_Harry não! – Gina gritou. Hermione ainda chorava junto ao corpo de Rony.
_Cala a boca, pequena! Não atrapalhe as negociações! – ele guardou a varinha no bolso, mas continuou segurando Gina firmemente. – A horcruxe, Potter! – ele estendeu a mão, Harry hesitou. – Sabe que eu desenvolvi meios de matar uma pessoa sem usar a varinha? – ele apertou o pescoço de Gina.
_Ok, ok! – Harry tirou a corrente do pescoço e a ofereceu a Voldemort, que a pegou sem pestanejar.
_Obrigado Potter! Sempre soube que você era um rapaz educado, de palavra... Eu não sou! – o coração de Harry acelerou. – Mas a ruivinha não me serve para nada morta... – sorriu e deu um beijo na bochecha de Gina, depois a empurrou para longe. – Primeiro eu vou acabar com você... Tomar o corpo do Malfoy, que me será bem mais útil que o seu, depois fugir com a ruivinha... – ele a olhou carinhosamente. – Você vai ser minha escrava, Gininha... – ela correu em direção a Hermione. – Vai ter que fazer tudo que eu quiser... E dessa vez eu não vou ser paciente!
_Cala a boca, Voldemort! – Harry gritou. – Você não vai fazer nada, porque eu vou acabar com você antes! – ele avançou para Voldemort com a varinha preparada.
Gina e Hermione gritaram ao mesmo tempo, Voldemort se preparou para pronunciar um feitiço, Harry também, mas Voldemort foi mais rápido. Harry caiu no chão, a varinha voou de suas mãos.
_Diga adeus a sua vidinha inútil Potter! Avada...
Harry teve tempo apenas de colocar a mão à frente do corpo, Hermione e Gina não tiveram coragem de olhar. Uma explosão verde abalou as estruturas do castelo.
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_Tudo bem, senhoritas, tudo bem... Agora tomem essa poção, vai ajudá-las a se acalmar... – mme Pomfrey dizia ternamente.
_Eu não estou acreditando! – a profa Minerva entrou na ala hospitalar aos berros.
_Diretora, por favor! – mme Pomfrey pediu.
_Me desculpe, Papoula, mas a situação está ficando insuportável! Srta Granger, Srta Weasley, afinal de contas, o que houve dessa vez? – ela perguntou grave.
Hermione e Gina se entreolharam preocupadas, então Hermione falou: - Os três discutiram professora. Um tentou azarar o outro e os três acabaram assim... – ela voltou a chorar. – E aí o Rony... Professora o Rony...
_Como é que eu vou contar para minha mãe? Como é que eu vou explicar para ela? – Gina também começou a se debulhar em lágrimas.
_Mme Pomfrey, o Harry vai ficar bem? Nós não entendemos direito o que aconteceu com ele... – Hermione soluçou.
_Vai, vai sim, srta Granger! Os três vão se recuperar... – ela falou descontente.
_Os três? – Gina perguntou de repente.
_Sim! Os três!
_Mas o Rony... O Rony não está morto? – Hermione sentiu a esperança voltar ao seu coração.
_Ora, pelo amor de Deus, srta. Eu sei que vocês passaram por muita coisa o ano passado, mas, seja lá qual foi o feitiço que o sr Malfoy usou no sr Weasley não foi suficiente para matar! – ela sorriu zombando da preocupação das meninas. – Mas foram feitiços muito fortes! Eles ficarão desacordados por um bom tempo ainda.
_Bem... – a professora Minerva interferiu. – Serei obrigada a notificar os pais de vocês... Não darei nenhuma punição agora... Esperarei até que os três rapazes se recuperem, mas isso não vai ficar assim, senhoritas! Não vai mesmo...
_Mme Pomfrey?! Mme Pomfrey! Ah! – Pansy entrou correndo na ala hospitalar. Foi direto a maca de Draco. – O que foi que esses vândalos fizeram com ele? A culpa foi sua, não foi, Weasley! Foi sua!
_Srta Parkinson! Acalme-se! – a professora Minerva pediu. – Isso é uma ala de recuperação! Há pessoas doentes aqui!
