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10. Capitulo 10


Fic: Pureza Roubada - Hinny Completa


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Harry tinha a impressão de haver passado várias horas, já que o fogo da lareira encontrava-se quase apagado, e o aposento, mais frio. 


Gina remexeu-se na cama, meio acordada, e, sentindo frio, aninhou-se mais no corpo de Harry, buscando o calor. Pela primeira vez em horas, teve consciência da sua presença. Abrindo os olhos percebeu que se encontrava na cama dele, completamente nua.


Ao mesmo tempo, tomou conhecimento de uma funda sensação de bem-estar. As mãos de Harry corriam-lhe o corpo de um modo reconfortante, massageando os músculos cansados e doloridos. Mas não apenas conforto o que estava sentindo. Deliciosas e excitantes sensações também. Os dedos fortes pressionavam a base de sua espinha, trabalhando nervos e músculos tensos até fazerem-na arquear-se como uma gatinha contra o corpo masculino, tão nu quanto o seu.


Gina soltou um suspiro de prazer, aquecida pelo fogo que ele lhe provocava no íntimo não podia ser satisfeito apenas com carícias.


Nesse instante, Harry colou os lábios aos dela, língua invadindo os recessos mais profundos da boca macia e sensual. O toque das mãos tornou-se selvagem e dominador como naquela primeira vez no navio, explorando os seios empinados, os rijos mamilos, o ventre firme. E afinal os dedos ousados atingiram o alvo que buscavam, penetrando fundo na úmida e quente cavidade entre as coxas femininas.


Com um dos joelhos, Harry separou-lhe as pernas, não encontrando a menor resistência. Seus lábios cobriram um dos mamilos túrgidos, pondo-se a atormentá-lo com a ponta da língua. Depois foi a vez dos dentes mordiscarem o bico sensível, fazendo Gina pensar que morreria de tanto prazer. Mas ainda havia mais, muito mais. Sugando-lhe o seio em movimentos rítmicos, Harry penetrou -a.


Um grito de prazer escapou da garganta de Gina, que, alucinada, arqueou os quadris, abrindo-se para recebê-lo por inteiro.


Afastando a boca do seio que até então não parara de sugar, Harry voltou a beijar a boca de Gina. O beijo agora era suave, terno, provocante. Algo até então estranho à natureza de Harry. Nunca antes ele se preocupara em acariciar uma mulher até fazê-la delirar de paixão. Sexo alucinado e selvagem, rápido assalto e total conquista, nisso era experiente. Mas aguardar com paciência, seduzindo devagar e com maestria … não, nunca antes agira assim.


Mal ouviu os gritos de Gina, que como ele fora arremessada ao espaço infinito, atingindo um clímax alucinante. Exausto, Harry desabou sobre ela, incapaz de mover-se, respirar ou pensar.


Com os dedos delicados acariciando os cabelos dele, Gina ergueu os maravilhosos olhos castanhos para o atraente rosto masculino. Em suas profundezas brilhava a indescritível sensação que acabara de experimentar.


— Os padres devem estar errados, milorde — sussurrou, atraindo-o para um beijo ardente, que os deixou ainda mais ofegantes.


— Como assim? — o Falcão conseguiu dizer, lutando para recuperar o fôlego.


— Um amor tão perfeito como o nosso não pode ser pecado.


A afirmação fez Harry deitar a cabeça no ombro dela, enquanto abafava um gemido. O que a levara a dizer aquilo?


— Amor? Amor não existe, Gina. Não confunda o que há entre nós com tolices sentimentais. O que sentimos um pelo outro é luxúria, atração sexual, e nada mais.


Gina experimentou a dolorosa sensação de ter sido ludibriada. Então, na opinião de Harry, não passava de "luxúria" o que acabara de acontecer entre eles? Luxúria era um dos sete pecados capitais.


— Quer dizer que não há nada mais?


