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1. Havia um menino...


Fic: Moulin Rouge - Amor em Vermelho


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 1: Havia um menino...
 



There was a boy 
(Havia um menino) 
A very strange enchanted boy 
(Um menino encantado, estranho) 
They say he wandered very far 
(Dizem que ele vagava distante) 
Very far 
(Muito distante) 
Over land and sea 
(Além da terra e do mar)
 

Don’t be fooled! Evil! 
(Não se deixem enganar pelo demônio)
 

A little sky 
(Um pouco tímido) 
And sad of eye 
(De olhar triste) 
But very wise… 
(Mas muito sábio…)
 

…was he 
(…ele era) 
And then one day 
(E então um dia) 
A magic day... 
(Um mágico dia...) 
...he passed my way 
(…ele cruzou meu caminho) 
And while we spoke of many things 
(E enquanto falávamos de muitas coisas) 
Fools and kings 
(Tolos e reis) 
This he said to me 
(Uma coisa ele me disse)


 
A coisa mais importante que se deve aprender é amar, e em troca, amado ser.


 


O MOULIN ROUGE.


 


Clube noturno, salão de baile e bordel, dirigido por Harold Zidler. Um reino de prazeres noturnos onde os ricos e poderosos se divertiam com as jovens e belas criaturas do submundo. E a mais bela de todas era a mulher que Harry amava, Gina.


Uma cortesã que vendia seu amor aos homens. Eles a chamavam de “O Diamante Reluzente”. E ela era a estrela do Moulin Rouge.


A mulher que Harry amava está morta.
 


XXXXX
 


Estava em seu quarto que comprara no Hôtel Meublé assim que se mudara para aquela nova cidade, o hotel em si não era cinco estrelas, era até bem humilde, mas altamente necessário para Harry que quase não tinha um tostão no bolso.


A bagunça no quarto não ajudava a dar uma cara melhor àquele lugar, fazendo o lugar parecer mais precário do que realmente é. A cama estava completamente desfeita, com os lenções amontoados e o travesseiro caído no chão ao lado da cama. Havia incontáveis garrafas de cerveja espalhadas pelo chão e inúmeros cigarros apagados por todas as superfícies, dispensando qualquer cinzeiro.


Em um canto do quarto, sentado no chão e abraçado aos joelhos com uma garrafa vazia numa mão, encontrava-se um rapaz de 21 anos de cabelos negros e mais bagunçados do que nunca, mais do que o normal e que precisavam urgentemente de um corte, olhos verdes que já brilharam intensamente no passado, mas que hoje encontravam-se frios e sem vida, seu olhar muito sério e triste de alguém que sofreu muito por muito tempo.


Ele estava muito pensativo já há algumas horas até que tomou uma decisão.


Levantou-se do chão e caminhou até o velho computador preto numa escrivaninha antiga que ficava ao lado da janela do tamanho de uma porta como a de uma sacada que dava a vista para a antiga aldeia parada e anormalmente silenciosa, com apenas uns poucos transeuntes madrugadores.


O sol ainda estava nascendo naquela manhã e Harry piscou, incomodado com os fracos raios solares que passavam pela janela. Ele mal conseguira dormir naquela noite, ficava o tempo todo caminhando pelo quarto, entornando uma garrafa atrás da outra, e pensando muito. Às vezes caía bêbado e sonolento, para vinte minutos depois acordar com uma forte dor de cabeça e voltar a caminhar pelo quarto por uma hora.


Sentou-se numa precária cadeira em frente ao computador e ligou-o, juntou toda a coragem que conseguiu reunir dentro de seu ser e lembrou-se facilmente do que tentara há muito tempo esquecer com a ajuda das bebidas, aquelas lembranças o levavam à loucura. Não faria aquilo se não tivesse prometido a alguém, mas como prometeu, Harry então começou a escrever o seu livro.
 


XXXXX
 


Harry Potter veio à Paris pela primeira vez há um ano. Foi em 1999, no chamado “Verão do Amor”. Ele nada sabia sobre o Moulin Rouge, Harold Zidler ou sequer se lembrava de Gina.


Estava com 20 anos e viera tirar férias em Paris de seu emprego como Auror. Sim, ele fora bem sucedido em Hogwarts após ter derrotado Voldemort. Ainda com 18 anos ganhara o emprego no Ministério da Magia e fora incumbido a viajar pelo mundo a trabalho, caçando antigos Comensais da Morte e outros bruxos que infringiam o terror em qualquer lugar que apareciam.


Durante dois anos ele trabalhou direto e sem descanso, passando por vários países de todos os continentes do planeta, até que recebeu a maravilhosa notícia de seu chefe avisando-o de que ele receberia férias de seis longos meses.


Um dos lugares que visitara pouco, e ainda assim a trabalho, era Paris, na França. Harry achara o lugar adorável e resolvera passar suas férias lá.


Havia uma aldeia chamada Montmartre que lhe pareceu ser o lugar perfeito. Não era como já ouvira muitas pessoas falar, e até mesmo seu chefe dizer “Uma aldeia do pecado”, mas sim o centro do mundo boêmio.


Músicos, pintores, escritores. Eles eram conhecidos como os Filhos da Revolução.


Harry escolhera Paris porque era perfeita para dar início ao seu grande sonho, algo que não contara para ninguém, muito menos para seu chefe que teria rido dele: escrever um livro. Ele pretendia escrever sobre verdade, beleza, liberdade e sobre aquilo que ele acreditava acima de todas as coisas: o amor.


“Sempre essa ridícula obsessão pelo amor!” lembrava-se de seu chefe dizendo isso quando Harry invariavelmente começava a devanear sobre esse assunto que era o seu favorito.


Mas não ligava, nem ele e nem ninguém conseguiria apagar de si os seus ideais e suas crenças. Estava decidido a fazer aquilo, cheio de vontade e ninguém iria impedi-lo.


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Continua... 

No próximo capítulo:
 


— Como tem passado? (...) Meu nome é Ronald Henri Marie Raymond Toulouse-Lautrec-Montfa Weasley, mas pode me chamar de Rony.


— ‘As montanhas ganham vida ao som da música.’. Estão vendo que com Harry nós poderemos criar o revolucionário show boêmio com que sempre sonhamos? — perguntou Rony radiante aos amigos.


— Amor? Sobretudo acredito no amor. É como oxigênio. O amor é algo maravilhoso. O amor nos eleva às alturas. Tudo de que precisamos é de amor! — disse Harry como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.


Harry, Rony, Simas, Neville e Dino começaram a rir feito loucos achando muita graça de tudo e puseram-se a cantar e dançar juntos com a fada verde que já se movimentava numa dança sensual, provocativa e hipnotizante.
 


Lady Potter

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