_Desculpe, professora! Mas é que não é a primeira vez que o Potter manda o Draco para a ala hospitalar! Aquele garoto está descontrolado, professora! Ele está muito estranho!
_Ah... Papoula dê aquela poção calmante para ela também, por favor! – ela falou impaciente. – Estarei no meu gabinete. Qualquer novidade...
_Sim Minerva... Fique tranqüila... E vocês três também... Agora saiam daqui, vamos! Eles precisam de descanso e não de choradeira!
_Vão contando! O que foi que vocês fizeram com ele, hein? – Pansy atacou enquanto elas saíam da ala hospitalar.
_Nós não fizemos nada, Parkinson! – Hermione respondeu. – E caso você não tenha percebido o Harry e o Rony também estão mal!
_Não me interessa! Quando eu descobrir o que vocês fizeram...
_Ah! Vê se não enche, Parkinson! – Gina respondeu puxando Hermione para longe. – Garota chata! Você entendeu alguma coisa, Hermione?
_Nadinha! – as duas atravessaram o buraco do retrato. – Como o Rony pode estar vivo depois da maldição da morte?!
_Não sei, mas tem que ter uma boa explicação!
_E o Harry? Você acha que ele ficou imune ao Avada kedavra o resto da vida, seja lá em que corpo estiver?
_Não... O caso do Harry eu acho que eu sei explicar... Só espero que tenha dado certo.
_Mas...
_Não me pergunte nada agora... – ela sorriu.
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Gina, Hermione e Pansy visitavam a ala hospitalar todos os dias, pelo menos três vezes ao dia. Cada vez que se encontravam era uma discussão que mme Pomfrey tinha que interromper. Por isso ela resolveu estipular horários para que as meninas fossem visitar os pacientes.
_E então, mme Pomfrey? Nada ainda? – Hermione perguntou preocupada.
_Não srta Granger... Mas onde está a srta Weasley?
_Treino de quadribol... Ela é a capitã...
_Hum... Quadribol! Humpf! – a enfermeira saiu resmungando. Os dias em que havia jogo eram os dias em que ela tinha mais trabalho.
Hermione ficou mais um tempo na enfermaria, sem saber exatamente ao lado de que cama ficar: Rony porque era o Rony; Harry porque poderia ter voltado ao seu corpo; ou Malfoy porque ainda poderia ser o Harry. Por fim achou mais fácil ficar ao lado da cama do Rony mesmo. Pelo menos ela tinha certeza de quem estaria ali dentro a hora que acordasse.
_Ah Rony... – ela afastou delicadamente alguns fios de cabelo que caíam sobre o olho dele. – Por que você tem sempre que se meter em tudo, hein? – agora ajeitava as cobertas. – Se tivesse ficado quieto no seu canto nada disso teria acontecido... Teimoso!
Sem pensar realmente no gesto, Hermione segurou uma das mãos de Rony e ficou acariciando-a enquanto pensava em tudo que tinham passado naquele ano. Em tudo o que tinha acontecido, em todas as bobagens que um havia dito para o outro. Perdida nessas lembranças ela nem notou que a mão que antes estava inerte, agora correspondia às carícias que ela fazia.
_O que você está fazendo, Hermione? – Rony perguntou com a voz fraca.
_Rony?! – ela exclamou aliviada. Os olhos começando a se encher de lágrimas. – Você acordou! – sem pensar muito ela pulou no pescoço de Rony e o abraçou com vontade. Algumas lágrimas molhando o pijama dele.
_Vai com calma, Hermione... – ele sorriu. – Eu acabei de acordar.
_Ai, Rony! Que bom que você acordou! Eu fiquei tão preocupada! Eu achei mesmo que você tinha morrido! Fiquei com tanto medo!
_Calma Hermione... – ele sorriu feliz por vê-la tão preocupada com ele. – Eu estou bem... Pelo menos é o que parece... – ele se sentou na cama e ficou de frente para ela. – Você estava chorando?