— Mais? Mulher, se soubesse há quanto tempo não satisfaço minhas necessidades sexuais, não estaria pedindo mais neste exato momento. — Erguendo a cabeça, ele pousou os lábios na face aveludada.


Uma profunda mágoa confrangeu o coração de Gina. Gostaria de perguntar a Harry se tudo o que representava para ele era um corpo a ser desfrutado. Mas sabia que a resposta iria feri-la mais do que tudo o que já sofrera nas mãos dele. Num movimento brusco, empurrou-o, afastando a boca ávida que lhe mordiscava o pescoço, e colocou as pernas para fora da cama.


O Falcão segurou-a pelo braço.


— Aonde pensa que vai?


— Procurar um canto qualquer neste lugar amaldiçoado em que possa dormir sem ser molestada.


— Acho que já deixei bem claro onde você vai dormir.


— Para que eu continue a ser sua prostituta? Não, saxão miserável, isso não vai mais acontecer. — Gina puxou com força o braço, mas o Falcão não afrouxou o aperto.


  — Gina, eu não a tratei como prostituta! Não lhe ofereci nenhum pagamento.


— Ora se não ofereceu! Esqueceu-se de que jurou não me dar um grão de comida se eu não trabalhasse o dia  inteiro? Pois trabalhei, e trabalhei duro! Mas não vou passar as noites deitada embaixo de você para ganhar o sustento. Por acaso tem idéia do insulto que acabou de me fazer?


Segurando-a pelos dois braços, Harry obrigou-a a deitar-se de costas na cama.


— Insulto? Ora, sua criadinha atrevida, eu lhe fiz uma honra trazendo-a para minha cama. Uma honra que nenhuma mulher deste feudo alcançou até agora.


— Não adianta tentar me convencer, saxão. A verdade é que fui usada por você. E sou de uma linhagem muito superior à de quem quer que considere uma honra prostituir-se para o senhor do feudo.


— Cale a boca! — explodiu Harry, a paciência esgotada.


Lentamente, Harry afrouxou o aperto nos braços delicados, deixando-a estendida sobre o  leito. A impressão de seus dedos ficara marcada na carne tenra.


A custo o Falcão acabou controlando o próprio gênio explosivo.


Gina não sabia, mas o coração do duque de Emory  se transformara em pedra, devido à traição de uma mulher.


Amor!, ele zombou, no íntimo. Odiava a simples palavra. Num súbito impulso, Harry levantou-se da cama jogando as cobertas sobre Gina.


Com passadas largas, dirigiu-se ao baú ao pé do leito, mas antes que pudesse abri-lo, deparou com um par de sandálias, que fizera para Gina. Pegou-as, necessitando de uma válvula de escape para a raiva que o consumia


— Fiz estes calçados para você, Gina.


Ela sentou-se, segurando o lençol de encontro aos seios nus, e encarou-o com aquele olhar intenso que parecia decifrar seus mais secretos pensamentos. Irritado, o Falcão jogou as sandálias de couro no colo dela.


— Sei que são grosseiras, mas você vai usá-las, de qualquer maneira — falou com rudeza, e viu surgir uma imensa mágoa nos olhos castanhos.


Dando-lhe as costas, abriu a arca e de lá tirou calções e túnica limpos, que vestiu, sentando-se depois na cadeira para calçar e amarrar as altas botas de couro.


Olhando para a janela, Gina verificou que ainda levaria horas para o amanhecer.


— Por que fez isso, Falcão?


— Isso o quê?


— As sandálias.


— Nessa terra rochosa, pés descalços ficam sujeitos a ferimentos. E pessoas machucadas não consegue trabalhar. Agora, durma.


Era isso, então, tudo o que significava para ele? Um animal de carga, destinado apenas ao trabalho? Na cozinha e até na cama? Como gostaria de fazer-lhe essas perguntas, 


obrigá-lo a confessar o que sentia por  ela de verdade. Em vez disso, perguntou:


— Aonde você vai?


