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9. Capitulo 9


Fic: Pureza Roubada - Hinny Completa


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— Não, não posso. — Gina baixou as pálpebras, fugindo do calor intenso daqueles olhos verdes, mais escaldantes que a água. — Não seria apropriado. — Tentou virar o rosto, mas foi detida por dedos acariciantes em sua face. O que estava lhe acontecendo? Bastava um simples toque daquele homem para enfraquecer-lhe a vontade?


— Ah, Gina… —Harry impulsionou-se para trás na água, afundando, até o queixo, e levando-a consigo.


A sensação daquele corpo macio sobre o seu, das pernas se abrindo, à procura de apoio, de encontro às dele, era mais do que podia suportar. Puxando-a, ele a beijou. lnsaciáveis, suas mãos deslizaram pelas costas, descobrindo novos e fascinantes detalhes naquele corpo maravilhoso.


— Milorde! — Gina protestou, de encontro aos lábios dele. — Temos de parar com isso.


— Céus, mas você tem mesmo um corpo delicioso, menina. Amar você é como beber o néctar dos deuses.


— Não, não temos. Essa é a, razão pela qual eu a trouxe até aqui. — De novo, o Falcão apossou-se da boca que tanto o atraía, num beijo devastador.


Ainda sob o domínio das novas e excitantes sensações, Gina não objetou quando, pegando-lhe os pés doloridos e a barra de sabão perfumado, Harry pôs-se a ensaboá-los com delicadeza. As mãos fortes subiram depois para as pernas esbeltas, massageando-lhes os músculos tensos, pouco a pouco aliviando a dor e o cansaço.


— Sente-se melhor agora? — ele perguntou.


— Oh, sim! — Confusa, Gina viu-o colocar-lhe nas mãos o sabão.


— Acho que vai preferir terminar o banho sozinha. Em respeito a seu pudor feminino, vou lhe conceder privacidade, pequena feiticeira. Enquanto isso, ficarei de guarda na entrada. Os olhos castanhos dela se arregalaram, tão surpresos que Harry quase caiu na risada. Ele a queria dócil, mas participante, quando afinal a possuísse, e com aquela tática muito em breve a teria comendo na palma da mão. Por isso, foi com expressão séria que subiu os degraus e saiu da piscina. Tirando o ensopado gibão de couro, pegou uma das toalhas de linho e enxugou o tronco musculoso.


— Vou lhe dar dez minutos para terminar de se lavar Gina. Depois, voltarei para cá. Não demore. Há um trabalho a ser feito amanhã e em algum momento de noite teremos de dormir.


Afastando-se do ponto iluminado pelas tochas, o ele desapareceu na escuridão.


 


Gina gostaria de tê-lo ouvido chegar. Teria vestido camisa íntima, para cobrir, por pouco que fosse, o corpo nu. Mesmo assim foi capaz de apreciar a cortesia silenciosa representada pela oferta do robe. O local achava-se bem mais escuro, já que as tochas estavam no fim. Assim tornando uma rápida decisão, Gina saiu da água. Não conseguiu encarar Harry, mas ele parecia tão indiferente à sua nudez quanto uma criada bem treinada,


O robe ficou enorme em Gina, arrastando-se no chão as mangas engolindo-lhe as mãos. Apoiando-a em seu peito, o Falcão apertou a faixa que segurava o traje cintura.


— Preciso colocar minhas roupas para secar — disse Gina, dominada por uma quase dolorosa timidez.


— Claro.


Antes de soltá-la, porém, o Falcão tirou-lhe de dentro da gola os cabelos úmidos e perfumados, colando os lábios à nuca sensível num beijo que a deixou toda arrepiada. — Eu … tenho que procurar um lugar para dormir, milorde.


— Você vai dormir onde eu mandar, Gina. Agora, vamos até ali.


Do lado direito da piscina, os servos haviam colocado tudo o que o duque pedira. Aproximando-se, Harry estendeu para Gina uma caneca de cerveja. Tendo tomado alguns goles na cozinha, Gina sabia que a forte bebida iria lhe subir direto à cabeça. Mas, uma vez que qualquer idéia de fuga naquela noite era impraticável, talvez a bebida a ajudasse a dormir melhor.


Assim, tomou um gole, que lhe desceu como fogo até o estômago vazio. Estremecendo, sacudiu os cabelos molhados e embaraçados, necessitados de uma boa escovação. "Devo estar com uma aparência horrível", pensou.


Por sua vez, o Falcão tomou um grande gole, quase esvaziando a caneca. Depois, apontando para o alto da muralha, comentou:


— Veja, a lua já surgiu no céu.