_Ah... – ela sorriu encabulada. – Eu fiquei emocionada em te ver bem... Foi só isso... – ela limpou as lágrimas que escorriam pelo seu rosto.
_Você nunca tinha me abraçado desse jeito antes... – ele observou.
Ambos ficaram vermelhos de vergonha, mas não tiveram tempo de se explicar porque Gina chegou naquele instante, ainda com o uniforme vermelho da Grifinória.
_Rony! – ela exclamou e correu até ele abraçando-o também. – Eu nem acredito que você ainda está vivo! Você se lembra do que aconteceu?
_Mais ou menos... Lembro-me do Harry ameaçando você... Depois ele... Ele me atacou, não foi?! – ele perguntou assustado com a possibilidade.
_Na verdade não era bem o Harry... – Gina começou.
_Gina! – Hermione chamou a atenção dela. – O Malfoy...
Os três voltaram sua atenção à maca onde Draco estava deitado. Hermione e Gina eram só expectativa, Rony não entendia nada, e não estava nem um pouco preocupado se Draco acordaria ou não.
Gina resolveu se aproximar da cama dele, Hermione tentou impedi-la, mas ela não deu atenção. Rony também quis impedi-la, mas não adiantou.
_Malfoy? – ela perguntou quando o viu abrir os olhos.
_Gina? – ele perguntou com a voz fraca.
_Harry? – ela perguntou entre aliviada e decepcionada. – Ainda é o Harry! – ela se virou para Hermione para informar.
_O que foi que aconteceu, hein? Não deu certo? – ele se sentou na cama ainda fraco.
_Acho que não... Mas pelo menos você está bem...
_Harry! – Hermione se aproximou também. – E agora? O que vamos fazer?
_Que palhaçada é essa? – Rony perguntou de repente. – Por que toda essa preocupação com ele? – ele se levantou da cama. – Isso tudo é culpa dele!
_Rony? Você está vivo?! – Harry perguntou contente por vê-lo bem.
_Claro que eu estou vivo! O Harry não seria capaz de me matar de verdade! Eu acho...
_Rony, aquele não é o Harry! – Gina começou. – Esse é o Harry!
Rony a olhou como se ela estivesse louca.
_É verdade, Rony! – Hermione emendou. – Houve um feitiço... – ela começou quando ele fez menção de duvidar dela. – Meses atrás, quando a guerra acabou! Voldemort – e ela não ligou para a careta que ele fez. – Trocou de corpo com o Harry. Depois o Harry trocou de corpo como Malfoy, e agora...
_Ele está acordando... – Gina cochichou.
Os quatro olharam para a outra maca.
_Cadê a minha varinha? – Harry perguntou.
_O que você vai fazer? – Hermione perguntou aflita.
_Não sei! Mas eu não quero dar tempo a ele!
_Ficou maluco, Malfoy! – Rony começou.
_Não é o Malfoy! Já falamos! – Gina retrucou começando a ficar nervosa.
_Vocês duas estão malucas! Aquele é o Harry, eu tenho certeza! – e foi até a maca do outro paciente, ignorando os apelos dos outros três. – Harry? – ele perguntou quando chegou mais perto.
_Harry?! Ficou maluco, Weasley? – ele se sentou na cama. – O que aconteceu aqui? Por que é que eu estou na ala hospitalar?
Rony dava agora passos assustados para longe da cama de Harry: - Acho que dessa vez ele pirou de vez.
Harry se levantou e foi até a outra cama. O outro Harry estava, seguramente, com dificuldades para enxergar, já que não parava de esfregar os olhos, tanto que nem o viu se aproximar.
_Malfoy?
_E quem mais poderia... – ele fitou seu interlocutor. Espremeu os olhos para ver direito, fechou-os e voltou a abri-los. – Que brincadeira idiota é essa? O que aconteceu com os meus olhos?
_Talvez você precise disso! – Harry pegou seus óculos e entregou ao outro Harry.
_O que é que... Quem é você? Que diabos...
_Eu sou o Harry, e estou no seu corpo, Malfoy. E você está no meu... – Harry falou desanimado, prevendo o trabalho que daria para que Draco cooperasse com eles agora.

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