— Vou checar os vigias.


Gina ainda estava acordada quando Harry voltou. Sem dizer palavra, livrou-se das botas, meias e calção.


  Era cedo demais para ela se levantar, mas Gina sabia que não conseguiria voltar a dormir, perturbada demais com o que acontecera.


Dessa vez, ao se deitar, Harry procurou não se aproximar de Gina. Ela sentia falta do calor do corpo másculo, mas ele não fez nenhum movimento no sentido de fornecer-lhe esse conforto. Na verdade, quanto mais refletia sobre a impressão de comunhão de almas e corpos experimentada ao fazerem amor, mais se convencia de que tudo não passara de imaginação. Ela mesma, naquele momento, não sentia nada sequer parecido.


Quanto ao Falcão, duvidava que ele alguma vez tivesse experimentado por alguém tais emoções.


Insone, Gina ficou observando o céu até vê-lo tingir-se com os primeiros clarões da aurora.


Em dado momento, Harry virou-se para ela em seu sono. Assustada, Gina decidiu que não havia propósito em permanecer deitada se não conseguia dormir.


Mas, uma vez de pé, descobriu que não tinha uma peça seca de roupa para vestir. Era impossível descer para trabalhar na cozinha nua em pêlo. E estava frio demais para colocar roupas molhadas. Só lhe restava tentar fazer com que os trajes secassem o mais rápido possível.


 


Harry acordou gelado, tateando em busca da pele de urso que em geral lhe cobria a cama. Tudo o que encontrou, porém, foram os lençóis de linho. Com a mente ainda enevoada de sono, procurou por Gina. Não seria o mesmo que a pele ou o cobertor de lã, mas algum calor ela iria lhe proporcionar.


Abrindo os olhos para o novo dia, foi surpreendido com a visão de Gina, ajoelhada junto à lareira. O único cobertor de que dispunham estava em seus ombros, à guisa de manto, enquanto ela se ocupava em atiçar o fogo.


Durante todo o tempo, resmungava baixinho sobre os horrores de acordar num quarto gelado, sem que houvesse um único servo para atender às necessidades do amo em toda a Saxônia. O calor obtido com o ato de avivar as chamas não lhe diminuía a frustração por ter de fazer por si mesma aquilo que sempre recebera de criados. Espalhando depois à sua frente o vestido, examinou-o à procura de manchas que ainda pudessem ter ficado no tecido, esfregando entre os dedos as poucas que encontrou.


Os resmungos mal-humorados fizeram Harry estremecer. Enlaçando as mãos atrás da nuca, ficou a contemplar o dossel desguarnecido, ouvindo-a recitar a lista de suas misérias e aflições.


A pobreza em que se encontrava atualmente era uma ferida a mais na alma orgulhosa do Falcão. A que triste estado se via reduzido! E não havia nada que pudesse fazer no momento para remediar a situação.


Sofrimento maior era o que seu corpo estava experimentando. Tinha acordado ainda mais excitado do que na véspera, desejando Gina com loucura. Mas considerava um ponto de honra resistir àquilo. Mulher nenhuma o dominaria pelo sexo de novo. Bastava a terrível experiência com Cho Chang.


 


Calado, levantou-se da cama e tratou de vestir o robe a fim de ocultar a evidência de seu desejo, com passadas duras, avançou para a grande arca de madeira da qual retirou uma de suas mais ricas túnicas. Em seguida, chegando por trás de Gina, atirou-lhe o traje no colo. Gina que provasse um pouco de seu mau humor, assim como ele tivera de engolir o dela.


Sobressaltada, já que não o ouvira levantar-se, sequer o imaginara acordado, Gina agarrou a túnica e ergueu os olhos para o duque.


— O que devo fazer com isto? — perguntou, reparando na bela boca masculina contraída de raiva. Haveria algum rasgo no tecido para ser costurado?


— Vista-a.