— C‘est tres belle* … (*É muito bonito)


— Oui. Lua crescente. Mas vai ficar ainda mais bonita dentro de dois dias. Então será lua cheia. As palavras de Harry fizeram-na recordar que precisaria da lua cheia para guiá-la na fuga e na longa viagem até Picardie.


Imersa em pensamentos, Gina foi levando a caneca aos lábios e aos poucos deu cabo do conteúdo. Não podia permitir que a indiscutível atração que aquele homem lhe despertava lhe enfraquecesse a vontade. O duque de Emory era seu inimigo. E tinha de continuar assim. Aqueles momentos de ternura e bondade não apagavam o fato de que a fizera sua escrava.


Colocando no chão as duas canecas vazias, o Falcão levantou-se. Os calções de couro rangeram com o movimento.


Gina baixou os olhos para os pés dele, lembrando-se de ter jogado o duque na água completamente vestido. As botas e os calções deviam estar encharcados.


— Hora de ir para a cama. — Num gesto inesperado, Harry ergueu-a nos braços, aconchegando-a ao peito.


— Eu posso andar.


— Claro que pode. Mas também posso carregá-la. Percebendo a inutilidade de resistir, Gina ficou quieta. Ao pé dos degraus que conduziam do hall para a galeria superior,  Harry deteve-se para dizer aos guardas que fossem se deitar. Na manhã seguinte iria necessitar de todos os braços disponíveis para colocar portas novas no hall. Os escudeiros iniciaram um protesto, mas sir Finnigan acabou logo com as queixas, obrigando-os a se retirarem do local.


Durante esse tempo, Gina ocultara o rosto ruborizado no peito de Harry, agradecendo pelo fato de que, devido à comoção geral, ninguém parecia prestar atenção à sua pessoa. Sem mais, o Falcão subiu resoluto as escadas, levando-a para seus aposentos. Durante toda a tarde tinha planejado a melhor maneira de seduzir aquela mulher feroz, que agora, deitada nó grande leito, bocejava e o olhava como uma gata sonolenta.


Fora um perfeito idiota, ele percebeu, ao pensar que poderia levá-la a uma disposição sexual mais maleável através da bebida e do conforto das termas romanas. Em vez de despertar-lhe os sentidos para o prazer, como acontecera com ele, o tratamento especial a embalara para o sono.


O Falcão suspirou, desapontado.


Alguns cachos de cabelo ainda úmidos agarravam-se às faces e ao pescoço macio, e Harry os afastou com delicadeza. A pele de Gina era a mais acetinada e translúcida que já tivera o prazer de tocar. Leves sardas salpicavam o narizinho delicado. Para alguém cujos cabelos eram tão vermelhos, sua tez tinha a alvura e o frescor de um lírio recém-desabrochado.


De repente, tomou uma decisão e colocou-a apoiada em seu peito, desatando a faixa que prendia o robe, desnudando-a em seguida. Depois, antes que o autocontrole o abandonasse de vez, cobriu-a com os lençóis, ajeitando-os em torno do corpo perfeito. Sabendo-se incapaz de pegar no sono, vestiu o robe que até então Gina  estivera usando e desceu para o hall em busca de outra jarra de cerveja. Pretendia beber até amortecer o desejo ardente que o devorava.


A bebida conseguiu o que o longo e cansativo dia não conseguira, anuviando-lhe a mente a ponto de impedi-lo de pensar de forma coerente.


Ao voltar ao aposento, o duque deitou-se, porém, não conseguiu dormir. A cama estava fria demais sem as cobertas de pele, esquecidas no navio. Na manhã seguinte, sua primeira providência seria mandar buscá-las.


Gina, mesmo mergulhada em sono profundo, devia estar sentindo frio, porque se aproximou da fonte de calor representada pelo grande corpo masculino e aconchegou-se a Harry.


Virando-se de lado, ele a abraçou e fechou os olhos.


Com um suspiro satisfeito, Gina continuou a dormir. Com toda a delicadeza, a fim de não despertá-la, Harry abriu o fecho do grilhão do colar dela e removeu a incômoda peça.


Na pele acetinada, um vergão marcava o lugar em que o colar se apoiava. Contrito, o Falcão beijou a pele ferida e sensível, sem que Gina sequer se movesse.


— A vida era muito diferente aqui, pequena Gina — ele sussurrou.


Lembranças lhe acudiram à mente, doloridas demais para que nelas se detivesse. Perturbado com o rumo dos pensamentos, Harry tentou esquecer-se de tudo e dormir. Do passado recente, só não lamentava uma coisa: o rapto da adorável francesa que agora dormia em seus braços.

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