— Vestir? Tem certeza? O tecido é bom demais para o uso que farei dele. — Abrindo a túnica no colo, passeou os dedos com delicadeza sobre os fios de ouro entre no tecido.


— Pelo amor de Deus, use-a e não discuta comigo. É um presente. Em você o comprimento ficará bem abaixo dos joelhos. Mesmo sem a camisa íntima, será adequado.


Contra a vontade, Gina viu-se obrigada a admitir que ele tinha razão. Podia guardar a roupa íntima para usar na longa viagem para casa. Com um cordão amarrado na cintura, a túnica ficaria apresentável, uma vez que o Falcão lhe fornecera também as meias compridas que completavam o traje masculino. O único problema era que não estava acostumada a expor as pernas, mesmo cobertas por meias.


Passou-lhe o pensamento de indagar se haveria tecido com que pudesse confeccionar uma saia, mas não queria pedir mais do que já recebera. Assim, tratou logo de ir vestindo a túnica pela cabeça, descartando em seguida o cobertor de lã.


Contudo, não pôde impedir-se de dizer, tímida, sem se atrever a olhar para o homem com quem partilhara tanta intimidade:


— É indecente uma mulher andar por aí sem saias, milorde.


— Deve haver ainda algumas roupas de mulher por aí. Peça a Petúnia. — Esperando que suas palavras tivessem soado desinteressadas, Harry despejou na bacia a água gelada da jarra.


Vestida com a túnica, Gina mais parecia um pajem, mas o rico e macio tecido realçava-lhe cada curva. Muito mais do que o vestido velho e desbotado que vinha usando.


A lembrança da pobreza das roupas de Gina recordou-o da própria penúria. Era terrível pensar que um homem de sua posição, que já tivera o mundo nas mãos via-se reduzido a nem ao menos poder vestir adequadamente a mulher que tomara como amante.


Zangado, tratou de afastar os pensamentos deprimentes, concentrando-se na tarefa que se propusera realizar: livrar-se da barba de vários dias, que já começava a incomodá-lo.


Erguendo a afiada faca, olhou para o espelho colocado sobre o lavatório.


Dando-se conta do mau humor de Harry, Gina perguntou a si mesma o motivo. Deduzindo que o melhor seria não provocá-lo mais, resolveu começar o trabalho do dia.


— Esta noite, milorde, dormirá em lençóis limpos e perfumados com alfazema.


O Falcão cometeu então o erro fatal de voltar-se para ver o que ela estava fazendo, no exato momento em que Gina se curvara sobre o leito, na tentativa de soltar de sob o colchão a ponta mais distante do lençol.


A túnica subira até os quadris arredondados, deixando exposta a carne alva e tentadora das coxas, no pedaço não coberto pelas meias, que, largas demais, ela havia atado com grandes nós.


A visão o deixou alucinado. Torturado, Harry soltou a faca, que bateu com ruído na borda da bacia, e, agarrando-se ao lavatório, emitiu um gemido.


— Saia já deste quarto, mulher! — ordenou, cerrando os maxilares. Em seguida, num movimento brusco, enfiou a cabeça na água gelada da bacia.


— O que foi? — Segurando a trouxa de roupas, Gina fitou-o de olhos arregalados. — Você se cortou?


— Não! — Com a água gotejando pelas faces, apontou a porta. — Vá embora. E faça com que esteja arrumada ao anoitecer, com você deitada, a minha espera. Se tiver de sair de novo à sua procura, como na noite passada, juro que ficará sem poder sentar-se por vários dias, de tanto que seu lindo traseiro vai doer. Entendido?


Engolindo em seco, Gina acenou que sim. E, sem hesitar, tratou de bater em retirada.


Sozinho, Harry voltou a olhar para o espelho e decidiu que, no estado em que se encontrava, seria impossível barbear-se. As mãos lhe tremiam tanto que com certeza cortaria a própria garganta, caso tentasse.

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